Tuesday, May 30, 2017

QUERIDA TIA EMMANUELLE...... ROLO DE FILME #9 (por Ariel Almada)



No rolo de filme #8, Tia Emmanuelle e eu fugimos para São Paulo depois de passarmos o aniversário de minha mãe juntos na casa de meus pais. Ao chegarmos em seu apartamento, fiquei impressionado com a austeridade do ambiente, pois ela o mantia exatamente como nos tempos em que meus avós eram vivos. Foi quando ela me mostrou seu "outro apartamento" bem ao lado, ao qual ela própria se referia como "a toca da Batgirl", todo hi-tech, jovial e com decoração exótica. Fizemos sexo pelo chão onde eu brincava quando era menino e acabamos desmaiando sobre um tapete felpudo, sobre o qual dormimos profundamente. E é desse ponto que começa esse nosso novo rolo de filme. Luz, Câmera, Ação!

Tive um sonho muito inusitado naquela noite.

Eu havia sido convidado para uma festa de aniversário e saí para comprar uma um traje esporte fino numa loja masculina num Shopping Center perto da minha casa. Mal encostei na vitrine e apareceu uma vendedora morena, quase negra, bem bonitinha e sorridente, querendo saber se poderia me ajudar. Expliquei a ela rapidamente sobre a festa à qual fui convidado. Como estava indeciso sobre o que eu iria comprar, disse "não, obrigado". Ela me entregou o cartãozinho da loja e disse que se eu quisesse poderia passar por lá novamente depois de circular pelo Shopping, que ela me ajudaria. Sorriu e deu uma piscada com o olho esquerdo. Pensei comigo mesmo: "Oba... acho que vou me dar bem..." E então disse: "Okay, acho que vou entrar então..." E entrei, conduzido pela atendente, que -- não pude deixar de constatar -- era bem gostosinha, tinha uma bundinha linda, que ela sabia fazer rebolar maravilhosamente bem. Então ela sorriu para mim e disse: "Olha, tenho olhar clínico para corpos masculinhos, e sou capaz de apostar que seu manequim é 44, acertei?" Sorri para ela, dizendo que sim. "E posso apostar também que você tem algo em torno de 20 anos, acertei de novo?" Sorri novamente, e disse a ela "na mosca". Ela foi até um canto da loja e, ao retornar com várias peças nas mãos, disse: "Vamos começar pelas calças, experimente essas aqui..." Perguntei a ela onde ficava o provador. Ela respondeu: "Não precisa de provador. Experimente aqui mesmo". Apertou um botão no balcão da loja e portas automáticas de metal fecharam automaticamente a área da loja em que estávamos. Ela sorriu novamente para mim e disse: "Só que você vai ter que provar as roupas aqui na minha frente, é política de loja, pois não aceitamos devoluções". Eu sorri e disse: "Okay, então". Tirei a calça que estava usando. Como não usava cueca, meu pau saltou imediatamente para fora. Peguei-o com a mão direita e disse a ela: "Já que você é tão boa de medidas, com quantos centímetros você imagina que esse pau molengão de 13 centímetros consegue alcançar quando fica duro?" Ela sorriu e disse: "17, talvez 18 centímetros" Apostei com ela que daria um pouco mais. Ela disse "Duvido" Pegou uma trina atrás do balcão, mandou que eu sentasse sobre o balcão com as pernas bem abertas e começou a chupar meu pau bem gostoso, descendo a língua até meu saco e engolindo-o delicadamente vez ou outra. E então, quando meu pau estava totalmente duro, ela abriu a trina e o mediu. Deu 20 centímetros. Ela fez uma cara de decepção e disse: "Droga... perdi... vou ter que pagar alguma penitência a você... pode escolher o que você quiser" Olhei bem para ela e disse: "Pois eu prefiro que você me surpreenda e faça comigo o que você quiser" Ela sorriu, pegou sua bolsa, pegou um pequeno vibrador e, depois de lamber bastante o meu cu, o enterrou nele delicadamente, e enquanto fazia isso chupava meu saco e meu pau "con gusto" até que eu gozasse abundantemente em sua boca. Como meu pau continuava duro, puxei-a para cima do balcão comigo, arranquei sua calcinha fora, deitei-a a meu lado, abri sua bundinha, enterrei meus dedos pouco a pouco em seu cuzinho, cuspi bastante dentro dele para deixá-lo lubrificado e carquei nela de ladinho, suavemente, aumentando pouco a pouco o ritmo das estocadas, e parando algumas vezes para novas cuspidas lubrificantes para não machucá-la. Demorei a gozar novamente. Ela não. Gozou sei lá quantas vezes. Era bem escandalosa, deliciosamente barraqueira. Quando eu gozei finalmente no cuzinho dela, ela rapidamente se desvencilhou do meu pau, pegou sua calcinha que estava no chão, foi até o banheiro se lavar e voltou em menos de dois minutos, já pronta para atender o próximo cliente. Disse para mim, ainda pelado sobre o balcão: "Já decidiu o que você vai querer levar?" Escolhi um blaser azul marinho e uma calça de microfibra bege. Camisa, cinto e sapatos eu tinha em casa. Foi quando eu perguntei a ela qual era o seu nome. "Verônica, está aí no cartãozinho que eu te dei" Ela apertou o botão que havia fechado um compartimento da loja, e o ambiente se abriu novamente. Pedi para ela fechar a conta. Ela respondeu: "Não se preocupe com isso... Sua Tia Emmanuelle já pagou por tudo" "Como assim?" "Ela telefonou dizendo que você viria aqui escolher uma roupa para uma festa e disse que queria uma outra roupa idêntica à sua para ela, pois iria a essa festa com você vestida igualzinho" "Mas ela não me disse nada, e nem eu falei da festa para ela, e nem disse que viria a este Shopping..." "Ela sabe de tudo, bonitão, cuidado com ela... mulheres assim são terríveis...." Fiquei intrigado, e perguntei "E essa trepada que demos agora há pouco, foi armação dela também?" Verônica sorriu e disse "Não... foi cortesia da casa mesmo... ela disse pelo telefone coisas tão boas a seu respeito que não pude deixar de querer experimentar... e gostei bastante, viu? Querendo passar aqui qualquer noite dessas, largo o trabalho às 22 horas... largo aqui e pego aí logo em seguida" Rimos juntos. E de repente,  num piscar de olhos, eu já não estava mais naquela loja, tinha ido parar na Praça de Alimentação do Shopping e estava comendo um escondidinho de carne seca que veio à mesa decorado com uma cavidade idêntica a uma buceta mostrando a carne seca vermelhinha entre o purê que normalmente cobre todo o prato. Chamei o garçon e perguntei o que era aquilo. Ele respondeu: "Foi uma cortesia de sua Tia Emmanuelle, é tudo o que eu sei" Comecei a ficar incomodado com aquela onipresença assediante, e, em meio a esse incômodo, acordei. 

Acordei, e lá estava ela, Tia Emmanuelle, linda, nua, grudada em mim sobre aquele tapete felpudo, seu rosto amparado entre minhas pernas entreabertas, com meu pinto repousando sobre sua bochecha esquerda. Acreditem: não há nada melhor nesse mundo que acordar e ter como primeira imagem do dia a bucetinha da mulher amada bem da cara da gente.

Levantei. Estava louco de vontade de fazer xixi. Peguei-a no colo e a levei ainda dormindo para a cama. Depois do xixi, de um bom gole dágua e de um gargarejo com Listerine, deitei com ela na cama para dormir mais um pouco. Dessa vez, dormimos cheek to cheek, agarradinhos. Não sabia mais o que pensar daquilo tudo que estava acontecendo, e que já estava tomando de assalto meu subconsciente. Só sei que estava adorando. E, naquele momento, isso era tudo o que realmente importa.  


CONTINUA
NA TERÇA
QUE VEM



Ariel Almada nasceu em São Paulo,
e foi criado em Águas de Lindoya.
Engenheiro Elétrico por formação,
desistiu da profissão
ao montar a rede de lanchonetes
PAMONHARIA DA LUZ VERMELHA,
presente em Shoppings do interior
de São Paulo e de Minas Gerais,
onde garçonetes vestidas como prostitutas
servem aos clientes da casa
comidas, sucos e cervejas à base de milho.

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