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Showing posts from 2020

CHICO MARQUES REÚNE OS 25 ANIVERSARIANTES DA SEMANA EM MAIS UMA PLAYLIST BEM ESQUISITONA (MAS MUITO SIMPÁTICA)

  ANIVERSARIANTES DA SEMANA ( 28 DE SETEMBRO A 4 DE OUTUBRO )   TIM MAIA BEN E KING KENNY KIRKLAND KOKO TAYLOR ANGELA MARIA BILLY STRANGE JERRY LEE LEWIS MARK FARNER (GRAND FUNK) CISSY HOUSTON JOHNNY MATHIS MARILYN MCCOO (5TH DIMENTION) MARC BOLAN (T REX) TREY ANASTASIO DONNY HATHAWAY CUB KODA (BROWNSVILLE STATION) ALBERT COLLINS DON MCLEAN STING BILLY BRANCH EDDIE COCHRAN CHUBBY CHECKER LINDSEY BUCKINGHAM (FLEETWOOD MAC) STEVIE RAY VAUGHAN DUKE ROBILLARD LEON THOMAS CLIQUE AQUI PARA OUVIR

ENTREVISTA COM A LENDA EDY STAR STAREDY (por Rogério Baraquet)

  Edy Star Staredy, o último kavernista (do disco "A Grã Ordem da Sociedade Kavernista Apresenta - Sessão das Dez", com ele, Raul Seixas, Sergio Sampaio e Miriam Batucada) tem certamente mmmmuita história pra contar! Absolutamente imperdível! (ROGÉRIO BARAQUET)

O MAL NOSSO DE CADA DIA (por Fábio Campos)

  O sul e o norte dos EUA guardam muitas diferenças, gerando inclusive a tão conhecida guerra civil. O sul, mais agrícola, mais religioso e menos educado acabou sendo obrigado a engolir a abolição da escravatura depois da derrota na guerra civil. Curiosamente, a maior religiosidade nunca pareceu conflitar com a convivência com a escravidão, um argumento comum aos que questionam a religião como bússola moral. Essa parece ser a questão fundamental do filme de Antônio Campos – filho do apresentador do Manhattan Conection, Lucas Mendes –, O Diabo de Cada Dia, em cartaz no Netfilx. Apontando para duas pequenas comunidades do meio-oeste americano, o filme mostra as consequências da mistura de ignorância, religião, pobreza e violência e a imensa dificuldade de alguém nascido ali escapar do que parece ser um destino imutável.   Baseado no livro O Mal Nosso de Cada Dia, Campos convidou o autor do livro, Donald Ray Pollock, para fazer a narração em off, recurso que, se por um lado, tira...

A GALERIA DO LAURO: O SER E A PROFISSÃO #1 (Caricaturas Sem O Caricaturado - por Lauro Freire)

  RAINHA ELIZABETH Lauro Freire é um artista admirável. desenhista com um traço inconfundível, e dono de um senso de humor muito peculiar. Poderia estar expondo em salões e circulando pelo país, mas prefere seguir pela contramão e pintar pontos culturais da cidade -- como as colunas da Disqueria, no Baixo Boqueirão (Av. Conselheiro Nébias 850). É com muito prazer que LEVA UM CASAQUINHO hospeda em suas webpáginas a GALERIA DO LAURO.

A MÁQUINA POP TRANSMÍDIA DO GORILLAZ (por Eduardo Rubi Cavalcanti)

   Eduardo Rubi Cavalcanti é jornalista desde a década de 80. Trabalhou em A TRIBUNA de Santos e em várias outras publicações. É Mestre em Comunicação Social pela Universidade Metodista de São Paulo e leciona Jornalismo na Unisantos, onde cursou sua graduação. Publica domingo sim, domingo não, em A TRIBUNA de Santos, a página PRÓXIMA PARADA, que reproduzimos aqui.

MESADA (por Marcelo Rayel Correggiari)

  Mais uma vez, nossa resistente Mercearia volta a tratar de negócios. Negócios públicos... dinheiro de governo, arrecadação e os ‘escambau’. Já diria o magnânimo Milton Friedman que governança é uma desgraça: como já sabem que todo final de mês pinta o ‘dinheirinho’ dos impostos nos cofres do governo, “... tendem a gastar muito mal...” essa arrecadação. O prêmio Nobel de ciências econômicas de 1976, diferente do que muitos pensam, era um quase revolucionário: “onde hay govierno, soy contra”. No mínimo, já caberia a pecha de ‘desconfiado’. E ainda tem gente que sapeca umas de ‘o pai do neoliberalismo’: bom... se considerarmos que esquerda e neoliberais partem de uma mesma pauta progressista, ... ********* Levando-se em consideração que o mundo não resolveu os graves problemas iniciados pela Crise dos Primes de 2008, já era de se esperar a quebradeira geral: uma depressão econômica internacional pior que o ‘crack’ de 1929! Só para se ter uma ideia, o PIB japonês já caiu 27%. Até que...

CANCELADO NA CHINA - CAPÍTULO #1 (por Germano Quaresma aka Manoel Herzog, ou vice-versa)

  -  CANCELADO NA CHINA minissérie em três episódios CAPÍTULO I Há um ano estive num festival internacional de poesia em Buenos Aires onde brilhei, lacrei e seduzi como um notável poeta tupiniquim socialista e defensor das causas humanas mais clementes. Fiz contatos com pessoas excepcionais, das quais inclusive me tornei amigo, indo depois visitá-las em seus países, e mesmo recebi outros tantos poetas aqui. Na paleta de nacionalidades poéticas havia argentinos, óbvio, uruguaios, norteamericanos, mexicanos, espanhóis, portugueses, italianos. Não vou mentir que foi ali que travei contato com a China, mas foi a partir dali que me procurou a poeta Sun Lee Ming (o nome é fictício, a história, verdadeira), amiga de um amigo holandês. Escreveu-me num inglês que não sei dizer se impecável ou precário, mas que permitia ao meu reduzido conhecimento deste idioma compreender o que desejava comunicar. Para mais que isso, fazia o obséquio de enviar o mesmo texto em espanhol, idioma que tamb...

PRIMAVERA COM ARES DE VERÃO (por Flávio Viegas Amoreira)

  Poeta, contista e crítico literário, Flávio Viegas Amoreira é das mais inventivas vozes da Nova Literatura Brasileira surgidas na virada do século: a ‘’Geração 00’’. Utiliza forte experimentação formal e inovação de conteúdos, alternando gêneros diversos em sintaxe fragmentada. Participante de movimentos culturais e de fomento à leitura, é autor de livros como Maralto (2002), A Biblioteca Submergida (2003), Contogramas (2004) e Escorbuto (2005).

SAUDADE DO FUTURO (por Itamar Alves)

  Uma das tônicas da música brasileira da segunda metade do século XX é a de forma e conteúdo servirem à ideia de mudança. Canções com letras em versos abertos e estruturas modernas traduziram foneticamente o salto desenvolvimentista das décadas de 1950 e 60, e a redemocratização dos 80 teve impacto forte no ambiente pop brasuca . Duas canções-chaves desses momentos aproximam-se nos formatos e temas de vontade de futuro: “Chega de Saudade”, de Tom Jobim e Vinícius de Moraes; “Fullgás”, de Marina Lima e Antonio Cícero. Funcionam como polaróides do que o crítico literário José Guilherme Merquior chamou de “saudade às avessas”, ou seja, o sentimento de falta do que ainda não veio como vetor para transformação.   Escritas por dois poetas que queriam rearranjar o contexto das letras de seus respectivos momentos, “Chega de Saudade” e “Fullgás” subverteram a prática comum . A música das décadas de 1950, com temas de tristeza e abandono, e de 1970, ainda com ranços ou de binarismo...