Monday, May 8, 2017

QUERIDA TIA EMMANUELLE...... ROLO DE FILME #6 (por Ariel Almada)




No rolo de filme #5, descobri que Tia Emmanuelle havia posado nua para muitos quadros de seu amigo Miguel, dono da casa enorme diante da edícula onde estávamos hospedados na Serra da Cantareira. Depois de sairmos para jantar e para beber, voltamos e dormimos ao relento num colchão sobre a caçamba de um utilitário que estava estacionado na garagem, e que Tia Emmanuelle manobrou até o jardim. Trepamos deliciosamente com as estrelas como cenário. Depois dormimos debaixo de um edredom, protegidos do orvalho da madrugada.


 E então, sábado cedo pela manhã, acordamos com o sol na cara, subimos para tomar um banho, vestir alguma roupa -- só para variar, claro! --,  e seguir até o Horto Municipal, para depois fazer a trilha pelo Parque Estadual da Cantareira ate a Pedra Grande, de onde pode-se ver São Paulo por inteiro.

Durante o banho, tentei envolver Tia Emmanuelle em carícias, mas ela não respondeu positivamente. Disse:

"Querido, agora não. Vamos precisar ter muita disposição e muito fôlego para subir a trilha. Melhor guardar todas as suas forças. O que sobrar, a gente usa mais tarde."

Comecei a rir, mas ela continuou falando.

"Vai valer a pena, você vai ver. O segredo é subir cedo pela manhã, sem o sol do meio-dia na cabeça, por isso é importante que a gente saia o quanto antes. Aí mais tarde, se ainda tivermos forças, a gente volta prá cá e brinca bem gostosinho, tá bom, meu anjo?"

Concordei. Não vou negar que preferiria mil vezes passar o dia ao lado dela no nosso cantinho, mas senti que não era o momento de impor minha vontade. Deixei que ela assumisse o leme da minha vida, ao menos nesse final de semana. Além do mais, ela havia planejado antecipadamente cada momento que iríamos passar juntos, e parecia estar tão satisfeita por tudo estar dando certo até então. Não fazia sentido bater o pé e bancar o desmancha-prazeres.

Então saímos, paramos numa padaria bem  charmosa no caminho para tomar café e comer alguma coisa que não pesasse no estômago, enchemos um pequeno cooler de picnic com pães de queijo, cookies, polenguinhos, geléias, água e gatorade, e  seguimos para o Horto Municipal, onde começa o Parque Estadual da Cantareira. 

Para quem deseja fugir dos parques lotados e ter a sensação de que não está mais em São Paulo, não consigo pensar num lugar melhor que o Núcleo da Pedra Grande no Parque Estadual da Cantareira. Difícil imaginar que esta floresta com 7.916 hectares de Mata Atlântica fica a apenas a 10 km do centro de São Paulo.

Neste final de semana, havia apenas um grupo pequeno, de sete pessoas, aguardando o guia para percorrer os 10 km (ida e volta) de trilha asfaltada pela Mata Atlântica. Tia Emmanuelle disse que em circunstâncias normais, os grupos são bem extensos, mas a previsão de chuva deve ter desencorajado muita gente.

E lá fomos nós. Começamos a subida às 9 da manhã, caminhando devagar e apreciando a natureza. A subida é bem cansativa. Da entrada ao mirante são 6.780 metros. Mas conseguimos chegar vivos ao ponto mais alto: a Pedra Grande. Que lugar espetacular! Que vista maravilhosa! Dá para ver vários bairros da Zona Norte e até o Pico do Jaraguá. Como o dia estava bem claro, deu para clicar uma quantidade considerável de fotos.

Na subida, vimos placas indicando os acessos a várias outras trilhas menores no Parque: a Trilha das Figueiras (1.200 metros), a Trilha da Bica (1.500 metros) e a Trilha do Bugio (300 metros). Nosso guia sugeriu que fossemos direto ao topo, e na volta poderíamos escolher alguma trilha adicional para percorrer -- isso se o cansaço permitisse, ou se não chovesse.

O próprio guia nos disse que se alguém quisesse seguir sem acompanhamento, poderia ir sem susto, pois todas as trilhas são asfaltadas e extremamente bem sinalizadas, e não existe a menor chance de alguém se perder na Mata. É tudo bem seguro, os guardas percorrem o parque de carro e moto a toda hora. Sem contar que quando passamos pela portaria recebemos vários mapas que explicam em detalhes onde ficam as principais atrações do parque.

Quando descíamos do Mirante da Pedra Grande, passamos por um ponto de picnics bem ao lado de um lago com carpas que atende bem a quem quiser fazer uma refeição no campo. Mas dessa vez estava quase vazio. Nada de famílias por alí. Ao menos não no período da manhã. Foi quando caiu a ficha: havíamos esquecido o cooler com as guloseimas que compramos na padaria dentro do carro. Foi nesse ponto que nos desgarramos do guia e dos demais visitantes e decidimos descer a trilha sozinhos.

Foi a melhor coisa que fizemos. Mesmo com fome, descemos a trilha sem pressa, olhando com cuidado as plantas, as árvores e os pequenos animais que cruzaram nosso caminho. Tia Emmanuelle viu um bugio. Chegou a fotografá-lo, mas infelizmente não ficou muito nítido. Eu só ouvi o barulhão que eles fazem. Mas vi uma preguiça, um grupo de quatis, e alguns macaquinhos brincando nas árvores. Fotografamos tudo. Por sorte não apareceram cobras, nem jaguatiricas, pelo caminho. Existem muitas delas por lá.

A imensa maioria das fotos que cliquei no Parque Estadual da Serra da Cantareira tinham Tia Emmanuelle em primeiro plano. Percebi que ela adora posar para fotos, mas, apesar disso, tentei na maioria das vezes captá-la de forma casual, quase acidental, mas sempre com um olhar bem carinhoso. Difícil dizer se ela é mais linda posando para as fotos ou sendo capturada por elas.

Saímos do Parque por volta de 3 da tarde. O tempo estava fechando, e o céu estava bem escuro. Assim que chegamos ao carro no estacionamento, Tia Emmanuelle sorriu para mim e disse:

"Meu sobrinho lindo: já que você esqueceu nossas guloseimas aqui no carro e nós estamos morrendo de fome, que tal fazermos nosso picnic dentro do carro mesmo, hein?"

Olhei para ela e disse:

"Sei que não é lá muito bucólico, mas é o que temos para hoje..."

Ela riu, me deu um beijo, e se esticou para alcançar o cooler no banco de trás do carro. Enquanto comíamos, um temporal violentíssimo desabou. Fechamos os vidros e ficamos quietinhos, achando que aquela pancada de chuva não duraria mais do que dez minutos.

Mas a chuva não passava, e nem diminuia sua intensidade. Foi quando Tia Emmanuelle começou a me olhar de um jeito bem sacana, e a seguir tirou peça por peça de sua roupa, ficando apenas de tenis e meia. Eu, claro, fiz a mesma coisa. Os raios riscavam o céu, os trovões explodiam, e ela pulou por cima de mim, encaixou sua bucetinha encharcada no meu pau, e começou me cavalgar com uma intensidade e uma truculência até então inéditas nas nossas transas.

Foi quando comecei a conhecer o outro lado de sexualidade de Tia Emmanuelle. Por mais que ela fosse uma flower-child adorável com uma postura zen-budista a maior parte do tempo, ela também gostava de raios, trovões e tempestades. Confesso que gostei muito de descobrir isso. Estava começando a achá-la unidimensional demais.

De repente, ela abrou a porta do carro, saiu correndo nua na chuva, depois voltou toda molhada, me puxou para fora do carro completamente enlouquecida e disse:

"Pega o KY aí no porta-luvas. Quero que você coma meu cu na chuva, em cima do capô do carro. E eu quero já!"

Imediatamente se posicionou de quatro diante do capô enquanto eu lambuzava seu cuzinho para penetrar nela sem machucá-la. Mas assim que meu pau entrou, Tia Emmanuelle começou a golpear sua bunda numa cadência maluca e com muita força contra o meu pau. Sem contar que ela contraía tanto o seu cuzinho que, mesmo com todo o KY que passei, era impossível entrar e sair sem que nós dois ficássemos completamente esfolados. Fiquei quieto enquanto seus quadris trepidavam a sei lá quantos graus na Escala Richter, e ela estrebuchava continuamente. Então, de repente, ela começou a gozar de forma extremamente escandalosa, jogando seu corpo contra o capô do carro, gritando e gargalhando ao mesmo tempo, e o socando violentamente.

Quando terminamos, havia uma quantidade considerável de sangue em suas mãos. No seu cuzinho e no meu pau, havia muito sangue também. Ela se virou, ficou cara a cara comigo, sorriu meio encabulada e me deu um longo beijo debaixo daquele temporal.

Foi a primeira vez que ela disse:

"Eu te amo"

Disse isso  com uma expressão bem assustada, provavelmente com medo de ser rejeitada por mim. Foi só aí que começou a cair a ficha, e consegui imaginar quantas vezes situações semelhantes a essa aconteceram quando ela estava ao lado de homens de quem ela gostava, mas que fugiram dela depois de alguma situação sexual explosiva como essa.

Ficou claro de repente porque ela rejeitava tanto papéis pré-determinados em relações sexuais. Não era uma questão filosófica. Era uma postura defensiva. Era medo.  

Seguimos nus dentro do carro debaixo da chuva de volta para casa. Não dissemos nada um para o outro. Mal nos olhamos. Quando chegamos, Tia Emmanuelle estacionou na garagem e não conseguia levantar do assento do motorista. Estava paralizada. Chorava baixinho. Saí do carro, dei a volta por trás, abri a porta dela, peguei-a no colo e a levei para o andar de cima.

Entramos juntos debaixo do chuveiro com água bem quente. Tinha sangue dela e sangue meu escorrendo pelo ralo. Deixamos a água quente e o sabão curar as feridas. Eu a sequei bem, me sequei em seguida, deitamos na abraçados na cama e disse pra ela:

"Eu também te amo, Tia Emmanuelle."

Ela me olhou, sorriu e disse.

"Vamos combinar uma coisa: de agora em diante, chega desse negócio de tia prá lá, sobrinho prá cá, estamos combinados?"

Sorri para ela, dei um longo beijo em sua linda boca e disse:

"Prazer... Ariel."

Ela respondeu:

"Prazer... Emmanuelle."





Ariel Almada nasceu em São Paulo,
e foi criado em Águas de Lindoya.
Engenheiro Elétrico por formação,
desistiu da profissão
ao montar a rede de lanchonetes
PAMONHARIA DA LUZ VERMELHA,
presente em Shoppings do interior
de São Paulo e de Minas Gerais,
onde garçonetes vestidas como prostitutas
servem aos clientes da casa
comidas, sucos e cervejas à base de milho.



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