Monday, March 20, 2017

QUERIDA TIA EMMANUELLE...... ROLO DE FILME #1 (por Ariel Almada)



Tem famílias que não fazem a menor objeção a que primos e primas se relacionem amorosamente, e eventualmente até se casem. São quase sempre muito unidas e muito voltadas para o próprio umbigo, além de divertidas e deliciosamente incestuosas. Conheço famílias assim. Nelas, o grupo sempre é muito mais valorizado que o indivíduo. Pessoas mais introspectivas acabam rebolando em ambientes assim, em que o social que vem sempre em primeiro lugar.

As vantagens de fazer parte de famílias expansivas não sou poucas, nem pequenas. Tenho um amigo que, aos 14 anos, foi literalmente devorado por suas primas ligeiramente mais velhas, donas de uma curiosidade sexual a toda prova e de um fogo no rabo que já era bem conhecido dos seus primos de 15, 16, 17 ou 18 anos. Eram elas que decidiam quando estava na hora do primo X ou do primo Y perder a virgindade. Isso era definido em partidas de poker nas férias de Verão e de Inverno na fazenda da família. As vencedoras de cada uma das noitadas de jogatina ganhavam o direito de protagonizar a primeira noitada de sexo com os priminhos mais jovens. Dependendo da classificação nesses mesmos torneios de poker, ficavam definidas as primas responsáveis pela segunda, pela terceira e pela quarta noites de sexo com os primos virgens que aguardavam no abatedouro. Ao final desse rito de passagem, os jovens primos recém-iniciados sexualmente já podiam fazer parte da ciranda sexual que rolava entre primos e primas na Fazenda nos finais de semana e nas férias. Muitos deles acabavam virando namorados. Alguns até se casaram. 

Posso até estar equivocado, mas acredito que o fato desse meu amigo ter passado por uma "provação" como essa num momento tão tenro de sua vida tenha feito dele um homem melhor, com uma sensibilidade bastante aguçada para compreender as instabilidades, as turbulências e os desvarios que regem o universo feminino. Como eu disse lá no alto, as vantagens de fazer parte de famílias expansivas assim não sou poucas, nem pequenas.

Minha família, infelizmente, pensa bem diferente disso.

Desde cedo, fomos desencorajados por nossos nossos pais e avós a ter qualquer tipo de contato amoroso com nossos primos e nossas primas -- que, por sua vez, certamente receberam a mesma orientação em relação a nós em suas casas. Consequentemente, nossas férias no campo não tinham lá muita graça. A invés de comer nossas priminhas, a regra entre meus primos era fazer sexo com animais na roça, beber cachaça em doses cavalares desde muito jovens e eventualmente se arrebentar nas estradas próximas com os carros de nossos pais. Convenhamos: existem diversões muito mais interessantes do que essas.

Por sorte, nossos pais e mães viviam tão preocupados com a manutenção da virgindade de nossas priminhas que esqueciam de nos desencorajar a ter contato sexual com nossas adoráveis titias 10 ou 15 anos mais jovens do que eles. Essas filhas temporãs de vovô e vovó, criadas como se fossem filhas únicas e mimadas tanto pelos pais quanto pelos irmãos e irmãs mais velhas, não só eram extremamente calorosas com os sobrinhos adolescentes como gostavam de compartilhar seu "conhecimento carnal" com sobrinhos pouco ou nada experientes.

Muitos de nós já tiveram alguma tia bem jeitosa com esse perfil, e, num belo dia, tomaram coragem e "passaram rola" nelas. Mas só alguns poucos felizardos conseguiram realizar essa proeza em toda a sua plenitude, indo muito além de uma troca de óleo casual e sem consequências.

Esses felizardos que se aventuraram a ter verdadeiros romances com suas jovens tias podem se considerar seres abençoados, criaturas a quem a Sorte sorriu de forma absolutamente eloquente.

É o meu caso: sou completamente maluco pela minha tia. Sim, porque dizer que sou completamente apaixonado por ela é pouco.

O nome dela é Emmanuelle.

Recebeu este nome porque meu avô era tarado na lindíssima atriz holandesa Sylvia Kristel, já falecida, que protagonizava uma série de filmes pornô-soft de mesmo nome muito famosa nas décadas de 70 e 80.

Mal sabia vovô que, ao prestar esta homenagem a sua deusa do sexo favorita no cinema, estava trazendo ao mundo uma mulher tão fascinante e tão intensa sexualmente quanto a personagem cujo nome serviu para batizá-la.

Tia Emmanuelle é a irmã dez anos mais jovem da minha mãe. É linda, solteira, tem 34 anos, 1,70 de altura, pesa algo em torno de 60 quilos, e possui (sem fazer alarde) um corpo espetacular de "falsa magra", com quadris levemente avantajados e seios fartos e deliciosamente empinados. Como complemento a toda essa gostosura, ela é também a mulher mais educada, mais delicada, mais sorridente e mais adorável que já conheci.

Quando eu era guri, toda vez que ela vinha a Lindoya visitar a família era uma festa. Sua presença iluminava o ambiente. Sempre foi de uma sociabilidade a toda prova. Conversava longamente com todos os parentes, do mais jovem ao mais velhinho. Tinha e tem um enorme prazer em estar com a família, nunca escondeu isso. Talvez se encaixasse melhor numa família menos careta do que a nossa, mas conseguia se virar bem no nosso meio.

Tia Emmanuelle é professora de Educação Fundamental. Tem um jeito de se vestir bem desencanado. Usa vestidos com motivos indianos muito coloridos e confortáveis, mas largos demais para seu corpo. Em consequência disso, a beleza de seu corpo acaba não sendo devidamente valorizada por eles. Detalhe: ela nunca gostou de maquilagem. Sabe melhor do que ninguém que seus traços delicados brilham mais intensamente ao natural. Também dispensa cabeleireiros, pois seus cabelos castanhos claro são finos e lisos, com um caimento cem por cento natural. Se diz budista, faz yoga e cultiva desde sempre um jeitão "flower child" que, para mim, é extremamente cativante. Foi vegetariana uns tempos. Hoje não é mais. 

Descobri que tinha um tesão enorme e meio desgovernado por Tia Emmanuelle bem jovem, aos 13 anos de idade. Passei anos sonhando acordado com ela usando minissaias provocantes, calças leg bem coladas ao corpo, calças jeans apertadas na bunda, biquínis minúsculos... justamente o tipo de roupa que ela insistia em não usar. Eu a imaginava cavalgando nua pela fazenda da família, caminhando nua pela chácara dos meus mais, tomando banho nua no rio... Era uma punheta atrás da outra. Em todas elas, titia era sempre a estrela principal.

Sei lá quantas vezes eu tentei flagrá-la tomando banho ou se trocando no quarto. Só sei que nunca me dei bem nessas iniciativas desesperadas. Ela, por sua vez, me viu nu várias vezes. Teve uma vez em que eu estava dormindo pelado, ela veio me acordar, levantou o lençol e... voilà! Meu pau estava duríssimo, pois ainda não tinha feito xixi pela manhã. Fiquei bastante envergonhado com a situação. Ela apenas riu, e de deu no rosto um beijo de bom dia. Na ocasião, eu, bobinho, ainda fiquei na dúvida se ela gostou do que viu.

Sempre que ela chegava de São Paulo para o fim de semana, lá ia eu atrás dela. Seu quarto ficava na parte superior da casa, bem ao lado do meu -- e eu corria até lá para conseguir dela um abraço mais apertado, ou tentar roubar dela uns beijinhos mais molhados, para então retribuir com mais beijos no pescocinho delicado dela, com um leve toque de língua para deixar uma trilha molhada em sua pele.

Claro que eu morria de medo que meus pais percebessem o que estava rolando e cortassem meu barato. Mas ela não estava nem aí. Era totalmente receptiva a minhas carícias atrapalhadas e ao meu priapismo infanto-juvenil. Desnecessário dizer que foi merecidamente homenageada com incontáveis punhetas ao longo de toda a minha adolescência. Minha sexualidade entre os 13 e os 18 anos andou em círculos o tempo todo, sempre atrelada a essa rotina incestuosa interrompida. Cinco anos de veneração onanística absoluta a Tia Emmanuelle.

Hoje, prestes a completar 20 anos, não sou mais o garoto abobalhado que era antes. Moro numa república de estudantes em Campinas, estudo na PUC desde o ano passado e levo uma vida meio solitária, mas tranquila e relativamente prazerosa. Aos 18 anos, perdi a virgindade de forma bem objetiva: com uma garota de programa que eu mesmo contratei por recomendação de um amigo, que também é cliente dela. Expliquei qual seria sua missão, e ela foi muito afetuosa, bastante generosa e nada burocrática comigo. Resultado: acabei virando cliente contumaz dos serviços dela. Hoje, graças a ela, e graças também a uma colega de classe com quem andei saindo algumas vezes, já posso me considerar mais ou menos escolado com o sexo feminino.

Mas não adianta: bastava eu chegar a Lindoya num final de semana qualquer e encontrar Tia Emmanuelle por lá para voltar a me sentir o mesmo garoto apaixonado e atrapalhado. Apesar de eu já ser um adulto, ela continuava me abraçando do mesmo jeito que me abraçava quando eu era criança. Comecei a me sentir bastante desconfortável com aquilo e tratei de me distanciar um pouco. Estava cansado de toda aquela coisa grudenta inútil que não dava em nada, e rendia se muito uns beijinhos no pescoço...

Não demorei a perceber que ela estranhou meu distanciamento. Numa noite de sábado, eu estava sentado na minha cama conversando num webchat com uns amigos lá da PUC, quando ela veio ao meu quarto como quem não quer nada e perguntou:

"Então... faz tanto tempo que a gente não conversa... você bem que podia vir me visitar qualquer fim de semana desses lá em São Paulo..."

Um milhão de pensamentos loucos passaram pela minha cabela em poucos segundos. Mas não dei bandeira. Olhei para ela com uma cara meio idiota, meio safada e disse:

"Uai tia, é só a gente combinar. Às sextas feiras eu não tenho aula na PUC, posso dar uma escapada até São Paulo no final de semana, sim. Tenho amigos que moram por lá e que podem me hospedar, sem problemas. Vai ser legal visitar a senhora..."

Ela riu de um jeito irônico, me olhou bem fundo nos olhos nos olhos e disse:

"Sobrinho querido, senhora está lá no céu... tá me chamando de velha, é? Lembre-se que você é praticamente da mesma geração que eu, temos apenas 14 anos de diferença..."

Foi quando eu retruquei, sorrindo:

"Tia, na boa, se fosse assim tão fácil como você está falando, pode ter certeza que eu iria querer namorar você..."

Gelei na hora em que disse isso. Pensei comigo mesmo: "Sou uma besta, ela vai me odiar, nunca mais vai olhar na minha cara, vai me entregar de bandeja pra minha mãe".

Mas não. Ela sorriu, fez cara de tédio e disse:

"Deixa de ser bobinho... você acha mesmo que precisaria ser meu namorado para termos momentos deliciosos juntos?"

Fiquei paralisado, e ao mesmo tempo eufórico, com a resposta dela. Encostei o laptop no criado-mudo, cheguei mais perto dela e disse:

"Explica isso melhor pra mim, não sei se eu entendi..."

Ela apertou seu corpo contra o meu , passando a palma da mão levemente sobre minha perna, deixando meu pau imediatamente duro, mas não encostou nele. Aproximou seu rosto do meu, e disse suavemente:

"Apareça lá em minha casa que você descobre! E vê se esquece essa história de ficar hospedado na casa de amigos. É na minha casa que você vai ficar hospedado, seu bobão!"

Ela levantou e seguiu em direção à porta do quarto. Antes de sair, descer a escada e ir até a sala, onde meu pais estavam, ela parou, olhou para trás demoradamente, sorriu e mandou um beijo...

Eu fiquei com meu coração na boca. Não sei como não tive um infarto fulminante naquele momento. Como eu queria ser louco o bastante para agarrá-la ali mesmo no meu quarto, arrancar suas roupas, amarrar seus braços na minha cama e chupá-la inteirinha por horas e horas e horas...

"Ariel! Ariel!"

Acordei assustado do meu devaneio.

"Ariel! Ariel!"

Era minha mãe chamando. Pânico total. Desci as escadas correndo, assustado, com medo de ter dado bandeira. Detalhe: meu pau continuava bandeirosamente duro.

"Ariel, sua tia Emmanuelle está reformando o apartamento de São Paulo, que já tem 50 anos. Mandou pintar a sala e os quartos e trocou a mobília e alguns eletrodomésticos. Mas agora ela precisa trocar toda a fiação elétrica e não conhece nenhum eletricista confiável. Como você está estudando engenharia elétrica, pensei que talvez você pudesse dar uma chegadinha lá qualquer hora dessas para dar uma ajuda, não é?"

Tia Emmanuelle olhava para mim com um olhar todo poderoso, enquanto minha mãe, em sua inocência, me convocava para esse "serviço desagradável".

"Claro. contem comigo. Não tenho aula às sextas. Em vez de vir passar o fim de semana aqui em Lindoya, vou até São Paulo e resolvo isso. Por mim, pode ser no próximo final de semana."

As duas sorriram. Mamãe ficou feliz com minha postura de bom samaritano. Já Tia Emmanuelle sorriu por outros motivos, mas disse a seguir:

"Você acha que consegue resolver a questão da fiação num único fim de semana? É um apartamento grande..."

"Bom... eu teria que checar as características da Rede Elétrica antes para ver. Não lembro direito do apartamento, a última vez que estive lá faz tempo. É muito grande?"

"Três quartos... Quatro, contando o de empregada... duas salas... três banheiros... um corredor longo... prédio antigo, sabe como é..."

"É, tia... nesse caso, devo levar dois finais de semana pelo menos... se alguma coisa sair errado, talvez três.. vou ter que medir tudo, requisitar a troca do relógio do prédio, que talvez seja muito antigo, trocar o quadro de força, retirar a fiação velha e correr fios novos pelo apartamento todo, trocar as tomadas, dividir a rede elétrica em duas ou três fases diferentes... é trabalho para fazer em várias etapas."

"Eu tinha certeza que seria complicado. Minha vizinha de baixo trocou tudo tempos atrás. Foi muito demorado. Fui atrás do mesmo eletricista que fez o serviço para ela, mas descobri que ele morreu, coitado..."

"Ah, tem mais: pode tratar de comprar velas desde já e deixar a geladeira esvaziar aos poucos, pois ficaremos 2 ou 3 noites completamente no escuro."

Tia Emmanuelle sorriu um sorriso intenso. Estava feliz com o que eu havia dito, e estava fazendo questão que eu soubesse disso. Meu pau, que já estava duro, ficou mais duro ainda. Tentei a todo custo disfarçar. Não consegui. Para fugir de um embaraço, fiz de conta que tinha um compromisso na cidade e precisava sair.

"Bom, então está combinado... sexta-feira esteri por lá."

Foi quando Tia Emmanuelle me segurou pelo braço antes que eu saísse e disse:

"Tem mais uma coisa que eu queria te perguntar. Lá pelo meio do ano, depois que a fiação do apartamento estiver trocada, vou precisar trocar também os encanamentos dos banheiros e da cozinha. Você entende de encanamentos?"

Diante de uma pergunta sacana como essa, respondi da maneira mais idiota que pude, para não dar bandeira diante de minha mãe:

"Ué.. conheço um pouco, né? Mês passado dei um trato no encanamento dos banheiros da República lá em Campinas. Lembra quando eu quebrei os banheiros daqui de casa, mãe?"

"Lembro sim, filho. Ficou bom, nunca mais deu problema."

Olhei para minha tia e percebi que ela estava olhando para o volume que não parava de crescer na minha calça. FEla disse, sorrindo:

"Ah, que bom! Estava sem graça de pedir ajuda... Ainda mais agora, que você está na Universidade e cheio de afazeres em Campinas... Obrigada, querido."

Me deu um beijo bem molhado no rosto, encostou seu corpo no meu e sentiu o volume do meu pau que explodia na minha calça.

Me derreti todo com o "querido", mas tratei de fugir dali antes que o zíper da minha calça arrebentasse.

Dei tchau para ela e para mamãe, entrei no carro, segui até um puteiro nos arredores de Serra Negra, escolhi a garota com o corpo mais parecido com o de Tia Emmanuelle e a comi sem dar trégua, de todas as maneiras que conhecia, por mais de duas horas ininterruptas. Só parava para trocar a camisinha a cada explosão de gozo. Depois, começava tudo de novo. Até não aguentar mais.





Ariel Almada nasceu em São Paulo,
e foi criado em Águas de Lindoya.
Engenheiro Elétrico por formação,
desistiu da profissão
ao montar a rede de lanchonetes
PAMONHARIA DA LUZ VERMELHA,
presente em Shoppings do interior
de São Paulo e de Minas Gerais,
onde garçonetes vestidas como prostitutas
servem aos clientes da casa
comidas, sucos e cervejas à base de milho.

SO LONG FAREWELL
AUF WIEDERSEHEN
GOODBYE
VERÃO!

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