Tuesday, May 23, 2017

QUERIDA TIA EMMANUELLE...... ROLO DE FILME #8 (por Ariel Almada)



No rolo de filme #7, Tia Emmanuelle e eu passamos o aniversário de minha mãe (irmã dela) juntos na casa de meus pais, e conseguimos não dar bandeira do tórrido e delicioso romance incestuoso que estamos vivendo. Até rolou uma sacanagenzinha bem gostosa entre nós no vestiário ao lado da piscina enquanto todos dormiam depois do almoço, mas, no geral, nos comportamos civilizadamente. Quando viemos embora, imaginei que Tia Emmanuelle fosse me deixar na República de Estudantes onde moro em Campinas antes de seguir para São Paulo. Mas não. Propôs que eu largasse a Universidade por uma semana e fugisse com ela para seu apartamento em Sao Paulo. Topei de imediato. E lá fomos nós. E é desse ponto que começa esse nosso novo rolo de filme. Luz, Câmera, Ação!

(nota do autor: para efeito narrativo, vou continuar usando o termo "Tia Emmanuelle" nos próximos rolos de filme de QUERIDA TIA EMMANUELLE..., apesar de, pessoalmente, não me referir mais a ela como "Tia", a pedido dela própria, e nem ela me tratar mais como sobrinho: éramos agora apenas dois amantes, com um pequeno Generation Gap e nada além disso, daí não havia sentido em fazer alarde do incesto que deliciosamente praticávamos)

Devo ter vindo ao apartamento quando pequeno, e vovô e vovó ainda eram vivos, mas confesso que não lembrava direito dele. Conforme entramos, Tia Emmanuelle começou a me mostrá-lo, detalhe por detalhe. Ela fazia questão de conservá-lo com os mesmos móveis e a mesma decoração da época em que seus pais moravam alí. Para qualquer desavisado, era como se os dois ainda continuassem morando lá. Tudo alí tinha para mim um jeitão austero bastante familiar, já que minha mãe sempre seguiu ipsis litteris o mesmo padrão estético ditado por vovó quando decorou a casa onde fui criado. Francamente, não vou se espantar se descobrir que ela comprou os móveis lá de casa nas mesmas lojas de móveis que vovó frequentava.

Apesar de ter visitado vovô e vovó várias vezes naquele apartamento quando criança, a única lembrança que eu guardava dessas visitas era correr por um longo corredor com vovô e rolar pelo chão abraçado com um cocker spaniel chamado Tonto, que era meu amigão. Aliás, lembrava também de um relógio cuco que saia de dentro de uma casa que lembrava a Mansão Addams. O relógio cuco continua lá na parede até hoje, aparentemente funcionando. Só que não vi nenhum corredor por alí, apenas uma sala de estar bastante ampla, seguida de uma sala de jantar de tamanho razoável, uma cozinha ampla sem copa, uma lavanderia seguida de um quarto e um banheiro de empregada, e ainda dois quartos: um onde resistia bravamente a velha cama de casal de vovô e vovó com colchão de molas, e outro conjugando várias funções -- guardava a velha biblioteca de vovô, funcionava como sala de TV e se transformava eventualmente num quarto de hóspedes --, além de um banheiro grande com uma banheira cumprida e louças e azulejos cor de rosa que forneciam ao ambiente um ar kitsch bem Anos 50.

Logo de cara, me ocorreu que não fazia sentido Tia Emmanuelle viver naquele mausoléu. Não havia em ponto algum da casa o menor sinal da personalidade dela -- ao contrário da edícula da casa da Cantareira, que era a cara dela. Mas fiquei na minha, tentando entender como ela conseguia viver naquele lugar. Foi quando perguntei se não havia um corredor no apartamento. Ela sorriu e respondeu:

 "Havia sim, querido. Você tem boa memória. Este é um prédio do final dos anos 50, com apartamentos bem amplos de 3 e de 2 quartos. Papai e mamãe compraram na época duas unidades de 2 quartos cada, uma bem ao lado da outra, e fizeram um apartamento enorme, com 4 dormitórios, para poder receber a família toda quando se reunisse em São Paulo. Quando eles morreram, herdei esses dois apartamentos. E, ao invés de vendê-los, decidi continuar morando aqui. Só que, você sabe, manter um apartamento gigante daqueles seria uma extravagância totalmente desnecessária. Daí, eu mesma fui atrás das plantas originais e separei os dois apartamentos novamente. Fiquei com um deles e aluguei o outro."

"Ah, tá... então aquele armário alí entre a porta de um quarto e outro..."

"Sim... alí ficava o corredor de que você lembra."

"Okay..."

"Pois é, só que eu tive uma série de dores de cabeça com alguns inquilinos no apartamento aqui ao lado e, depois de aborrecer um bocado, decidi parar de alugá-lo. Primeiro me ocorreu vendê-lo. Mas aí, pensei melhor, e tive uma outra ideia."

Ela me puxou pelo braço e seguiu em direção a esse armário onde antes ficava o corredor, e disse:

"Vem comigo que eu te mostro"

Abriu as duas portas do armário. Haviam algumas caixas empilhadas tanto na lateral esquerda quanto na lateral direita do armário. Bem no centro, um aspirador de pó grande, daqueles com rodinhas, e uma velha enceradeira. Ela puxou o aspirador e a enceradeira para fora do armário e me convidou para entrar nele. Assim que entrei, ela fechou a porta, e nós dois ficamos no escuro. Ela me deu um beijo bem gostoso, passou a mão direita pelo meu pinto por cima da calça, e disse:

"Bonitinho, prepare-se, pois você vai conhecer agora o cafofo da Batgirl"

Ouvi um clique e uma porta automática se abriu. Bem diante de mim, lá estava o corredor de que me lembrava -- que, no final das contas, não era tão grande assim, eu é que era pequeno e o imaginava enorme.

Foi quando ela segurou no cinto da minha calça e me puxou delicadamente, dizendo:

"Do lado de lá do armário mora aquela sua Tia Emmanuelle, filha exemplar, com aquele jeitinho poliana, sempre muito solícita e simpática com tudo e com todos. Já do lado de cá mora a Emmanuelle que -- eu presumo -- você está tendo o imenso prazer de conhecer. Que tal, hein?"

Eu, que até então não estava entendendo nada, de repente comecei a entender tudo. Era bem mais interessante e louco do que eu poderia imaginar em princípio.

"Pode parecer meio esquizofrênico, mas essa foi a maneira que encontrei para conviver melhor com essa dualidade que rege meus instintos, e que você soube acolher tão bem ontem, no estacionamento do Horto. Tem dias em que eu estou melancólica e me sentindo nula, e aí me sinto bem à vontade do outro lado, e nem venho para o lado de cá. Hoje, com você aqui comigo, tudo muda de figura e é desse lado aqui que eu quero ficar. Está dando para entender, bonitinho?"

Fiquei olhando, bem impressionado. Era um apartamento extremamente bem decorado, com toques levemente extravagantes, combinando peças modernas com peças clássicas, com detalhes orientais e ocidentais convivendo harmoniosamente, com móveis claros e muito coloridos, aparelhos eletrônicos por todo lado, uma ampla biblioteca repleta de livros de teor erótico que jamais caberiam na biblioteca do vovô no apartamento ao lado e muitos volumes de literatura em inglês e francês. Pelas paredes, quadros de vários pintores diferentes -- alguns deles bem conhecidos, e de estilos bem diferentes, como Cláudio Tozzi, Manabu Mabe e Paulo Von Poser. E em meio a tudo isso, muitas peças de artesanato de vários cantos do Brasil e países da Europa, Ásia e África que ela visitou.

Quando ela me mostrou a cozinha, fiquei impressionadíssimo ainda. Moderníssima. Equipadíssima. O sonho de qualquer cozinheiro, ou de qualquer pretenso cozinheiro, como eu. Fiquei pensando na na cozinha pouco funcional da mamãe lá em Lindoya... Quanta diferença! Perguntei a Tia Emmanuelle:

"Me deixa cozinhar para você nessa sua cozinha fantástica? Para mim, vai ser um prazer..."

 Ela sorriu um sorriso bem sacana para mim e disse: 

"Não, bonitinho... aqui nós vamos cozinhar juntos... aqui desse lado ninguém faz coisa nenhuma sozinho... tudo o que rola por aqui, tem que ser feito a dois, entendeu?"

Cheguei bem perto dela, olhei bem no fundo de seus olhos com o olhar mais safado que consigo esboçar e disse baixinho:

"Sabe o que eu mais gostei no Cafofo da Batgirl até agora? E que todos os ambientes são tão aconchegantes que dá para trepar em praticamente todos os cantos da casa."

Ela sorriu e disse, quase sussurrando:

"Quando decorei o apartamento, tive esse detalhe em mente o tempo todo, sabia?"

"Não duvido. Está de parabéns."

"Então venha ver os quartos. Você vai gostar..."

Um dos quartos era na verdade um escritório muito bem decorado, com um iMac enorme sobre uma mesa arredondada, onde ela trabalhava. Numa das paredes, uma biblioteca repleta de livros de tecnologia da educação, psicologia e literatura infantil. Nas outras paredes, várias gravuras de Tomie Ohtake, formando uma sequência de imagens impressionante, onde as cores preto e vermelho prevaleciam. Em um dos cantos, aparentemente fora de contexto, uma cadeira de barbeiro clássica dava um toque curioso ao ambiente.

Já a suite de Tia Emannuelle era bem ampla, e tinha uma cama redonda no centro. Nas laterais, 3 TVs enormes penduradas nas paredes, com um mesmo slideshow com fotos de seu passado rolando ininterruptamente, só que com um delay de 10 segundos entre um monitor e outro. Nos espaços entre os monitores de TV, não pude deixar de notar quadros eróticos bem familiares, daquela mesma série que ilustra as paredes da edícula na Cantareira -- todos pintados por Miguel e com Emmanuelle como modelo nua, e todos assinados com aquele pseudônimo ridículo: Cleverson Clayderman. Nas laterais da suite, haviam dias portas: uma leva a um closet e outra a um banheiro majestoso, com uma jacuzzi enorme bem no meio e, nos cantos, dois boxes de vidro arredondado e em 90 graus, com uma ducha muito forte em cada um.

Olhei para ela e disse:

"Isso aqui parece mais a Mansão Playboy do que o Cafofo da Batgirl, mas eu estou adorando..."

Ela sorriu e retrucou:

"É porque você só pensa em safadeza, boonitinho. Ambientes assim podem ser bem omânticos também, quer rexperimentar?"

"Agora?"

"Sim... agora"

"Vou te diz o que eu quero fazer agora. Quero tomar um banho bem gostoso, ver um filme abraçado com você, nós dois completamente nus, e depois quero dormir. Estou caindo de sono. Sexo só amanhã de manhã, na hora de acordar. Que tal?"

Tia Emmanuelle olhou para mim e disse:

"A ideia me agrada. Mas... e se no meio da noite rolar um "Plantão Urgente", você reagiria bem?"

"Depende... não sei se estou em condições de encarar uma "aeróbica de alto impacto", meu amiguinho aqui embaixo ainda está meio esfolado de ontem. A sua amiguinha aí também deve estar, não está?"

"Eu me recomponho rápido, bobinho... já estou pronta para outra... fique tranquilo, antes de abusar de você eu coloco uma camisinha para preservar um pouco o seu amiguinho esfolado... só não espere que eu abra mão do Plantão Noturno, pois isso é inegociável..."

Não consegui resistir a tamanha determinação. Sorri para ela. Em seguida, avancei em direção dela, a agarrei e beijei com truculência. Arranquei suas roupas e deixei-a completamente nua, só de tênis e meia. Daí arrastei-a para o corredor onde brincava quando criança, coloquei-a de quatro e comecei a chupar seu cuzinho e sua bucetinha em linguadas contínuas, até deixá-la completamente úmida e desarvorada. Daí enterrei meu pau com tudo na sua bucetinha, fazendo movimentos circulares e, vez ou outra, aplicando estocadas mais fortes. Alternei a velocidade das minhas investidas várias vezes, só para sentí-la tremer sempre que provocava alguma alteração. Depois de fazê-la gozar abudendatemente, fiz que iria enterrar meu pau por inteiro no seu cuzinho, mas, na verdade, introduzi só metade da chapeleta, muito suavemente, e inundei-a de esperma. Conforme meu pau amolecia, eu o acomodava mais ao fundo do cuzinho dela, e não o deixei sair de lá de dentro, enquanto a abraçava por trás, deitado no chão.

Foi quando ela virou a cabeça para mim e perguntou:

"Isso foi algum tipo de ajuste de contas com a sua infância?"

"Não... na verdade, esse foi o primeiro ponto desse Cafofo da Batgirl por onde passei. Quero comer você aqui em todos os cantos possíveis dele, e de todas as formas possíveis. E vou comer. Fui claro, meu amor?"

Ela sorriu, e agarrou forte meus braços que a agarravam. Meu pau começou a endurecer novamente dentro do seu cuzinho e eu voltei a dafr estocadas em meio a todo o esperma que larguei lá dentro. Dessa vez enterrei bem fundo, deixando-a completamente imobilizada e rendida, jogando meu peso sobre ela enquanto mordia e chupava sua nuca. Ela gritava, gemia, urrava, gargalhava, chorava, me cutucava, apertava seu cu com muita força contra meu pau já meio combablido, e no final, depois de gozarmos juntos, ou quase juntos, ainda me disse, aos prantos, que nunca amou ninguém tanto quanto me amava. Eu acreditei. Até porque eu sentia exatamente o mesmo em relação a ela.

Dormimos alí no chão mesmo, sobre um tapete de corredor bem macio, com desenhos de rosas e espinhos, completamente enroscados um no outro.

Não houve Plantão Noturno naquela noite. 



CONTINUA
NA TERÇA
QUE VEM



Ariel Almada nasceu em São Paulo,
e foi criado em Águas de Lindoya.
Engenheiro Elétrico por formação,
desistiu da profissão
ao montar a rede de lanchonetes
PAMONHARIA DA LUZ VERMELHA,
presente em Shoppings do interior
de São Paulo e de Minas Gerais,
onde garçonetes vestidas como prostitutas
servem aos clientes da casa
comidas, sucos e cervejas à base de milho.

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