Monday, October 23, 2017

QUERIDA TIA EMMANUELLE...... ROLO DE FILME #23 (por Ariel Almada)



Era segunda, por volta de dez da noite. Meu décimo primeiro dia ao lado de Tia Emmanuelle. Véspera do dia em que iríamos nos separar pela primeira vez. Eu teria que correr até Campinas para fazer uma prova na quinta e resolver algumas pendências por lá. Sem contar que teria que achar uma maneira de conciliar minha vida como estudante universitário em uma cidade com minha vida sexual e afetibade amante ba em outra. Como eu iria conseguir fazer isso sem dar bandeira ainda era um mistério para mim.

Antes, sempre que eu acordava de pau duro, o procedimento era o mesmo: ou eu me levantava da cama e ia até o banheiro bater uma punheta ou então sentava na minha mesa de estudos no meu quarto na República, ligava o notebook e e acalmava com algum vídeo de putaria. Mas desde que me envolvi com Tia Emmanuelle, tudo mudou. Primeiro porque, com ela por perto, meu pau nunca tem descanso. E segundo porque ela me pediu para procurá-la sempre que estivesse com tesão, pois estaria pronta para me receber no meio de suas pernas, fosse a hora que fosse.

Levantei da cama pelado e saí pela casa a procurar por ela. Na toca da Batgirl ela, definitivamente, não estava. Entrei pelo armário do corredor e peguei a passagem secreta para o velho apartamento de vovô e vovó. Lá estava ela: linda, vestindo pijamas, comendo pipoca, bebendo Guaraná Antarctica e assistindo a novela das 9. Tomei um susto com a cena. Perguntei:

"Você acompanha novelas?"

Ela sorriu, me chamou para sentar ao lado dela, me deu um beijo, pegou no meu pau e disse:

"Só quando eu não tenho coisa melhor pra fazer... Quer pipoca, bonitinho?"

Antes mesmo que eu dissesse que aceitava, ela pegou uma pipoca, enfiou dentro de seu pijama, passou em sua bucetinha e a colocou em minha boca.

"Está gostosa?"

Acenei a cabeça sorrindo, indicando que sim. Ela imediatamente pegou outra pipoca e repetiu o mesmo procedimento. Então, depois de fazermos isso algumas dezenas de vezes, expliquei a ela que o sal da pipoca não iria fazer bem para o PH de sua bucetinha. Ela agradeceu o toque. Então, deitou no sofá, tirou a calça do pijama, abriu bem suas pernas para mim e disse:

"Então me chupa bem gostoso para tirar todo o sal da pipoca enquanto vejo a novela"

"Seu desejo é uma ordem"

"Só pára quando o capítulo de hoje terminar."

Fiz o que ela ordenou. Chupei sua bucetinha calma e serenamente durante nada menos que 24 minutos. Ela gozou cinco vezes na minha boca ao longo desse período. Depois disso, nos deitamos abraçados no sofá e começamos a ver uma comédia romântica com Diane Lane e John Cusack. Tia Emmanuelle dormiu antes da primeira meia-hora de filme, e eu apaguei um pouco depois. Surpreendente como nosso romance de alta voltagem agora tinha também momentos ternos e aconchegantes assim.

Às seis da manhã de terça, eu acordei. Conforme me mexi, Tia Emmanuelle acabou acordando também. Nos beijamos e levantamos. Ela foi ao banheiro e eu à cozinha preparar um café para nós dois. Peguei para ela o pão de forma integral que ela gostava e um requeijão delicioso que vinha so Sul de Minas. Para mim, apenas café e cream-crackers com manteiga. Quando ela saiu do banheiro, chegou na cozinha e viu o café da manhã posto na mesa, sorriu e disse:

"Puxa vida... já vamos acordar? Estava tão gostoso. Porque a gente não come alguma coisa bem ligeira e volta para a cama? Não vou deixar você ir embora para Campinas sem me comer bem gostosinho pelo menos mais uma vez."

  Tomamos café em silêncio, disparando sorrisos sacanas um para o outro. Quando ela terminou, disse:

"Vou para o quarto. Fique aí mais uns dez minutos, que é o tempo que eu preciso para me produzir, e depois vá me procurar lá."

Assim que cheguei no quarto, dez minutos depois, lá estava ela, deitada com sua roupa de Batgirl adaptada, com uma fenda estratégica no meio das bat-pernas para poder transar sem precisar se despir. Disse para mim:

"Alí dentro daquele armário tem uma capa e uma máscara de Batman para você, além do cinto de utilidades"

O cinto de utilidades que ela mencionou era um achado: trazia um compartimento com lubrificantes à base de água em saquinhos plásticos, um compartimento para camisinhas, sprays diversos para aumentar a sensibilidade na bucetinha dela, uma pomadinha para meu pau e ainda pequenos vibradores de tamanhos e cores variadas. Adorei aquilo. Tia Emmanuelle tinha reinventado Batman e Batgirl. Perguntei a ela por onde eu deveria começar. Ela respondeu:

"Descendo pelo bat-post até cair de boca na minha bat-bucetinha, claro!"

Caí de boca nela, mergulhando com gosto naquele adorável triângulo de pelos claros. A púbis de Tia Emmanuelle me levava à loucura. Disse a ela:

"Ah, se as garotas de hoje soubessem como pelos pubianos enlouquecem alguns homens, não deixariam suas bucetinhas iguais a big macs..."

"Você está por acaso me chamando de velha?" 

 "Não, só acho que mulher adulta com bucetinha de criança é um negócio que simplesmente não combina"

Tia Emmanuelle sorriu. Então me mandou deitar e caiu de boca no meu pau. Nada mal ser chupado pela manhã pela própria Batgirl. Depois, encaixou sua bat-bucetinha nele e começou a cavalgar suave e delicadamente nele por mais de uma hora, enquanto conversávamos sobre os mais diversos assuntos. Foi a trepada mais esquisita que já tinha dado em minha vida. Nem chegamos a gozar. Mas foi uma delícia mesmo assim. Diferente de tudo o que fizemos antes. Ao final, tomamos um banho juntos, nos masturbamos e aí finalmente gozamos.

Então tomamos mais um café, nos vestimos, pegamos o carro e seguimos logo cedo para Campinas. Ela queria saber onde eu morava. Me deixou na porta da República. Antes de nos despedirmos, ela perguntou:

"Quando nos vemos novamente?"

"Que tal quinta à noite?"

"Quer que eu venha te buscar aqui?"

"Não é necessário, eu vou até você. Vamos ter um fim de semana maravilhoso, você vai ver"

Ela sorriu e disse:

"Tenho certeza que sim, sobrinho lindo"

Olhei sério para ela, e disse:

"Nós tinhamos prometido não nos tratarmos mais como tia e sobrinho, lembra?"

Ela sorriu e disse:

"Me deixa te chamar de sobrinho só de ver em quando. É gostoso. Tem sabor de coisa proibida."

"Você é um tesão, Tia Emmanuelle. Não sei como é que vou conseguir ficar longe de você nos próximos três dias."

"Então vamos aproveitar que a rua está deserta... e põe seu pinto pra fora da calça mais uma vez que quero voltar para São Paulo com o gostinho do seu esperma impregnado na minha boca"


CONTINUA
NA TERÇA
QUE VEM



Ariel Almada nasceu em São Paulo,
e foi criado em Águas de Lindoya.
Engenheiro Elétrico por formação,
desistiu da profissão
ao montar a rede de lanchonetes
PAMONHARIA DA LUZ VERMELHA,
presente em Shoppings do interior
de São Paulo e de Minas Gerais,
onde garçonetes vestidas como prostitutas
servem aos clientes da casa
comidas, sucos e cervejas à base de milho.


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