Sunday, September 17, 2017

QUERIDA TIA EMMANUELLE...... ROLO DE FILME #20 (por Ariel Almada)



Um passeio dominical delicioso pelos centros culturais e livrarias da Avenida Paulista, que culminou com uma visita à Japan House, criou o clima necessário para que, já em casa, Tia Emmanuelle se transformasse na gueixa mais fodona do planeta e me levasse à exaustão depois de ministrar em mim jogos sexuais deliciosos e inesquecíveis. Foi o que rolou no rolo defilme #18. Já no rolo de filme #19, fui apresentado por Tia Emmanuelle a seus contos eróticos, que comecei a ler na tela enorme de seu iMac naquela noite de domingo. Depois de devorar três deles, tentei dormir ao lado de Tia Emmanuelle, mas, mesmo muito cansado, não consegui pegar no sono. O jeito foi voltar ao iMac dela e à leitura de mais alguns de seus contos, até que o sono viesse para valer e me derrubasse. O caso é que seus contos de sacanagem eram surpreendentemente bons. Li outros três, que me deixaram morrendo de tesão, e surpreso ainda mais com a imaginação sexual vigorosa daquela mulher que eu desejava mais e mais a cada dia.



A BALZAQUIANA E O MENINO PINTUDO

Meu nome é Luzinete, há sete anos trabalho numa empresa especializada em limpeza urbana em São Paulo, e acabo de ser promovida a gerente operacional. Com a promoção, ganhei um prêmio: uma viagem com acompanhante para Salvador. Queria convidar minha melhor amiga, Sirlei, para me acompanhar, mas minha filha Camila começou a se insinuar dizendo que queria ir comigo, e eu fiquei na maior saia justa. Deixei de estar ao lado de minha filha em alguns dos momentos mais marcantes de sua vida. Depois que meu marido morreu, tive que arcar com o sustento da casa. Como eu trabalhava de dia e estudava à noite, minha filha acabou sendo criada por minha mãe. Por conta disso, eu não estava por perto quando veio a primeira menstruação dela, quando ela deu o primeiro beijo, quando transou pela primeira vez... A interlocutora dela era sempre minha mãe, que me passava as novidades.

Senti muita raiva ao descobrir alguns anos depois da morte de meu marido que ele me traía na cara dura. Teve várias amantes o vagabundo. Não satisfeito com isso, ainda teve filhos com duas dessas amantes. Ao morrer, deixou dívidas enormes, que fiz questão de pagar uma a uma. Nunca deixei que minha filha soubesse dessas atitudes desabonadoras à reputação de seu pai, e fiz questão – sei lá porquê, ele não merecia isso -- de que ela cultivasse uma imagem imaculada dele, de paizão. Como já estava morto, e as dívidas que deixou já estavam pagas, para mim era tudo questão de passar uma borracha naquele episódio terrível da minha vida e retomar minha vida.

Quando Camila completou 16 anos, alguma coisa aconteceu. Minha mãe deixou de conseguir ter controle sobre ela, que só queria saber de sair para baladas e só voltava para casa de manhã. Eu morria de preocupação, tentava discutir o assunto com ela, mas fui tachada de chata, superprotetora e careta. Meu medo é que ela estivesse usando drogas, não desejava aquilo para minha filha. Um dia conseguimos ter uma conversa íntima e muito séria, e ela me revelou que estava saindo com uns amigos meio barra pesada. Havia experimentado crack, ficou assustada com o que sentiu – até então, ela só tinha provado álcool e maconha -- e queria se afastar daquela gente e ficar mais em casa por uns tempos. Para mim foi um alivio. Camila começou a ficar muito introspectiva a partir daí, não saía de frente do computador o dia inteiro, começou a escrever histórias e a criar um mundo só dela. No dia em que ela me permitiu ler as coisas que escrevia, fiquei emocionada. Não entendo nada de literatura, mas minha filha parecia ter talento e escrevia naturalmente, com uma facilidade impressionante.

A partir daí, ao invés de sair para a rua, os amigos e amigas dela é que começaram a frequentar nossa casa. Foi ótimo, todo fim de semana era festa, gente andando por toda a casa, pessoas rindo e se divertindo. Me lembrou da minha adolescência. Eu era uma loirinha magricela e desajeitada de olhos azuis e cabelos escorridos, que usava duas calças jeans (uma por cima da outra) para parecer mais bundudinha. Meu corpo só se modificou aos 19 anos, depois da gravidez da Camila. Estranhamente não fiquei com uma estria sequer. E ainda ganhei as ancas que tanto sonhava ter, quando adolescente, além de seios bem volumosos, com bicos mais amarronzados e salientes, do tipo que faz "farol aceso” nas blusas. Sem falsa modéstia, tudo isso somado a minha cinturinha fina e minhas pernas grossas faziam de mim uma balzaquiana enxuta e bastante desejável. Como eu sabia que era bonita e gostosa, usava calças de cintura baixa, bem justas, ou vestidinhos colados no corpo, e, claro, salto alto. Pois essa gostosura toda começou a incomodar Camila, que um dia me pediu que não vestisse roupas insinuantes assim nas festas com os amigos dela, pois alguns deles poderiam perder o controle e ficar mais salientes comigo depois de beberem um pouco. Aceitei o argumento dela, parei de me misturar ao grupo dela e passei a convidar Sirlei para as festas que rolavam lá em casa às sextas e sábados. Ficávamos nós duas recolhidas na cozinha, bebendo e recordando histórias de quando éramos jovens.

Numa dessas festinhas de sexta em casa, Sirlei me ligou avisando que estava com dor de cabeça e não poderia ir lá em casa. Eu, então, resolvi subir para meu quarto e tirar um cochilo. Mas antes fui até a sala conferir a bagunça que estava rolando entre os convidados de Camila, e ví uns garotos diferentes diferentes dos habituais, com um jeito bem viril. Gosto muito de homens mais jovens, gosto da pele macia, da virilidade, daqueles pintos que parecem feitos de concreto e nunca amolecem por completo. Bateu um flashback de um envolvimento que tive com o filho de uma amiga um ano depois que meu marido morreu. O menino tinha 14 anos. Nunca vou esquecer das explosões de tesão dele, daqueles poucos pelos recém nascidos no rosto, daquela pele branquinha e cheirosa. Ele ficava doidinho quando eu chegava de vestidinho curtinho e sem calcinha. Ele gostava de transar ouvindo as bandas barulhentas favoritas dele: System Of A Down, Papa Roach e Slipknot. Nunca ficava completamente pelado, transava usando boné e tênis AllStar. Eu odiava aquilo, mas deixava quieto, até porque, na hora H, quem dava as ordens era eu: “Me chupa... Me fode... Com força!” Eu tinha uma enorme satisfação ao ver aquele moleque alí em ponto de bala, me querendo, sabendo que ele poderia ter a menina mais linda que quisesse, mas preferia estar comigo. Aqueles eram os momentos em que eu recarregava minhas baterias. Nossa brincadeira acabou quando ele foi para Montréal em um intercâmbio. Depois dele, eu nunca mais me envolvi com meninos, apesar de nunca ter perdido o hábito de flertar levemente com eles.

Camila estava certa. Minha gostusura era um perigo naquelas festas. Meu tesão por meninos jamais se apagou, e em cada festinha que a Camila promovia eu sempre analisava de longe todos os “amiguinhos” dela. Um deles – que não estava lá naquela noite – tinha o dom de sempre me deixar nua só com os olhos. Eu adorava. Seu nome era Cleverson, um moreninho da pele clara, um pouco mais velho que Camila, talvez uns 18, 19 anos, com olhos verdes e braços fortes. Era bem saliente, ostentava várias tatuagens, e destoava um pouco dos demais. Um dia, quando fui levar uma bandeja de petiscos para eles na sala, senti Cleverson tocando de leve na minha bunda. Levantou para se desculpar e, de propósito, feito um tarado num onibus, roçou seu pinto na parte superior de minha perna. Me deixou louca. Sem-vergonha aquele menino.

Mas naquela noite eu estava cansada e, já que Sirlei não viria mesmo, subi para tomar um banho e me deitar. Tirei o conjunto de calcinha fio dental e sutiã com estampa de oncinha que estava usando por baixo da minha roupa, entrei no chuveiro quente por dez minutos e, depois de me enxugar, sentei num banquinho do banheiro para me depilar. Como estava com a pele bronzeada do verão, fui seguindo as marquinhas de biquini e desenhando com a lâmina um pequeno triângulo de pelos pubianos no topo da bucetinha. Ao redor dos grandes lábios, no entanto, eu depilava tudinho. Me sentia mais limpa e sensível assim, sem contar que adorava vislumbrar aquele “Big Mac” sempre que apontava meu espelho de maquiagem para minha bucetinha. Então, ainda coberta de espuma, escutei alguém bater na porta do quarto. Perguntei quem era. Ninguém respondeu. Mandei entrar, achando que fosse Camila. Então vesti meu roupão e saí do banheiro. Foi quando dei de cara com Cleverson, com a cara de sem-vergonha habitual, parado diante da porta do quarto.

“Oi tia! O que houve com a senhora?”

“Ai menino, quase me mata de susto, O que você faz aqui?”

“Vim ver se a senhora está bem”

“Estranho... não vi você lá embaixo, Cleverson”

“É... quando eu cheguei, a senhora estava subindo a escada... aí 15 minutos se passaram, a senhora não descia, então vim até aqui dar uma olhada se estava tudo bem.”

Olhei fundo nos olhos dele, dei um sorrido bem safado e disse:

“Fico feliz que você se preocupe comigo tanto assim, acho que isso merece uma recompensa...”

Desamarrei o roupão deixando que ele se abrisse sem mostrar meus seios, mas escancarando minha bucetinha recém-depilada ainda com marcas de espuma de barbear em alguns pontos. Peguei uma loção pós-depilação, entreguei o frasco nas mãos de Cleverson e disse.  

“Acabo de me depilar, e sempre gosto de passar uma loção na pele para evitar irritações. Mas tem lugares que eu depilo onde eu não alcanço direito. Se você puder me ajudar, eu agradeço...”

Cleverson estava paralisado. Sua safadeza habitual ficou completamente subjulgada à minha. Mandei que ele se sentasse à beira da cama. Ele obedeceu. A seguir, aproximei minha bucetinha do rosto dele, soltei a faixa do roupão, abrindo-o por completo e o envolvi com ele. Senti sua língua lamber toda a minha região genital de uma maneira desenfreada, sem requintes de fodedor, seguindo apenas o instinto animal mesmo. Eu adoro atitudes impulsivas assim. Estava morrendo de saudades disso. Empurrei Cleverson para trás, fechei a porta do quarto, que estava entreaberta, e em um único gesto, deixei meu roupão cair no chão e fiquei completamente nua na frente dele. Andei em direção à cômoda e me agachei para pegar duas calcinhas, ambas minúsculas, uma preta e outra vermelha. Perguntei para ele:

“Qual das duas você acha que ficaria melhor em mim agora?”

Nesse momento, Cleverson recuperou um pouco da safadeza e disse:

“Eu confesso que estou na dúvida. Daria para a senhora provar as duas, por favor?”

Vestia uma a uma, desfilando diante dele para deixa-lo bastante excitado, e fiquei nua novamente aguardando uma resposta. Foi quando ele me surpreendeu:

“Continuo na dúvida. Daria para a senhora experimentar também a calcinha suada que estava usando antes do banho?”

Vesti o conjunto de oncinha suado e desfilei diante do olhar safado dele. Então ele disse:

“Acho que a vermelha vai ficar melhor em você. Mas tira esse conjunto de oncinha e dá um pouquinho aqui pra mim.”

Fiquei nua e entreguei a calcinha e o sutiã nas mãos dele. Ele começou a cheirar e a lamber as duas peças. Então, ficou de pé e me mandou sentar onde ele estava sentado antes. Acatei a ordem. Já sentada, libertei o pinto dele para fora da calça e comecei a bater uma punheta para ele alternando as mãos, segurando a calcinha preta e a calcinha vermelha durante a massagem.  Vez ou outra, encostava a ponta da minha língua na sua chapeleta, mas só para deixá-lo enlouquecido, sem engolir aquela jeba de ferro. Não parei de fazer isso enquanto ele não anunciou que iria gozar. Só então engoli seu pinto por inteiro, deixando que ele inundasse minha garganta com aquele dilúvio de esperma. Foi maravilhoso. Ao final, cuspi um pouco do gozo que engoli nas duas calcinhas que estavam nas minhas mãos, levantei, fui até a cômoda, guardei as duas na gaveta e disse a ele:

“Pronto, agora as duas estão prontas para usar. Mas não agora, claro...”

Fui em direção a Cleverson, arranquei violentamente as roupas que ele vestia, joguei-o na cama, vesti rapidamente uma camisinha no pau dele e aterrissei minha bucetinha nele, que já estava em riste novamente. Dei tantas chaves de buceta naquele menino que não sabia mais se ele estava gemendo de prazer ou de dor. Dessa vez ele demorou mais para gozar. Mas gozou. Pouco, mas gozou. Ao final, enquanto repousava, abri bem as pernas dele e comecei a chupar seu saco e seu pau. Mas quando enfiei o dedo no cu dele, ele reagiu mal. Disse a ele:

“Menino, deixa de ser bobo... isso faz parte da brincadeira...”

“Comigo não.. tô fora!”

Cleverson levantou, se vestiu e nem se despediu: simplesmente foi embora e nunca mais apareceu em casa nas festas de Camila. Soube depois que casou e entrou para uma dessas Igrejas Evangélicas. Para ele, devo ser o diabo em forma de mulher. Foda-se!

Contei para Camila o que aconteceu, e ela me disse que aquele menino era muito babaca, que não estava perdendo nada. Para minha surpresa, ela não reprovou o que eu fiz, e me liberou para voltar a usar minhas roupinhas justas nas festinhas dela. A partir daí, comecei a experimentar depois das festas algum amiguinho de Camila que me parecesse interessante. Camila, por sua vez, perdeu a inibição, seguiu meu exemplo e começou a devorar os meninos que a interessavam. Nossos quartos viraram um puteiro só. Fizemos swing inúmeras vezes. Até algumas surubinhas nós chegamos a promover por lá. Um dia ela chegou para mim e disse:

“Mãe, só te peço um favor: me consulte antes de comer esses meninos. Tem um deles que eu estou interessada e quero só para mim, daí combinar entre nós em quem vamos dar o bote, okay?”

Dei um beijo nela e concordei.

 “Claro, filha.. perfeito!”

E então, quando ganhei essa viagem para a Bahia, Camila me disse:

“Vamos juntas, e vamos comer uns negões bem pintudos por lá! Já pensou que legal uma suruba só com negões bem suados?”


Desnecessário dizer que eu adorei a ideia. E que o convite para Sirlei dançou. Contei uma história triste para ela, fazendo Camila de coitadinha. Mas sabe ela que de coitadinha Camila não tem nada. Somos duas ninfas bem safadas, isso sim. E tomara que nosso time continue batendo esse bolão por muito tempo.






A MELHOR LIÇÃO QUE MEU PROFESSOR ME ENSINOU


Das inúmeras peripécias que aprontei nesta vida, boa parte delas foi em função da minha sexualidade latente. Sempre foi uma menina bonita. Desde bem jovem, já exibia curvas esplendorosas. Era uma moreninha de olhos verdes, de pele bem branquinha, macia e cheirosa, com seios fartos e cinturinha fina. Isso enlouquecia os meninos e provocava muita inveja entre as meninas da escola.

Sempre tive muitos caras interessados em mim. Filha de médico, eu estudava nas melhores escolas, e nunca saía de cima de um salto. Adorava me exibir. Adorava provocar. Minhas amigas se negavam a levar seus namorados com elas quando saíam comigo, pois eles sempre ficavam me olhando, e as cantadas vinham inevitavelmente. Por um bom tempo eu tentei parecer boazinha. Atiçava, mas, no fim, não ficava com ninguém. Tudo pura insegurança e auto-afirmação. Adorava ter todos aos meus pés, só para poder dispensá-los depois.

Aos 15 anos, eu via todas as minhas amigas saindo com namorados, mas meu pai não me deixava fazer o mesmo. Eu só podia ir em festinhas da escola, e ele sempre vinha me buscar por volta da meia noite. Era o tempo que eu tinha para aproveitar. Só que eu queria beber, farrear, ver o dia amanhecer... Não podia. "Só depois de completar 18 anos", era o que meu pai me dizia.

Naquela época eu estava numa fase de descobertas, louquinha para arrumar encrenca. Matava aula para ficar jogando sinuca com os meninos em um bar perto da escola, onde tomava algumas cervejas e fumava cigarros. Depois chupava muito Halls para disfarçar o cheiro e ninguém desconfiar quando eu chegasse em casa.

Para meu pai eu era uma santa, a doce menina intocável que ele havia criado como princesa desde que minha mãe morreu. Mas eu estava cansada daquela vida de Rapunzel sempre a postos no topo do castelo. Eu queria ser uma garota como as outras, pintar os cabelos, fazer tatuagem, ir para a praia com meus amigos e ficar com quem eu quisesse. De tanto que ele me prendia, mais eu tomava mais gosto pela trangressão, pela rebeldia. Bastava ele me deixar na porta da escola e a sainha plissada do meu uniforme subia imediatamente uns 10 centímetros, deixando expostas as pernas grossas e cheia de pelinhos dourados que deixavam os meninos loucos sempre que eu cruzava as pernas. Por baixo, usava sempre calcinhas de algodão brancas enterradas na bunda e que valorizavam o relevo da minha xoxotinha depilada. Eu era uma ninfetinha louca de tesão, mas que nunca tinha experimentado o prazer de sentir um pau entrando em mim.

Nem mesmo meus professores escapuliam das minhas provocações. Eu fazia questão de não usar sutiã por baixo da minha camisetinha branca do uniforme. Meus seios eram bem durinhos, e sempre que eu via que um professor me olhava, eu tratava de arrumar meus cabelos, pois mexendo na nuca eu ficava imediatamente arrepiada, meus biquinhos acendiam e meus professores enlouqueciam de tesão! Tinha um deles que sempre que saía da minha sala de aula, ia direto ao banheiro, aposto que para bater uma punheta pensando em mim.

Lembro uma vez que fiquei com um carinha bem mais velho, tio de uma amiga minha. Ele me deu uma carona na saída da escola. Era de outra cidade, estava a negócios por ali. Deixou a sobrinha na casa dela e me deixou na minha a seguir. Como presumi que nunca mais iria vê-lo novamente, resolvi presenteá-lo com uma punhetinha básica. Agradecimento pela carona. Ele subiu pelas paredes! Eu era assim. Vivia beijando meus primos na boca e batendo punheta para eles, que retribuíam chupando meus peitinhos e batendo siriricas deliciosas na minha bucetinha. Fazia isso também com o filho da empregada eu beijei. Nunca dei bandeira, e sempre os ameaçava de que se dissessem alguma coisa por aí nunca mais ganhariam os meus agrados. Mas o meu tesão mais sério mesmo era por homens casados. Eles eram mais experientes, muito mais discretos, e não tinham comigo aquela cerimônia característica do meu pai. Chegou uma hora em que eu já não conseguia mais ver graça nenhuma naqueles beijinhos furtivos e naquele roça-roça com meus primos. Queria mesmo é sentir uma rola adulta em mim. Ainda não tinha rolado a oportunidade certa. Enquanto isso, eu vivia na expectativa.

Um dia meu pai avisou, por motivos de trabalho, não poderia ir me buscar na escola, e que daquele dia em diante eu teria que voltar para casa de táxi. Ao invés disso, comecei a pedir carona para meus professores. Quem acabou se oferecendo para me levar em casa foi justamente aquele professor que fugia para o banheiro para bater uma punheta depois das minhas cruzadas de pernas durante a aula. Ele parecia ser um loser total. Tinha um Maverick 1975 horroroso, que ele achava o máximo. Por falta de alternativa, aceitei a carona. Entrei no carro e indiquei para ele um caminho bastante alternativo, que passava por muitas ruas desertas, para que ninguém me visse dentro naquela banheira velha. Mas então o professor dirigia começou a me encher de elogios e fazer um monte de perguntas sobre a minha vida. E naquele caminho mais longo que eu indiquei, o papo começou a se alongar e a ficar interessante, e eu comecei a achar que o tiozão até que era bem simpático. Era casado, bem vivido, com mais de 40 anos de idade. O único defeito dele era ser meio pegajoso. Ele então me perguntou o que eu achava dele. Eu respondi que o achava bem charmoso (mentira!), que eu adorava homens mais velhos (verdade!), que ele tinha um perfume muito gostoso (mentira!!) e que eu já tinha ficado excitada na sala de aula com ele (mentira!!!). Então, passei a mão na coxa dele e acabei encostando de leve no seu pau -- que estava duro, e era enorme, dentro de sua calça. Não é que o professor era muito bem dotado, e até então eu não havia me dado conta disso? Ele retribuiu os meus elogios dizendo que eu era linda, mas logo a seguir me desdenhou, dizendo que eu era fogo de palha, que só atiçava, que eu não era de nada!

Fiquei tão puta ao ser desnudada assim que decidi dar um cala-boca naquele professor pintudo impertinente. Mandei que parasse o carro numa daquelas ruas desertas. Ele parou. Abri o zíper da calça dele e devagar puxei para fora aquela enorme rola professoral. Alisei bem a chapeleta com a ponta da minha língua, depois tentei engolí-la por inteiro. Não consegui. Era muito grande e um pouco mal-cheirosa. Quase vomitei. Mas segurei a onda e segui em frente. Lambi as bolas dele com gosto. Ele deve ter adorado sentir minha boca quente chupando seus ovos. Tinha treinado bastante aquele número fazendo boquetes nos meus primos. Só que aquela foi a chupada mais gostosa que eu tinha dado em alguém. A cara de felicidade dele ao ser chupado pela aluna mais gostosa da escola era mais do que evidente. Ele fechava os olhos e gemia sorrindo...

Minha calcinha já estava completamente ensopada a essa altura dos acontecimentos. Dava para torcer a minha tanguinha branca de algodão. Ele começou a me tocar e a alisar meus seios por baixo da camiseta. Reclinou o banco do Maverick e saiu procurando por minha xoxotinha por baixo da minha saia. De repente, lá estava eu, naquele carro velho, com as pernas abertas bem abertas para ele chupar. Ele arredou para o lado a minha calcinha, passou a mão entre meus gominhos, lambuzou os dedos e os lambeu em seguida, ansioso para sentir o meu sabor. Foi quando eu, ainda de saia mas já livre da calcinha, agarrei na cabeça dele e a puxei para o meio das minhas pernas. Ele me chamou de gostosa, de putinha, de tesão da vida dele, e mergulhou sua língua quente na minha grutinha. Depois de dois minutos naquela sucção desendreada, comecei a implorar para que ele enterrasse sua jeba enorme em mim. Ele atendeu prontamente a meu pedido. Mirou sua piroca em direção a minha bucetinha, começou a esfregar a chapeleta no meu grelinho, batendo contra meu capozinho de fusca, só para me deixar ainda mais louca de tesão. Implorei que ele invadisse logo minha bucetinha toda inchada e encharcada, e la veio ele. Senti uma forte ardência e meu cabaço arrebentar! Chorei de dor, mas ele felizmente não se deixou abalar por isso e seguiu socando sua piroca suavemente nas minhas entranhas e arregaçando minha bucetinha enquanto mamava bem gostoso nas minhas tetinhas, contornando as auréolas com a língua e mordiscando o biquinho. Gozei diversas vezes, e ele não parava, apenas reduzia e depois intensificava novamente o ritmo de suas estocadas, apoiando as mãos sobre minha cabeça e pegando impulso para enterrar ainda mais fundo. Entrelacei minhas pernas sobre suas costas para ajudá-lo a me fuder até as entranhas da minha bucetinha. Com certeza aquele professor nunca havia me dado uma aula tão boa, e eu nunca tinha sido uma aluna tão aplicada.

Ao final, pediu para gozar na minha cara. Eu fiquei meio atrapalhada e nem respondi, apenas abri a boca para a jeba dele entrar, caso assim o quisesse. Então, ele começou a bater punheta com aquela tromba linda apontada para o meu rosto. Como ele estava demorando para gozar, decidi assumir a punheta com minhas próprias mãos e engoli a chapeleta dele até sentí-lo gozar abundantemente dentro da minha boca. Aquilo parecia lava na minha goela. Tinha um sabor levemente adocicado. Engoli tudinho!


Foi tudo muito excitante. Eu estava alí naquele banco desconfortável dando minha primeira trepada com um professor que eu via todos os dias na escola, que babava por mim e por quem eu não dava a menor bola. Me senti uma idiota preconceituosa e uma provocadora infantilóide. Decidi que nunca mais agiria daquela maneira daquele dia em diante, pois entendi que para aproveitar o melhor da vida temos que ter a mente aberta e completamente livre de idéias retrógradas e babacas, como as que eu cultivava até então. Sexo era a melhor coisa do mundo. A sensação de relaxamento depois do gozo era mil vezes melhor que uma tarde de compras no shopping com um cartão de crédito sem limite. De tão ensopada, eu acabei nem colocando a calcinha, dei-a de presente para o professor. Fui caminhando sozinha de volta para casa pegando uma arzinho na minha bucetinha feliz, recém-assaltada por aquela jeba enorme.

Desse dia em diante, caronas como essa passaram a ser uma constante em minha vida juvenil. Dei para quem eu quis, mas nunca dei para qualquer um, e sempre mantive o respeito. Tanto que hoje, aos 19 anos de idade, meu pai ainda acha que sou a sua princesinha imaculada. Odiaria que um dia ele soubesse o quanto eu sou safada, o quanto eu gosto de foder e para quantos amigos dele eu já dei. 





A SURRA DE PICA QUE MEU IRMÃO DE DEU

Meu nome é Sara e sempre fui uma menina muito caseira. Morava em um sítio no interior do Rio Grande do sul, e levava uma vidinha bem pacata. Cedo pela manhã eu tirava leite das vacas, alimentava os animais e fazia comida para meu pai e meus irmãos: um de 12 e outro de 14 anos. Sempre cuidei deles. Minha mãe morreu quando ainda eram muito pequenos, e eu assumi as responsabilidades da casa, mesmo sendo ainda uma menina.


Nossa casa ficava longe da cidade mais próxima e para mim era praticamente impossível sair de lá para fazer qualquer coisa, daí vivia praticamente confinada naquele lugar. Meu pai é que saía, às vezes acompanhado por um dos meus irmãos, para levar leite para alguns mercadinhos da cidade, e passavam o dia inteiro fora. Eu ficava em casa cuidando do meu irmão menor, que era muito apegado a mim, me seguia onde quer que eu fosse. Era um menino franzino, de pele pálida e cabelos lisos, negros. Eu admirava a ingenuidade daquele anjo, sempre muito prestativo e carinhoso. Seu nome era Daniel.

Com o passar do tempo e a falta de um pai ou de uma mãe por perto, Daniel começou a fazer perguntas que para mim eram difíceis de se responder. Queria saber por que não poderíamos tomar banho juntos ou dormir abraçados. Ou por que às vezes, no meio da noite, ele fazia um xixi cremoso nas calças. Uma vez ele esperou meu pai acordado com uma toalhinha suja de sangue, e disse a meu pai que eu estava doente e que se não fizessem alguma coisa eu iria morrer. Era apenas a minha menstruação, tadinho. Daniel era muito assustado, mas também muito curioso.

Pois o tempo passou e aquele menininho franzino começou a se transformar num homem encorpado, com espinhas e um arremedo de barba no rosto. Ainda assim, ele permanecia apegado a mim. Papai não ajudava em nada nesse sentido. Dizia que era para eu não me desvencilhar dele, pois eu era a mãe que ele não tivera. As brincadeiras dele comigo já tinham outro tom. Ele estava forte e me dominava com facilidade, pois eu era uma mulher pequena e magra, ainda que com seios e quadris avantajados. A essa altura dos acontecimentos, meu outro irmão já havia se mudado para a cidade e meu pai continuava ausente como sempre.

Um dia chegando das cocheiras, vejo meu irmão em uma situação estranha: estava alisando uma pequena porquinha que tínhamos, e que era criada solta, como animal de estimação. Ele sempre brincava com ela, mas naquele dia ele estava no fundo do pátio com ela no colo. Se assustou quando me viu. Para minha surpresa, quando se levantou, estava com as calças pelos joelhos. Vestiu-se com rapidez e correu para dentro de casa. Não pude deixar de notar o pinto duro e enorme que ele tinha entre as pernas, até porque, naquela correria, ele saiu com tudo meio prá fora, sem conseguir fechar as calças.

Mais tarde conversei com ele, e ele me negou que tivesse acontecido qualquer coisa, mas tentou explicar para mim que já era um homem e que tinha suas necessidades sexuais. Isso, para mim, não era nenhuma novidade. Por várias vezes eu vi Daniel à noite na cama colocando as mãos por dentro da cueca para mexer no seu pinto. Eu fingia que não via, mas não posso negar que havia algo de magnético naquela rola enorme que me atraía bastante.

Nas vezes seguintes em que eu o vi na cocheira naquela mesma condição,brincando com a potrinha, eu não o interrompi mais. Ao contrário, passei a observá-lo de esguelha, e com muita atenção. Era comum vê-lo sentado entre as laranjeiras, e quando via um cavalo cobrir uma égua ele começava a se masturbar. Fazia cara de quem estava louco de tesão ao ver aquele mastro que o cavalo exibia entre as patas. Cuspia nas mãos, alisava a cabeça de sua pica, e com os olhos fechados certamente imaginava as cenas mais absurdas. Eu observava tudo sem dar um pio, e por baixo daquele meu vestidinho de chita eu enchrcava minhas calcinhas. Mesmo sendo meu irmão, eu desejava ardentemente aquela pica enterrada entre as minhas pernas. Era a única por perto em sei lá quantos quilômetros.

Depois que gozava, Daniel sempre vinha me procurar. Ficava de abracinhos e beijos, cheio de frescuras para o meu lado. Numa dessas vezes, ele arrancou da minha mão o pano que eu secava a louça e saiu correndo em direção ao quarto. Eu, já muito brava, corri atrás dele. Ao entrar, ele me surpreendeu me jogando na cama, e em seguida se deitou por cima de mim. Entre minhas pernas pude sentir o volume de sua rola que, de tão dura, parecia querer me furar. Depois de me imobilizar, ele, numa atitude desesperada, me beijou a boca. Tentei me soltar, mas ele me segurou e só me soltou quando ameacei contar tudo para o nosso pai. Idiotice minha. Naquela hora, eu queria mesmo é abrir as pernas e me deixá-lo me penetrar. Estava toda melada e adoraria que ele desconsiderasse minhas ameaças e socasse sua pica bem no fundo.

Depois dele recuar de seu ataque, com medo de mim, o dia voltou à normalidade. No final da tarde, como de hábito, fui tomar meu banho e percebi que havia esquecido de pegar minha toalha. Como estávamos só os dois ema casa, eu não podia sair nua do banheiro, daí pedi a ele que trouxesse a toalha pra mim sem bancar o espertinho. Ele pegou a toalha, mas não me entregou em mãos. Queria me ver nua. Ficou esperando por mim no quarto onde sempre troco de roupa. Pedi que ele me obedecesse, mas ele disse que éramos irmãos e que eu não precisava ter vergonha. Então saí, me desenrolei da toalha e fiquei nua diante dele. Ele ficou paralisado, encantado com minha nudez. Disse que há muitos anos não me via assim, e que eu havia mudado bastante. Disse ainda que há muitos anos não cansava de olhar para o meu corpo e para meus contornos bem femininos, e que minha bucetinha peluda e os biquinhos duros de meus seios eram de enlouquecer. Disse também que que estava feliz por ver uma mulher adulta desse jeito, pois quando tivesse sua própria mulher saberia o que fazer e não iria passar vergonha. Pediu que eu mostrasse minha bundinha para ele. Depois pediu que mostrasse minha bucetinha em detalhes, abrindo -a para ver como era lá dentro. Ao final me agradeceu. Mas não sem antes dizer que estava morrendo de tesão por mim.

E então Daniel sacou de dentro das calças uma pica enorme, uma rocha que apontava para a lua, estaqueada. Mesmo assustada, senti entre minhas pernas minha bucetinha piscar de tesão. Pediu para que eu a tocasse. Possuída pela curiosidade, eu toquei. E quando coloquei a mão sobre a enorme cabeça daquela rola, Daniel gemeu. Na minha cabeça, já era tarde demais, o pecado já estava cometido, e eu estava muito excitada, e não era de hoje que eu queria sentar naquele pau, e pelo visto hoje era o dia em que aquilo iria finalmente acontecer. Sentei ao lado de Daniel na cama e continuei a afagar seu pinto, muito delicadamente. Estava sedenta por ela, não aguentava mais ser virgem. Daniel me disse então para chupá-lo. Sem pensar duas vezes, eu cai de boca naquele tronco. Meu irmão era bem dotado. Já tinha enrabado algumas éguas, porcas, mas buceta de verdade a minha seria a primeira.

Ele começou a lamber o meu grelinho, e a chupar toda a área da minha bucetinha com voracidade, se lambuzando com o meu mel. Começou a testar minhas dimensões internas com os dedos, enfiando-os na minha bucetinha e tentando descobrir até onde ela ia. A seguir, tentou alargá-la enfiando a mão toda, como estava acostumado a fazer nas bucetas das éguas. Fiz com que ele parasse com aquilo. Expliquei que iria me machucar assim. Tadinho, não sabia que com meninas é diferente. Tive que explicar tudo a ele. E então ele disse que queria sentir sua rola dentro de mim. Me botou de quatro e, sentindo-se um cavalo, enfiou tudo até a bolas numa única estucada. Tive que mandar parar tudo e dar novas instruções ainda para ele. Foi quando ele me pegou pelos cabelos e me fodeu com força enterrando sua vara gostosa no fundo na minha bucetinha e me arregaçando por completo. Meu potrinho tinha uma pegada forte. Só precisava aprender como fazer isso sem me machucar. Mas -- pensei comigo -- eu tinha todo o tempo do mundo para ensiná-lo a fazer isso da maneira certa naquele lugar esquecido por Deus. Não satisfeito, ele tentou penetrar meu cuzinho. Pedi para que ele tivesse calma, pois estava doendo bastante, mas ele nem esperou eu terminar de falar. Interrompeu minha fala com uma estocada violentíssima no meu cu. Socou até tirar sangue dele. Ele me dominou com força segurando minhas ancas e me impedindo de sair de sua mira. Na minha bunda, entre os gemidos dele e os gritos meus, eu conseguia ouvir o barulho de suas bolas batendo na minha bunda. Tudo dentro de mim ardia, e parecia dilacerado com a presença daquele cacete gigantesco.

Daniel estava tão atrapalhado e fora de controle que, achando que iria gozar, acabou foi mijando em cima de mim. Mesmo mijando, ele continuou socando no meu rabo, e me encharcando por completo, deslizando sua pica no meu cu. Meu irmão estava literalmente me dando uma surra de pica. Aos poucos fui relaxando e soltando as pregas, enquanto ele enfiava mais fundo. Estava gostoso, eu estava adorando dar o cu, era diferente do que eu havia imaginado. Ele gozou lá dentro e seu pau murchou aos poucos sem que ele saísse lá de dentro. Depois, ele passou a pincelar sua pica por toda a extensão da minha bunda. Era sangue para todo lado. Meu cu esdtava em frangalhos e a piroca dele também. Mesmo assim, foi maravilhoso!

Tomamos banho juntos depois e nos limpamos daquela melequeira toda. Eu havia sido coberta por um potrinho delicioso e estava satisfeita como nunca naquela foi a primeira de muitas tardes adoráveis cometendo esse delicioso pecado mortal com meu irmãozinho pintudo. Hoje, mais de 20 anos depois disso tudo, e mais de 15 anos depois da morte de papai, continuamos vivendo do mesmo jeito no mesmo sítio, e fudendo diariamente como dois animais sem que ninguém nos perturbe com bobagens.





CONTINUA
NA TERÇA
QUE VEM



Ariel Almada nasceu em São Paulo,
e foi criado em Águas de Lindoya.
Engenheiro Elétrico por formação,
desistiu da profissão
ao montar a rede de lanchonetes
PAMONHARIA DA LUZ VERMELHA,
presente em Shoppings do interior
de São Paulo e de Minas Gerais,
onde garçonetes vestidas como prostitutas
servem aos clientes da casa
comidas, sucos e cervejas à base de milho.

 

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