Tuesday, October 17, 2017

QUERIDA TIA EMMANUELLE...... ROLO DE FILME #22 (por Ariel Almada)



Era segunda à tarde, por volta de 14 horas. O décimo dia desde o início do meu romance proibido com Tia Emmanuelle. E lá estava eu, diante dela e de sua gostosíssima amiga Ingrid, sentado sobre a mesa da cozinha de seu apartamento, peladão e de pernas abertas, com meu pau meio jonjo diante delas duas. Expliquei que havia batido duas punhetas pela manhã vendo o tal vídeo de Tia Emmanuelle com as sapinhas em Santos e ainda tinha recobrando meu "mojo" por completo. Foi quando Ingrid disse:

"Bom... já que você gosta de olhar, veja isso."

Nesse exato momento, ela e Tia Emmanuelle, olhando uma nos olhos da outra, começaram a se despir, ficando apenas de calcinha, soutien e salto alto. As duas se beijaram longamente, visando me deixar excitado. Ao final, Ingrid olhou para meu pinto ainda meio inerte, e disse para Tia Emmanuelle:

"Sinais vitais ainda fracos, vamos ver se o paciente reage com outros estímulos." 

Ingrid tirou seu soutien, libertando seus lindos e gostosíssimos peitões, no que foi acompanhada por Tia Emmanuelle, que imediatamente caiu de boca naqueles dois bicões adoráveis. Chupava Ingrid com avidez, deixando marcas vermelhas bem fortes em sua pele. A julgar pelo caimento, não havia silicone naquela comissão de frente explendorosa. Mas vai saber, né? Hoje em dia existem próteses tão macias que conseguem enganar os olhos dos "boobólogos" mais especializados. Claro que nada disso resiste a um bom exame manual.

Então, Tia Emmanuelle, incomodada com meu pau, que permanecia apenas jonjo apesar de todos os esforços delas duas, largou Ingrid por alguns instantes, começou a esfregar seus seios na lateral de minha perna esquerda e a dar chupões no chapeleta do meu pinto. Convidou Ingrid a fazer o mesmo, e as duas começaram a se alternar entre meu pau e meu saco. Acreditem: não existe nada no mundo mais gostoso neste Planeta do que sentir seios nas pernas e ter duas bocas chupando a gente simultaneamente. Desnecessário dizer que meu pau finalmente acordou logo depois que essa brincadeira começou.  

Foi quando Tia Emmanuelle se levantou, abriu a geladeira e propôs a Ingrid uma degustação de geleias na minha piroca. Ingrid disse:

"Olha, eu vou fazer uma boquinha, sim. Sabe como é... pra não fazer desfeita com a anfitriã..."

Rimos muito, enquanto ela caía de boca no meu pau com muito gosto, chupando toda a geléia que havia nele, e já pedindo para Tia Emmanuelle colocar mais de algum outro sabor. No meu saco, claro, que é para não misturar com o sabor da geléia que passou no meu pau anteriormente. Lambeu tudo, e em seguida perguntou se eu gostava de geleia. Disse que sim, e que minha favorita era a de pimenta. Ela besuntou os bicos de seus peitões magníficos com minha geleia favorita e os ofereceu para que eu mamasse um pouco. Foi o paraíso. Quase enlouqueci naquela peitaria ekbergiana. Confirmei com minhas mãos: havia um pouco de silicone implantado neles, mas não muito. Apenas o suficiente para mantê-los em pé depois dos 35 anos de idade. E então, depois de chupá-la muito, deitei-a sobre a mesa, sentei sobre ela, encaixei meu pau em meio aos peitões dela e comecei a bater uma espanhola. Ela pressionava seus peitões contra meu pau, me levando à loucura. Quando senti que estava prestes a gozar, Tia Emmanuelle -- que até então estava quietinha no canto, só observando -- entrou em cena com uma vasilha e colheu prontamentetodo o meu sêmen. Em seguida, misturou-o a uma geleia de gengibre, bateu tudo com uma colherzinha e nos serviu em torradinhas doces. Simplesmente inebriante...    

 Foi quando Ingrid pediu desculpas e disse que tinha uma reunião de trabalho no meio da tarde, e não poderia ficar mais tempo conosco. Lamentamos muito. Ela nos beijou bem gostoso, nos desejou uma boa trepada vespertina, se vestiu e saiu correndo. Tia Emmanuelle então disse:

"Gostou da surpresinha?"

"Adorei, mas continuo com fome de novidades. Que tal brincarmos com aqueles chicotinhos que você guarda no armário... Que tal?"

"Huuuuum, você andou abrindo meu armários de truques, hein? Okay... submissão... até que não é uma má ideia para uma segunda-feira..."

Tia Emmanuelle se aproximou, me deu as mãos e me puxou para o quarto. Sentou-se na cama e ficou de cara com meu pau. Esfregava suas bochechas delicadamente contra ele, vez ou outra passava a língua nele sem aviso prévio -- e só com esses carinhos ele já começava a endurecer novamente.

 Então, decidi surpreendê-la. Segurei sua cabeça, afastei seus cabelos e invadi sua boca no meu pau. Empurrei tão fundo que seu nariz parou na minha barriga. Sem dó, fui socando minha piroca naquela boca adorável, devagar e o mais fundo que podia alcançar. Puxei-a pelos cabelos, bati com meu pau na cara dela suavemente e disse:

"Hoje você vai ser a minha putinha desobediente, que precisa levar uma lição para parar de esconder dinheiro de mim, você topa?"

Tia Emmanuelle sorriu para mim e disse:

"Eu quero ser a sua putinha desobediente, e quero ser casigada pelo que fiz."

Antes que ela terminasse de falar já enfiei meu pau de novo dentro da sua boca. Ela o engolia com tanta vontade que me deixava estrebuchando de tanto tesão. Com uma mão eu empurrava sua cabeça contra o meu pau e com a outra distribuía dava tapinhas leves no seu rosto. Soquei meu pau em sua boca até deixá-la sem fôlego. Ela se masturbava com a mão direita dentro da calcinha enquanto meu pau quase que a sufocava. E então, ela começou a gozar. Gozou tanto que, lá pelas tantas, caiu semi-desmaiada na cama. Fui socorrê-la com um beijo e ela disse:

"Continue me castigando... eu fui uma menina má... eu mereço..."

"Vou esperar você se recobrar, senão é covardia..."

"Hummmmmmm, esse seu leitinho quente é tão gostoso, será que ainda sobrou aí dentro dessa piroca um pouquinho dele para mim?"

"Pode apostar que sim, mas antes você precisa ser castigada."

Levantei da cama, abri seu armário e peguei um dos chicotes. Segurei-a pelo braço, puxei seus cabelos e dei nela. Pensa numa mulher totalmente arrepiada e ensandecida de tanto tesão? Era ela. Gemia loucamente e me olhava com sua carinha de menina bem comportada, e aquilo me excitava de um jeito insano. Peguei-a de novo pelo braço e a deitei de barriga para baixo.

"Fica de quatro... isso... agora empina esse rabo..." 

A primeira chicotada que dei nela foi leve, e ela nada falou. A segunda já foi mais forte. E as seguintes, também.

"Bate meu amor! Bate! Eu mereço!"

Larguei o chicote na cama e comecei a dar tapas com as minhas mãos. Bati com força. Cheguei a deixar a marca das minhas mãos nas sua bundinha linda. Só parei de bater quando ela disse:

"Já chega! Já aprendi a lição! Agora me come bem gostosinho..."

Deixei o chicotinho de lado e deitei sobre ela, enterrando meu pau por inteiro na bucetinha dela, sem fazer movimentos bruscos. E consegui levá-la ao gozo sem fazer quase nenhum movimento, só manejando suavemente meu pinto em sua bucetinha e massageando suas costas da maneira certa.

Ao final, desabamos de sono. Depois almoçamos. Então, voltamos a dormir. Acordei lá pelas sete da noite com Tia Emmanuelle sentada no meu pau, me cavalgando suave e alegremente. Ela disse:

"Quando acordei, você estava dormindo de pau duro, e eu não resisti e montei nele... Mas não queria te acordar..."

Que ninfa incansável e maravilhosa é Tia Emmanuelle. Deixei que ela prosseguisse com sua cavalgada e continuei deitado na cama enquanto a mulher dos meus sonhos rebolava gentilmente no meu pau. Foi quando ela disse, entre um gemido e outro: 

"Amei o que fez comigo hoje... adoro ser tratada como putinha... pode ser bruto comigo sem medo... fiquei toda molhadinha com os tapinhas que você me deu..."

"Quer que eu seja bruto de novo com você?"

"Sim"

Virei-a imediatamente de lado, coloquei-a de quatro com a bundinha bem empinada sobre a cama, segurei sua ancas e enterrei meu pau nela com forç. Dei vários tapas bem fortes na sua bunda e continuei metendo rola nela, sem piedade. De repente, quando ela menos esperava, tirei meu pau de dentro dela, puxei-a pelo braço e a mandei ficar de joelhos. Apontei meu pau para ela a dei-lhe um banho de esperma. Gozei na sua boca, no seu rosto, nos seus lindos olhos azuis, nos cabelos louros... até nas orelhas dela tinha esperma meu. Ela ria histericamente, enquanto chupava meu pau para sugar algo que ainda tivesse restado por lá.

"Limpa meu pau na sua boca... limpa tudo... engole tudinho... vai ser assim até você aprender a se comportar, entendeu?"

Ela sorria de felicidade enquanto beijava minha boca e murmurava.

"Eu sou uma menina má... eu fiz por merecer..."

Não sei de onde tirei essas minhas atitudes truculentas. Nunca havia tratado assim uma mulher antes. Mas Tia Emmanuelle despertou algo muito louco dentro de mim. E então ela disse:

"Estou apaixonada por você, querido. Você é tudo o que eu sempre esperei de um homem, e nunca encontrei."

"Jura?"

"E olha que eu procurei um bocado por aí..."

Meu pau ainda estava duro e ela sentou novamente sobre ele, encaixando-o em sua bucetinha, dizendo:

"Não quero sair nunca mais daqui. Esse pau agora é todo meu. Não quero mais dividí-lo com ninguém."

Confesso que fiquei um pouco assustado com a eloquência com quem ela disse isso.

Mas está tudo tão gostoso até agora entre nós dois que eu deixei rolar.


CONTINUA
NA TERÇA
QUE VEM



Ariel Almada nasceu em São Paulo,
e foi criado em Águas de Lindoya.
Engenheiro Elétrico por formação,
desistiu da profissão
ao montar a rede de lanchonetes
PAMONHARIA DA LUZ VERMELHA,
presente em Shoppings do interior
de São Paulo e de Minas Gerais,
onde garçonetes vestidas como prostitutas
servem aos clientes da casa
comidas, sucos e cervejas à base de milho.



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