Sunday, October 8, 2017

QUERIDA TIA EMMANUELLE...... ROLO DE FILME #21 (por Ariel Almada)



Era segunda feira, por volta de 10 da manhã. Décimo dia de meu tórrido e delicioso romance com Tia Emmanuelle. Décimo dia em São Paulo longe da Faculdade em Campinas e com minha vida rolando numa dimensão bem distante do meu cotidiano de estudante de Engenharia. Óbvio que eu estava adorando cada momento que estava vivendo ao lado dela. Mas sentia também que, apesar de estar muito feliz e satisfeito com a vida, talvez estivesse sendo hedonista demais e responsável de menos. Sentia estar sendo negligente com minhas obrigações, até porque é meu pai quem paga meus estudos e minhas despesas. A simples ideia de decepcioná-lo sendo reprovado na Faculdade, ou mesmo ser um aluno medíocre, me incomoda muito. Sou honesto com todos os que me cercam, até porque gosto que sejam honestos comigo.

Levantei da cama, fui ao banheiro dar o cagão matinal, lavar a cara, fazer a barba, depilar o saco e escovar os dentes. Ao sair dalí para tomar café na cozinha, vi um bilhete de Tia Emmanuelle na porta da geladeira, onde ela diz que saiu mais cedo e foi resolver uma emergência no trabalho, mas não deve demorar. Olhei no meu celular para ver se tem alguma mensagem dela e acho uma: "E aí, bonitinho... gostou dos meus contos? Depois me conta suas impressões sobre eles. Quero saber se eles te deixaram com tesão. Um beijo bem gostoso!"

Junto com a mensagem dela, havia uma infinidade de outras mensagens dos últimos dias, que eu, entretidíssimo com os encantos de Tia Emmanuelle, simplesmente esqueci de abrir. Um desses recados me lembra que tenho prova de Cálculo na quinta. Outro me avisa que meu sumiço está começando a dar na vista e que semana passada um professor contestou minha presença numa aula dele, alegando que alguém tinha assinado presença por , e me recomenda voltar o quanto antes. Para piorar, fiquei sabendo por outra mensagem que Petúlia, minha ex-namorada, tentou suicídio cortando os pulsos, mas por sorte foi socorrida antes de ir desta para uma melhor. E tinha ainda várias mensagens na secretária eletrônica de Beth, a adorável mulata de programa que me ensinou quase tudo o que sei sobre a arte do sexo. Beth diz estar interessadíssima em saber por onde ando e o que estou fazendo, mas na verdade o que ela quer realmente é saber quando irei contratar seus préstimos profissionais novamente. Triste dizer isso, mas estava na hora de retomar minha vida boboca e deixar Tia Emmanuelle e sua adorável Toca de Batgirl para trás, nem que fosse apenas por uns dias.

Eu estava muito envolvido com ela. Era um envolvimento extremamente intenso, que combinava desejo, instinto, afeição e carinho em porções iguais e indivisíveis. meclava. Só de pensar nela, meu pau já ficava duro. Só de ouvir sua voz em mensagens telefônicas eu já começava a tremer de abstinência. Virei uma espécie de junkie da paixão, dependente químico da minha libido. Justo eu, que estudo Engenharia e sempre calculei com cuidado o impacto exercido pelas forças que orbitam minha vida.

Fui à sala com o café da manhã numa bandeja, conectei o tablet de Tia Emmanuelle à tela da TV via Bluetooth e deixei rolar aquele longo vídeo dela trocando fluídos com o casal de sapinhas que conhecemos em Santos (as que me excluíram da brincadeira). Bati duas punhetas vendo aquelas três ninfas de enroscando, isso enquanto tomava duas xícaras de café e comia dois croissants com muita manteiga. Quando acabei, estava cansado e mais calmo. Precisava de clareza nas ideias para definir o que eu iria fazer agora: mandar a Faculdade à merda e ficar mais uns dias com Tia Emmanuelle ou retomar minha vidinha de merda e morrer de saudades de Tia Emmanuelle por uns dias.

Acabei dormindo enquanto via aquela siriricagem tediosa e interminável, gravada com uma única câmera. Quando acordei duas horas mais tarde, minha dúvida jã não existia mais, sabia exatamente que iria fazer. Parece estranho, mas sempre foi comum para mim dormir indeciso sobre alguma coisa e acordar com as ideias muito claras e bem resolvidas.

Fui tomar um banho para começar o dia novamente e para estar bem cheiroso quando Tia Emmanuelle chegasse. Enquanto me enxugava, ouço a porta se abrindo. Era ela. Disse que estava no banheiro me enxugando. De repente, quando olho para a porta, vejo que ela trouxe com ela uma amiga morena lindíssima, alta e opulenta chamada Ingrid. Fiquei meio atrapalhado num primeiro momento por estar nu diante das duas. Meu primeiro impulso foi me cobrir com o roupão, que estava ao lado. Mas pensei rápido e não cobri. Pelo contrário: assim que fui apresentado a ela por Tia Emmanuelle, me aproximei dela nu e molhado, dei dois beijos no rosto e disse: "Prazer, Ariel". Em seguida, dei um beijo bem gostoso na boca de Tia Emmanuelle, e disse a ela:

"Fique tranquila que eu vou secar o chão do banheiro, tá?"

As duas se entreolharam e Tia Emmanuelle comentou:

"Ele não é uma gracinha?"

Ingrid complementou:

"Põe gracinha nisso!"

Quando as duas se retiraram do banheiro, eu sequei o piso molhado com uma toalha de chão que estava diante do box. Depois escovei os dentes, passei desodorante, me penteei, fui até o quarto vestir uma roupa e só então fui descalço ao encontro delas na cozinha. Para minha surpresa, as duas nuas sentadas à mesa, que estava posta. Pedi licença para entrar, elas sorriram para mim e Tia Emmanuelle me disse para sentar. Foi quando ela explicou:

"Querido, deixa eu te contar o que significa tudo isso. Ingrid e eu somos amigas desde os tempos de Universidade. Naquela época, o nosso grupo tinha o hábito de se reunir em alguma casa ou apartamento nos finais de semana, e ficávamos nus o tempo todo. Não seguíamos aqueles preceitos chatos dos naturistas, que fazem isso de forma quase religiosa. Éramos apenas nudistas. Queríamos aprender a conviver com a nudez alheia sem que tudo descambasse para a putaria -- até porque a AIDS já existia e brincar com essas coisas tinha se tornado um problema. Claro que as pessoas eventualmente acabavam se transando em brincadeiras a dois ou a três, mas sempre com todos os cuidados possíveis. Surubas, nem pensar. No final das contas, todo mundo transou com todo mundo em nosso grupo de forma bastante civilizada, e essa tradição permanece até hoje: uma vez a cada semestre nos reencontramos em algum lugar. Ingrid me ligou hoje de manhã para contar que nosso próximo encontro será no próximo fim de semana num casarão em Santana, e como estávamos as duas em Higienópolis ela me propôs que almoçássemos juntas no Jardim Di Napoli. Eu falei de você, ela adorou saber da nossa história, e quis me acompanhar até aqui para te conhecer pessoalmente antes do próximo fim de semana -- sim, porque você também está convidado para participar do encontro, na condição de agregado ao nosso grupo."

Olhei para Tia Emmanuelle, sorri e disse:

"Okay, eu topo. Vai ser ótimo. Estou lisonjeado com o convite. Só tem um probleminha: vou ter que dar uma escapada até Campinas amanhã e voltar para cá na sexta. O bicho está pegando lá na PUC, tenho que dar as caras o quanto antes por lá, e, para piorar, tenho prova de Cálculo na quinta, e não posso faltar de jeito nenhum."

Tia Emmanuelle olhou meio desconsolada para mim e disse:

"Puxa... por essa eu não esperava... tinha grandes planos pra nós dois esta semana..."  

"Eu estou muito triste com isso também, mas tenho que ir. Não tem jeito."

"Claro... vá!"

"A não ser que você queira vir comigo para Campinas"

"Você vai me hospedar na sua República?"

"Porque não? Tenho um quarto só para mim. Não vai ser a primeira vez que um dos moradores leva alguma namorada para dormir lá alguns dias. O único problema é o descoforto. O banheiro é coletivo. Sem contar que é uma casa de homens. Mas..."

"Ah, isso é o de menos... isso eu tiro de letra... Ingrid é testemunha disso, não é?"

"Verdade, Ariel. Já vi Emmanuelle correr sérios riscos de integridade física uma vez que não havia lugar para ela ficar na casa onde eu estava e ela ficou hospedada na casa de um grupo de desconhecidos, todos homens, em Ubatuba. Ninguém se atreveu a forçar uma situação com ela. Fique tranquilo, ela sabe se impor perante gente meio abusada."

"Eu luto karate, sabia?"

"Não... isso é novidade pra mim" 

"Se bem que eu não preciso ficar na sua República. Posso me hospedar num Hotel perto da PUC...."

Foi quando eu, muito consternado, disse a ela:

"O grande problema, na verdade, é que eu tenho que me preparar para essa prova de Cálculo. Se você foi comigo até lá, sabe o que vai acontecer? Vamos ficar trepando o dia inteiro, testando todos as "fuckable corners" do quarto do hotel, e eu no final das contas eu vou acabar indo fazer a prova com a cara e a coragem, sem estudar antes. Não quero ser babaca, mas não acho justo com meu pai, que banca a Faculdade para mim. Adoraria ser irresponsável, seria uma delícia, mas eu não sou. Não consigo ser. Me desculpe, querida..."

Tia Emmanuelle deu uma pequena engasgada, então forjou um sorriso e disse:

"Você está certo, querido, me desculpe. Vá sozinho. Volte na sexta, que eu estarei esparando por você. Ele não é um amor, Ingrid?"

"Emmanuelle, você não podia ter escolhido melhor. Você tem certeza que você quer que eu participe de um ménage à trois com ele? Vocês parecem tão apaixonados... Meu receio é não conseguir entrar nesse clima delicioso que está rolando entre vocês."

"Não, Ingrid, eu faço questão de que você participe dessa brincadeira. Semana passada, em Santos, ele foi esnobado por um casal de sapas, acabou rolando uma brincadeira entre nós três e ele ficou a ver navios. Você vai ajudar a me redimir destra falha. Sem contar que você e linda, é um fodão, e Ariel merece ser devorado por um mulherão como você, não aquelas duas sapas meia boca lá de Santos. Concorda, Ariel?"

Respondi fazendo cara de mané: 

"Olha, vocês podem fazer de mim o que vocês quiserem, tá? Eu vou adorar cada minuto da brincadeira. Só não acho legal a gente almoçar agora e depois transar"    

Foi quando as duas sorriram e Ingrid disse:

"Mas nós já almoçamos, Ariel"

E Tia Emmanuelle completou:

"Sim. A comida que trouxemos lá do Jardim Di Napoli é para mais tarde. Como não pedimos sobremesa depois do almoço, decidimos que você vai ser a nossa sobremesa de hoje"

Olha,,, se eu soubesse que algo assim iria rolar, francamente não teria perdido meu tempo e meu "mojo" batendo duas punhetas assistindo aquele vídeo chinfrim gravado na câmara do tablet. Teria guardado rodas as minhas forças para encarar essas duas ninfas fodedoras maravilhosas. Mas deixa quieto... Por sorte, na minha idade, a chance de fazer feio numa situação dessas é mínima.

Então, levantei, afastei os pratos e a toalha, sentei de pernas abertas diante delas duas na mesa, encaixei cada um dos meus pés no meio das pernas delas, tocando de leve suas bucetinhas, e ofereci meu pau já em riste, além de meu saco e meu cu, para elas duas, dizendo:

"Meninas... Bom Apetite"

CONTINUA
NA TERÇA
QUE VEM



Ariel Almada nasceu em São Paulo,
e foi criado em Águas de Lindoya.
Engenheiro Elétrico por formação,
desistiu da profissão
ao montar a rede de lanchonetes
PAMONHARIA DA LUZ VERMELHA,
presente em Shoppings do interior
de São Paulo e de Minas Gerais,
onde garçonetes vestidas como prostitutas
servem aos clientes da casa
comidas, sucos e cervejas à base de milho.

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