Tuesday, December 6, 2016

SOLUÇÕES CRIATIVAS PARA SUA VIDA SEXUAL COM O CONSELHEIRO ODORICO AZEITONA (#13)



Caro Odorico
Minha pobre avó está muito doente há mais de um ano, e é cuidada por duas enfermeiras que se revezam para atendê-la. Uma delas é uma alemã bem opulenta, com mais de um metro e oitenta de altura. A outra é uma mulata bem gostosa e sorridente. A mulata começou a dar mole para mim -- tenho 25 anos, sou surfista de fim de semana e tenho um porte relativamente atlético -- com uma conversinha mole pedindo para ver as tatuagens que tenho espalhadas pelo corpo, e eu não tive dúvidas: meti rola nela. Tenho feito isso quase diariamente, sempre no meio da madrugada, quando minha avó entra em sono profundo. A mulata tem um fogo no rabo que não é fácil, e é meio escandalosa, daí eu tenho que tapar a boca dela para não acordar meus pais e minhas irmãs no meio da noite. Minha mãe está desconfiada de alguma coisa e começou a fazer campanha para trocar a enfermeira mulata. Então, resolvi abrir o jogo com meu pai. Ele riu muito. E me confidenciou que está comendo a alemã. Resultado: fizemos um pacto, e vamos segurar a onda com a mamãe para poder seguir metendo rola nas duas enfermeiras. E, claro, vamos torcer para que a vovó permaneça entrevada, mas viva, por muito tempo, pois está uma delícia do jeito que está. Odorico, pensei em propor a meu pai uma suruba a quatro com as duas enfermeiras qualquer hora dessas. O que você acha da ideia? (Wilson Ricci, São Paulo SP)


Caro Wilson,
Primeiro: suruba só se faz em números ímpares.
Em números pares, é apenas swing.
Mas, se você sentir abertura
da parte de seu pai
para uma brincadeira desse tipo,
porquê não?
Rola nelas, que é tudo o que elas querem!
Boa sacanagem e boa sorte!



Caro Odorico
Tenho 75 anos, minha mulher sofre de Alzheimer e nem me reconhece mais. Sempre fui um marido fiel, nunca cogitei pular a cerca no casamento, mas confesso que nesses últimos tempos comecei a ter vontades de experimentar uma aventura extraconjugal. Algumas semanas atrás, conversando com uma ex-freira que trabalha como cuidadora da minha vizinha de baixo -- que é muito velhinha e muito doente --, confidenciei a ela o que estou passando, e ela, prontamente, me arrastou para a escadaria do prédio, sapecou um boquetaço na minha jeba e fudemos muito alí mesmo. De lá para cá, temos mantido encontros sexuais em meu apartamento. Você vai dizer que é maluquice minha, mas sinto-me culpado pelo que estou fazendo. É como se, no fundo, minha mulher soubesse que a estou traindo. O que eu faço para conseguir amenizar essa culpa, Odorico? Minha freirinha é tão gostosa, me faz tão bem, não quero ficar sem ela... (Marlon Massa, São Vicente SP)


Caro Marlon,
Deixa de ser trouxa, ô palhaço.
Tua mulher tá gagá, capice?
Passa rola na freirinha e deixa de onda,
senão ela troca você por algum outro velho necessitado
aí mesmo no prédio onde você mora.
Deixa de ser mané!
Boa sacanagem e boa sorte!



Caro Odorico
Quando eu era adolescente, tinha o hábito de capturar moscas em videos de maionese e enfiar meu pinto nesses vidros, deixando que o toque das patas da mosca na glande provocasse um tesão avassalador. De uns tempos para cá, já cinquentão, decidi voltar à velha prática, e -- para minha surpresa -- a sensação ainda é a mesma. Estou pensando em propor para minha mulher incluir a brincadeira das moscas no vidro de maionese em nossas sessões de sexo. pois presumo que elas possam provocar uma sensação de prazer semelhante ao pousar no clitóris e nos grandes lábios dela. Devo fazer isso, Odorico, ou é melhor guardar essa brincadeira só para mim? (Hamilton Schumacher, Belo Horizonte, MG) 


Caro Hamilton,
Guarde para você, é melhor.
Mulheres não costumam achar legal esse tipo de coisa.
Isso é coisa de menino.
As chances dela cortar o teu barato são enormes.
Não vale o risco.
Boa sacanagem e boa sorte! 


Odorico Azeitona vem escrevendo
sobre putaria e sacanagem
para LEVA UM CASAQUINHO
desde o início do ano passado.
Expert gabaritadíssimo nesses assuntos,
decidimos convidá-lo para assinar
uma coluna de aconselhamento sexual
para nossos leitores mais atrapalhados.
Odorico não só adorou a ideia
como ainda insistiu em começar imediatamente
e propôs que fosse mantido
o nome WE ARE THE WORST
adotado até agora em seu espaço semanal.
 

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