Wednesday, July 12, 2017

QUERIDA TIA EMMANUELLE...... ROLO DE FILME #13 (por Ariel Almada)



Na semana anterior, no rolo de filme #12, Tia Emmanuelle e eu comemos e brincamos e fodemos muito ao longo de toda a terça feira o dia, e desfilou para mim  com sua encantadora coleção de uniformes vintage de escolas paulistas dos anos 70 e 80. É deste ponto em diante que começa este novo rolo de filme. Luz, Câmera, Ação!

Era quarta-feira pela manhã. Não tinha como saber ao certo que horas eram, pois Tia Emmanuelle dormia profundamente em meus braços, e eu não queria acordá-la. Era lindo demais vê-la ressonando agarradinha comigo, na primeiríssima noite em que dormimos vestidos. Quem diria que por trás daquela loura delicada, com seu jeitinho flower-child doce e natureba, havia uma demônia fodedora implacável, safada até dizer chega, uma devoradora de pirocas incansável. A cada dia fico mais e mais surpreso com ela -- e mais e mais encantado e louco de tesão também. É uma mulher magnífica. Apesar de minha juventude e pequena experiência com o sexo oposto, tenho a estranha sensação de que comecei pelo topo, e dificilmente terei chance de encontrar outra mulher tão densa e intensa quanto ela no futuro.

Até a noite passada, sabia pouco sobre ela. O que eu imaginava saber até a semana passada era, na verdade, apenas a versão oficial de sua história de vida, forjada por ela mesma para satisfazer a curiosidade da família. Fico imaginando como foi o aprendizado sexual dela nesses 14, quase 15 anos de diferença que existem entre nós dois. Por mais curioso que eu seja, evito fazer perguntas sobre seu passado para não deixá-la embaraçada. Prefiro que ela me conte os detalhes de sua história pessoal no ritmo que ela achar mais adequado. Pouco a pouco, ela vai me contando. 

 Ontem à noite, um pouco antes de dormirmos, deitada comigo vendo o Programa do Pedro Bial na TV, completamente relaxada, ela revelou uma série de acontecimentos sobre seu passado que nunca tinha mencionado antes, e que, me surpreenderam bastante. Tudo começou quando ela começou a perguntar sobre as mulheres de minha vida. Fui sincero: contei que tive apenas duas antes dela, e que perdi a virgindade com um prostituta aos 18 anos.

"Imaginei que vocês, meninos, começassem mais cedo"

"Sim, a maioria dos meus amigos começou aos 13 para 14 anos, num puteiro que funcionava numa casa lá em Socorro, e eram quase sempre levados pelos pais, como antigamente. Meu pai chegou a se oferecer para me levar quando fiz 15 anos. Eu agradeci dizendo que queria que minha primeira experiência não fosse com uma profissional. Ele entendeu, e disse estar à minha disposição para qualquer esclarecimento sobre o assunto. Insistiu que eu jamais transasse sem camisinhas, para evitar contágio com doenças sexualmente transmissíveis, e também para evitar filhos fora de hora e com a pessoa errada. Me deu de presente uma bucetinha portátil que ele comprou numa sex-shop virtual e alguns pacotinhos com camisinhas de várias marcas e tamanhos, e insistiu para que eu testasse as camisinhas fudendo na bucetinha portátil, para descobrir qual marca e tamanho vestiam melhor na minha piroca, para não estranhá-las grudadas na hora de transar pela primeira vez. Agradeci. Vez ou outra ele me perguntava se já tinha rolado, e eu dizia que ainda não. Acho que ele começou a achar que eu talvez fosse viadinho. Lá pelos 17 anos, ele parou de perguntar. Mas um dia, num churrasco, meio bêbado, ele me abraçou e praticamente implorou para que, quando rolasse, eu contasse para ele, pois ele iria adorar saber -- fosse com uma menina ou com um menino. Eu o tranquilizei dizendo que gostava de meninas, só não tinha ainda encontrado a menina certa."

"E por que demorou tanto, meu anjo? tem a ver comigo, de alguma maneira?"

"Tem. Era com você que eu queria transar pela primeira vez. Meu tesão estava todo associado a você. A sensação que eu tinha é que não fazia sentido transar com outra mulher que não fosse você. Preferia ficar em casa fudendo na bucetinha portátil que me pai me deu de presente pensando em você do que sair numa balada para pegar alguma garota."

"Não sei se fico lisonjeada ou assustada e preocupada..."

"Está tudo bem. Quando fui estudar em Campinas comecei a desencanar de você. Como tenho alma de engenheiro, comecei a pensar qual seria a maneira mais lógica e adequada para me iniciar sexualmente, já que estava muito atrasado em relação a meus amigos. Foi quando um idiota que nada comigo falou no vestiário da Universidade de uma garota de programa de programa já meio veterana que ele contratou e odiou, pois ela trepava manso demais e se comportava quase como uma professora, e para ele não servia, pois ele gostava mesmo era de ação, muita ação, e ela era fraquinha nesse quesito. Não pensei duas vezes: pedi para o idiota o telefone de contato dela -- e ele deu, rindo da minha cara e me chamando de trouxa. Nem me dei ao trabalho de responder, apenas agradeci. Pensei comigo mesmo: acho que está na hora de parar de fider sem parar nesse brinquedinho já completamente arreganhado depois de 2 anos e meio levando rola sem parar."

Ela começou a rir muito, levantou para beber um copo d'água, voltou, deitou ao me agarrou e disse:

"Conta mais, meu anjo... Conta mais..."

"Bom, então eu liguei para ela e combinamos um encontro. O nome dela era Beth, uma mulata linda com sotaque do Sul de Minas, muito gostosa e extremamente gentil que me proporcionou uma primeira vez inesquecível, que durou uma tarde inteira, por um preço muito camarada. Gostei tanto que a contratei para me escolar sexualmente em encontros semanais ao longo de um período de dois meses. E foram dois meses deliciosos. Foi com ela que eu aprendi a foder que nem gente grande. Tudo que ela me ensinava era na intenção de que eu soubesse dar prazer às mulheres que viessem a aparecer em minha vida. Foi uma espécie de curso de extensão em práxis sexual, ou coisa que o valha, onde descobri que sexo é menos físico e mais sensorial do que aparenta ser. Beth fez seu trabalho tão bem feito que, passados os dois meses do nosso combinado, continuamos nos encontrando de 15 em 15 dias, e em cada um desses encontros ela me apresentou alguma novidade interessante em casa um dos nossos encontros. Foi tão bom que me ajudou a desencanar de você de 18 meses para cá."

"Como foi para você transar com uma mulher negra?"

"Ué... sei lá... foi a primeira mulher com quem eu transei. Acho que não saberia responder a essa pergunta."

"Comparando comigo, qual é a diferença?"

"São experiências diferentes. Com ela, eu não tenho um envolvimento mais intenso. É como se ela fosse uma amiga com benefícios. Minha relação com ela tem mais a ver com a relação entre professora e aluno."

"O que eu quero saber é se o cheiro dela é diferente do meu cheiro."

"Ah, diferente sempre é. Para mim, toda mulher exala um perfume inebriante. E cada uma tem um aroma próprio."

"Ela é mais velha ou mais jovem que eu?"

"Nunca perguntei a idade dela, mas acho que regula a mesma idade que você. Sei lá... só perguntando para ela mesmo... Eu nunca perguntei, para não ser deselegante."

"Você é uma gracinha... e quando você pretende se encontrar com ela novamente?"

"Não sei... algum dia, talvez... desde que nós dois começamos a viver esse romance semana passada não consigo mais pensar na minha vida cotidiana lá em Campinas... só sei que estou amando essa aventura incestuosa que estou vivendo com você, e o resto que se dane..."

Nos beijamos longamente, e então ela perguntou:

"E a segunda mulher... quem é?"

"O nome dela é Petúlia. Estuda comigo. Andamos saindo algumas vezes. Minha intenção era, antes de mais nada, praticar com ela as coisas que aprendia com Beth, para ver como funcionavam com outra mulher. Como eu te disse, penso como um engen eraheiro. Mas o diabo é que ela inexperiente demais. Tem homem que gosta de bancar o professor na cama, se sente o fodão fazendo esse papel. Não é o meu caso. Eu gosto de dançar na cama. Não sentia nada demais com ela na cama, trepava por trepar. Quando senti que estava começando a gostar muito de mim, procurei a agir de forma meio refratária para não perder controle sobre essa situação. Ir para a cama com Petúlia era como ir ao treino. Já ir para a cama com Beth era jogar pra valer. Se tivesse que escolher entre transar de graça com Petúlia e pagar para transar com Beth, escolhia Beth sem pestanejar."

"Porque vocês homens gostam tanto de metáforas esportivas para descrever suas peripécias sexuais?"

"Sei lá... eu sempre usei... meu pai sempre usou... lá em casa só minha mãe não usa."

"Seria engraçado vê-la falando assim..."

"Será que ela fala assim na intimidade com meu pai?"

"Tomara que sim... acho minha irmã tão rígida e inflexível... tomara que para consumo interno ela não seja assim..."

"Com certeza não é... eu ouço o nheco-nheco que eles fazem no meio da noite... não é pouco nheco-nheco, não... depois que eu saí de casa, pude constatar que o nheco-nheco dos dois nos finais de semana quando estou por lá até aumentou... acho que ela baixou a guarda... uma madrugada dessa uvi a voz dela mandando meu pai enterrar no cu dela. Confesso que fiquei meio chocado ao descobrir que minha própria mãe gosta de dar o cu. Meu mundo caiu."

Tia Emmanuelle deu uma gargalhada sonora, então virou de costas para mim e encostou sua bundinha no meu pau, dando uma leve rebolada. Eu a abracei por trás, beijei seu cangote e disse:

"Bom, já falei demais de mim por hoje. Agora, é a sua vez. Me fale um pouco dos homens de sua vida. Só sei do Miguel. E os outros?"

Ela se virou para mim, rindo, e respondeu rindo

"É uma longa lista, sabia?"

"Imagino..."

"Adoro negões"

"Bem pintudos?"

"Bem pintudos... isso te incomoda?"

"Deveria?"

Silêncio

"Desculpa, querido. Estou te provocando. Tive um caso com um negro uma vez, não foi exatamente um romance. Acabou muito mal. Ele era segurança num restaurante de frutos do mar aqui mesmo na rua. Fez um galanteio para mim um belo dia e eu, que nunca tinha transado um negão, resolvi encarar. Ele era PM, um tipinho bem boçal, mas eu até que gostava dele, tinha uma pegada forte. Como eu estava num momento bem atrapalhado da minha vida sentimental, ele veio bem a calhar. Dei muito o cu para ele durante 4 meses. Um belo dia ele sumiu da área. Nunca mais soube dele."

"Me fala da piroca dele. Muito maior do que a minha?"

Ela riu e disse:

"Nem queira competir, meu anjo, não vale a pena. A piroca dele ela era grande demais, boa de chupar, boa para brincar, mas pouco maleável...não dava para inventar muitas variações em torno de uma piroca daquele tamanho. Era o extremo oposto dessa sua piroquinha aí, que é de uma versatilidade à toda prova. Considere-se um abençoado." 

"Você já encarou outras pirocas muito grandes além da desse negão?"

"Já. E não foi legal, posso garantir. Teve um outro negão que era motorista de um vizinho aqui do prédio que tinha uma piroca enorme também e enfartou enquanto trepava comigo aqui em casa. Imagine só a quantidade absurda de sangue que um corpo exige do coração para erguer por meia hora uma piroca de quase 30 cm de comprimento? Depois dessa confusão, peguei trauma de pirocas grandes. Essa sua aí, com 15 centímentos está do meu tamanho. Calço ela direitinho, sem susto."

Comecei a rir. Agradeci com um beijo, e perguntei:

"E piroquinhas? Já pegou alguma que não desse nem para a saída?"

"Olha, meu sobrinho querido, quando se é criativa, não existe essa coisa de não dar nem para a saída. Quando eu era bem jovem, eu fui avisada por algumas amigas mais velhas e muito sábias em questões sexuais que eu iria conhecer ao longo da minha vida sexual homens com pirocas enormes, homens com pirocas medianas e homens com pintinhos de proporções nipônicas. Deitar e rolar com um homem com uma piroca mediana era o melhor dos mundos, não exigia esforço algum, era foder em céu de almirante. Mas poucas mulheres sabem como proceder devidamente diante de uma piroca enorme ou de uma piroca minúscula, e são desafios que toda mulher de verdade deveria saber encarar. Mas não é o que se vê por aí: tá cheio de mulher que diante de um pinto muito grande ou de um pinto muito pequeno joga a toalha e simplesmente não encara. Assim é fácil. Eu sou uma mulher que gosta de desafios. Já encarei coisas que até Deus duvida."

Eu nem suspirava, não perdia uma palavra sequer que saísse da boca dela.

"Existe uma infinidade de truques para lidar com pintos pequenos. Os manuais orientais de sexo tem um monte de dicas preciosas para lidar com eles. Sem contar que homens com pintos menores quase sempre são campeões em preliminares, tentam compensar suas dimensões menos avantajadas com línguas muito bem treinadas. Eu mesma tenho guardado no armário três extensores para pintos que comprei pela internet e que funcionam que é uma beleza. A gente nunca sabe quando vai precisar, não é mesmo?"

"Estou adorando ouvir você contar essas histórias. E mulheres, você já transou alguma vez?"

"Bom... essa pergunta eu só respondo na presença da minha advogada..."

Começamos a rir sem parar, então nos abraçamos e, de repente, Tia Emmanuelle estava adormecida em meus braços. Dormia profundamente, vestida pela primeiríssima vez. Detalhe: usavávamos pijamas de flanela. O meu tinha o focinho do Pateta em miniatura estampado por todos os cantos. O dela, tinha a Betty Boop. Tentei dormir também, mas só consegui encarar um sono bem leve. Acordava de hora em hora só para ver e sentir a paz que emanava do corpo quentinho dela em repouso.

Eu estava no Paraíso, e tinha plena consciência disso disso.


CONTINUA
NA TERÇA
QUE VEM



Ariel Almada nasceu em São Paulo,
e foi criado em Águas de Lindoya.
Engenheiro Elétrico por formação,
desistiu da profissão
ao montar a rede de lanchonetes
PAMONHARIA DA LUZ VERMELHA,
presente em Shoppings do interior
de São Paulo e de Minas Gerais,
onde garçonetes vestidas como prostitutas
servem aos clientes da casa
comidas, sucos e cervejas à base de milho.

 

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