Friday, October 20, 2017

SAUDAMOS NOSSAS ANIVERSARIANTES VINTAGE DESTA SEMANA (06 a 13 de Outubro)


TEXTOS DE CHICO MARQUES




BRITT EKLAND
October 6, 1942
Stockholm, Sweden







Dizem as más línguas que Britt Ekland só conseguiu se sobressair à infinidade de clones de Brigitte Bardot que pipocavam pela Europa nos Anos 60 por ter encantado Peter Sellers e virado sua namorada, e depois sua mulher. Na verdade, Britt tinha talento. O problema é que ela era tão linda que ninguém conseguia ver isso. Pequenininha e com um sorriso arrebatador, Britt trazia muita bagagem com atriz e modelo na Suécia, onde passou infância e adolescência. Com Peter Sellers, ela fez dois filmes: A excelente comédia "O Fino da Vigarice" (After the Fox, 1966), com roteiro de Neil Simon e direção de Vittorio de Sica, e uma bobagem inclassificável intitulada "Toureiro Sem Sorte" (The Bobo, 1967), filme que de tão ruim chega a ser engraçado. A carreira de Britt ganhou projeção com "A Garota Que Inventou O Strip-Tease" (The Night They Raided Minsky's , 1968). Depois disso, ela participou de vários dramas de ação como  "Get Carter" (1971, com Michael Caine) e filmes de horror clássicos como "O Sacrifício" (The Wicker Man, 1973). Mas ganhou notoriedade mesmo foi como bondgirl em "007 - O Homem Com A Pistola de Ouro" (1974), ao lado de Roger Moore e Christopher Lee. Casou-se com Rod Stewart, que escreveu para ela canções como "Tonight's The Night" e "You're In My Heart". Mas depois que Britt e Rod se separaram, ela não conseguiu achar um norte para sua carreira. Chegou a brilhar num pequeno papel na comédia "Casanova & Companhia" (1977), ao lado de Tony Curtis, onde conseguiu se sobressair num elenco repleto de mulheres belíssimas como Marisa Berenson, Sylva Koscina, Marisa Mell e várias outras. As fotos mais recentes de Britt Ekland são assustadoras, e revelam que ela envelheceu muito mal -- tão mal que decidimos não publicar nenhuma dessas fotos aqui. Exemplarmente mal botocada e com a pele extremamente esticada, restou muito pouco (quase nada) daquela loira escandinava lindíssima que encantou a todos nós anps 60, 70 e 80. Uma pena.







SIGOURNEY WEAVER
October 8, 1949
New York City, NY






Susan Alexandra Weaver nasceu numa família de classe média alta em Manhattan, estudou nas melhores escolas e passou boa parte de sua juventude envolvida com o grupo de teatro de seu amigo teatrólogo Christopher Durang e suas comédias surreais. Alta, classuda e dona de um corpo espetacular, ela adotou o nome Sigourney por conta de uma personagem de "O Grande Gatsby", de F Scott Fitzgerald. Começou a fazer cinema não porque morrese de amor pela Sétima Arte, mas porque os cachês valiam a pena e ajudavam a produzir as peças off-off-Broadway de Durang. Depois de encarar vários papeis, ficou mundialmente conhecida através de sua personagem Ellen Ripley em "Allen"(1979), estranho filme de Ridley Scott que inesperadamente virou um sucesso estrondoso, gerando uma série de sequências milionárias. Desde então, Sigourney virou uma espécie de prisioneira de filmes sci-fi de alto orçamento. Ficou rica com Ripley. E até que conseguiu abrir o leque e escolher papéis bem pouco óbvios entre um "Alien" e outro. Brilhou em dramas como "A Montanha dos Gorilas" e "O Mapa do Mundo", e em comédias como "Uma Secretária de Futuro" e os dois primeiros "Ghostbusters". Um filme muito curioso na carreira de Sigourney é "Galaxy Quest" (1999), uma paródia divertidíssima de "Star Trek", onde ela foi à forra com sua sina de Sci-Fi Queen. Altamente recomendável também é "O Ano Em Que Vivemos Perigosamente" (The Year Of Living Dangerously, 1982), de Peter Weir, onde ela contracena com Mel Gibson numa aventura de suspense na Indonésia passada em 1965. Sigourney recebeu uma quantidade enorme de indicações a prêmios, e levou pra casa dois Golden Globes, dois BAFTAs, dois Prêmios Saturn, entre vários outros. Oscar, até agora, nenhum. Mas, na verdade, ela não está nem aí para isso. Aos 68 anos de idade, continua uma bela mulher, e até hoje produz e atua nas comédias maluquinhas de Christopher Durang. 






ELISABETH SHUE
October 13, 1962
Wilmington, Felaware






Elisabeth Shue foi o sonho de consumo de quase todo garoto nos anos 80. Loira, com corpão violão -- coisa rara no cinema americano --, ela foi a namoradinha de Ralph Macchio em “Karate Kid” (1984), de Tom Cruise em “Cocktail” (1988) e de Michael J. Fox em “De Volta Para o Futuro II e III” (1989). Conseguiu fazer a transição de musa teen para atriz adulta em 1995, quando aceitou participar do projeto independente “Despedida em Las Vegas”, de Mike Figgis. Graças à personagem da prostituta que se envolvia com um roteirista alcoólatra (Nicolas Cage), ela foi indicada ao Oscar. Não levou a estatueta. Mas começou a ser vista com outros olhos por Hollywood -- e, desde então, atuou em filmes como “O Santo” (1997), com Val Kilmer, “Desconstruindo Harry” (1997), de Woody Allen, e “O Homem Sem Sombra” (2000), de Paul Verhoeven, para citar apenas alguns. Brilhou na TV ao lado de Ted Danson nas temporadas 12, 13 e 14s de "CSI Las Vegas". É casada com o diretor de cinema Davis Guggenheim, com quem tem dois filhos. Está envelhecendo muito bem, e continua uma mulher exuberante aos 54 anos.






KELLY PRESTON
October 13, 1962
Honolulu, Hawaii




Kelly Preston é havaiana. Seu verdadeiro nome é Kelly Kamalelehua Smith. Veio para Los Angeles já adolescente, e -- como desde jovem já era um mulherão espetacular -- foi estudar Artes Dramáticas para tentar a sorte em Hollywood. Depois de uma infinidade de papéis pequenininhos, ganhou seu primeiro papel de relevo na comédia de Ivan Reitman "Gêmeos" (1988), com Arnold Schwarzenegger e Danny DeVito. Trabalhou com ótimos diretores como Cameron Crowe, Sam Raimi, Alexander Payne e John Frankenheimer, que não só endossaram seu talento e como ainda forneceram a ela excelentes credenciais para seguir em frente com sua carreira de atriz. Casada com John Travolta desde 1991, Kelly tem trabalhado menos nos últimos 15 anos para se dedicar à maternidade. Perdeu um de seus filhos de forma trágica, então mergulhou de cabeça na bebida. nos tranquilizantes e na também nos dogmas da Cientologia. Hoje, livre disso tudo, dedica seu tempo livre a ações educacionais, reabilitação de dependentes químicos e ações de caridade. Kelly Preston continua um mulherão espetacular aos 53 anos de idade.





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