Monday, March 27, 2017

QUERIDA TIA EMMANUELLE...... ROLO DE FILME #2 (por Ariel Almada)



Para quem está chegando agora, meu nome é Ariel, e este é o relato de meu tórrido romance com minha Tia Emmanuelle. No rolo de filme #1, publicado semana passada nesta prestigiosa revista digital, fiquei completamente surpreso e desorientado quando ela, depois de anos e anos de carícias e gracejos que me levaram à loucura durante minha adolescência, revelou claramente ter interesse sexual por mim, e -- usando como ardil precisar de minha ajuda para trocar toda a fiação de seu apartamento em São Paulo, e com a benção de minha mãe, irmã dela --, me convocou para um final de semana em São Paulo. E é desse ponto que começa esse nosso novo rolo de filme. Luz, Câmera, Ação!

Passei a semana em Campinas completamente fora deste planeta, depois de tudo o que aconteceu na casa de meus pais no fim de semana anterior. Não prestei atenção a uma aula sequer na Universidade, não me lembro do que almocei, nem do que jantei... foram 4 dias absolutamente intermináveis, que passaram rigorosamente em branco, com uma única ideia em mente: Como seria meu primeiro encontro sexual com Tia Emmanuelle?

A sensação que me vinha à cabeça era tão louca, e ao mesmo tempo tão serena e intensa, que nem mesmo uma punheta antecipando alguns possíveis momentos entre nós dois eu consegui bater.

Comecei a ficar com um certo receio de broxar, pois, ao menos em princípio, toda aquela paz interna que eu estava sentindo não parecia combinar com desejo sexual.

Mas desencanei.

Quando cheguei da PUC na república onde moro na noite de quarta, depois de não conseguir prestar a menor atenção às aulas da manhã e da tarde, bateu uma ansiedade louca.

Pensei em matar aula no dia seguinte e -- caso Tia Emmanuelle não tivesse compromissos de trabalho -- seguir o quanto antes para sua casa.

Liguei para ela. Ela disse:

"Venha quando quiser, querido! Se preferir vir amanhã pela manhã, venha. Se não se importar em pegar estrada à noite, venha agora mesmo... Você sabe como chegar aqui, não sabe? Então é isso... estou aqui te esperando"

Não pensei duas vezes: peguei minha mochila, que estava arrumada com roupa para 3 dias, acrescentei mais duas cuecas e caí na estrada.

Antes de sair de Campinas, passei numa farmácia e comprei nada menos que 25 camisinhas, com vários aromas florais diferentes, achando que isso iria agradá-la. Comprei também um frasco de KY, por via das dúvidas -- não que Tia Emmanuelle não seja mais tão úmida aos 30 anos, mas... vai que rola um cuzinho na brincadeira, é sempre bom estar precavido, não é mesmo?

Segui pelos quase 100 km que separam Campinas de São Paulo dirigindo com o pau duríssimo, prestes a explodir em gozo. Quanto mais eu me aproximava de São Paulo, mais o tesão crescia. Decidi dar uma paradinha no Frango Assado para dar uma "descarregada" no banheiro e comer alguma coisa. Foi impressionante: bastou encostar minha mão no meu pau já fora da bermuda e ele começou a cuspir. E cuspiu forte. Aliás, cuspiu longe. Melequei sem querer os ladrilhos do banheiro do Frango Assado. Limpei a melequeira com toalhas de papel, fui ao balcão, pedi uma cozinha cremosa e uma Schweppes Citrus e caí na estrada novamente.

Titia morava em um prédio na Rua Alves Guimarães, em Pinheiros. No caminho para lá, parei nas barraquinhas de flores da Dr. Arnaldo e comprei um ramalhete com flores de diversas cores para ela, bem do jeito que sei que ela gosta.

Estava chuviscando. Consegui lugar para estacionar bem em frente ao prédio. Quando me preparava para sair do carro, o guarda noturno veio até mim e disse:

"Você é o sobrinho da Dona Emmanuelle?"

Respondi que sim.

"Ela me pediu para lhe avisar que é pra guardar o seu carro na garagem. Coloque na vaga 902."

Agradeci, voltei para o carro, esperei o porteiro abrir o portão eletrônico da garagem e entrei. Não foi difícil achar a vaga número 902, pois ao lado dela estava estacionado o Fox Vermelho Tornado de Tia Emmanuelle.

Enquanto pegava a mochila e o ramalhete, e fechava o porta-malas do meu carro, ouvi um barulho de porta se destrancando automaticamente. Olhei e vi a luz do pisca alerta do carro de Tia Emmanuelle acender. Gelei.

Aproximei-me do carro, e então dei de cara com a visão mais linda do universo: Tia Emmanuelle, completamente nua, sentada ao volante, sorrindo. Ela baixou o vidro, olhou para mim e, sem sair do carro, me disse:

"Sobrinho lindo... não vai dar um beijo aqui na sua tia?"

Estiquei a cabeça pelo vidro para beijá-la, quando ela disse, com voz de veludo:

"Não, assim não.. a outra porta está aberta, querido... venha... entre..."

Enquanto eu me preparava para ficar lado a lado com ela completamente nua, pensei comigo mesmo que, de agora em diante, preciso achar um meio termo nas minhas atitudes entre o sobrinho idiota cheio de tesão que ela conhece e tanto gosta, e o homem com pegada forte que ela ainda não conhece, mas certamente vai gostar de conhecer. Isso se eu quiser ser realmente o parceiro sexual dos sonhos dela.

Entrei no carro. Olhei para ela completamente nua, toda sorridente. Conforme me aproximei para beijar seu rosto, ela olhou tranquilamente para mim e disse:

"Meu anjo, escute bem o que eu vou dizer agora: eu não quero um beijo acanhado e assustado... eu quero que você me dê o beijo mais gostoso que você já deu numa mulher em toda a sua vida..."

Fechei os olhos e mergulhei nas profundezas da boca de Tia Emmanuelle. Foi um beijo prolongado, de mais de 3 minutos de duração, com minha mão correndo pelas curvas e pelas partes mais macias e tenras de seu corpo. Depois de sua boca, comecei a beijar seu pescoço do jeito que ela sempre gostou, só que com uma volúpia até agora inédita, e por fim tentei beijar seus seios. Foi quando ela me interrompeu com um beijo na boca, dizendo:

"Agora não, querido.. mais tarde... vamos passear um pouco de carro pela cidade primeiro... você vai gostar... adoro dirigir nua em noites de chuva como essa... ah, tire a sua roupa também, vai?"

Tirei, claro. Fiz isso com uma tranquilidade que deve tê-la surpreendido. Claro que meu pau estava duro novamente, mas ao menos não estava em ponto de bala, prestes a explodir. Pensei comigo mesmo: "ainda bem que descarreguei antes lá no Frango Assado, não iria conseguir encarar emoções fortes como essa com tanto tesão represado."

Completamente nu, olhei para ela sorrindo e disse:

"Então vamos, Tia Emmanuelle. É a sua cidade. Me leva com você. Estou com você para o que der e vier."

Ela olhou para o meu pau duro, sorriu maliciosamente e, sem dizer mais nada, fechou os vidros e saímos pelas ruas molhadas de São Paulo.

Onde iríamos dalí era um (delicioso) mistério para mim...





Ariel Almada nasceu em São Paulo,
e foi criado em Águas de Lindoya.
Engenheiro Elétrico por formação,
desistiu da profissão
ao montar a rede de lanchonetes
PAMONHARIA DA LUZ VERMELHA,
presente em Shoppings do interior
de São Paulo e de Minas Gerais,
onde garçonetes vestidas como prostitutas
servem aos clientes da casa
comidas, sucos e cervejas à base de milho.

SO LONG FAREWELL
AUF WIEDERSEHEN
GOODBYE
VERÃO!

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