Tuesday, April 4, 2017

QUERIDA TIA EMMANUELLE...... ROLO DE FILME #3 (por Ariel Almada)



No rolo de filme #1 e no rolo de filme #2, eu, Ariel Almada, peguei a estrada de Campinas a São Paulo numa noite de quarta-feira para ter meu primeiro encontro amoroso com Tia Emmanuelle. Quando cheguei a seu prédio, ela surgiu completamente nua dentro de seu carro na garagem, propôs que eu entrasse e ficasse nu também, e então me levou com ela para um inusitado passeio pela noite de São Paulo. E é desse ponto que começa esse nosso novo rolo de filme. Luz, Câmera, Ação!

Tia Emmanuelle dirigia sorrindo. Estava linda. Apesar da chuva leve e do friozinho da noite, ela abriu seu vidro pela metade num determinado momento e eu fui à loucura ao notar as minúsculas gotas de chuva que pingavam em seus seios e a maneira como seus lindos cabelos louros voavam por conta do vento. E o que dizer daquele perfume floral inebriante dentro daquele pequeno carro? Deus do céu...

Meu pinto continuava duro, apesar do frio da noite. Tia Emmanuelle olhava para ele entre uma troca de marcha e outra, sorria, e continuava a dirigir. Num determinado momento, percebi que ela estava olhando demais para ele, e decidi quebrar o silêncio em nosso passeio com uma observação engraçadinha:

"Tia, não tire o olho do volante... se você não prestar atenção ao trânsito, serei obrigado a vestir minha roupa novamente..."

Ela riu. Esticou a mão direita e passou-a na minha perna subindo até a perto do meu pau. O estímulo inusitado fez com que ele, que já estava duro, desse uma repentina guinada para o alto. Titia sorriu quando viu a sensação que provocou em mim e disse:

"Uau... acho que ele gosta de mim de verdade!"

 Não respondi. Apenas sorri, e então estiquei meu braço esquerdo e comecei a acariciar delicadamente sua nuca e seus cabelos. Com a mão direita comecei a acariciar minha piroca, como se a estivesse preparando para entrar em ação. Tia Emmanuelle mal conseguia prestar atenção ao trânsito, apenas seguia em frente, sem parar, sempre sorrindo.

Eu não fazia a menor ideia de onde estávamos indo, o que me deixava ainda mais excitado. Mas ela sabia muito bem onde estava me levando. De repente, chegamos diante de um portão enorme. Perguntei a ela onde estávamos, pois, pela paisagem, não parecia estávamos mais em São Paulo. Ela respondeu:

"Serra da Cantareira. Quem mora aqui é um casal gay muito amigo, que está viajando pela Europa. Venho sempre para cá a pedido deles próprios, mais para acender as luzes e fazer algum movimento."

Tia Emmanuelle esticou a mão até o porta-luvas, pegou um controle remoto, apertou um botão e o portão se abriu. Não consegui ver muita coisa, estava tudo muito escuro, mas havia uma quantidade considerável de árvores, possivelmente um pequeno bosque, ao lado de uma casa bem grande. Passamos por um caminho estreito e chegamos a uma garagem para seis carros. Estacionamos. 

 Tia Emmanuelle rapidamente abriu a porta, deu a volta, em seguida abriu a minha porta, logo depois abriu o porta-malas, e, enquanto eu saía do carro, ela já estava diante de mim, nua, em pé, sorrindo e segurando com as duas mãos entre seus belos seios o ramalhete de flores que comprei para ele. Com um olhar levemente furtivo, ela disse:

"Você não pode imaginar como sou agradecida a quem me traz flores lindas como essas..."

Esticou a mão direita para mim e disse:

"Agora venha comigo"

Abandonei as roupas e a mochila no carro, e segurei a mão dela. Subimos uma pequena escada e chegamos a um pequeno e simpático apartamento, sem divisórias entre sala, quarto e cozinha, com móveis muito delicados e quadros de um mesmo pintor por todas as paredes. Na sala de estar, me chamou a atenção uma velha TV Sony projetora de 60 polegadas, modelo do final dos Anos 90.  

Tia Emmanuelle mal chegou e seguiu para o bar, pegou uma garrafa de vinho do porto, encheu três pequenos cálices, entregou um deles para mim e disse: 

"Seja bem-vindo, sobrinho querido"

Bebemos rapidamente, olhando um nos olhos do outro. Me sentia ridículo em manter um jogo de sedução desse tipo, com atitudes climáticas e contidas, sendo que meu pau latejante revelava claramente a dificuldade enorme que estava tendo em me controlar.

Foi quando Tia Emmanuelle pegou o terceiro cálice de vinho do porto e o derramou suavemente sobre seus seios, deixando que o licor vermelho escuro escorresse por sua pele clara através de seus seios, seu ventre e suas pernas até chegar em seus lindos pezinhos. Andou em minha direção, encaixou meu pinto latejante no pequeno vão entre suas pernas, e disse:

"Vem, meu sobrinho lindo... mas vem devagarzinho... vem bem suave... tente aproveitar cada momento... não há porque ter pressa, temos o fim de semana todo pela frente..."

Então nos beijamos prolongadamente com nossos corpos colados e, de repente, sem que eu me desse conta, Tia Emmanuelle usou um truque que apresendeu em seus tempos de bailarina: ficou na ponta dos pés só com a perna direita e com a esquerda abraçou minha bunda para que sua bucetinha encontrasse a cabeça de meu pau latejante -- e, quando conseguiu, simplesmente o deixou escorregar deliciosamente para dentro dela.

Foi maravilhoso. Fiquei dentro da bucetinha dela durante mais de dez minutos fazendo movimentos mínimos, enquanto abraçava e acariciava aquela mulher inacreditável. Então, finalmente, deitamos na cama. Foi quando lembrei que havia deixado as camisinhas no carro, mas nem me passou pela cabeça descer a escada para buscá-las. Depois de mais de duas horas de sexo suave e intermitente, Tia Emmanuelle se virou, me deu um beijo e disse:

"Que tal agora nós gozarmos um na boca do outro? Chega de segurar o gozo, não é, meu sobrinho lindo?"

E então aconteceu o 69 mais intenso de toda a minha vida até então. Tia Emmanuelle era absolutamente hábil com sua boca e suas mãos. Lambia e sugava meu pinto latejante, e acariciava meu saco com uma delicadeza celestial.Eu estava completamente enfeitiçado pelo aroma delicado que emanava de sua bucetinha. De tanto gozarmos, terminamos com nossas bocas e nossos rostos completamente lambuzados.

Nos beijamos prolongadamente depois disso. Engoli um pouco do sêmen que descarreguei na boca dela, e ela lambeu boa parte do gozo que escorreu de dentro dela em meu rosto. Nos abraçamos e nos beijamos e nos exploramos muito mais até pouco antes do dia amanhecer -- quando finalmente dormimos, completamente esgotados.

Acordei por volta das dez da manhã, com meu pinto novamente duro -- e muito dolorido -- e uma vontade implacável de fazer xixi. A primeira coisa na minha frente foi o lindo triângulo de pelos bem lisos da bucetinha de Tia Emmanuelle. Presumi que ela tivesse acordado antes de mim e tentado me envolver num novo 69, o que ficou confirmado quando vi que ela estava dormindo com meu pau duro colado em seu rosto. Levantei delicadamente para não acordá-la e fui ao banheiro.

Ao voltar, peguei mais um cálice de vinho do porto e sentei diante daquela bela mulher. Não cansava de contemplar aquela ninfa nua, adormecida, maravilhosa. Senti que, na noite passada, uma estranha comunhão havia se firmado entre nós. E concluí que sexo entre pessoas do mesmo sangue é muito mais contundente do que sexo entre pessoas sem vínculo familiar. Restava saber que modalidade de amor iríamos desenvolver agora, em substituição àquele que cultivamos um pelo outro desde sempre.

Então, Tia Emmanuelle acordou. Sorriu para mim, pediu um copo de água, bebeu sem se levantar, olhou para mim e disse:

"Volta já pra cama, meu anjo... ainda é cedo!"


CONTINUA



Ariel Almada nasceu em São Paulo,
e foi criado em Águas de Lindoya.
Engenheiro Elétrico por formação,
desistiu da profissão
ao montar a rede de lanchonetes
PAMONHARIA DA LUZ VERMELHA,
presente em Shoppings do interior
de São Paulo e de Minas Gerais,
onde garçonetes vestidas como prostitutas
servem aos clientes da casa
comidas, sucos e cervejas à base de milho.


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