Monday, August 21, 2017

QUERIDA TIA EMMANUELLE...... ROLO DE FILME #17 (por Ariel Almada)



No rolo de filme #16, Tia Emmanuelle e eu nos divertimos um bocado em nosso terceiro dia em Santos, a Reunião de Condôminos que estava marcada para quinta à noite finalmente aconteceu nesta sexta, e mais tarde Tia Emmanuelle devorou duas sapinhas gringas bastante hostis a mim, tanto que nem me deixaram vê-las em ação na cama. Mas por sorte Tia Emmanuelle gravou tudo em seu tablet sem que elas percebessem, e pude apreciar em detalhes a festa do velcro das três meninas. É deste ponto em diante que começa este novo rolo de filme. Luz, Câmera, Ação!



Sábado pela manhã, 9 horas aproximadamente. Mais um belo dia de sol em Santos. Fui acordado por Tia Emmanuelle, absolutamente exuberante num biquíni com listras horizontais pretas e brancas ornamentado com motivos de Marinha, e usando um quepe branco de comandante de navio. Ganhei como "bom dia" um beijo bem gostoso na boca e um afago no meu pau, que estava duro feito pedra de tanto tesão de xixi. 

"Bom, antes de mais nada, meu anjo, vá descarregar isso que eu quero ver se na volta sobra um pouco pra mim..."

Sorri para ela ao me levantar da cama, bati continência para ela e sussurrei no seu ouvido esquerdo:

"Seu desejo é uma ordem, capitã. Você sabe  que comigo não tem tempo ruim."

Mas quando voltei do banheiro, já aliviado e depois de fazer um bom gargarejo -- nenhuma paixão resiste muito tempo sem alguns cuidados de higiene básica --, meu bom amigo já estava a meio-palmo. Tive que pedir desculpas a ela: infelizmente não tinha sobrado muito daquela notável ereção matinal. Perguntei se ela se importaria em ministrar um esforço de emergência para restaurar minha pujância pirocal perdida. Ela sorriu, sentou-se no sofá da sala, então ordenou que eu me posicionasse de costas diante dela, abrisse bem as pernas e ficasse quietinho. Ela aproximou seu rosto por trás e começou a apalpar e dar mordidas na minha bunda enquanto passeava com suas duas mãos pelo meu corpo. Daí, ordenou que eu me agachasse levemente, e passou a lamber e a chupar toda a "faixa de gaza" entre o meu cu e o meu saco. Com sua mão direita, alcançou o meu pau, que imediatamente deu sinais de vida, e começou a massageá-lo sábia e carinhosamente, como se masturbasse um cavalo puro-sangue. Aquilo me deixou com muito, muito tesão...

Então, ela mandou que eu virasse em direção a ela e então, depois de algumas lambidas em slow-motion pelo meu pau, começou a engolí-lo centímetro a centímetro, até o talo, sempre olhando nos meus olhos e sorrindo. Contato visual nesses momentos é algo que enlouquece qualquer um, vocês sabem... Chegou a enterrar 3 dedos no meu cu, enquanto engolia meu pau cada vez mais quente e diante de uma explosão eminente. E não deu outra: explodi na boca dela, inundando tudo com minha lava agridoce. Ela, que vem ministrado boquetes diários na minha piroca, ficou impressionada com a quantidade de esperma que descarreguei em sua boquinha dessa vez. Havia tesão demais naquela explosão. Pois ela engoliu tudo e disse: 

"Ah, como eu adoro esse fondant bem quentinho grudado nas paredes da minha garganta logo pela manhã..."

Beijou meu pinto, já meio mole, com muito carinho e gratidão, e disse:

"É um privilégio poder contar com essa jeba adorável só pra mim. Mas, depois daquilo de ontem, sinto que está na hora de começar a compartilhá-la com outras bucetinhas. Prometo não sentir ciúmes"

Ela estava mais linda do que nunca com aquele sorriso safado e um pequeno rastro de esperma escorrendo pela boca. Eu não resisto, sempre que ela faz essa cara de menina que acabou de aprontar uma travessura eu fico completamente louco de tesão. Ela deu mais alguns beijinhos no meu pau, se levantou, deu um beijo na minha boca e falou:

"Agora vá se vestir, meu anjo. Leve um maiozinho por baixo. Estou levando as toalhas e a necessaire. Temos um compromisso em São Vicente às 11 horas. Não vou te dizer o que é agora, é uma surpresa por enquanto. Mas você vai gostar, tenho certeza. Assim que chegarmos lá, vamos tomar o café da manhã e aí eu te conto."

E lá fomos nós, seguindo pelas praias de Santos e São Vicente até a velha e linda Ponte Pênsil, que foi reformada e agora voltou a funcionar. São Vicente é uma cidade curiosa. Geograficamente é dez vezes mais bonita do que Santos. Mas por alguma razão político-administrativa que desconheço, a cidade parece não receber os cuidados que merece. Então, estacionamos diante de uma Marina no caminho para Praia Grande, e seguimos para o Restaurante que existe lá dentro para o café da manhã. Tia Emmanuelle disse, apontando para uma escuna ancorada um pouco diante de nós:

"Já passeou num barco desses alguma vez, gostosinho?"

"Não. Nunca pisei num barco na minha vida. Será que eu vou enjoar?"

Ela olhou para mim, sorrindo, e disse:

"Enjoar comigo ao seu lado? Impossível..."

De repente, um funcionário da Marina veio até nós dar as boas vindas e comunicar que o marinheiro estaria com a escuna a postos às 11 em ponto, e que nosso passeio duraria até as 17 horas. Disse ainda que apesar da escuna comportar 20 passageiros em circunstâncias normais, é comum operar com bem menos que isso na baixa temporada. Perguntei quantas pessoas viriam conosco no barco. Ele disse que 8 passagens foram vendidas, mas que 4 passageiros não haviam chegado ainda, apesar de faltar apenas 15 minutos para o início do passeio. E então nos apresentou ao casal que iria nos acompanhar: um advogado chamado Waldemar e uma ruiva bem branquinha e gostosona chamada Wanda, que ele apresentou como sendo "a patroa". Ele não primava pela simpatia. Já ela era um doce de mulher. Eram de Americana, tinham algo entre 35 e 40 anos de idade, e estavam passando uns dias em Praia Grande com familiares. Wanda nos disse que deixou os três filhos aos cuidados de sua sogra para que pudessem sair ao mar. Era a primeira vez que faziam algo assim. Engatamos uma conversa e ficamos amigos rapidamente. 

Pouco antes das 11 horas, um funcionário da Marina comunicou ao marinheiro que os outros dois casais não conseguiriam chegar a tempo, daí o passeio seria apenas com nós quatro. Se o barco já era confortável para 20 pessoas, para nós quatro ele parecia enorme. Aproveitamos a deixa para seguirmos adiante com nossa conversa. Wanda falou muito de sua vida como mãe e de seu trabalho como professora de ensino fundamental. Já o maridão advogado era de poucas palavras. Só se importava com a bela camera Canon digital profissional que carregava no pescoço, e com a qual fotografava sua mulher incansavelmente. Tia Emmanuelle e eu mentimos: dissemos que éramos recém-casados, e que estávamos em lua de mel.

Ao sairmos para o mar, perguntei ao marinheiro -- um senhor gordo, careca e de bigodes brancos de aproximadamente 60 anos de idade, chamado Jamil -- se existia da parte da Marina alguma objeção quanto a nadarmos nus nas paradas determinadas no passeio da escuna. Ele respondeu que não havia regras para isso, dependia da vontade dos passageiros, e como não havia nenhuma criança a bordo era só questão de nós, passageiros, chegarmos a um comum acordo, para que ninguém se deslocado no passeio. Passei para Tia Emmanuelle a situação que tínhamos alí, e ela, delicadamente, perguntou a Wanda e Waldemar se se importariam que nós dois nadássemos nus nas paradas para mergulhos. Wanda sorriu e disse que não só não se importaria, como gostaria de nos acompanhar nessa brincadeira. Waldemar disse que também topava, mas com uma condição: que o deixássemos gravar e fotografar nossos corpos com sua câmera através do fundo de vidro da escuna, perfeito para ver peixes e tartarugas no fundo do mar em águas mais rasas -- e também mergulhadores nus, porque não? Waldemar propôs que escondêssemos nossos rostos com máscaras de mergulho, para evitar qualquer constrangimento, mas nós insistimos que não era necessário esconder nossos rostos, pois não devíamos nada a ninguém. Todos riram.

Comunicamos então a Jamil sobre nosso acordo e ele disse que estava tudo bem. Só insistiu para que ninguém ficasse nu no barco enquanto estivéssemos visíveis aos olhos da cidade, para não termos problemas. E ainda declarou que, para nos deixar mais à vontade, ele pilotaria nu também. Caso quiséssemos incluí-lo em nossa brincadeira, bastaria chamá-lo, que ele estaria a postos, pronto para o que der e vier. Agradeci sua presteza e voltei ao grupo para passar a eles as instruções.

E lá fomos nós, saindo em direção ao mar, passando por baixo da Ponte Pênsil rumo à nossa primeira parada para um mergulho um pouco adiante da Praia das Vacas, que fica numa reserva florestal, fechada ao público. Ao chegarmos perto da praia, Jamil parou o barco e nos liberou para tirarmos nossas roupas e mergulhar. Tia Emmanuelle foi a primeira a tirar a parte de cima de seu biquini, pedindo minha ajuda para soltar os colchetes em suas costas. Com seus lindos seios livres, ela tirou sua calcinha exatamente ao mesmo tempo em que eu tirava minha sunga. De repente, estávamos nus diante daquele casal, que parecia meio paralisado diante da nossa sem-vergonhice. Antes que ficassem constrangidos, tratamos de mergulhar no mar. Ao passarmos por baixo da escuna pelo fundo do vidro, víamos os dois nos olhando, ainda vestidos. Saímos do raio de visão deles e continuamos nadando ao redor da escuna. Alguns minutos mais tarde, ouvimos o barulho de duas pessoas mergulhando. Eram os dois, finalmente nus, finalmente dentro d'água.

A água estava fria, mas mesmo assim ficamos ao redor do barco, agarrados a bóias de isopor, conversando. Wanda contou que já tinha nadado nua num rio quando era menina, mas que nada se comparava a ficar nua no mar. Tia Emmanuelle concordou. mas ressaltou que, para ela, tomar banho nua de cachoeira era ainda mais gostoso do que nadar nua no mar. Eu contei que fui criado nadando em lagos e rios, mas nunca nadei pelado, até porque ia sempre com homens e você nunca sabe quando um amigo vai resolver se declarar homossexual para você, daí melhor manter uma certa parcimônia na exposição diante deles. Disse ainda que tinha sérios problemas quanto a nadar nu na água fria, pois meu pinto ficava com proporções nipônicas, e era sempre um péssimo esforço de propaganda. Foi quando Tia Emmanuelle retrucou:

"Se estiver funcionando direitinho, querido, acredite: o tamanho não tem a menor importância"

Todos riram. Então, Wanda disse que apesar do pinto de seu marido não ter um pinto muito avantajado, ele tinha um poder de fogo invejável, pois emplacou nada menos que 3 filhos lindos nela. Mergulhei para dar uma conferida no tamanho do pau dele, e não me pareceu menor que o meu. Então disse a ele: 

"Ô Waldemar, não liga para o que ela está dizendo, teu pau é do tamanho do meu, e, francamente, nunca me achei dono de um pau pequeno, pelo contrário."

Foi quando Wanda, com um jeitão meio simplório, nos disse que é questão de referência. Contou que antes de conhecer Waldemar ela namorou com um cara que tinha um pinto tão grande, mas tão grande, que ela nunca teve coragem de dar para ele, com medo de ficar completamente arrombada, daí acabou casando virgem. Waldemar, logo em seguida, finalmente entrou na conversa e nos contou que ficou muito intrigado com tudo isso, e procurou por esse ex-namorado dela, pois não conseguia acreditar que pudesse existir um pinto do tamanho que ela havia relatado, e queria tirar a contraprova. Pois o cara mostrou para ele, chorando, dizendo o quanto ele era infeliz por ter um pinto tão largo e com quase 30 centímetros de comprimento, e o quanto o invejava por ter ficado com Wanda e ele não. Foi quando Tia Emmanuelle disse:

"Pois eu vivo dizendo aqui pro Ariel que é assim mesmo, que pinto muito grande não é sinônimo de felicidade... fui muito namoradeira, falo por experiência própria... sem contar que a maioria dos caras com pintos "plus size" brocham com frequência e são mais propensos a enfartos, pois num determinado dia não conseguem fazer o coração bombear para o pinto todo o sangue que ele exige na hora da transa e... THE END!... meninos, fiquem felizes e satisfeitos com os pintos que vocês tem, o importante é tê-los funcionando direitinho, o resto é bobagem"

Wanda e Tia Emmanuelle riram muito depois disso, e então se abraçaram e começaram a se tocar dentro d'água. Em poucos segundos, já estavam se beijando na boca, um beijo bem gostoso. Sem aviso prévio, as duas mergulharam e sumiram das nossas vistas. Tentei puxar conversa com Waldemar, mas ele rapidamente subiu de volta para a escuna, pegou sua câmera e começou a gravar imagens das duas nuas através do vidro no fundo do barco. Eu permaneci na água, me sentindo excluído de todas as brincadeiras que estavam rolando. Mas fiquei na minha, aguardando ser chamado pelas duas para entrar em cena.

E então as duas vieram, se esfregaram em mim, roçaram suas bucetinhas nas minhas pernas -- nada me deixa mais alucinado do que isso, acredite -- e, como duas sereias, me puxaram para baixo da escuna e me envolveram num balé meio maluco, onde posávamos para as lentes do advogado voyeurista, que -- dava para ver pelo vidro -- batia uma punheta enquanto nos filmava. Imaginei as imagens tremidas que ele estava  captando, mas não falei nada, a brincadeira estava bem gostosinha. Depois de subir para respirar duas vezes com elas, e voltar com elas lá para baixo, deixei que elas descessem sozinhas e subi para o convés. Interrompi a punheta de Waldemar perguntando se ele não gostaria de mergulhar com elas, pois eu poderia operar a câmera para ele. Ele agradeceu, mas declinou; disse que não gostava de se ver no vídeo ou em fotos, gostava mesmo é de ver outras pessoas fudendo, e "a patroa" participando ativamente. Insistiu que eu voltasse para a água para colher mais imagens, mas antes que eu mergulhasse novamente, Wanda e Emmanuelle vieram à tona e subiram a bordo de volta. Com as piores intenções possíveis, claro!

Waldemar manteve-se firme no comando da mise-en-scene e nos orientou a ficarmos num canto melhor iluminado da escuna. Tia Emmanuelle ficou sentada à minha direita e Wanda à esquerda. Enquanto Wanda me oferecia seus lindos seios para que eu mamasse, Emmanuelle engolia implacavelmente o meu pau, que começava a ficar bastante grandinho novamente, apesar do frio. Então, as duas sentaram cada uma sobre uma de minhas pernas, esfregando suas bucetinhas nas minhas coxas e seus peitos na minha cara, mostrando suas bundas maravilhosas para a câmera de Waldemar. De repente, Tia Emmanuelle posicionou-se novamente ao meu lado, vestiu uma camisinha no meu pau, passou muito KY na bucetinha de Wanda e ordenou que ela deixasse meu pau escorregar para dentro dela, bem devagarzinho, para que a câmera de Waldemar não perdesse um detalhe sequer da penetração. Ajudou a encaixá-lo no comecinho e deixou o resto rolar naturalmente. Wanda se acabou no meu pau feito uma cabrocha na avenida. Como tinha ginga aquela ruiva branquela. Waldemar estava indo à loucura gravando sua mulher sendo comida por outro homem. Tia Emmanuelle tratou de se posicionar entre nossas pernas e comeou a lamber meu saco e a bunda de Wilma enquanto fodíamos sem parar, e Waldemar aproximou a câmera para flagrar todos os detalhes possíveis. . Quando Wanda gozou, Tia Emmanuelle a colocou de quatro e começou a chupar freneticamente toda a área entre sua bucetinha e seu cuzinho, e começou a abrir caminho em seu cu com seus dedos, usando tudo o que ainda restava no frasco de KY. Quando já estava conseguindo enterrar 3 dedos lá dentro, me convocou para enrabar a ruiva -- e lá fui eu, cu adentro daquele mulherão maravilhoso. Wanda estrebuchava, parecia que nunca tinha levado uma piroca no cu antes. Estava completamente louca, rebolava com tanta força que deixou meu pau extremamente dolorido nas horas que se seguiram àquela trepada. Tia Emmanuelle aproveitou o embalo e correu para o pau de Waldemar, que estava quase explodindo nas mãos dele. E não deu outra: assim que ela engoliu a glande, o pau do advogado voyeur explodiu na boca dela. Ela, que havia ficado impressionada com a quantidade de esperma que larguei em sua garganta pela manhã, estava agora assustada com o dilúvio de esperma desencadeado por Waldemar. Mas não deixou por menos: engoliu tudinho.

Um detalhe curioso: Wanda gozou ruidosa e alucinadamente quatro vezes enquanto eu comia seu cu. E na quarta vez, para minha surpresa, ela desmaiou e por pouco não caiu no mar, desfalecida. Por sorte, Waldemar e eu estávamos alertas, e a seguramos em tempo. Waldemar finalmente largou sua câmera por alguns minutos e a amparou até que voltasse a respirar normalmente.

Percebi que Jamil, nosso marinheiro, estava lá em cima pilotando a escuna pelado e estava visivelmente decepcionado por não ter sido chamado para participar da brincadeira. Daí perguntei para Tia Emmanuelle, reservadamente, se seria o caso de chamá-lo para baixo quando começássemos a brincar novamente. Ela sorriu e respondeu:

"Deixa ele quieto lá no banco de reservas, meu anjo. Mais tarde, se essa brincadeira realmente prosseguir, e você não tiver mais gás para dar conta de nós duas, aí nós pedimos ajuda a ele -- até porque esse Waldemar é bem fraquinho, hein? Ele não dá nem para a saída..."

"Tem razão... essa ruiva fogosa merecia coisa muito melhor..."

 "Ainda bem que o Waldemar não é ciumento e vez ou outra deixa sua mulher ser enrabada por gente que realmente entende do riscado -- como você, meu anjo..."

"Sempre bom ouvir elogios seus, meu amor"

" Aliás, depois eu vou querer saber direitinho qual foi a sensação de comer uma mulher diferente depois desses dias todos transando só comigo..."

"Olha, o que eu posso te dizer desde já -- veja bem: é um comentário preliminar, pode mudar dependendo do que ainda acontecer hoje -- é que ela despertou meu apetite, mas não me saciou... para me saciar precisa muito mais do que isso..."

"E eu... te sacio?"

"Você tem alguma dúvida?"

Jamil gritou lá do alto que estava na hora de seguir para a próxima etapa do passeio. Fomos em direção ao Guarujá, passando bem perto dos navios cargueiros estacionados que aguardavam para entrar no Porto de Santos. Fizemos uma parada rápida de 30 minutos no Saco do Major, uma praia paradisíaca com acesso apenas por mar, que fica logo na entrada da Baía de Santos, mas não ficamos nus por recomendação de Jamil, que diz que tem sempre olheiros escondidos na mata, e que já rolaram alguns assaltos por alí. Em seguida, seguimos num tour pelas praias do Guarujá até o Perequê, uma praia só de pescadores, onde paramos para um almoço na areia simplesmente maravilhoso. Depois, voltamos pelo mesmo caminho que viemos, tomamos banho de sol nus no convés, mas, para não correr o risco de uma congestão, evitamos novos mergulhos e novos ménages à trois nas duas horas que se seguiram. Pouco antes de passarmos novamente pela Praia das Vacas, Tia Emmanuelle e Wanda foram agradecer a Jamil pela boa vontade conosco, e pagaram boquetes para ele terminar seu dia de trabalho mais alegrinho. Ele agradeceu muito a gentileza delas. Curiosamente, veio agradecer a Waldemar e a mim também.

 Na despedida, trocamos telefones, emails, pedidos de amizade no facebook, prometemos que permaneceríamos em contato, mas a verdade é que nunca mais vimos ou ouvimos falar de Wanda e Waldemar. Cheguei a mandar alô algumas vezes para Wanda pelo Facebook, mas ela nunca respondeu. Tia Emmanuelle tentou contato com Waldemar tempos depois, por conta de uma encrenca judicial em que se meteu, mas ele nem deu resposta. Das duas, uma: ou não estavam prontos para encarar a brincadeira que propusemos e embarcaram por impulso, voltando para a concha logo depois, ou então repetem esse procedimento sempre para evitar segundos encontros com um mesmo casal. Vai saber...

A única recordação que guardamos deles foi um pen-drive que ganhamos de recordação com cópias das imagens que Waldemar colheu com sua câmera naquele barco. Tinha de tudo: imagens tremidas captadas enquanto ele batia punheta, e outras imagens muitíssimo bem iluminadas, quase profissionais -- sem contar os stills, todos muito bem clicados. Pelo menos nisso, Waldemar era craque.

Eram 5 e 30 da tarde, e já estávamos em Santos, quase chegando no nosso prédio no Canal 4. Tomamos um Chopp no Quiosque Burgman -- na praia, quase defronte ao prédio -- e Tia Emmanuelle disse:

"Querido, o mar está uma piscina hoje. Vamos descansar um pouco agora e, lá pelas duas da manhã, quando a maré estiver subindo, que tal darmos um mergulho e uma trepadinha bem gostosa dentro d'água?"

 "Claro! Vamos sim. Com você eu topo tudo..."

"Aliás, me conta o que você achou de comer o cu de uma mulher tão gritona e escandalosa. Você gosta de gritaria na hora de trepar?"

"Francamente? Tem dias que eu gosto e dias que eu não gosto. Tem vezes que eu acho a gritaria tão exagerada que acaba me tirando o tesão. Mas hoje foi legal. Não achei a gritaria dela fake, me pareceu genuína."

"Eu já tenho minhas dúvidas. Tem mulher que se habitua a fazer um numerozinho na frente do marido, e não consegue mais se libertar dele. Talvez ela seja uma dessas, mas não posso afirmar com certeza. Agora, que ela é bonitona e gostosona, isso é inegável. E pelo que percebi, não só gostava muito de fuder como estava necessitada de um homem de verdade."

 "De qualquer maneira, quando eu te disse que ela não me saciou, eu estava falando a verdade. Foi até bom não ter rolado um segundo round daquela brincadeira. Guardei fôlego para mais tarde com você"

"Então façamos assim: o mar está uma piscina hoje. Vamos descansar um pouco agora e, lá pelas duas da manhã, quando a maré estiver subindo, que tal darmos um mergulho e uma trepadinha bem gostosa dentro d'água?"


 "Claro! Perfeito. Vamos sim. Com você eu topo tudo..."

Terminamos o chopp e fomos descansar. Mas não conseguimos acordar às 2 da madrugada. Estávamos mais cansados do que suspeitávamos estar. Acordamos por volta das 5 da manhã, pouco antes do dia amanhecer. E lá fomos nós para a praia, iniciar um novo dia trepando bem gostoso dentro d'água. Às 6, já estávamos de volta ao apartamento. Às 6 e meia, fechamos o apartamento e seguimos de carro de volta a São Paulo. Às 8, estávamos tomando café da manhã na nossa padaria na Teodoro Sampaio com Fradique Coutinho. E às 9 estávamos de volta à cama, nus, abraçados, fazendo umas sacanagenzinhas inconsequentes e pouco objetivas e vendo um filme vagabundo na TV. Precisávamos descansar de nossas estrepolias litorâneas e Tia Emmanuelle propôs que tivéssemos um dia sem sexo, para recarregarmos as baterias de forma plena. Eu concordei. Então começamos a rir, ela virou sua bunda para mim e eu a comi de ladinho debaixo do cobertor até desabarmos de sono. Detalhe: pela primeira vez adormeci durante uma trepada, com meu pau encaixado na bucetinha da mulher amada. Quer saber? Adorei a novidade.



CONTINUA
NA TERÇA
QUE VEM


Ariel Almada nasceu em São Paulo,
e foi criado em Águas de Lindoya.
Engenheiro Elétrico por formação,
desistiu da profissão
ao montar a rede de lanchonetes
PAMONHARIA DA LUZ VERMELHA,
presente em Shoppings do interior
de São Paulo e de Minas Gerais,
onde garçonetes vestidas como prostitutas
servem aos clientes da casa
comidas, sucos e cervejas à base de milho.



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