Sunday, August 13, 2017

QUERIDA TIA EMMANUELLE...... ROLO DE FILME #16 (por Ariel Almada)



No rolo de filme #15, Tia Emmanuelle e eu nos divertimos um bocado em nosso segundo dia em Santos, e descobrimos que, por falta de quórum na Reunião de Condôminos que estava marcada para quinta á noite, ela teria que ser transferida para sexta, quando os moradores que chegam somente nos finais de semana descem a Serra. Mas, acreditem, não foi nenhum sadrifício quando Tia Emmanuelle propôs que permanecêssemos na cidade durante o fim de semana, para aproveitar o bom tempo que estava fazendo. É deste ponto em diante que começa este novo rolo de filme. Luz, Câmera, Ação!


Sexta-feira, nosso terceiro dia em Santos. Mais um belo dia de sol de Outono, temperatura de aproximadamente 20 graus, com perspectiva de atingir 25 na hora do almoço. Acordei na varanda do apartamento ode estávamos hospedados por volta de 7 da manhã, com a piroca latejando de tão dura, morrendo de vontade de fazer xixi. Estava pelado ao lado de Tia Emmanuelle -- peladíssima também, linda de morrer e coberta por um edredom fino. Não há nada mais legal nesse mundo do que acordar pela manhã e ter como primeira visão do dia uma mulher linda e nua.  Levantei, me espreguicei, puxei-a pelos braços e a agarrei pela cintura. Ela se pendurou em meu pescoço enrolada no edredom e eu a trouxe até a cama. O quarto estava uma bagunça infernal. A casa inteira estava uma zona. Dei um beijo em sua boca e ela, já na cama, retomou seu sono profundo tranquilamente.

Minhas lembranças da noite anterior eram bastante confusas. Não saberia dizer a que horas desabamos de sono na varanda, praticamente ao relento, deitados sobre um colchonete de ar comprimido. Estávamos com marcas de vinho tinto por nossos corpos, o que sugere que tenhamos feito umas brincadeiras sexuais bem interessantes. Duvido que tenhamos conseguidos trepar direito novamente depois de toda a fudelança que protagonizamos durante o dia anterior. O que eu sei é que matamos três garrafas de um malbec sul-africano e comemos uma deliciosa pizza calabresa que pedimos para uma pizzaria que me pareceu meio suspeita, pois leva o nome de um pintor holandês, mas que foi bem recomendada pelo zelador do prédio.

Enquanto esperávamos pela entrega da pizza, enrolei para um baseado com um fumo bem ardido que trouxe lá de Campinas, para abrir o apetite. Tia Emmanuelle vibrou com a surpresa. Não imaginava que eu gostasse de fumar maconha. Disse que gostava, mas evitava fumar fora do verão, pois sofria de asma desde menina e tinha medo de cutucar a onça com vara curta. E então abrimos a primeira de uma caixa com 12 garrafas de vinho, que estavam na despensa do apartamento há alguns meses, e improvisamos uma mesa para um jantar à luz de velas com duas velas de 7 dias que encontramos lá dentro. Tia usava um roupão de banho vermelho bem curtinho com motivos orientais. Seus seios meio que saltavam para fora, e qualquer movimento que ela fizesse com as pernas já revelava o vale encantado que ela tinha entre suas lindas pernas. Eu usava uma cueca samba-canção do Taz, o Diabo da Tasmânia, e nada mais. 

O caso é que de um determinado ponto da noite em diante eu não lembro de mais nada. Presumo que a maconha tenha harmonizado com o vinho com a delicadeza de um tornado, e promovido um blackout na minha memória. Como explicar aquela bagunça toda que fizemos pela casa? Roupas pelo chão, enfeites quebrados, televisão ligada. O roupão vermelho de Tia Emmanuelle estava pendurado no lustre. Já minha cueca do Taz sumiu. Devo tê-la atirado pela janela. Só sei que nunca mais a encontrei. Por sorte consegui comprar outras cuecas da Looney Toons numa loja em Serra Negra algumas semanas mais tarde, com todo o elenco dos desenhos da Warner: Pernalonga, Frajola e Piu-Piu, Bip-Bip e o Coyote, Taz, Hortelino, Patolino e aquele gambá galanteador maravilhoso.


Depois de fazer xixi e sentir meu pau amolecer aos pouquinhos, fui até a cozinha e bebi bastante água para equilibrar o organismo. Não estava de ressaca -- o vinho, além de muito saboroso, era de boa qualidade, e não deu revertério --, mas, de qualquer maneira, a prudência recomendava tomar cuidado com o desnível no chão depois de ingerir tanto álcool na noite anterior. Mas como numa das 3 garrafas de vinho que matamos ainda sobrava um restinho, e ainda havia sobrado metade da pizza na caixa, matei o finalzinho de garrafa, comi duas fatias e este foi o meu café da manhã. Liguei a TV para ver o Jornal local da TV Globo. A apresentadora era uma morena peituda muito bonitinha, deliciosa de se olhar, mas com uma cintura tão fina que dá até medo de agarrar com um pouco mais de força e quebrar. Gostei dela. Gostosa. Pensei comigo mesmo:


"Dá de 50 a zero nas barangas que apresentam os telejornais da EPTV lá em Campinas."

Já que Tia Emmanuelle dormia profundamente, decidi descer para dar um mergulho matinal e trazer um café da manhã reforçado para ela, até porque as chances dela acordar de ressaca não eram pequenas. Peguei na cozinha duas garrafas térmicas, coloquei-as numa sacola e as levei comigo. Numa delas, pedi para o balconista da padaria que enchesse de café bem quente. Na outra, pedi a um sujeito numa barraquinha de coco verde na praia que enchesse com água de coco bem gelada. Como estávamos sem fogão e sem geladeira, o jeito era se virar assim. Quem já morou em República desenvolve um certo traquejo com essas coisas. Ah, Trouxe ainda pães de queijo, pãezinhos de cará, queijo e salame fatiados, manteiga e quatro sonhos pequenos, além de mamões papaya e uma penca de bananas nanicas.

Ao chegar de volta ao apartamento, Tia Emmanuelle continuava dormindo o sono dos anjos. Então, aproveitei para colocar minha vida pessoal em ordem, já que ela estava de ponta-cabeça desde que mergulhei de corpo, alma e pinto duro nos encantos daquela mulher encantadora.

Liguei para meu amigo Ronaldo lá na República em Campinas para saber se estava tudo bem, e também para avisar que iria ficar fora mais alguns dias. Ele disse que não havia problema algum, que ninguém apareceu lá me procurando, mas que seria bom eu ficar de olho no calendário de provas, para não perder nenhuma. Elas começariam em duas semanas. Mas quando Ronaldo começou a fazer perguntas sobre onde eu estava e o que eu estava fazendo, desconversei e disse que voltaria a ligar no começo da semana.

Em seguida, mandei mensagem para minha mãe pelo Whatsapp avisando que não iria a Lindoya no fim de semana, pois, conforme o combinado, iria ajudar Tia Emmanuelle com a fiação do apartamento dela em São Paulo, e que já estava de saída na Rodoviária de Campinas. Ela respondeu desejando boa viagem, e pediu que eu mandasse uma outra mensagem assim que chegasse no apartamento dela. Ativei o despertador para três horas mais tarde, para não esquecer de enviar a mensagem que ela pediu. Mentir sempre dá um pouco de trabalho, mas às vezes é necessário, daí a importância em saber mentir direito.

No meu telefone havia algumas mensagens que esqueci de recolher nos últimos dias. Amigos chamando pra baladas, meu primo mais velho me convocando para um chopp no Giovanetti na última quarta, minha ex-namoradinha querendo me ver, pois estava com saudades, e minha mãe com o habitual milhão de recomendações sobre não comer porcarias na rua, não beber demais, não dar sopa para o azar zanzando pela cidade à noite e usar sempre um agasalho para não me resfriar.

A única mensagem que me dei ao trabalho de responder foi a de Petúlia, minha "sex-trainer". Ela queria saber se deveria agendar um encontro nosso para a semana que vem. Expliquei que eu estava fora de Campinas vivendo uma experiência nova, e que assim quando voltasse iria procurá-la, Mas como não sabia ao certo quando isso iria acontecer, seria melhor deixar para combinar algo mais adiante, não agora. Ela foi muito gentil, disse que gostava de mim, que estava feliz por mim, mas que não queria me perder como cliente, até porque poderia ainda ser muito útil para me manter bem posicionado na relação amorosa que estava vivendo. Mas disse também que se eu estivesse muito apaixonado e envolvido demais, e preferisse esperar o fogo da paixão baixar um pouco, que não haveria o menor problema: ela estaria sempre à minha disposição. Agradeci, e disse a ela que nos veríamos muito em breve, talvez até mais frequentemente do que antes, pois suas "aulas" eram muito preciosas para mim.

E então, Tia Emmanuelle acordou. Inteiraça. Peladíssima. Linda. Toda descabelada. Com um sorriso bem safado no rosto. Ajudei a trazê-la até uma mesinha na sala, já que ela estava meio tonta, vesti nela o roupão da noite anterior, que estava pendurado no lustre. Ela nem o amarrou, sentou-se à mesa com o roupão completamente aberto. Servi o café da manhã. Ela vibrou quando viu tudo aquilo na mesa. Devorou os pães de queijo e os sonhos, e tomou nada menos que 3 xícaras de café. Estava muito sorridente, mas pouco falante. Até que num determinado momento ela disse:

"Como você é atencioso, Ariel... Sabe que você é o melhor homem que eu já tive ao meu lado?"

"Jura?"

"Meu anjo, você realmente se importa comigo. Respeita minhas idiossincrasias, minhas loucuras, nunca negou fogo em momento algum, sempre se ofereceu para embarcar em qualquer doideira que eu propusesse. Quer saber? Você é demais. O que você fez comigo ontem à noite foi maravilhoso. Depois de todos esses dias me acompanhando nas minhas loucuras, ontem você se revelou. E eu adorei!"

Gelei nesse momento. Não tinha a menor ideia do que ela estava falando. Não lembrava do que tinha feito que a deixou tão encantada. Mas não passei recibo da minha amnésia hemp-alcoólica. Deixei rolar, na esperança de que mais cedo ou mais tarde adiante ela voltasse ao assunto e comentasse alguma coisa mais detalhadamente. Que droga...

"Quero poder acompanhar você nas suas loucuras também, meu anjo. Me mostre um pouco mais delas. Não seja tão reservado. Quero conhecer você melhor. Você é muito, muito, muito mais interessante do que eu imaginei que fosse, Ariel."

Quanto mais ela falava sem revelar com clareza o que foi que eu fiz de tão espetacular, mais eu me desesperava. Sem saber o que fazer, parti para um galanteio meio desajeitado na esperança que ela falasse mais a respeito. 

"Aquilo aconteceu naturalmente, Emmanuelle. Entenda: eu sou tão maluco por você que quanto mais eu vou descobrindo a louca varrida maravilhosa que você realmente é, mais eu me encanto e me revelo. Querida, você é a droga mais louca que eu já provei."

Ela se levantou da mesa, me agarrou, me deu um beijo bem gostoso e disse: 

"Depois de tudo o que aconteceu ontem á noite, eu acordei com uma certeza: quero que você saia em definitivo desse segundo plano em que você se posicionou para me agradar. Venha já para o primeiro plano que eu quero te ver por inteiro."

Enquanto falava isso, puxou meu pau, que já estava a meio-palmo depois desse convite cheio de tesão, e começou a esfregá-lo em sua bucetinha, enquanto beijava meu pescoço. Retribuí os beijos e agarrei-a pela bunda para pressionar sua bucetinha contra meu pau. Ela então agachou-se rapidameante e, num golpe só, engoliu meu pau inteiro, sempre olhando nos meus olhos. Lambia o caule dele sorrindo, depois engolia ele inteiro novamente, até o talo. Ô garganta abençoada... Nem me preocupei em segurar o gozo para prolongar a brincadeira. Depois de 3 minutos avisei a ela que iria explodir. Ela pegou a caneca do café com uma das mãos e começou a bater uma punheta para mim com a outra, ajustando minha chapeleta na mira da boca da caneca, onde descarreguei todo o meu tesão. Quando terminei, ela pegou a caneca, misturou meu esperma com mais café quente, mexeu bem, e bebeu tudo sozinha. Não me ofereceu nem um golinho dessa vez, a danadinha. Mas me deu um beijo ao final. 

"Bom... o que vamos fazer hoje à noite? Vamos ao bar lá embaixo?"

"Sim, já tínhamos combinado isso ontem, lembra?"

"Claro! Mas vamos simplesmente ao bar, ou você vai querer tentar um revival daquelas brincadeiras que você aprontava 15 anos atrás?"

"12 anos atrás. Não... nada de revivals... Não sou mais uma menina... Além do mais, Miguel é gay e gostava de me ver trepando com outros caras, para depois tentar comê-los... A não ser que nós fôssemos à caça de uma mulher para nós dois... Estou em dívida com você depois do que você aprontou ontem... Você topa?"

"Sim, claro! Estou precisando ir ao banheiro agora, me dá licença 5 minutinhos"

"Claro, não esqueça de pulverizar o Bom Ar quando terminar, está em cima do criado balcão da pia."

"Engraçadinha..."

Dei um beijo bela, entrei no banheiro e nada de conseguir lembrar do que aconteceu na noite do dia anterior. Então levantei, fizz que me lavei, saí e entrei no quarto, ainda na esperança de encontrar minha cueca do Taz desaparecida. Foi quando vi duas camisinhas usadas jogadas pelo chão, o frasco de KY ao lado da cama e um dos vibradores de Tia Emmanuelle jogado no meio das cobertas. E então, de repente, me veio um flash com a imagem de Tia Emmanuelle cavalgando meu pau e sendo enrabada por alguém ao mesmo tempo. Olhando com mais atenção pelo chão, havia um monte de adesivos de geladeira da tal pizzaria com nome de um pintor holandês alemão jogados no chão ao pé da cama. Então finalmente caiu a ficha: na noite passada, rolou uma suruba com o entregador de pizzas.

 "Emmanuelle, vou tomar um banho. Você vem comigo?"

"Melhor deixar para mais tarde, comi muito agora há pouco."

De repente, relaxando debaixo do chuveiro, toda a sequência das cenas que estavam faltando na minha lembrança vieram de uma única vez. O interfone tocou avisando que um entregador estava subindo pelo elevador com uma pizza. Quando ele chegou à nossa porta, eu o recebi de cueca. Tia Emmanuelle então surgiu nua por trás de mim, mais lasciva do que nunca, e convidou o garoto para entrar. Ele ficou meio confuso na hora -- talvez por não entender a minha presença naquela cena --, mas topou entrar. Largamos a pizza ao lado da mesa com as duas velas de 7 dias e o arrastamos para o quarto. Tia Emmanuelle arrancou o pau dele para fora da calça e começou a chupá-lo freneticamente. Em seguida se deitou na cama oferecendo sua bucetinha para ele, que rapidamente vestiu uma camisinha e começou a fuder nela com muita força. Gozou relativamente rápido. Talvez estivesse com pressa de ir embora. Eu, que até então estava apenas como espectador da situação, e nem tinha colocado meu pau para fora, decidi tirar minha cueca, deitar na cama com meu pau duro à disposição da bucetinha dela, para que nossa surubinha começasse logo. Ela sentou e começou a rebolar suavemente no meu pau enquanto oferecia seu cuzinho para o rapaz da pizza, abrindo as duas faces da sua bundinha com suas mãos, olhando ora nos olhos do rapaz da pizza, ora no seu pintão meia-bomba -- uns 4 centímetros maior que o meu, diga-se de passagem --, quase implorando para ser ensanduichada. De repente, o rapaz sacou do bolso uma segunda camisinha e entrou rasgando o cuzinho apertado de Tia Emmanuelle. Eu, que estava com meu pau dentro de sua bucetinha, senti aquela jeba enorme abrindo caminho por dentro dela. Se para mim aquela sensação foi impressionante, imagino para ela -- afinal o cu era dela. Quando o rapaz gozou menos de um minuto depois, ele desabou na cama completamente desacordado. Tia Emmanuelle então abriu as pernas dele, e, sem arrancar fora a camisinha dele, ficou de quatro para mim e começou a mamar naquela jeba jonja dele. Eu me posicionei por trás dela e, aproveitando que seu cuzinho já estava todo arreganhado e piscando, enterrei meu pau já odo lambuzado de KY lá dentro dela. Só que sem truculência, com toda a suavidade possível depois daquele estupro consentido, deixando que ela sentisse meu pinto entrar e sair com cadência sem aquele vigor troglodita empregado pelo entregador de pizzas. Modéstia à parte, Petúlia, minha sex-teacher", me ensinou a comer cus com maestria. De repente, vi que o pau do rapaz estava inerte, completamente mole, e sem chance de recuperação. Foi quando Tia Emmanuelle começou a massagear o cu do rapaz para ver se a jeba reagia. Ela deu um pequeno sinal de vida, mas nada muito animador. Foi quando vi a decepção nos olhos dela e disse:

"Deixa comigo, querida"

Pus uma camisinha, lambuzei meu pau com mais KY, apontei-o para o cu do cidadão, que estava de ladinho, e entrei cuidadosamente. A jeba do rapaz, que permanecia desacordado, reagiu na hora e Tia Emmanuelle voltou à carga com sua boca e sua língua implacáveis. Uns dois minutos depois, o rapaz goza mais uma vez e acorda. Só então, percebe o que nós dois fizemos com ele. Daí, me empurra para fora da cama, se desvencilha da boca dela, pega suas roupas e sai correndo pelado pelo corredor. Levantei para fechar a porta e voltei para o quarto e para um 69 com Tia Emmanuelle, onde nos lambíamos, nos chupávamos e gargalhávamos com o que havíamos feito com aquele entregador de pizzas. 

Pronto, agora eu já lembrava de tudo o que tinha acontecido. Agora os elogios que recebi de Tia Emmanuelle faziam sentido. Convenhamos: comer o cu do rapaz para assim ressucitar um pinto inerte, de forma que ela pudesse dar sequência a um boquete interrompido à revelia é um ato de amor no mínimo inusitado. Depois do jantar, nos embebedarmos pra valer de vinho. Já bêbados, nos lambuzamos de vinho, e darmos uma trepada meio confusa onde acabamos quebrando alguns enfeites da sala. No final, deitamos nus na varanda para ver as estrelas, nos cobrimos com um edredom e apagamos. Foi isso que aconteceu, frame a frame.

Depois do banho, com minha memória recuparada, voltei para a sala enrolado na toalha, abracei Tia Emmanuelle e disse a ela:

"Como será que está o cu daquele rapaz depois do que fiz com ele ontem, hein?"

Ela riu e disse:

"Olha, não vou me espantar se ele voltar hoje à noite saudoso do seu pau e pedindo mais, meu gostosinho..."

"E se ele vier hoje à noite, meto rola nele?"

"Pode ser que ele volte. Ele saiu correndo e até esqueceu de cobrar pela pizza..."

Em meio a gargalhadas, disse a ela:

"Sabe que hoje de manhã eu peguei um recado da Petúlia no celular perguntando se eu queria agendar um encontro com ela para essa semana? Eu disse que não, mas confesso que senti vontade de saber como é ir para a cama com alguém que seja sexualmente familiar para mim depois de todo esse envolvimento que finalmente rolou com você. Com certeza vai ser completamente diferente do que era antes..."

"Experimente. Vai ser bom pra você. Fique tranquilo, não tenho o menor ciúme dela. E se mais adiante você quiser combinar uma brincadeira a três com ela e comigo, pode me chamar que eu estou morrendo de curiosidade de conhecer essa mulher generosa que te transformou nesse homem maravilhoso que você é."

"Não sei se ela encararia brincadeiras a três."

"Não se iluda, toda profissional encara."

Ela levantou da mesa com cuidado, para não perder o equilíbrio, veio até mim, deu um beijo bem gostoso e disse:

"Mais uma vez, obrigado, meu anjo. Vamos até a praia?"

"Vamos, claro... É pra já"

"Só que hoje eu não quero andar, só quero ficar deitada ao sol e depois dar um bom mergulho e nadar um pouco!"

E lá fomos nós. Uma das barracas de praia logo em frente ao prédio oferece cadeiras na areia para seus clientes tomarem banhos de sol, então foi alí mesmo que nos instalamos. Cerveja para mim, Caipirinha para Tia Emmanuelle. Carreguei no filtro solar para que a pele dela não queimasse demais, e ela fez o mesmo por mim. Lá pelas onze da manhã mergulhamos, nadamos, e quando o sol começou a ficar muito alto decidimos sair dalí direto para almoçar num restaurante tipo pensão familiar na Rua Oswaldo Cochrane, para depois seguimos para o Shopping da Aparecida. O bom de Santos é que não tem fescura: dá para entrar em qualquer lugar da cidade mesmo usando chinelos e saída de praia. Em São Paulo, isso seria inviável. Em Campinas então...

Lá pelas 4 da tarde, cansados de circular pelo Shopping, decidimos voltar para a praia, para a mesma barraca onde estávamos de manhã. Algumas cervejas e caipirinhas depois, demos um longo mergulho ao anoitecer, daí voltamos para o apartamento, tomamos um banho juntos e Tia Emmanuelle se vestiu para a reunião de condôminos. Eu aproveitei para dar um jeito na casa e depois descansei um pouco, pois sabia que a noite seria longa. Dormi durante o Jornal Nacional e acordei no meio da novela, com ela voltando toda alegrinha: conseguiram aprovar a obra para desentortar o prédio, e isso, claro, merecia uma comemoração.

Então descemos para o Bar por volta das 11 da noite, horário em que ele abre, para dançar um pouco, encher a cara e, com um pouco de sorte, arrastar alguém para o apartamento para um ménage à trois. Só que o que vimos por lá não foi nada animador. Sentamos numa mesa logo na entrada, de cara para o palco, para podermos ver o show e, de quebra, medir todo mundo que entrava no recinto. Mas a banda que estava tocando era muito ruim, nem dava vontade de dançar, e o público era juvenil e todo certinho -- o oposto do que costumava ser doze anos atrás, segundo Tia Emmanuelle. Depois de duas horas e meia mofando lá dentro, na esperança de alguma coisa acontecer, ela chegou para mim e disse:

"Eu desisto. Vamos embora, que isso aqui não é mais o que era antes, a única coisa que continua igual é a cerveja quente e a comida sem sabor algum"

Concordei. Paguei nossa conta e seguimos para o quiosque Burgman, que fica na praia mais ou menos em frente ao prédio onde estávamos e é um dos únicos lugares da cidade que funciona 24 horas. Sentamos para beber uma cerveja decente e detectamos na mesa ao lado duas morenas não exatamente bonitas, mas opulentas e muito interessantes, conversando em inglês com sotaques europeus diferentes e muito carregados. Puxamos conversa em inglês com elas e acabamos juntando nossas mesas. Uma era espanhola e se chamava Victoria. A outra era checa, e se chamava Maria. As duas eram massoterapeutas, estavam participando de um congresso internacional que estava acontecendo na cidade, e deram a entender que estavam começando um romance. Tentamos propor um ménage à quatre para elas, mas não aceitaram. Disseram que topariam brincar só com Tia Emmanuelle. Daí perguntei se me deixariam apreciar visualmente a brincadeira, mas que disseram que não se sentem á vontade com isso. Como vi que Tia Emmanuelle estava entusiasmada com elas, aceitei as regras impostas pelas duas, e lá fomos nós quatro para casa. As três se trancaram no quarto e pintaram e bordaram por lá durante algumas horas, saindo eventualmente para ir ao banheiro ou beber água. Tentei vê-las de esguelha pela janela da varanda, com a ajuda de um espelho que fica na parede da sala, mas a posição era tão incômoda que depois de uns quinze minutos eu desisti. Voltei para a sala, liguei a TV, procurei por alguma coisa para ver nos canais abertos durante a madrugada e dormi vendo um programa chatíssimo na TV Cultura. Acordei por volta das 4 da manhã com o barulho das duas gringas saindo e Tia Emmanuelle as encaminhando até a porta. Depois de despachá-las, ela veio até mim, completamente nua, e disse:

"Me desculpe, meu anjo. Você não merecia isso. Te prometi uma noite especial e não rolou. Essas duas, pelo visto, não transam homem de jeito nenhum, tem verdadeiro horror a pinto. Tentei por meus vibradores na roda agora há pouco e elas rejeitaram. Só linguinha e tesourinha, nada de penetração. Mas foi legal mesmo assim."

"Pô, elas podiam ao menos ter permitido que eu ficasse olhando vocês três se pegando. Para mim já seria satisfatório. Achei descortês da parte delas, mas... Tudo bem, fazer o que?"

Foi quando ela olhou pra mim, meu deu um beijo, depois foi ao quarto, voltou com seu tablet na mão e disse:

"Tenho uma surpresinha pra você. Enquanto elas estavam no banheiro, deixei o tablet posicionado em pé atrás da minha bolsa pequena, que fica em cima daquela cômoda no quarto, e a câmera deve ter gravado tudo o que nós fizemos lá dentro. Quer ver, meu anjo.?"

Sorri para ela e dei um beijo bem gostoso na boca dela. Palavras eram desnecessárias. Ela checou para ver se o vídeo estava em ordem. Fez um sinal de okay, me mandou tirar a roupa e deitou no sofá. Então, disse:

"Então tira desse canal chato, liga logo o bluetooth da TV, deita esticado aqui atrás de mim que a sessão já vai começar..."

CONTINUA
NA TERÇA
QUE VEM


Ariel Almada nasceu em São Paulo,
e foi criado em Águas de Lindoya.
Engenheiro Elétrico por formação,
desistiu da profissão
ao montar a rede de lanchonetes
PAMONHARIA DA LUZ VERMELHA,
presente em Shoppings do interior
de São Paulo e de Minas Gerais,
onde garçonetes vestidas como prostitutas
servem aos clientes da casa
comidas, sucos e cervejas à base de milho.


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