Wednesday, September 6, 2017

QUERIDA TIA EMMANUELLE...... ROLO DE FILME #19 (por Ariel Almada)



No rolo de filme #18, Tia Emmanuelle e eu nos divertimos um bocado num passeio cultural de domingo pela Avenida Paulista. Confesso que jamais poderia imaginar que aquela Avenida que de segunda a sexta abriga o maior Centro Financeiro do país escondia tantos tesouros culturais. Me senti um caipirão. Ao voltarmos para casa depois de uma visita à Japan House, Tia Emmanuelle transformou-se numa gueixa e fizemos sexo de uma maneira diferente de todas as que experimentamos anteriormente. Ao final, tomamos um banho juntos para tirar a tinta dos nossos corpos e fomos comer, pois estávamos famintos. É deste ponto em diante que começa este novo rolo de filme. Luz, Câmera, Ação!


Era domingo à noite. Estávamos na sala, nus e recém-banhados, comendo os sanduíches do Ponto Chic que trouxemos e assistindo Manhattan Connection na TV enquanto Tia Emmanuelle imitava todos os integrantes da mesa do programa, um a um. Adorei o Pedro Andrade dela, simplesmente impagável. E também viadésimo, claro!

"E aí, bonitinho, gostou mais de qual dos dois: do Rococó ou do Bauru?"

"Olha... acho que o Bauru vai melhor com Guaraná. Já o Rococó é para tomar com cerveja, muita cerveja... É bastante salgado. Mas os dois são deliciosos."

"Qualquer hora dessas te levo para conhecer a loja original deles lá na cidade, no Largo do Paissandu. Funciona no mesmo lugar há 80 anos."

"Podemos ir à cidade amanhã... Que tal?"

"Olha... só se for à tarde... vou ter que ir ao trabalho pela manhã para resolver umas pendências e anunciar que vou esticar meu sumiço por mais uma semana... não dá para sumir sem dar satisfações, podem estar contando comigo para alguma coisa por esses dias..."

"Claro, tem razão..."

"Vou acordar cedo. Quero estar lá às 8 da manhã. E estou caindo de sono."

"Vá descansar então. Eu ainda estou sem sono. Acho que vou ler alguma coisa."

Foi quando Tia Emmanuelle levantou as sobrancelhas e disse:

"Quer ler o meu blog?"

"Ora, Ora... você tem um blog..."

"Tenho, é de contos eróticos. Eu assino com um pseudônimo: Jocasta Bronstein. O nome do blog é Natural Born Slut."

"Olha... quero ler sim. Me passa o link que eu leio no celular."

"Olha, o blog está hospedado na Wordpress, e é meio chatinho de ler no celular. Estou até pensando em levá-lo para o Blogger, é uma plataforma mais versátil, se adequa bem a celulares, tablets e telas normais, sem distinção. Venha ler no telão do meu iMac, é melhor."

Seguimos para o escritório, ela acessou o blog, levantou da cadeira, me disse para sentar, me deu um beijo bem gostoso, e disse:

"Amanhã me conta o que você achou, meu anjo. Boa Noite e Boa Leitura."

Cliquei num conto aleatório e dei de cara com uma história muito legal sobre um ménage à trois entre mãe, filho bêbado e um amigo do filho bêbado. Compartilho com vocês:  


MAMÃE, MAMÃE...


O que eu venho a relatar a vocês não deve ser comentado com ninguém. Eu pensei muito antes de desabafar, com medo de ferir alguns princípios morais e éticos, e também de eventuais represálias. Mas o caso é que eu não poderia guardar esta deliciosa história só para mim.

Eu estava recém-separada e de mudança para outra cidade, e não queria guardar nenhum tipo de lembrança daquele relacionamento que acabou de forma muito dolorosa. Meu marido me trocou por uma garotinha de 18 anos. Homens mais velhos acham que desafiam a morte envolvendo-se com menininhas jovens e bonitas.

Sempre me achei uma mulher atraente, e sempre gostei de expor minhas curvas em vestidinhos bem justos, que sempre chamavam a atenção por onde eu passava. Modéstia a parte, minha bunda é generosa e empinada. Muita passista de Escola de Samba morreria de inveja dela. Mas o caso é que naquele momento difícil da minha vida, minha auto estima estava tão baixa que eu vivia completamente desligada de sexo e de qualquer outra coisa que me desse prazer.

Meu filho estava sofrendo muito com a separação. Era adolescente, cursando o Segundo Grau, começando um namoro e de repente teve que administrar essa bomba em sua vida. Ficava preocupada, com receio dele não me apoiar, afinal, os filhos sempre desejam que os pais fiquem juntos. Pois ele preferiu ficar com o pai, e me deixou sozinha.

Deixei a velha casa por um apartamento térreo não muito grande num velho condomínio. Antes de ir embora, fiz uma "garage sale" para me livrar de tudo o que lembrasse minha "vida posterior". Queria começar de novo limpa. Mesmo assim, levei comigo os poucos objetos do Bernardo, meu filho. Vai que um dia ele se desentende com o pai e resolve vir morar comigo. Ficou de me ajudar na mudança, mas não apareceu. Mandou uma mensagem por sms dizendo que no dia seguinte viria bem cedo lá para conversarmos. Mas o dia inteiro se passou, anoiteceu e nada dele aparecer. Liguei no seu celular e ele estava estranho, não falava coisa com coisa. Fiquei preocupada. O que poderia ter acontecido?

De repente, ouço uma buzina na frente de casa. Um amigo do Bernardo veio trazê-lo. Eles riam alto e carregavam uma garrafa de vodka. Perguntei a ele o que significava aquilo, e ele respondeu que estava precisando se divertir. Logo presumi que ele estivesse descontando na bebida a revolta pela separação dos pais, então não briguei com ele. Ao invés disso, convidei os dois para entrar. O amigo dele estava mais sóbrio. Be estava uma lástima, trançando as pernas, visivelmente embriagado! Os dois pareciam ter a mesma idade. Eram ambos franzinos e com pequenas penugens no rosto, que eles travavam como se fossem barbas de verdade.

A primeira coisa que fiz foi mandar Be para o chuveiro para ver se curava o porre, mas percebi que ele não tinha condições de tomar banho sozinho. Então solicitei ao Leonardo -- era esse o nome do amigo dele -- que desse um banho nele, e ele disse:

"Nem fudendo. Isso é tarefa de mãe, não minha. Bebeu porque quis."

Levamos o Be para o banheiro e lá comecei a tirar a roupa dele. Continuava magro como quando tinha 14 anos! Tirei o calção mas mantive sua cueca. Foi quando observei que um volume estava se formando na região de seu pinto, bem diferente de quando eu havia visto ele pelado pela última vez alguns anos atrás. Coloquei-o debaixo do chuveiro, e aquela cueca branca ficou totalmente transparente. Era tão peludo que surgiu um borrão negro em toda a frente da cueca, e em meio àquilo o volume só aumentava, sendo que sua chapeleta já se posicionava para fora da cueca. Fiquei impressionada. Era uma piroca de responsa, bem maior e mais grossa que a do pai dele.

Leonardo ficou longe dalí, e aguardava na cozinha, nem queria ver o que estava acontecendo. Be estava fora de si, e enquanto eu o esfregava sempre esbarrava naquele pinto enorme latejante de tesão. Então chegou a hora de lavar aquele pinto glorioso, daí enfiei a mão dentro da cueca e fiz nele movimentos leves numa quase-punheta para lavar tudo direitinho. Quando toquei sua chapeleta, ele suspirou, aparentemente de dor. Tirei a mão rápido. Foi quando ele sussurrou: "Continua mãe!"

Naquele momento ficou claro para mim que ele não só sabia que era eu, como também estava gostando daquilo tudo. Então tirei então aquela cueca e comecei a lavar a bundinha dele, passava o sabonete naquele cuzinho bem rosado. A pele de Be era branquinha como a lua. Sua piroca era tão linda e tão gostosa que chegava a ter a cabeça roxa. Ele se virou de costas e eu continuei a esfregá-lo cheia de tesão! Aquilo era um misto de medo e aventura, como quando a gente transa escondido dos pais. Eu, como sempre, vestia meu vestidinho coladinho, e lembro que acabei me molhando toda e o vestido ficou transparente. Meus pentelhos estavam aparecendo por fora da calcinha. Eu estava muito peluda. Estava sem foder há um bom tempo!

Be se mexia muito, e de repente aquele pintão veio em direção ao meu rosto e me deu uma bofetada. Não resisti e passei a língua, tentando não pensar que estava lambendo o pau do meu filho. Chupei a chapeleta dele bem gostosinho. Engolia o pau dele por inteiro a cada chupada. Chegava a chocar meu rosto com as bolas dele. Estava fora de mim. Minha buceta piscava. Escorria um mel gostoso de dentro dela. Era muito, muito tesão!

Como estávamos demorando, Leonardo foi ver o que havia acontecido e me pegou com a boca no pau do meu filho. Ficou com os olhos arregalados a princípio. mas, logo depois, olhou para mim e disse: "Também quero!". Abriu as calças e enfiou seu pau na minha boca. Não era pintudo como Be, mas dava pro gasto. Mamei, mamei, mamei aquele pinto até ele gozar na minha cara.

Então, enquanto contemplava o pau de Leonardo diminuir de tamanho diante de meus olhos, sinto duas mãos me pegando por trás. Era Be, que me posicionou de quatro debaixo do chuveiro e enterrou seu pintão na bucetinha da mamãezona aqui.E pensar que o pai dele nunca teve muita imaginação e sempre me menteve numa dieta de "papai-mamãe". Pois agora a brincadeira era "filhinho-mamãe", e eu estava adorando. Nossa, que tesão...

Be fodia forte, chegava a me machucar, mas não reclamei em momento algum. Nunca avia sentido um volume tão grosso dentro de mim. Deitei-o no chão do box com cuidado e me preparei para receber aquela piroca maravilhosa por baixo. Abri bem a buceta e sentei devagar, cavalgando naquele bezerrinho que quinze anos atrás sugava o leite das minhas tetas!

Leonardo tentou se posicionar atrás de mim com seu pau novamente duro para me ensanduichar pelo cu, mas dei um grito com ele e mandei que ele fosse embora dalí e esperasse na sala, que o dele viria depois. Rebolei na piroca do meu filho até sentí-lo explodir dentro de mim. Foi uma catarse completamente louca. Nos abraçamos a seguir. Foi estranho e lindo, tudo ao mesmo tempo. Ao final, Be disse:

"O Leo está esperando para te comer, não dá pra ele, por favor, dá só pra mim."

"Então manda ele embora daqui", disse para Be.

Leo foi embora. Be voltou para o banheiro e pediu que eu ficasse de quatro pois queria comer meu cu. Pedi a ele que me deixasse chupar o pau dele até que estivesse em ponto de bala novamente e pedi que ele alcançasse o KKY no armário do banheiro e lambusasse bem o meu cuzinho antes de entrar. Pedi também que fossse com jeito, pois nunca tinha dado o cu para alguém com um pinto tão grande. Ele entrou com cuidado, e muito jeitinho. Socou algumas vezes lá no fundo. Cheguei a me cagar na hora, mas ele, imediatamente, ligou o chuveirinho e limpou tudo antes que eu ficasse constrangida. Bom menino. Bem educado. E então começou a socar meu cuzinho, me deixando completamente maluca. Como ele conseguia ser aquela britadeira depois de ter bebido tanto é um daqueles mistérios que só a juventude é capaz de explicar. Ao final, nos beijamos num frenesi de paixão que nunca senti por homem nenhum.


Foi a primeira de uma série de trepadas sensacionais com meu filho. Graças a elas, consegui me recompor mais rapidamente do luto do fim do casamento. Graças a elas também, consegui convencer Be de que o lugar dele era ao meu lado, e não na casa do pai dele. Vivemos maritalmente por um ano e meio. Paralelamente a isso, nunca deixei de incentivar Ber a ter namoradas, e ensinei a ele tudo o que sabia para que ele jamais fizesse uma mulher infeliz com falta de imaginação e desinteresse sexual. 

Hoje, Be está casado e tem 3 filhos. Eu nunca mais me casei, mas continuo desfilando por aí com meus vestidinhos justos aos 40 e poucos anos, e namorando bastante, para tirar o atraso de tantos e tantods anos de fidelidade. Um dia desses uma vizinha aqui do condomínio me viu e me chamou de ridícula. Mal sabe ela que, vira e mexe, o marido dela vem fazer visitas íntimas aqui em casa.

Quando terminei de ler, fiquei tentando imaginar Tia Emmanuelle como autora daquele texto, e francamente não consegui. Não era o vocabulário habitual dela. Soava estranho. Mas, como ficção me pareceu muito bom. E esse estranhamento até contava pontos a favor dela.

Procurei um segundo conto para ler, e escolhi um que tinha um título bem safado.

Foi uma excelente escolha, que eu, mais uma vez, compartilho com vocês:


PAPAI E MAMÃE SE DIVERTEM COM O JARDINEIRO


Ainda há pouco estava pensando em como deveria começar a explicar como passei por aquela situação tão inusitada, que até hoje, vinte anos depois, ainda me faz ficar excitada só de lembrar.

Devia ser janeiro, eu acho, devido ao calor que fazia. Eu, naquela época ainda morava com meus pais. Eles tinham uma bela casa, com piscina, muitas salas e suítes. Minha vidinha era pacata e eu tinha tudo que queria: as melhores roupas, os melhores perfumes, um carro do ano... Meu pai havia se aposentado há alguns meses, era um respeitado médico em Porto Alegre. Já minha mãe era do tipo madame, uma coroa enxuta, siliconada, e ainda com tudo em cima. Ela vivia as tardes à beira da piscina tomando banho de sol, sempre exibindo aquela barriguinha sarada que toda rata de academia tem.

Sempre havia gente circulando lá em casa, apesar de sermos apenas nós três na família. Trabalhando na casa havia uma cozinheira, uma faxineira e um jardineiro. Muito bonitão esse jardineiro. Ele era o filho da cozinheira que há anos trabalhava lá em casa. Era um moleque brincalhão, bobinho, mas em pouco tempo se tornara um belo homem, moreno, alto e com um tórax bem definido.

Naquela época, ele estava fazendo alguns trabalhos como modelo, minha mãe o estava ajudando, levando-o para algumas agências. Os doiss sumiam a tarde inteira e diziam que estavam entregando os books. Sempre desconfiei que ela tivesse alguma coisa com ele, afinal eu sempre notava algumas olhadas suspeitas entre os dois. Mas, como ele tinha namorada, e minha mãe era casada, ficava tudo por isso mesmo.

Um dia, eu disse para minha mãe que eu ia sair, mas desisti e resolvi ficar entocada em casa. Ela continuava lá, na beira da piscina, com a bunda para cima e um biquini minúsculo enterrado no rabo bem. Para piorar, meu pai ainda havia mandado arrumar a calçada da piscina que havia quebrado, e alí estavam dois pedreiros suados e sem camisa, que não tiravam os olhos dela. Ela, por sua vez, se exibia como se estivesse numa vitrine. Virava e desenterrava o minúsculo biquine de dentro da bunda na frente daqueles dois brutamontes. De repente, minha mãe tira a parte de cima do biquini, e faz topless diante dos dois, num flerte aberto com o perigo. Tenho que tirar o chapéu, ela uma morena linda, sempre bronzeadíssima. Eu, só de ver a minha mãe alí, quase nua diante daqueles trogloditas, comecei a ficar molhadinha...

Marcelo, o jardineiro, estava na área também, lindíssimo, sempre sem camisa. Debaixo de sol forte via seu suor brilhar, escorrendo para dentro da bundinha dele cada vez que ele se agachava para podar as rosas da mamãe. Ele era um tesão!

Pois não é que mamãe aproveita que Marcelo está por perto e o chama para passar bronzeador nas suas costas. E ele sai derramando aquele óleo por toda a sua pele, esfregando com cara de quem estava gostando e muito. Ele passa bronzeador na bunda dela por baixo do biquini e, sem fazer a menor cerimônia, enfia um dedo entre o rabo dela. Ela era safada, provocante! Adorava deixar o pobre jardineiro de pau duro, e então levantava dalí e ia para dentro de casa.

Mas naquele dia ela fez diferente. Depois do banho de sol, ela entrou e foi para o banheiro do seu quarto, onde meu pai dormia profundamente, roncando alto. Antes de subir, disse algo no ouvido do Marcelo. Ela entrou e fechou a porta. Minutos depois, chama por Marcelo, que sobe com uma toalha na mão, entra no quarto e deixa a porta entreaberta. Eu, de mansinho, fui espiar para saber o que estava acontecendo.

Minha mãe estava nua, e o garotão secava ela. Eu podia ver que ela se escorava na cama enquanto ele enfiava a toalha por trás no rabo dela. Tudo isso na frente do meu pai, deitadão alí do lado.

E então, eu, tolinha, percebi que meu pai não estava mais dormindo. Ele havia levantado e estava sentado numa poltrona só observando aquela safadeza toda, e ainda batendo uma punheta. Marcelo deitou minha mãe deitada, abriu as pernas dela e passou a língua dentro daquela bucetão cheia de pelos. Com os dedos ele abria os beicinhos dela! Mamãe massageava seus mamilos enquanto ele já demonstrava o pau bem duro por dentro das calças. Abre o zíper de sua calça e lança aquela tora para fora. Era um caralho grande e cabeçudo, um monumento! Coloca minha mãe de joelhos no chão e a faz chupar aquela enorme rola. Pressiona a cabeça dela e a pressiona de encontro a sua jeba monumental, enterrando na goela dela até ela nausear... Ainda de longe, meu pai mandava ele comê-la, e Marcelo obedece, colocando-a de quatro na cama. Meu pai estava adorando a cena e incentivava o rapaz a foder minha mãe das maneiras mais absurdas. Ele pedia para bater na cara dela, e ainda gritava:

"Bate, dá na cara dessa vadia! Essa puta gosta de apanhar..."

Então meu pai ordena que ele coloque sua rola no cuzinho dela. Ela faz que tenta fugir, mas Marcelo a domina e manda minha mãe calar a boca. Cospe no cu dela, que pisca de tesão, enquanto ela empina a bunda, pedindo para se penetrada. Devagar ele vai entrando no rabo dela, e depois espeta bem forte até o fundo do seu rabo inúmeras vezes. Ela grita, diz que dói, mas ele só faz o que meu pai manda ele fazer.

Então, de repente, papai entra em cena e diz para Marcelo: "Agora deixa o cu dela para mim. Se ajeita aí embaixo."

Eu não podia acreditar no que estava vendo: mamãe ensanduichada, com o pau de Marcelo enterrado em sua Buceta e a rola de papai no seu cu. Mostrava orgulhosa para eles o rombo que haviam feito na bunda dela. Gargalhava loucamente enquanto era currada frente e verso.

Mamãe era muito safada, mas eles dois também eram. E eu, da porta olhava e sentia meu rabinho latejar, querendo uma pica bem grossa também. Eu estava de saia, arredei minha calcinha para o lado e massageava meu grelinho. Minha xoxotinha estava ensopada de tesão. Queria também ter dois me fodendo, me arregaçando todinha... Nesta hora eu já colocava os dedos dentro da minha bucetinha, que se contraia e fazia escorrer uma geléia  bem quentinha.

Os dois aceleravam o rítmo e mamãe dizia:

"Vai, vai... eu quero ser arregaçada hoje, enfia tudo até o fim. Os dois... os dois..."

E eles atenderam seu pedido e fizeram com que ela gozasse bem gostoso. Quando foi a vez deles, puxaram os paus para fora e jorrar impiedosamente na cara dela, batendo com as duas picas na sua língua.

Eu voltei para o meu quarto antes que eles me vissem e lá fiquei. Ouvia barulho de chuveiro. Acho que os três tomaram banho juntos.

Poucos dias depois disso, Papai e Mamãe viajaram numa espécie de Segunda Lua de Mel pela Europa. Me deixaram sozinha em casa por mais de um mês. Com Marcelo. Fudemos sem parar todos os dias em que ficamos juntos. Engravidei. Meus pais me obrigaram a casar com ele. Eu não quis. Preferi tirar. Hoje, virei sapa e moro com Maira, a quem amo muito. Marcelo ficou com mamãe, que está viúva, sessentona, e continua fogosa como antes. O dado curioso dessa história toda é que, apesar de mamãe ter vendido a mansão quando papai morreu, e morar hoje num apartamento sem uma planta sequer, seu fiel jardineiro permanece a postos.

Levantei para beber um copo d'água na cozinha e senti que também estava bastante cansado depois daquele dia movimentado. Passei pelo quarto e Tia Emmanuelle já dormia profundamente. Voltei para o computador e li mais este conto antes de me aconchegar ao lado da minha gueixa pela noite adentro.


SOZINHAS EM CASA, AS MANINHAS SE DIVERTEM


Era uma sexta feira chuvosa e eu cuidava de Sabrina, minha irmã mais nova, enquanto minha mãe trabalhava para nos sustentar. Sabrina tinha na época 13 anos. Eu tinha 23.

Nós duas brigávamos bastante. Ela era a filha caçula mais mimada do mundo. Morria de ciúmes de mim. Reclamava que mamãe me deixava sair à noite e trazer meus namorados em casa, mas ela não podia nada disso. Tinha ciúmes até dos meus cabelos pintados e das minhas pernas depiladas.

Mas no fundo eu entendia o que ia na cabeça dela. Bastava lembrar como era comigo quando eu tinha a idade dela. Mamãe era viúva e fazia de tudo para nos dar uma vida confortável. Sempre falava que tínhamos que ser meninas exemplares, para não falarem por aí que, devido à ausência de nosso pai, tínhamos sido mau-criadas.

Eu e a Sabrina passávamos o dia todo juntas nas férias. Quando minha mãe não estava por perto, ela era um amor comigo, conversávamos sobre os mais variados assuntos, inclusive de minhas aventuras sexuais por aí. Fazíamos pipoca e assistíamos filmes da TV a tarde toda. Dormíamos sempre juntas, bem abraçadinhas, sempre trajando apenas camiseta, calcinha e meia... Fazíamos chapinha nos cabelos uma da outra, e ela se deliciava experimentando os os vestidos curtos que mamãe comprava só para mim.

E já naquela época eu começava a perceber que minha maninha não era mais tão criança, já tinha definido uma bundinha bem durinha e empinadinha por sinal, as tetinhas dela já estavam desabrochando, com biquinhos rosados e ainda, pelos na xoxotinha.

Sabrina me revelado numa daquelas noites que sonhou que estava com um menino e que acordou com a bucetinha toda melada. Disse que a sensação era maravilhosa, que sua bucetinha piscava e ela tinha vontade de mexer lá sem parar, mas que, como dormia comigo, ficou com vergonha. Eu disse a ela que isso era normal, e que não precisava ter pudor, pois era sinal de que ela estava virando mulher. Disse ainda que quando sentisse vontade poderia mexer nela o quanto quisesse.

Pois bem: na noite seguinte eu acordo no meio da noite e vejo Sabrina gemendo. Olhei para ela e vi no seu rosto a expressão máxima de prazer, ela de olhos fechados mordendo os lábios. Levantei o lençol e percebi sua mão entre as pernas. Ela estava batendo uma sirica. Podia ouvir o barulho do líquido que vertia da xoxotinha dela. Ela estava encharcada... Eu comecei a ficar excitada também, senti o bico dos meus seios já ficando duros e minha bucetinha entrando em contrações, mas achei melhor virar para o lado e dormir.

No dia seguinte, toquei no assunto com ela. Ela me confessou que já não aguentava mais de tanto desejo e que queria saber como era fazer sexo com alguém. Comentou que uns garotos da escola haviam passado a mão na bunda dela uma vez e a chamaram de gostosa. Perguntei se não havia rolado nada com algum deles e ela disse que não, mas que um deles falou um dia desses que queria muito transar com ela. Perguntei porque ela não dava para ele. Ela ficou irritadíssima comigo. Me chamou de louca. Mas algumas horas depois veio até mim e se desculpou, dizendo que estava descontrolada, louca de vontade de dar para aquele menino saliente.

Então eu resolvi ajudar. Escolhi para ela um vestidinho comportado e uma calcinha fio-dental que separasse até os beicinhos dela. Fiz suas unhas, arrumei seu cabelo, tirei as sobrancelhas e depilei todos os pelos de seu corpo, menos os da bucetinha. Ela vibrava. Há tempos já queria ser mulher.

Mas alguma coisa ainda estava errada, os pentelhos da xoxotinha dela saíam para fora da minúscula calcinha, daí eu pedi que ela ficasse de pernas abertas sobre a cama enquanto eu passava uma tesoura para apará-los bem rentes à pele. Seus pentelhinhos eram castanhos claros, bem macios. Depois, com meu Ladyshave, desmatei cada pelinho daquele rabinho. À princípio, pensei em desmatar só nas laterais, mas estava tão macio que ela me pediu para deixar toda a bunda lisinha.

Quando terminei na bundinha, ela pediu para deixar a bucetinha lisa também. Então, abri um beicinho da xoxotinha dela e passei a lâmina, derramando água quente com a mão para ajudar a tirar a espuma.

Naquele momento comecei a sentir tesão pelo que estava fazendo na minha irmã. Sentia vontade de ter aquela bucetinha angelical na minha boca. Ela era toda cheirosa, uma delícia de menina. Eu notava que enquanto eu a depilava e passava a mão para limpar a área depilada, ela demonstrava um aumento de volume no seu clitóris. Eu já estava louca de tesão por ela, e ela parecia estar gostando. Eu aproveitava quando tinha que limpar com a mão e esfregava os dedos no grelinho dela, só para sentir escorrer aquele mel de dentro de sua bucetinha. Notei que ela começava a passar a mão em seus seios e já os apertava com desejo.

Ao terminar, peguei um espelho e mostrei a ela como tinha ficado. Ela adorou. Disse ainda que alguns pelinhos de seu cuzinho haviam escapado da tosa e precisariam ser removidos. Mas, para isso, ela tinha que ficar de quatro. E ela ficou. E eu desabei de tesão quando vi aquele rabinho virgem, com aquele cuzinho apertado, todo rosinha, sem contar aquele grelinho volumoso e aquela xoxotinha toda lambuzada.

Não tive dúvidas: meti a língua no cuzinho dela. Era cheirosa, delicada, gemia loucamente a cada lambida que dava em seu rabinho. De repente ela se virou, abriu as pernas, agarrou minha cabeça e a levou de encontro a sua bucetinha. Lambi aquele grelinho gostoso avidamente, me esbaldei por entre os lábios dela. E que delícia sentir na boca o gosto da porra daquela menina... 

Então ela sentou na cama, olhou nos meus olhos e beijou a minha boca. Enlouqueci quando senti a língua dela dentro de mim. Ela foi descendo, tirou a minha camiseta, puxou meu seios para fora do sutiã e começou a chupá-los. Ela era bem safadinha. Pousava minha mão na bucetinha dela e fazia uma irresistível cara de tesão. Tirou minhas calças e, de joelhos, pôs a língua entre as minhas pernas, procurando meu grelinho. Depois me deitou de quatro na cama e enfiou dois dedos na minha bucetinha, para depois lambê-los e assim sentir o gosto do prazer. Então, me pediu que fizesse o mesmo, eu a coloquei de pernas abertas na cama, dei mais umas lambidas naquela xoxotinha e, bem devagarzinho, enfiei meu dedo indicador na sua bucetinha. Ela própria começou a se mexer, indo e vindo, em contrações meio violentas. Tirei o dedo e mostrei seu sangue para ela. Era seu cabaço que havia rompido. Esfreguei o dedo no lençol e continuamos nossa brincadeira.

Ela começava a se soltar e quanto mais eu enfiava o dedo e chupava o grelinho dela, mas ela queria... Ela se levantou, completamente nua, foi correndo até a cozinha e trouxe consigo um cacho de bananas nanicas bem verdes. Olhou pra mim e disse para enfiar na buceta dela, pois estava louca de tesão. Enfiei aquela banana lentamente em sua buceta encharcada, e ela estrebuchou pra valer durante a penetração. Depois de gozar abundantemente, mandou que eu ficasse de quatro, pois agora era a minha vez de engolir uma banana pela buceta. Gozei feito uma cadela no cio. Nunca tinha conseguido gozar daquele jeito tão intenso.

Depois dessa brincadeira, ainda tentamos comer o cuzinho uma da outra com as bananas, mas não deu muito certo, as bananas não eram firmes o suficiente para suportar a contração dos nossos cuzinhos e acabavam cozinhando e se desmanchando dentro de nossas bucetinhas. Mas foi legal mesmo assim. Expelimos toda aquela banana cozida em nossos cuzinhos como se fosse cocô, e aquela foi a nossa sobremesa.

Ao final, Sabrina se limpou, se vestiu e saiu para encontrar o tal menino. Na volta, depois de dar para ele, me confidenciou que foi legal, mas bruto demais, e que comigo havia sido muito, muito melhor.

Hoje nós duas sabemos que os homens são legais, pinto é gostoso, etc e tal, mas ter uma irmã para trocar fluídos é muito melhor do que ter que encarar certos trogloditas por aí.




CONTINUA
NA TERÇA
QUE VEM



Ariel Almada nasceu em São Paulo,
e foi criado em Águas de Lindoya.
Engenheiro Elétrico por formação,
desistiu da profissão
ao montar a rede de lanchonetes
PAMONHARIA DA LUZ VERMELHA,
presente em Shoppings do interior
de São Paulo e de Minas Gerais,
onde garçonetes vestidas como prostitutas
servem aos clientes da casa
comidas, sucos e cervejas à base de milho.

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