Tuesday, April 11, 2017

QUERIDA TIA EMMANUELLE...... ROLO DE FILME #4 (por Ariel Almada)



Quando Tia Emmanuelle e eu acordamos de nossa primeira noite de amor -- relatada minuciosamente no rolo de filme #3 --, já passava das duas da tarde. E é desse ponto que começa esse nosso novo rolo de filme. Luz, Câmera, Ação!

Tia Emmanuelle e eu tomamos uma deliciosa chuveirada juntos, e quando terminamos descobrimos que só havia uma pequena toalha de rosto no banheiro -- todas as toalhas limpas estavam na nossa bagagem, que ficou no carro, lá embaixo da edícola, na garagem. Disse para Tia Emmanuelle:

"Fique tranquila, tia... vou até lá buscar e já volto."

Dei um beijo nela, depois dei uns pulinhos para deixar cair um pouco da água do corpo, desci a escada até o carro e peguei a bagagem toda -- inclusive as peças de roupa que havia jogado no banco de trás quando fiquei peladão para nosso passeio noturno de carro na noite anterior.

Como o tempo estava chuvoso e tinha esfriado bastante lá fora, meu pau, que se comportara maravilhosamente bem na noite anterior, deixando uma ótima impressão, estava agora encolhida de frio -- e seu tamanho reduzido chamou a atenção de Tia Emmanuelle, que, rindo, se aproximou de mim, nua e cheirosíssima, e disse:

"Vocês, homens, são muito estranhos... Como é que aquela piroca maravilhosa de ontem à noite encolhe e vira essa coisinha ridícula aqui só porque a temperatura baixou hein?"

Falava isso rindo enquanto acariciava meu saco encolhido e meu pau friorento e adormecido, que, pouco a pouco, começou a acordar na mão dela.

"A-ha... agora sim estou começando a reconhecer as feições do seu amiguinho"

Ficou de joelho, deu beijinhos no meu pinto e no meu saco, levantou-se sorrindo e disse:

"Vamos tomar café?"

Preparamos o café juntos. Na pequena mesa de refeições havia paezinhos variados, um bolo de fubá cremoso, biscoitinhos doces e salgados, frios, manteiga, geléias e Nutella. Tia Emmanuelle explicou que até gostaria de prestigiar o comércio local, mas é tudo muito caro por alí, e a variedade às vezes é pequena. Daí, como mora bem ao lado de um supermercado bem grande, prefere fazer as compras por lá e trazer para cá.

Ela praticamente encheu a despensa. Trouxe umas dez garrafas de vinho, queijos diversos, quatro pacotes de milho de pipoca, muito açúcar, vários pacotes de café, arroz integral, feijão (de várias cores), arroz (integral), grão de bico, muito amendoim salgado, muita castanha de cajú, chocolates, biscoitos e um pacote com 32 rolos de papel higiênico.  

Sentamos pelados para tomar café e, enquanto comíamos, perguntei a ela: 

"Só por curiosidade, tia: pelo que eu percebi, as compras que você fez são para uma permanência prolongada, não para quatro dias. Quanto tempo vamos ficar por aqui?"

Ela sorriu e disse:

"Não se preocupe, você não é meu refém. O que sobrar na despensa, fica para o final que vem, quando voltarmos para cá -- isso se você ainda me quiser", disse debochando de mim."

Foi quando lembrei daquela história que ela vendeu para minha mãe, a respeito da troca da fiação do apartamento, perguntei para ela se vai rolar ou não, e ela, ainda debochando de mim, disse:

"Tudo conversa mole, sem bobo. Antes de reformarem e pintarem o apartamento, mandei trocar toda a fiação e todo o encanamento. Serviu de ardil para fazer com que sua mãe convocasse você para vir prestar esses serviços para mim. Não é bem melhor assim? Você sabe como ela é..."

"É... sei bem..."

"Além do mais, não queria que você viesse passar esses finais de semana comigo de forma furtiva, prefiro mil vezes que você caia nos meus braços com as bênçãos dela."

Rimos muito depois disso. Fiquei impressionado com a sagacidade manipuladora de Tia Emmanuelle. Tinha minha mãe nas mãos dela com uma habilidade impressionante -- atitude típica de filha temporã, habituada a medir bem as fraquezas de todos os que a cercam para sempre tirar algum proveito pessoal disso. Disse a ela, rindo:

"Você é cruel. E eu sou uma besta, cai feito um patinho na sua conversa, trouxe minha caixa de ferramentas completa no porta malas do carro. Você, hein...?"

"Eu hein o que, seu bobo?", disse ela sorrindo e me enchendo de beijinhos, "Eu hein o que, meu sobrinho lindo..."

  Imaginei que iríamos voltar para a cama para novas e tórridas sessões de sexo logo depois do café, mas Tia Emmanuelle levantou, começou a se vestir, e, ainda debochando de mim, disse:

"Melhor se vestir para conhecer o bosque lá fora, senão você vai se resfriar"

Não era exatamente um bosque, mas era quase isso. E no meio dessas árvores, havia aquela casa enorme, com três andares, uma laje superior e um observatório bem mais acima. Era uma construção típica do final dos Anos 50, início dos 60, muito arrojada e muito bonita. Difícil acreditar que estávamos tão perto de São Paulo.

Depois de passearmos bastante por toda a extensão do terreno, perguntei a ela sobre o casal que morava na casa, e ela disse:

"Na verdade, é um casal gay. Um deles é o Miguel, que é um pintor de renome e meu melhor amigo desde os tempos de faculdade, Chegamos até a namorar uma época, mas não funcionou direito, apesar dele sentir tesão por mim e eu por ele. Daí, já que nos gostamos muito, tentamos encontrar uma maneira criativa de permanecemos muito próximos. Acabei virando modelo para os quadros dele. Quando voltarmos à edícula, vou te mostrar. Todos os quadros que estão na parede foram pintados por ele. E eu estou em cada um deles."

Gelei quando ela disse isso. Perguntei:

"E você já posou nua para ele alguma vez?"

"Meu anjo, eu nunca posei vestida para ele. Jura que não prestou atenção aos quadros na parede?"

'Querida Tia Emmanuelle, ontem eu só tinha olhos para você"

Eu estava surpreso e maravilhado com tudo aquilo, e então ela me puxou pelo braço em direção a uma escada que subia por trás da casa desde o chão até o observatório lá no alto, e começou a subir. Eu, obviamente, fui atrás dela. Lá no alto, além da vista espetacular por cima das árvores, havia um deck com espreguiçadeiras e um ofurô.

Tia Emmanuelle retirou a tampa do ofurô, ligou a aquecedor, despejou na água uma essência floral, abriu um pequeno armário e retirou lá de dentro 3 garrafas de vinho tinto e duas taças, que estavam estrategicamente camufladas. Abriu uma delas, encheu as taças, brindamos e então ela me puxou pelo braço para mostrar a bela vista sobre as árvores. Trocamos alguns beijos bem gostosos, molhados de vinho, e então ela disse, quase sussurrando no meu ouvido direito:

"Senhores passageiros, em dez minutos a água estará quentinha e nós dois pousaremos completamente nus naquele ofurô para o final de tarde mais dionisíaco das nossas vidas. Que todos os deuses pagãos da antiguidade greco-romana nos abençoem"

E lá fomos nós novamente. Tia Emmanuelle sentou delicadamente sobre mim, encaixou sua bucetinha no meu pau e disse:

"Vamos ficar bem quietinhos agora, só sentindo um ao outro, pois a minha bucetinha perde muita oleosidade dentro d'água, e a fricção pode machucar tanto você quanto eu."

Foi quando eu, entre um beijo e outro, entre uma contração e outra de sua bucetinha em meu pau,  disse a ela que nunca tinha feito sexo sem camisinha antes, e que aquilo me deixava meio assustado. Estava adorando, achando uma delícia, mas estava assustado. Ela deu uma reboladinha suave sobre mim, e, entre beijinhos e carícias, tentou me tranquilizar:

"Meu sobrinho lindo, eu também não costumo fazer sexo desprotegido. A última vez faz muitos anos, e foi justamente com o Miguel, dono dessa casa. Aí, veio o pesadelo: um ex-namorado dele contraiu HIV. Miguel entrou em desespero, e eu também. Fizemos sei lá quantos exames ao longo de 3 meses. Felizmente, fomos poupados. Só que com você eu quis que fosse tudo diferente. Fiz check-up mês passado, se quiser te mostro quando voltarmos a São Paulo. Ah... quer saber? Nós dois estamos cometendo tantas transgressões nesse final de semana que usar camisinha chega a ser quase irrelevante. E pode gozar dentro de mim que não tem o menor problema. Não estou no meu período fértil."

"Bom... tudo bem, Tia Emmanuelle. É que, antes de vir para cá, eu comprei um lote enorme de camisinhas -- e com sabor de frutas silvestres, que eu imaginei que você iria gostar. Estão na mochila."

"Eu tinha camisinhas na bolsa também. Num determinado momento, até pensei em oferecer a você. Mas como você não pediu, eu não quis quebrar o clima. Mas se você quiser, posso experimentar as suas camisinhas com sabor de frutas silvestres. Posso assegurar que vai ser uma delícia."

Foi quando ela se levantou diante de mim, deixando sua bucetinha na mesma altura da minha cabeça, aproximou-a da minha boca, e disse:

"Bom, chega de romantismo. Agora eu quero um pouco de ação. Mudando um pouco o tom dessa nossa brincadeira, quero que chupe bem gostoso a minha bucetinha e o meu cuzinho, pois daqui a pouco eu vou querer beber você no gargalo, entendeu meu anjo?"

Balancei a cabeça sorrindo para Tia Emmanuelle, e, com um ar servil, enterrei minha língua em posição de ereção e chupei gloriosamente sua tenra bucetinha, seu cuzinho rosado, seus seios rijos e desafiadores, seus pezinhos delicados, e investiguei seu corpo maravilhoso com minha boca e minhas mãos.

Depois, invertemos as posições: ela engoliu meu pau delicadamente em etapas, testando delicadamente os limites fisicos de sua garganta, e vez ou outro lambia toda a sua extensão pela parte inferior suavemente até chegar às bolas do meu saco, que recebiam carícias absolutamente ternas e aconchegantes de sua língua fumegante.

Voltamos para dentro d'água e encaixamos um no outro novamente. E assim permanecemos por mais de uma hora, nos beijando muito e fudendo gentilmente. Meu pau ficava mais tempo fora da bucetinha dela do que dentro, ora cutucando sua bundinha ora simplesmente vagando pelo meio de suas pernas. Vez ou outra, Tia Emmanuelle usava sua mão para conduzir meu pau para massagear seu clitóris ou para cutucar de leve a porta de entrada de seu cuzinho.

Quando a tarde começou a cair, e a temperatura despencou, tratamos de beber o vinho que ainda restava, até porque sem um bom agasalho não aguentaríamos permanecer muito tempo nus naquele varandão. Deitamos abraçados numa espreguiçadeira mais larga e ficamos abraçados, masturbando-nos mutuamente com muita delicadeza até o gozo chegar, o vinho acabar e a claridade sumir.

Dureza foi descer a longa escada vertical de volta ao chão depois disso. Tia Emmanuelle até tinha as chaves da casa, o que teria facilitado bastante as coisas. Mas se tentássemos abrir alguma porta da casa sem avisar previamente a Empresa de Segurança encarregada da vizinhança, um alarme iria soar na central. Como ela esqueceu o telefone e as chaves na edícula, não teve jeito.

De qualquer maneira, o prognóstico de Tia Emmanuelle foi acertado. Aquele tinha sido o fim de tarde tão mais glorioso de toda a minha vida. Que todos os deuses pagãos da antiguidade greco-romana continuem nos abençoando nesse final de semana libidinosamente transgressivo.

Que, por sinal, ainda nem tinha exatamente começado, pois ainda era quinta à noite.


CONTINUA



Ariel Almada nasceu em São Paulo,
e foi criado em Águas de Lindoya.
Engenheiro Elétrico por formação,
desistiu da profissão
ao montar a rede de lanchonetes
PAMONHARIA DA LUZ VERMELHA,
presente em Shoppings do interior
de São Paulo e de Minas Gerais,
onde garçonetes vestidas como prostitutas
servem aos clientes da casa
comidas, sucos e cervejas à base de milho.

FELIZ SEMANA SANTA
PARA TODOS

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