Tuesday, May 16, 2017

QUERIDA TIA EMMANUELLE...... ROLO DE FILME #7 (por Ariel Almada)



No rolo de filme #6, fiquei conhecendo finalmente um lado sombrio da personalidade dela: trepamos violentamente debaixo de uma tempestade com muita chuva, muitos raios e muitos trovões, e tanto meu pinto quando o cuzinho lindo e a bucetinha aconchegante dela estavam completamente escalavrados. De qualquer maneira, o carinho que brotou entre nós logo após aquela explosão carnal foi algo absolutamente sublime. Dormimos feitos anjos. Combinamos que, de agora em diante, não seríamos mais Tia Emmanuelle e seu "sobrinho lindo", mas Emmanuelle e Ariel: dois amantes deliciosamente incestuosos. E é desse ponto que começa esse nosso novo rolo de filme. Luz, Câmera, Ação!

E então, naquela manhã de domingo, fui acordado por Emmanuelle, meio assustada, às 7 e meia da manhã.

"Querido, acorda! Vamos ter que ir embora o quanto antes para a casa da sua mãe em Lindoya..."

Eu, sem entender direito o que estava acontecendo, perguntei:

"Como assim? Aconteceu alguma coisa com ela?"

"O que aconteceu é que ela deve estar de sacanagem comigo, não há outra explicação..."

"Como assim? Fala logo, estou ficando assustado..."

Foi quando Emmanuelle olhou para mim e disse:

"O que será que minha querida e dadivosa irmã, que também é a senhora sua mãe, pretendia ao encaminhar você para fazer serviços elétricos no meu apartamento em São Paulo justamente no final de semana do Dia das Mães?"

Eu paralisei, e não consegui dizer nada a não ser:

"Ca-ra-lho!"

"Pois é... ainda bem que eu lembrei... Mas dá tempo de consertar isso... Vamos arrumar as coisas rapidinho, voltar para São Paulo correndo só para pegar o seu carro na garagem do meu prédio, depois comprar dois presentes para ela em algum Shopping, e então seguirmos para Lindoya. Vamos chegar de surpresa para o almoço de Dia das Mães. Que tal?"

"Caramba... por que ela foi fazer algo assim?"

"Para testar a você e a mim, seu bobo... Não conhece sua própria mãe? Quando eu era bem menina e ela já era quase adulta, ela vivia fazendo coisas assim com as amigas dela. Escondia dos outros que estava fazendo aniversário... coisas assim... Aí, quando alguém lembra expontaneamente, ela fica toda feliz de não ter sido esquecida..."

"Puxa, mas dispensar o próprio filho no Dia das Mães já é sacanagem?"

"É que eu há vinte anos não comemoro o Dia das Mães, é uma data que deixou de existir no meu calendário desde que perdi minha mãe aos 14 anos de idade. Sua mãe queria me testar também, não é só com você. Quer saber de uma coisa? Se você quer destruir uma mulher, faça dela uma mãe. O dano psíquico que a maternidade provoca numa mulher é irreversível..."
   
"É por isso que você nunca quis ser mãe."

"Não, o meu motivo para não quere ser mãe é outro, bem mais grave, e não quero falar disso agora, até porque vamos ter que correr e essa é uma conversa muito delicada, para momentos mais relaxados."

Emmanuelle deixou os mantimentos na despensa e arrumou sua mochila rapidamente. Eu fiz o mesmo, e tratei de dar um jeitinho na casa para não deixar bagunça, depois recolhi o pouco lixo que produzimos. O que era orgãnico, deixei na lixeira em frente à casa. O que era reciclável, coloquei num plástico dentro do porta-malas do carro, para descarregar no prédio de Emmanuelle em São Paulo. E lá fomos nós.

No caminho, paramos rapidamente no Shopping Iguatemi. Eu comprei uma bolsa caríssima para ela -- que ela iria adorar, mas dificilmente iria usar, já que tem pouca vida social. Já Emmanuelle, que conhece bem as medidas de minha mãe, ousou mais e comprou três conjuntos de lingerie bem provocantes, mas de extremo bom gosto, para ajudar a dar uma apimentada na vida sexual dela, que nunca foi exatamente vibrante.

Às onze da manhã já chegando a a caminho de Campinas, seguindo em dois carros. A ideia era deixar o meu na garagem da república onde morava e seguirmos para Lindoya no carro de Emmanuelle. Pouco antes do meio dia, já estávamos chegando à chácara dos meus pais. O sorriso de felicidade de minha mãe nos recepcionando na porta era flagrante. Emmanuelle disse a ela:

"Pensou que iríamos esquecer que dia é hoje, sua tonta?"

Ao entrarmos, a mesa já estava posta, e com dois lugares reservados para nós. Emmanuelle me cutucou e disse baixinho:

"Viu só? Estávamos sendo esperados. Sua mãe não dá ponto sem nó. Se esquecêssemos que dia é hoje, eles acabariam desconfiados de que alguma coisa estaria rolando entre nós. Sendo assim, para consumo externo, volte a ser o "sobrinho lindo" de sempre que eu volto a ser a "Tia Emmanuelle", estamos combinados?"

Respondi rindo:

"Sim, Tia Emmanuelle"

E lá fomos nós almoçar uma Galinha d'Angola ao Molho Caipira simplesmente maravilhosa que Dona Gertrudes, a cozinheira de minha mãe, sabe preparar como ninguém.

 Durante o almoço, minha mãe queria saber se eu tinha conseguido fazer os reparos necessários na fiação do apartamento em São Paulo, e eu respondi que uma das fases já estava com fiação nova e funcionando bem, mas que ainda faltavam outras duas fases, um pouco mais complicadas, pois o fio tinha que fazer muitas curvas pelo apartamento, o que complicava o processo.

"Acho que em mais dois fins de semana eu  consigo terminar o serviço."

Foi quando Emmanuelle, mudando de assunto, perguntou o que ela tinha achado dos presentes que ganhou. Mamãe não gostou, fechou a cara e disse a ela que isso não era conversa para termos à mesa. Meu pai riu e disse que, apesar de ninguém ter perguntado, ele gostou do presente, e levantou e agradeceu a Emmanuelle cm um beijo no rosto. Minha mãe ficou meio sem graça, mas mesmo assim todos nós rimos muito da situação.

Depois do almoço, vestimos nossas roupas de banho e seguimos para a piscina para um banho de sol durante a digestão. A idéia era dar um mergulho lá pelo meio da tarde antes da temperatura cair, mas meus pais preferiram se recolher em seu quarto. Sobramos Emmanuelle e eu nas espreguiçadeiras, sob o sol.

Ela começou a passar a loção bronzeadora em seus braços, pernas, onbros e rosto. Estava usando um maillot preto tipo clássico, bem recatado, que mamãe emprestou a ela. De repente, diante dos meus olhos, ela resolveu tirar o maillot e ficou completamente nua diante de mim, passando loção por todas as partes frontais de seu corpo. e deitou-se para o banho de sol. Eu, que estava tentando relaxar, fiquei tenso, com receio que minha mãe ou meu pai, ou os dois surgissem do nada e a flagrassem nua na espreguiçadeira.

Mas nada disso aconteceu. E lá estava a mulher dos meus sonhos, completamente nua, absolutamente desejável, desafiando convenções na casa de sua própria irmã. Por sorte eu ainda estava fatigado dos excessos sexuais de sábado e consegui me conter diante da visão daquele corpo divinal. Foi quando ela disse:

"Por que você não aproveita e fica nu também, aqui ao meu lado?"

Aproximei meu rosto do rosto dela e disse:

"Porque não quero correr riscos desnecessários... Porque quero que isso que está acontecendo entre nós dois dure bastante... Porque eu te amo mais que qualquer outra coisa nesse mundo... E mesmo morrendo de tesão diante de você agora, nesse momento, com meu pau todo amassado nessa sunga e todo dolorido daquela maluquice que fizemos ontem no estacionamento, vou dar uma chegadinha no banheiro alí adiante para descarregar, senão ele não vai baixar e parar de doer... Entendeu, Emmanuelle meu amor?"

Dei-lhe um beijo na boca e ela, acariciando meu pau sobre a sunga, disse:

"Pois eu tenho uma ideia melhor"

Levantou-se completamente nua, me pegou pela mão e me conduziu até o banheiro. Ao chegarmos lá, arreou minha sunga, começou a acariciar e beijar minha piroca e meu saco com "carinho e afeto" até eu não aguentar mais e, alguns minutos mais tarde, explodir feito um furúnculo na boca dela. Que, por sua vez, guardou embaixo da língua todo o esperma que expeli, se levantou, me beijou e o devolveu para mim. E eu, com meu pau ainda a meio palmo, comecei a esfregar minha glande contra seu clitóris enquanto nos beijávamos, até que ela amolescesse e explodisse em gozo, quase desmaiada.

Levantei-a. Saímos do banheiro. Amparei-a até a espreguiçadeira e a vesti. Em seguida, demos um mergulho revigorante. E depois nos deitamos cada num em uma espreguiçadeira, e adormecemos. Fomos acordados por minha mãe por volta das 5 da tarde -- ela toda preocupada, com medo que tivéssemos torrado debaixo do sol.

Jantamos juntos. Mamãe parecia feliz. Papai estava com cara de safado. Provável que ela tenha estreado um dos conjuntos de lingerie com que Emmanuelle a presenteou e levado rola de papai. Provavel nada: certeza. Os dois não estavam nem aí para nós dois. Olhavam um para o outro de canto de olho o tempo todo, de um jeito bem sacana. Não é o habitual deles.

Por volta de 10 da noite, viemos embora. Emmanuelle disse a meus pais que iria me deixar na república em Campinas, e de lá seguiria para São Paulo, pois teria que trabalhar na manhã de segunda. Me ofereci para dirigir o carro dela até Campinas, mas ela não deixou. Quando saímos da chácara e pegamos a estrada, ela me disse:

"Foi bom, não foi?"

Eu respondi:

"E por que não seria? Foi ótimo, melhor que a encomenda..."

Foi quando ela parou no acostamento e disse:

"E se ao invés de irmos agora a Campinas eu sequestrasse você para passar a semana comigo em São Paulo?"

"Mas... e a Faculdade? e o seu trabalho?"

"Você tem provas essa semana?"

"Não?"

"Eu tenho várias folgas pendentes, posso tirar na hora em que quiser..."

Fiquei olhando para aquela mulher lindíssima, com um sorriso bem safado no rosto, esperando uma resposta minha para ligar o carro novamente e tomar o rumo que vai nos levar à próxima semana.

"É... acho que dá para sumir da Faculdade por uns dias... depois eu corro atrás do que eu perdi."

Ela ligou o carro e disse:

"Okay... vamos fugir"


CONTINUA
NA TERÇA
QUE VEM



Ariel Almada nasceu em São Paulo,
e foi criado em Águas de Lindoya.
Engenheiro Elétrico por formação,
desistiu da profissão
ao montar a rede de lanchonetes
PAMONHARIA DA LUZ VERMELHA,
presente em Shoppings do interior
de São Paulo e de Minas Gerais,
onde garçonetes vestidas como prostitutas
servem aos clientes da casa
comidas, sucos e cervejas à base de milho.

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