Friday, June 30, 2017

QUERIDA TIA EMMANUELLE...... ROLO DE FILME #12 (por Ariel Almada)



Na semana anterior, no rolo de filme #11, Tia Emmanuelle e eu circulamos por Pinheiros numa segunda feira e compramos velhos LPs, fomos ao cinema, fizemos sexo das maneiras mais diversas nos lugares mais improváveis e descobrimos que, a cada dia que passa, nos tornamos melhores amantes. É deste ponto em diante que começa este novo rolo de filme. Luz, Câmera, Ação!

Era terça-feira. Acordei por volta de 10 da manhã, depois de uma noite de sono mais do que merecida, já que o dia anterior havia sido muito intenso. Acho que cheguei ao limite das minhas forças de tanto que trepei com titia -- que, por sua vez, acordou cedo e deixou um recado afixado na geladeira com uma marca de batom avisando que precisava resolver algumas coisas na rua e que, como eu estava dormindo profundamente, não quis me acordar, mas que estaria de volta antes da hora do almoço.

Deixou na mesa café pronto numa garrafa térmica, uma baguette torradinha, manteiga fora da geladeira e -- last but not least -- a calcinha usada do último domingo em Lindoya, com um segundo bilhete explicando que "se sentir falta de mim, cheire, lamba, faça o que quiser... prometo que não demoro." Mas demorou. Cheirei a calcinha dela várias vezes. Quanto mais eu cheirava, mais meu pau enlouquecia. Nem me atrevia a encostar a mão no meu pau, pois sabia que se encostasse iria acabar gozando imediatamente, e não via a menor sentido em gozar sozinho enquanto estivesse com ela naquele apartamento, daí corri até a cozinha, peguei uma garrafa de água gelada, encostei meus dois pulsos nela e aguardei até que o frio reduzisse o tesão. Quando acalmei, disse para mim mesmo:

"Veja só o que essa mulher está fazendo comigo..." 

De repente, o telefone tocou. Era ela, numa videochamada:

"Bom Dia, meu anjo pirocudo"

"Bom dia, gostosona, estava pensando em você agora mesmo."

"Cheirou minha calcinha? Queria ter deixado uma mais recente, mas como não usei calcinha nenhuma ontem o jeito foi resgatar essa do cesto de roupa suja"

"Fiquei morrendo de tesão enquanto cheirava e lambia ela durante o café da manhã... meu pau quase explodiu, mas eu não deixei, não... quero explodir na sua boca quando você voltar... você não perde por esperar..."

"Eu estou no banco agora, resolvendo uns pepinos... tá de pau duro?"

"Desde que eu acordei... está meio jonjo agora, deu uma acalmada... quer ver como ele está tristonho?"

"Quero sim... mostra..."

"Olha aí..."

"Nossa, que desânimo..."

"Volta logo, que ele fica alegrinho novamente"

"Ah... dá uma animada nele aí para eu ver... eu mereço.. além do mais, fila de banco é um negócio muito chato"

"Não... contente-se com ele meio jonjo mesmo... e vê se volta logo pra casa... Anaconda está com saudades de você, titia"

"HaHaHa... Anaconda? Isso é nome pra piroca de 30 centímetros, bonitão. Uma jeba adorável de 17, 18 centímetros como essa sua -- ou melhor, essa nossa! -- merece um nome menos bandeiroso... Mas Anaconda não!"

"Tá bom, aceito o argumento... vou pensar no assunto... Estou mandando um nude pra você agora... feche os olhos, conte até dez e veja"

"Opa... agora sim, está melhorando..."

"Foi só ouvir sua voz que ele ficou todo arisco novamente..."

"Chegou o meu número. Vou desligar. Saindo daqui tenho só mais um assunto para resolver, mas é rápido e já volto para casa. Deixei recados para você pela casa toda, dê uma olhada. Um beijo, gostosão"

"Um beijo, gostosona... venha logo... Mr. Johnson e eu estamos esperando ansiosamente você"

"Tudo bem... Mr. Johnson é meio solene, mas é melhor que Anaconda... Está aprovado... Até mais tarde... Beijos"

Saí pela casa procurando pelos recados dela pela casa. No computador, ela deixou rolando um slideshow com dezenas de fotos com detalhes do seu corpo, além de um ensaio dela completamente nua em vários pontos da casa da Cantareira e outro ensaio dela fazendo topless na varanda de um apartamento de beira mar. Na TV da sala, rolava um outro slideshow bem mais comportado, com fotos dela desde criança até os dias de hoje. E pelo celular ela enviou um vídeo-selfie dela seminua batendo uma bela sirica no alto de um prédio, com a cidade de São Paulo logo atrás. De enlouquecer...

Ela demorou para voltar. Chegou já passava das 13 horas. Eu a recebi completamente nu, do jeito que acordei pela manhã. Antes de ficar nua também, ela desembrulhou o almoço: polpettones lá do Jardim de Napoli. Preparei um tagliarini para acompanhar os polpettones. Enquanto cozinhava o macarrão, ela disse:

"Com licença... eu tenho um presentinho para Mr. Johnson"

Ela se agachou e se posicionou entre minhas pernas, que estavam bem abertas diante do fogão, e pôs-se a mamar Mr. Johnson e as bolas do meu saco, deixando-os completamente babados. Tudo isso enquanto eu mexia o tagliarini na panela para não grudar no fundo dela. Não deu outra: gozei abundantemente na boca dela. Logo em seguida, ela me beijou dividindo comigo todo aquele semen que cozinhei por horas e horas enquanto ela não chegava em casa. 

Como o macarrão já estava cozido, desliguei o fogo, deitei tia Emmanuelle na bancada da cozinha e lambi loucamente seu cuzinho e sua bucetinha até vê-la estrebuchar de tesão e sentir seu gozo na minha boca. Ela pediu que eu a comesse de todas as maneiras possíveis, mas não naquele momento, e sim mais tarde, pois estava verde de fome.

Almoçamos, vimos um filme italiano na TV logo depois do almoço e decidimos retomar a fudelança só quando tivéssemos terminado a digestão. Foi quando Tia Emmanuelle resolveu me mostrar sua coleção de uniformes de estudante dos Anos 70 e 80, que ela manda confeccionar a partir de modelos bem surrados que ela vez ou outra encontra em brechós pela cidade. De repente, começou a rolar um desfile pela casa. Que delícia vê-la andando a passos largos prá lá e pra cá com uniformes vintage do Dante Alighieri e do Arquidiocesano. Mas enlouqueci mesmo quando a vi usando o uniforme do Colégio Stella Maris, de Santos, todo branco, com blusa e saia rodada entrelaçadas por uma longa faixa vermelha que terminava com um laço nas costas, na altura da cintura. Nem me ocorreu desembrulhar Tia Emmanuelle daquele uniforme, e a comi vestida mesmo. Limitei-me a arrancar sua calcinha, e nada mais. Chupei-a todinha, e a comi de todas as maneiras por quase duas enquanto rolava na TV o slideshow com imagens dela menininha. Que loucura...

Depois disso dormimos profundamente. Quando acordamos, tomamos um banho juntos, Tia Emmanuelle pediu para depilar meu saco, para evitar se engasgar com pentelhos que teimam em se alojar na garganta. Eu permiti, claro. Sempre depilo o saco quando chega o verão. Evito fazer isso nesta época do ano porque gosto de dormir pelado e, bem ou mal, os pelos ajudam a manter a temperatura sob controle nos países baixos. Mas por Tia Emmanuelle faço qualquer sacrifício.

Ela propôs que eu depilasse sua bucetinha, se eu assim o quisesse. Mas eu não quis. Gosto da mata atlântica quase loura de Tia Emmanuelle. Adoro sentir a espessura daqueles pelos ao redor de sua linda bucetinha. E não estou nem aí se me engasgo com um pelinho ou outro na garganta de vez em quando. Faz parte da brincadeira. Além do mais, me sinto meio pedófilo chupando ou fudendo bucetinhas imberbes. Logo me imagino na cadeia, ou numa corte sendo julgado por pedofilia. Não é uma sensação agradável.

Enquanto tomávamos banho perguntei a ela sobre aquele vídeo dela nua no telhado de um prédio. Ela disse que, se não chover no final da tarde de amanhã, ela me leva lá para fuder vendo o entardecer na grande cidade. Perguntei a ela também sobre aquele apartamento com varanda à beira-mar, e ela confirmou que é em Santos. É da mãe do Miguel, que morreu há dois anos. Disse que está precisando resolver algumas pendências com a Prefeitura e propôs que descêssemos a Serra na quinta feira. Adorei a ideia.

Depois do banho, saímos para beber vinho e comer uma pizza de calabresa de búfala na Speranza da 13 de Maio. Levamos uma segunda pizza margarita para viagem para comermos no café da manhã do dia seguinte. De lá, fomos dançar música latina no Velho Pietro, na mesma rua, só que alguns quarteirões acima, nas proximidades da 9 de Julho. Depois de suarmos muito, seguimos de volta para casa para um banho bem prolongado e, só para variar, dormimos vestidos, abraçados, rindo muito com "Eu, Eu Mesmo e Irene", com Jim Carrey e Renée Zellweger. Tia Emmanuelle dormiu antes de mim. Confesso que senti tanto prazer ao vê-la dormindo em meus braços quanto sinto ao fazer sexo com ela. E isso me levou a uma digressão curiosa, com a qual encerro esse comentário de hoje.

Quando eu era adolescente, e trocava impressões sobre sexo -- com absoluto desconhecimento de causa, diga-se de passagem -- com meus amigos de escola, todos nós tínhamos certeza absoluta de que bastaria enfiarmos nossos pintinhos nas bucetinhas das meninas para que elas ficassem completamente satisfeitas e saíssem nos amando enlouquecidamente para todo o sempre. Praticamente todos os filmes de sacanagem que tínhamos visto até então mostravam claramente que era assim que a coisa funcionava. As poucas prostitutas que havíamos "consultado" em nossas visitas mensais a uma certa casa meio afastada da cidade haviam nos ensinado que bastava um pinto duro e força para estocá-lo dentro delas o tempo que aguentássemos -- raramente conseguíamos passar dos 45 segundos -- para que elas gemessem sem parar e, ao final, nos olhassem com orgulho e nos chamassem de "tigrão". Eu, ao contrário de meus amigos, tive a sorte de não embarcar por muito tempo nessa ideia de que "enquanto tivéssemos nossos paus duros e em condições de penetrar nas bucetinhas delas, além de algum dinheiro no bolso, mulher não haveria de faltar na vida da gente". Devo isso às poucas, mas boas, conversas que tive com meu pai sobre o assunto. Foi ele quem me ensinou o que fazer e como fazer para levar uma mulher à loucura, e me deu o conselho mais precioso que já ouvi: "Filho, é muito importante saber foder bem, com pegada forte. Coma muito bem duas ou três mulheres que sejam formadoras de opinião e você jamais terá que se esforçar para comer outras mulheres, pois elas próprias se encarregarão de fazer propaganda a seu favor e mais cedo ou mais tarde virão esfregar suas bucetinhas na sua cara, só para checar se você é bom mesmo." Papai sempre foi um sujeito pacato, voltado para prover o que fosse necessário para manter a família, aparentemente fiel e submisso à minha mãe. Sempre rolaram fofocas de que, antes de se casar com minha mãe, ele havia pintado e bordado por aí. Namorou com duas mulheres mais velhas, ambas viúvas, que o sustentaram por anos. Depois de casado, manteve amantes fora da cidade. Sem contar que participava de surubas frequentes nos escritórios de seus ex-colegas de faculdade em Campinas. Um dia mamãe descobriu sobre as surubas, ameaçou largá-lo e ele, aparentemente, sossegou. Daí em diante, seus muitos e muitos anos de vida bandalha viraram coisa do passado. Perguntei a ele como ele conseguiu trocar essa vida movimentada por uma vidinha caseira e rotineira. Ele respondeu que estava muito cansado daquilo tudo, mas não conseguia cair fora. Estava torcendo para ser pego há anos. 

Assim como papai, sempre tive fixação por mulheres mais velhas. Assim como papai, sempre gostei de putas. Ao contrário dos meus amigos, não as procurava para me satisfazer sexualmente, e sim para que elas me ensinassem todo o amplo leque de safadezas que dominavam com maestria, para que eu pudesse usar com outras mulheres. Mulheres mais velhas, se possível, pois logo descobri que não tenho saco para ficar ensinando o beabá para garotas da minha idade pouco ou nada experimentadas. Vendo Tia Emmanuelle em meus braços, plenamente satisfeita comigo como homem, depois de ter tido sei lá quantos homens em sua vida, faz com que eu tenha a certeza de que até agora consegui fazer a coisa certa. E agora só quero ver até onde esse delicioso romance incestuoso vai nos levar. 



CONTINUA
NA TERÇA
QUE VEM



Ariel Almada nasceu em São Paulo,
e foi criado em Águas de Lindoya.
Engenheiro Elétrico por formação,
desistiu da profissão
ao montar a rede de lanchonetes
PAMONHARIA DA LUZ VERMELHA,
presente em Shoppings do interior
de São Paulo e de Minas Gerais,
onde garçonetes vestidas como prostitutas
servem aos clientes da casa
comidas, sucos e cervejas à base de milho.

 


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