Sunday, June 18, 2017

QUERIDA TIA EMMANUELLE...... ROLO DE FILME #11 (por Ariel Almada)



No rolo de filme #10, fui devorado por Tia Emmanuelle vestida de batgirl numa segunda de manhã. Quer maneira melhor de começar a semana? Pois é o que temos para hoje, e é só o começo de um dia movimentadíssimo. Tomamos um bat-banho juntos depois da bat-fudelança, depois preparei nosso bat-breakfast. E é desse ponto que começa esse nosso novo rolo de filme. Luz, Câmera, Ação!

Tia Emmanuelle sentou-se nua, com seu roupão todo aberto e desamarrado, num banquinho diante do balcão da cozinha, enquanto eu cuidava dos preparativos trajando apenas uma avental com uma estampa gigantesca do corpo de uma negra nua com dreadlocks nos pentelhos ao redor de sua buceta. Estava tão engraçado com aquele avental que não resisti a posar para um selfie diante de um espelho que havia na cozinha. Tia Emmanuelle não perdeu tempo e posicionou-se a meu lado, abraçada comigo, com seios e bucetinha saltando para fora de seu roupão entreaberto. Nossos sorrisos e nossos cabelos molhados e despentados na foto eram a expressão definitiva da satisfação e da felicidade.

Ela pediu apenas café preto e duas fatias de pão de forma integral com lascas de castanha do pará cobertas com requeijão cremoso. Para mim, requentei uns pãezinhos de queijo que sobraram do café da manhã de domingo lá na Catantareira e os recheei com polenguinhos sabor gorgonzola e emmental. Ela disse não gostar de sabores muito fortes logo pela manhã. Lembrei a ela do Golden Shower que havíamos compartilhado há pouco, e ela riu, mas disse que aquilo era uma brincadeira, não uma desjejum. Disse a ela que, talvez por ter um estômago mais jovem e destemido, gosto bastante de sabores fortes e intensos logo pela manhã. Às vezes, em Campinas, meu café da manhã no boteco da esquina da república onde eu moro é uma xícara de café puro e dois torresminhos recém saídos da frigideira, ainda estalando. Ela disse estar horrorizada, mas na verdade ficou encantada com minha ogrice.

Enquanto preparava o café, as torradase os paezinhos, perguntei a Tia Emmanuelle como era a sua rotina em dias normais de trabalho como Professora, em que escola ela trabalhava, coisas assim. Ela gargalhou e, olhando bem fundo dos meus olhos, disse:

"Isso é o que eu digo para meus familiares para parecer "boazinha". Faz parte da minha "persona poliana". Mas pra você eu não preciso ficar fantasiando sobre minha vida profissional. Na verdade, eu não entro numa sala de aula há mais de dez anos. Meu ramo é bem mais técnico, trabalho com Tecnologia da Educação. Quer saber? Peguei uma certa ojeriza a professores. A imensa maioria deles é desprezível, um bando de pavões egocêntricos absolutamente antiéticos que sobem num palco nas salas de aula e vomitam seu conhecimento como se fossem o supra-sumo da Civilização Ocidental. São um bando de bostas acadêmicos, isso sim. Pra mim, professor bom é aquele profissional experimentado e generoso que vez ou outra a gente dá a sorte de ter ao lado, e que sempre faz questão de compartilhar com você o que aprendeu ao longo da vida profissional. Mas gente assim está cada vez mais rara. Só tem idiota com especialização lecionando por aí."

Sorriu maliciosamente para mim enquanto mordia uma fatia de pão com requeijão e completou:

"De resto, tudo o que precisei aprender, aprendi lendo os livros certos, e os livros errados também. Esses sim foram os meus melhores professores."

Disse isso rindo. Presumi que ela tivesse mágoas de algum ou alguns professores que ela teve. Fiquei pensando em meus professores ou professoras do 2°Grau ou do 1°Ano de Universidade. Nenhum deles deixou alguma marca profunda na minha formação, e muito menos lembranças de amor ou de ódio. Só consegui lembrar com carinho de uma professora que tive no 4°Ano do Ensino Fundamental, Tia Mirtes, uma loira linda, gostosíssima, que usava umas roupas bem provocantes e tinha com sotaque bem caipira. Eu, que já era meio malandrinho aos 10 anos de idade, vivia indo até a frente da sala de aula e sempre grudava nela, pedindo abraços, só para sentir os contornos dos seios dela, bem avantajados, bem macios, bem gostosos de roçar no meu peito e no meu braço. Ficava com meu pintinho duro em plena sala de aula com muita frequência, mas como minha calça era bem larga e meu pinto tinha proporções desprezíveis na época, ninguém percebia coisa alguma se não encostasse nele. Lembro de procurar (e não encontrar) nas minhas primeiras namoradas aquela mesmo tesão que sentia ao me roçar nos peitões da Tia Mirtes. Só fui sentir algo parecido me esfregando em Tia Emmanuelle lá na casa dos meus pais. Mas não disse nada disso a ela. Senti que esse assunto a incomodava, e tratei de mudar de assunto rapidinho.

"Me mostra seus discos?"

Ela relaxou e, sorrindo, disse:

"Claro... vamos lá!"

Então, ela enfiou sua mão direita embaixo do avental da negona que eu estava usando, pegou carinhosamente no meu pau e, andando de marcha-ré, sempre olhando fundo nos meus olhos e sorrindo, me puxou suave e lentamente pela sala em direção ao corredor que leva ao outro apartamento. Abriu a porta do pequeno armário que conduzia de uma dimensão para outra, virou-se de costas para mim esfregando sua bundinha contra meu pau no escuro do armário, e então abriu a porta para o outro lado dizendo "tchan-tchan-tchan-tchan....". E lá estávamos nós de volta ao velho apartamento de vovô e vovó.

Eu estava curioso pra saber onde ficavam os discos de Tia Emmanuelle. Já tinha olhado pelo apartamento todo, e não vi o menor sinal deles. Não imaginei que estivessem no apartamento ao lado. E então, quando entramos na biblioteca, que também parecia funcionar como quarto de hóspedes, veio a primeira surpresa: as aparentes portas com vidros que protegiam a enorme estante dos livros encadernados da poeira eram, na verdade, um grande painel flexível hiper-realista que simulava uma biblioteca. A um pequeno toque na base, as portas correram para o alto e a enorme discoteca de Tia Emmanuelle surgiu, juntamente com um equipamento de som Marantz, de 30 anos atrás, que era do vovô, muitíssimo bem conservado, juntamente com um gravador de rolo Ampex ainda um pouco mais velho.

Ela tinha em casa algo em torno de 3 mil LPs de vários gêneros e menos de 500 cds. Nas prateleiras inferiores da estante, ficavam os LPs de música erudita e de jazz e blues. No meio da estante, discos clássicos de bossa nova e de música popular brasileira. E nas prateleiras mais altas, uma infinidade de LP de rock e pop, além dos cds de Tia Emmanuelle, que perguntou:

"De que tipo de música você gosta mais, meu anjo pirocudo?"

"Anjo pirocudo? HaHaHaHa... essa é nova..."

"Fala logo, gostosinho, de que tipo de música você gosta mais?"

"Rock. eu adoro rock!"

"Tá... e quais são os teus artistas favoritos?"

"Ah... Aerosmith... Iggy Pop... AC/DC... ZZ Top... Van Halen..."

"Uau, estou surpresa!"

"Ué... surpresa por que?"

"Achei que você fosse mencionar um monte de bandas de heavy-metal.... não esperava por você Aerosmith, Iggy Pop, ZZ Top... me surpreendeu!"

"Não gosto de heavy-metal... acho infantilóide demais, parece música de criança malvadinha... francamente, nunca me agradou"

"E Beatles, você gosta?"

"Conheço pouco. Mas o pouco que eu conheço não me diz muita coisa. Não consigo entender porque são tão endeusados até hoje. me parece uma banda comum, careta demais pro meu gosto."

"Ah, então você deve ser fã dos Rolling Stones..."


"Dá pra não gostar dos Rolling Stones? Fui vê-los ao vivo ano passado. De arrebentar... Na verdade, aprendi a gostar de rock ouvindo essas bandas que eu mencionei agora há pouco, mas principalmente através dos discos do Jimi Hendrix, do Led Zeppelin e dos Rolling Stones. Eu adoro todos eles. Sou fã de carteirinha do Keith Richards e do Ronnie Wood, até li as autobiografias dos dois! Acho Mick Jagger sensacional. Gosto tanto dos Stones que até comeria a Luciana Gimenez..."

"Ha Ha ha Ha... muito engraçadinho..."

 "Me dá um beijo..."

"Onde?"

"Onde você quiser..."

"Daqui a pouco... agora não... e do U2, você gosta?"

"Prefiro Menudo"

"Você não é novinho demais para ter conhecido Menudo?"

"Sou. Mas minha mãe me disse certa vez que levou você para ver um show desse grupo Menudo..."

"É verdade, levou sim... Mas não me orgulho muito disso, apesar de ter um LP do Menudo perdido por aí. Mas me diga: você não gosta do U2?"

"Não. Acho bom musicalmente, a banda é excelente, mas o Bono é um tiro no cu de tão chato"

"Tiro no cu? Nunca escutei esse termo antes..."

A molecada fala direto por aí..."

De repente, Tia Emmanuelle chegou mais perto, me deu um beijo bem gostoso na boca, mordeu meus lábios bem de leve e disse:

"Estou adorando essas tuas opiniões sobre música, gostosinho... De que mais você gosta"

REM... Tom Petty & The Heartbreakers... Tem um cara lá na república que tem vários cds deles. Eu andei escutando e gostei bastante."

"E música brasileira?"

"Quase não ouço. Gosto de uns gaúchos que vi ao vivo em Campinas 4 anos atrás: Wander Wildner, Jupiter Maçã, Cachorro Grande... Sem contar os discos que meu pai escutava em casa: Barão Vermelho, Cazuza, Ira, Titãs... Lenine é um cara muito bacana, eu fui vê-lo ao vivo este ano!"

"E o que sua mãe escutava em casa?"

"Você conhece ela melhor do que eu: Chico Buarque, Elis Regina, Gonzaguinha, Simone, MPB4... um bando de chatos!"

"Música erudita? Jazz?"

"Gosto de blues. Tem muita gente tocando blues em Campinas. Algumas bandas são muito boas. De jazz, gosto muito de duas cantoras que meu pai adora: Cassandra Wilson e Norah Jones, mas acho que não é bem jazz."

"É jazz sim... Jazz hoje em dia está misturado com outros gêneros"

"Ah... tem um cara que eu ouvi na casa do meu tio uma vez... fazia uma música muito divertida... tocava um piston todo torto..."

"É o Dizzy Gillespie. O trompete dele caiu durante um show nos Anos 50 e ficou todo torto. Antes de mandar desentortar, ele deu umas sopradas no trumpete e achou que o som que saía dele naquele estado era melhor que o de um trompete novo. Daí em diante, passou a entortar todos os trompetes que usava. A Selmer, fabricante de instrumentos de sopro, viu o que ele fez e não perdeu tempo: lançou um modelo de trompete já torto de fábrica, com a assinatura do Dizzy Gillespie..."

"Uau, grande história. Aposto que o meu tio não faz a menor ideia disso. Da próxima vez que for visitá-lo, vou contar para ele... bom, pelo visto jazz é o seu gênero musical favorito..."

"Gosto muito, mas sou bastante eclética... você vai encontrar um pouco de tudo no meio desses discos... cuido deles com o maior carinho... muitos eu herdei de amigos que trocaram seus LPs por cds e hoje devem estar arrependidíssimos..."

De repente, Tia Emmanuelle me puxou um pouco um pouco para o lado e abriu o sofá-cama enorme que havia atrás de nós. E então, a segunda grande surpresa da manhã: o austero sofá-cama com cara de casa da vovó é um disfarce para um enorme colchão d' água dobrado. Tia Emmanuelle deixou-se sobre ele, agora com o roupão completamente aberto e, com as pernas escancaradíssimas, começou a acariciar sua bucetinha, olhando para mim. Fiz de conta que a ignorei, e continuei olhando LP por LP nas estantes. De repente, ela se levantou, pegou na estante um cd de uma cantora chamada Peggy Smith e disse:

"Prepare-se para conhecer agora minha cantora favorita: delicada, intensa, sofrida, safada, romântica... tudo ao mesmo tempo agora. Veja se você gosta."

Enquanto eu escutava, Tia Emmanuelle dançava nua pelo quarto, depois de largar seu roupão pelo chão, e cantava canção por canção do começo ao fim. Começou a fazer um show erótico pra mim, masturbando-se a dois ou três metros de distância, sempre olhando fundo nos meus olhosaproximando. Não deu outra: meu pau começou a latejar novamente por trás das tranças rasta da negona do avental. Tia Emmanuelle começou a rir da "buceta rasta latejante" da negona do avental. Então me aproximei dela, comecei a tirar pelo pescoço o avental da negona e o vesti nela. Em seguida, peguei seu roupão largado pelo chão e o vesti. Foi quando eu a agarrei e disse a ela bem baixinho:

"Agora eu vou deitar você naquela cama d'água porque eu e meu pau queremos foder muito na buceta dessa negona aí.

Ela riu e disse:

"Mete rola que eu encaro. Mas vem de mansinho, bem tranquilo, pois eu tenho algo muito especial para você hoje"

E tinha mesmo. Trepamos deliciosamente durante mais de duas horas. Tia Emmanuelle cantou todo o repertório do disco enquanto eu entrava e saía de sua bucetinha. O tesão era tão intenso e tão sereno que parecia que estávamos suspensos no ar. Eu gozava e nem saía de dentro dela, pois meu pau não amolecia o suficiente para pedir para sair, e então eu continuava navegando naquela bucetinha. O cd estava rodando na função shuffle, malandragem da Tia Emmanuelle para me sugar até a última gota de gozo sem ter que interromper os trabalhos para trocar o disco. E quando ela me ofereceu seu cuzinho magnífico, eu quase enlouqueci. A cada dia que passa eu me sinto mais e mais bem acolhido dentro dele. Hoje, ao contrário das vezes anteriores, ela me deixou entrar sem impor a menor resistência. Não rolou nenhuma truculência, nem gritaria, nenhuma precipitação, parecia slow-motion. Usei uma embalagem de KY quase inteira na "operação". Foi a trepada mais "bossa nova" de toda a minha vida. Imagino que se as pessoas fodem lá no céu, deve ser mais ou menos desse jeito que Tia Emmanuelle e eu fizemos hoje pela manhã. Sensacional.

Desmaiamos de cansaço por volta das 11 da manhã. Acordamos às 14 horas, morrendo de fome. Fomos almoçar no Nello's, pertinho do apartamento derla. Circulamos pelas lojas de discos dos arredores da Teodoro Sampaio e da Artur de Azevedo a tarde inteira. Tia Emmanuelle ficou encantada ao encontrar LPs de dois pianistas de blues que ela gosta muito: Roosevelt "Honeydripper" Sykes e Lafayette Leake. Apesar de meio caros, e um pouco acima das minhas posses no momento, comprei os dois e ofereci de presente para ela. Ela não aceitou o presente, mas topou ser fiel depositária deles, o que me agradou bastante.

No comecinho da noite, entramos na CineSala Sabesp na Fradique Coutinho para ver um filme chamado "Kiki, Love To Love", e ficamos nos beijando, nos bolinando e nos masturbando no escurinho a sessão inteira. Tia Emmanuelle estava usando um vestido bem provocante, sem calcinha, daí eu resolvi comprar um Toblerone Dark na bombonière para brincar de fundue. Enterrava o Toblerone na bucetinha quente dela e quando ele saía lá de dentro já vinha meio mole, quase derretido. Depois de comermos o chocolate quase derretido, me agachei diante dela para chupar todo o chocolate que permanecia alojado em sua grutinha acolhedora. Ela retribuiu meus esforços com a esperada gratidão, chupando meu pinto com a boca toda melecada de chocolate derretido, e sugando as poucas gotas de esperma que haviam me restado depois de foder o dia inteiro. Foi maravilhoso.

Obviamente, não vimos filme algum. Até pensamos em comprar novos ingressos para tentar ver o filme na sessão seguinte, pois parecia bastante interessante, mas desistimos. Como o tempo estava esfriando, e Tia Emmanuelle estava sem calcinha, resolvi levá-la para comer um sanduíche na padaria da esquina da Teodoro -- que é bem quentinha -- antes de voltar pra casa e devorar minha gostosíssima e encantadora Tia Emmanuelle quantas vezes mais eu pudesse aguentar ainda hoje -- dessa vez ouvindo os discos de pianistas de blues que compramos durante a tarde.

CONTINUA
NA TERÇA
QUE VEM



Ariel Almada nasceu em São Paulo,
e foi criado em Águas de Lindoya.
Engenheiro Elétrico por formação,
desistiu da profissão
ao montar a rede de lanchonetes
PAMONHARIA DA LUZ VERMELHA,
presente em Shoppings do interior
de São Paulo e de Minas Gerais,
onde garçonetes vestidas como prostitutas
servem aos clientes da casa
comidas, sucos e cervejas à base de milho.


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