Caro Dr. Love: Sou casado com uma bela mulher, que enviuvou tragicamente em seu primeiro casamento. Desde que começamos a sair juntos, ela logo deixou claro para mim que eu jamais substituiria seu primeiro marido, e que, com um pouco de sorte, com o passar do tempo, talvez conseguisse me equiparar a ele. Me disse também que eu teria que ser tolerante com ela pois em algumas datas deles dois, ela me deixaria de lado para se dedicar a fazer contato com ele. Eu concordei. Amar é, entre outras coisas, respeitar as maluquices da sua parceira. Só que uma dessas maluquices me preocupa. Minha mulher tem o hábito de ir ao cemitério todo Dia de Finados, deitar nua diante da campa do marido e transar com ele sensorialmente. Resultado: todo Dia de Finados eu tenho que buscá-la na Delegacia, acusada de praticar atentado ao pudor. Ela se recusa a frequentar um psicólogo, e insiste que não há nada de errado no que ela está fazendo. O que eu faço, Dr. Love? (Raul Julio, Vitória ES) ...
UMA REVISTA ACONCHEGANTE QUE VALE POR UM COBERTORZINHO