Tuesday, June 13, 2017

QUERIDA TIA EMMANUELLE...... ROLO DE FILME #10 (por Ariel Almada)



No rolo de filme #8, pude finalmente conhecer o apartamento -- ou melhor, os apartamentos -- de Tia Emmanuelle. Um era austero e seguindo o mesmo padrão de decoração da casa de vovô e vovó. Já o outro apartamento -- que começava num armário onde antes havia um corredor -- era o extremo oposto: modernoso, com cores intensas esquentando os ambientes, repleto de engenhocas high-tec e recheado de livros e discos (LPs, principalmente) e com uma cozinha extremamente bem equipada. Fizemos sexo pelo chão onde eu brincava quando era menino e acabamos desmaiando sobre um tapete felpudo, sobre o qual dormimos profundamente. Já no rolo de filme #9, relatei um sonho muito curioso envolvendo Tia Emmanuelle que tive naquela mesma noite. E é desse ponto que começa esse nosso novo rolo de filme. Luz, Câmera, Ação!

Quando acordei na manhã seguinte, bastante atrapalhado, Tia Emmanuelle já estava acordada, e com a corda toda. Vestia uma roupa de Batgirl idêntica à usada por Yvonne Craig na série de TV dos Anos 60, com capa e máscara, e estava sentada sobre mim, se esfregando lascivamente, mas de forma suave, sem parar, num ritmo constante. Não saberia dizer exatamente de que tecido sintético era feita aquele roupa preta brilhante que cobria todo o corpo dela. Só sabia que estava deitado na cama, meu pau estava duríssimo, ela pressionava sua bucetinha contra meu pinto e eu sentia a maciez acetinada do tecido da fantasia na minha glande. Vez ou outra, sentia a roupa áspera, como se meu pinto estivesse esbarrando num trilho de zipper. Eu estava quase enlouquecendo de tesão com aquilo tudo, tanto que acordei. Assim que abri os olhos, ela me disse, por trás de sua máscara de Batgirl:

"Bom Dia, meu sobrinho gostosinho..."

Sorri e disse a ela:

"Barbara Gordon, eu presumo..."

Ela se esticou sobre mim para dar um baijo matinal e disse:

"A-ha... então você também via aquela velha série de TV..."

"Se eu via? Eu não perdia nenhum episódio. Adorava Batman. Morria de tesão pela Mulher Gato -- não a negra, feita pela cantora Eartha Kitt, mas a branca e alta, interpretada pela Julie Newmar"

"Tenho LPs das duas aqui na minha coleção de discos. Quer ver?"

"Quero"

"Eu mostro... daqui a pouco... agora tenho algo bem mais apetitoso para você..."

Enquanto falava isso, puxou com as mãos duas pontas na fantasia na lateral de seus seios. Eram velcros, que libertaram seus belos seios dentro da fantasia de Batgirl. Logo a seguir, esticou a mão direita em direção a sua virilha e puxou um zíper -- que minha glande já havia detectado, mas não exatamente confirmado -- que descia em direção a sua bucetinha. Com sua mão esquerda, perminou de puxar o zíper pelo interior de suas pernas, subindo por sua bundinha deliciosa, cruzando suas costas e terminando em seu pescoço. Abriu bem a fantasia na altura de suas nádegas, deixando-as bem expostas, e imediatamente alinhou sua bucetinha em direção ao meu pinto, que o engoliu doce e impiedosamente. Ela dizia:

"Sinta o poder da lei nas minhas entranhas, seu malfeitor incorrigível... Prepare-se para ser punido pela devoradora de homens mais implacável de Gotham City..."

Sorri para ela e disse:

"Barbara Gordon, você está me surpreendendo... nada mal para uma bibiotecária..."

Ela deu uma risada sarcástica e disse:

"Prepare-se agora para minha bat-chave de buceta. Vale por um cinto de utilidades completinho..."

Quando comecei a rir da piada, senti a pegada forte da chave de buceta dela. Pedi que ela maneirasse um pouco, pois estava ficando difícil segurar o gozo, mas ela não me atendeu, e eu gozei abundantemente dentro de sua bucetinha. Ela massageou meu pinto serenamente com sua bucetinha, que engoliu todo o meu esperma. Tirou-a do meu pinto sem que caísse uma gota, sentou-se sobre meu peito e descarregou todo o meu esperma sobre ele. A seguir, esfregou seus seios sobre meu peito todo melecado, e depois lambeu tudo o que sobrou. Para finalizar, me deu de mamar e me beijou bem gostoso, deixando minha boca toda melecada com o meu próprio esperma customizado pela bucetinha dela. Ao final, deitou-se ao meu lado, e disse, sorrindo.

"Bom dia mais uma vez, meu amor"

Seus seios melecados estavam grudados na minha pele. Sua bucetinha fumegante esquentava a lateral da minha coxa direta. Não satisfeita, ela ainda esticava a mão direita para esfregar meu pinto, na esperança que ele se mantivesse acordado e entrasse logo em ação novamente. Mas não. Na verdade, o que eu precisava mesmo era fazer xixi. Foi quando ela me disse que também estava com vontade, e se levantou, arrancou fora a fantasia de batgirl e me conduziuho ao chuveiro. Ao chegarmos lá, completamente nus, ela ficou de joelhos diante de mim e implorou que eu mijasse em seus seios. Fiz o que ela mandou, até a última gota de xixi quente. Quando eu terminei, ela se levantou e ordenou que eu ficasse de joelhos, no que a atendi prontamente. Ela então abriu sua bucetinha e disparou um xixi fortíssimo sobre mim, atingindo meu peito e meu rosto. Por sorte, consegui fechar os olhos antes do disparo. Mas não pude evitar engolir um pouco dele, inadvertidamente. Foi maravilhoso. Nos beijamos muito depois disso. Tomamos um banho revigorante, com um sabonete com um aroma deliciosamente indiano que se chamava Sutra Karma. Mais inebriante que isso, impossível. Enquanto nos enxugávamos um ao outro, Tia Emmanuelle disse:

"Querido, você é o homem da minha vida... Até ontem eu não seria capaz de dizer algo assim. Mas hoje eu já posso."

"Porque?"

"Você tem idéia de quantos homens já fugiram de mim depois que mijei em cima deles, e nunca mais me procuraram?"

Não pude evitar rir, e disse que não fazia a menor ideia.

"Praticamente todos. Até o Miguel, lá da casa na Serra da Cantareira, me evitou por uns tempos depois que fiz isso com ele. Você foi o único até hoje que topou essa brincadeira de imediato, e foi comigo até o fim."

"Mas olha, deixa eu te dizer uma coisa: eu sou fã total de golden shower, acho muito bacana, mas brincadeiras com cocô eu não gosto não, já vou te avisando, meu estômago não aguenta..."   

"Fique tranquilo, eu também não gosto. Tem alguma outra coisa que você não goste?"

"Além dessa modalidade escatológica, não sou muito ligado em crueldades, mas dependendo do envolvimento eu até encaro."

"E se eu, num belo dia, resolver enterrar alguma coisa no seu cu para esquentar a brincadeira, como você vai reagir?"

"Tranquilamente. Não sendo uma piroca de verdade, eu encaro na boa."

"Tem medo de gostar?"

"Tenho certeza que vou gostar. Como gosto de ser heterossexual, prefiro não mexer em time que está ganhando. É melhor assim."

Ela sorriu e disse:

"Gostei da sua franqueza. Vamos tomar café?"

 "Vamos. Eu preparo. Mas depois vou querer ver seus discos das duas Mulheres-Gato. Fiquei curioso;"

CONTINUA
NA TERÇA
QUE VEM



Ariel Almada nasceu em São Paulo,
e foi criado em Águas de Lindoya.
Engenheiro Elétrico por formação,
desistiu da profissão
ao montar a rede de lanchonetes
PAMONHARIA DA LUZ VERMELHA,
presente em Shoppings do interior
de São Paulo e de Minas Gerais,
onde garçonetes vestidas como prostitutas
servem aos clientes da casa
comidas, sucos e cervejas à base de milho.

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