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Tuesday, October 25, 2016

AS DESVENTURAS DE BENJAMINA LAVADINHO, UMA DEVASSA PORTUGUESA COM CERTEZA(#12)






Estávamos às 6 no Jardim, conforme combinado.

Gostei muito do que vi e começamos a conversa. Tenho consciência que as conquistas se sentem em desvantagem comigo uma vez que eu sei como eles são enquanto me escondo atrás de umas belas pernas desenhadas pela Apollonia Saintclair.

Mas também sei que sou atraente e que posso fazer mais ou menos o jeito dos pretendentes, mas sou sempre (?) uma agradável surpresa.

Ele foi direto ao assunto, compreendo que seja o primeiro desbloqueador uma vez que ele era bonito e acima da média, queria saber qual era o meu aspeto antes de tudo o resto. Eu descrevi-me rapidamente indicando algumas características físicas bem como traços gerais de personalidade.

O facto de ele ser extremamente bem-parecido inverteu o meu jogo e isso intrigou-me, senti-me numa audição ou entrevista de emprego, em que receava que uma resposta minha fosse ao lado e que terminasse aí o momento.

Decidi manter-me fiel a mim mesma e confiante, afinal ele é que era um sortudo por me estar a cativar. A sua postura intrigante e desafiante iria ter resposta à altura.

Passámos depois à partilha de gostos no sexo e em comum tínhamos a importância e características de um bom broche, com gosto, com dedicação, som e claro até ao fim! Cada vez estava a gostar mais da conversa.

Por vezes passava-me pela cabeça a hipótese de estar a ser enganada e de não ser ele nas fotos, no fundo queria acreditar que sim, mas dei-lhe oportunidades de assumir a verdade. Já passei essa fase de apenas considerar o aspeto físico a uma variável para uma aventura de prazer.

Tenho descoberto que não funciono de forma linear e que a aparência é importante mas que pode ser superada pela atitude e intelecto, que me cative e dê luta. Deixei por isso que o desenrolar das conversas determinasse se o iria conhecer ou não, se esse dia chegasse.

Perante a vontade que ele tinha de me ver mostrei-lhe uma foto minha e dei-lhe um nº de telefone para se quisesse conversar em outros termos e claro ver outras perspetivas minhas.

Mais uma vez a bola ficou do lado dele, situação atípica. Eu gosto de dar o controlo, não de não o ter sequer.

No dia seguinte fui surpreendida por um desafio, Ele estava a almoçar e queria que eu lhe apimentasse o almoço. Alinhei no jogo e partilhei algumas imagens minhas provocadoras tiradas no momento. Estava a usar um cinto de ligas de cintura subida e umas meias de liga pretas. Mostrei-lhe como o meu rabo ficava quando a saia subia. Era um bom teaser.

Ele correspondeu e enviou algumas fotos de corpo, tinha ido ao ginásio. O mistério mantinha-se… será que ele era o pedaço de mau caminho que parecia ser? O corpo parecia estar em forma.

Pensei:

"Miúda, agora vai ter de pagar para ver! Tu não vais resistir!"

Retribuí com uma foto das minhas mamas, uma foto que gosto especialmente pois estou com uma combinação muito interessante que abre na zona das mamas quando se puxa por uns fios. Sinto-me especialmente sexy e favorece o formato arrebitado do meu peito.

Em resposta ele lança-me um desafio: Um encontro rápido para ele me devorar as mamas e só mesmo as mamas.

Achei excitante e pensei imediatamente:

"Será que ele me resiste e se fica apenas e só pelas mamas?"

Ele parecia confiante de ser capaz de resistir. Diz que não iria propor algo que não fosse capaz de superar.

Sabendo que ainda não estava totalmente convencida que ele era quem eu via nas fotografias ele divertia-se a picar-me e eu deixei-me levar mas a Miss Bring é uma jogadora de poker sem medos e gosta de fazer all ins!

Sugeri então um encontro para esse dia às 8 da noite no jardim, conhecia um sítio discreto e a essa hora estaria com certeza deserto!

Ele não confirmou de imediato e disse que apenas perto da hora saberia se iria ou não. O suspense manteve-se até ao fim. Saí de casa para o tal jardim e no caminho cumpro o combinado, aviso que estarei mesmo pelas 8 horas no ponto de encontro.

Levava um casaco comprido e um chapéu de abas largas que juntamente com a penumbra da noite já cerrada dava o disfarce perfeito, por baixo levava uma blusa e uma saia. As minhas expectativas estavam nos 50% de chances de ele não aparecer ou ser alguém totalmente diferente do esperado. Mas como é um jardim que gosto pela vista sobre toda a cidade, particularmente à noite, o passeio nunca seria um desperdício.

Estava uma noite fresca mas com o céu limpo e luar relaxante.

Ao descer a escadaria do jardim vejo um vulto na minha direção, vinha vestido de escuro e tinha um capuz e naquele lugar e aquela hora seria provavelmente ele. Senti-me nervosa e aquele kick da adrenalina que eu tanto gosto entrou no meu sangue.

Eu paro a meio das escadas e ele rapidamente chega até mim, aqueci da cabeça aos pés! Era o deus grego que eu desejava que fosse. O escuro e o chapéu não deixava transparecer, mas devia estar bem rosada e a timidez estava a tomar conta de mim. Senti-me quase infantil.

Por baixo do capuz ele tinha um boné que tira para me cumprimentar, enquanto eu digo

"És mesmo tu!"

E lhe viro a minha cara para aceitar o beijo apenas na cara. O combinado era apenas as minhas mamas! Não queria deixar cair o desafio assim tão rapidamente.

Fomos lado a lado até à ponta do miradouro e aí comecei a relaxar, embora esse fosse também o local onde estávamos mais expostos pois infelizmente a minha previsão de solidão não se estava a concretizar.

Digo:

"Vamos antes para aquele canto, é mais discreto"

Enquanto vamos até lá passam-me umas imagens pela cabeça e sorridente passo a mão pelo meu peito pois tinha trazido um dos meus soutiens preferidos e sentia os meus bicos já duros.

Encosto-me sobre o muro que fazia canto com um edifício e dali apenas poderíamos ser vistos por alguns vizinhos mais indiscretos mas olhando rapidamente e redor não havia viva alma. Devia ser hora da novela, quem iria espreitar à janela!

Ele avança sobre mim e para minha satisfação quebra imediatamente o acordo. Agarra-me com firmeza pela cintura e puxa-me vigorosamente contra ele enquanto me percorre o pescoço com a boca.

Beija-me demoradamente a zona do decote enquanto as suas mãos percorrem as minhas coxas, rabo e sinto os seus dedos a passarem vigorosamente pela entrada da minha cona.

Era mesmo o que me apetecia. Ele agarra-me o cabelo e puxando a minha cara para cima devora-me com a sua boca fresca com sabor a menta.

Pergunto divertida enquanto recupero o folgo:

"Então não era só para me beijares as mamas?"

E ele responde:

"Nunca disse que não fazia batota"

Abro mais o meu casaco e deixo ver a camisa vermelha de seda que trago por baixo. Abro o 1º botão e mostro-me desejosa de o sentir novamente a percorrer-me com a sua língua. Sentir a saliva na pele. Empino o peito.

Ele diz num murmúrio:

"És mesmo como eu gosto"

Era mútuo, os beijos longos e profundos e as mãos por todo o lado, tornavam o momento intenso. Enquanto me voltava a agarrar as coxas e esfregar a cona, sentia os seus dedos grandes a entrar, não totalmente, mas a deixar-me louca.

Ele parou de me beijar por momentos e ordena-me:

"Dá-mas, mete-as na minha boca"

Eu bem-mandada como sou assim faço, afasto mais a camisa entreaberta e puxo as mamas para fora do soutien.

Os meus bicos estavam rijos e ainda mais ficaram quando ele os devora. Fiquei a olhar apenas, a luz difusa da lua e dos pouco cadeeiros permitia-me ver como ele me devorava as mamas com vontade.

Voltando aos beijos no pescoço, cara e boca ele afasta a sua boca de mim e eu deixo-me de boca aberta, com a língua a chamar por ele, toda eu era tesão naquele momento. Ele não resiste e dá-me uma chapada na cara enquanto diz:

"Não faças isso que isso! É mesmo o que eu gosto!"

Sorrio safada e penso gostas tu e gosto eu ainda mais!

Já que todo o acordo tinha ido por água abaixo retiro as luvas e passo a minha mão sobre as calças dele, senti-o rijo por baixo. Esfrego e gosto do que estou a sentir. Imagino-o a entrar na minha boca, algo que sei que ambos gostamos…

Ele volta a agarrar-me pelas nádegas e passa a sua mão pelo interior das minhas coxas puxando-me para cima. Nesse momento oiço a minha saia a rasgar… well well depois vejo… não vou parar! Fazemos mais uma pausa para ganhar folgo e ele pergunta-me como faço para disfarçar os cheiros e os chupões…

Em stress exclamo!

"Não! Não me fizeste chupões pois não?"

Não, diz ele e respiro de alívio! Recomeça a falar, enquanto andava de um lado para o outro à minha frente:

"Como se vai para casa a seguir depois de uma sessão destas? Acho que vou ter que bater 2 esta noite!"

Não lhe respondo porque gosto de manter certos aspetos da minha vida dupla privada mas saber que ele se iria masturbar por mim era excitante. Peço-lhe um beijo de despedida e ele compõe sem vontade a minha camisa, não resistindo a beijar as minhas mamas mais um vez.

Fiz questão de tornar o momento da despedida dificil.

O nosso encontro estava no fim, muito longe do acordo inicial mas também muito melhor. Fiquei desejosa de um novo encontro, eu e ele num quarto era… promissor!

Ao ir para casa revejo todo o filme na minha cabeça enquanto sinto um vento fresco a subir por trás dos joelhos!

Benjamina Lavadinho é uma mulher poderosa em Portugal.
Durante o dia, é uma causídica incansável,
empenhada em ajudar a eliminar os focos de corrupção
que norteiam o Governo Português.
Mas quando cai a noite, ela se transforma
em uma caçadora solitária implacável.
Esta é a décima-segunda de uma série
de 20 destemidas aventuras sexuais noturnas
de Benjamina Lavadinho
pelas principais cidades portuguesas
que LEVA UM CASAQUINHO tem o prazer de publicar
com exclusividade para o público brasileiro.

Tuesday, October 18, 2016

AS DESVENTURAS DE BENJAMINA LAVADINHO, UMA DEVASSA PORTUGUESA COM CERTEZA(#11)



Sexta-feira ao final do dia sentia-me especialmente predadora.

Não resisti a uma caçada e após uns swipes encontrei algo que me chamou à atenção, a imagem era tentadora: uma mão tatuada a agarrar com vontade um belo rabo.

Fiquei curiosa e aprofundei o meu interesse, a apresentação terminava com um:

"Queres marcar um café comigo?
Ou posso-te comer sem que gastar dinheiro?"

O meu interesse ficou ainda mais aguçado.

A atitude num homem para mim vale mais de 50% do seu interesse, claro que gosto que me agradem fisicamente, mas a atitude, isso sim é algo que me enche de tesão e me motiva a marcar um encontro.

Respondi com o modo safada ON


"Podes me comer… não gosto de café."

Por acaso até gosto bastante mas a minha ideia era saber logo qual era a fibra do pretendente a presa. Correspondendo às minhas expectativas a sua resposta ao meu atrevimento foi:


"Como com muito prazer."

The game is ON, pensei eu!

Marcámos o nosso encontro e confesso que abri uma exceção nas minhas regras, mas não queria deixar passar muito tempo e esmorecer a tesão que estava a sentir.

Nos dias que antecederam o encontro trocámos várias fotos provocantes e partilhei alguns dos meus gostos e preferências.

Falámos todos os dias e eu estava acesa, sentia a excitação de uma primeira vez e a expectativa era elevada. Decidi nessa manhã não usar cuecas no encontro, já tinha confidenciado que era algo que fazia de vez em quando e ele tinha reagido com muita tesão. Era uma agradável surpresa.

Combinámos encontrarmo-nos à porta do motel, confesso que me sentia nervosa e um pouco intimidada pela carga sexual prévia , mas por outro lado é a adrenalina que me move e se não sentir o friozinho na barriga é porque não vale a pena.

Quando cheguei ele já me aguardava, mal olhei para ele senti-me a ficar corada… Mas gostei do que vi e disse um tímido


"Vamos?"

Ele já tinha previamente reservado o quarto e gostei da sua escolha!

Ao entrar vi um varão, paredes e teto com espelhos, tudo com tons de vermelho e preto e uma larga cama ao nível do chão. Para complementar o ambiente de puticlube havia um jogo de luzes a iluminar alternando com várias cores.

Fiquei em pé, encostada ao varão enquanto ele poisava as suas coisas, gostei do toque fresco do metal e do ambiente que estava no ar. Esperei pelo avanço dele, ele passou as mãos pelo meu corpo e agarrou-me pela primeira vez o rabo com vontade.

Dei uma volta sobre mim para me exibir e perguntei-lhe atrevida se ao vivo era como nas fotos e confessei que não tinha cuecas.

Ele entusiasmou-se e quis comprovar o que eu dizia. Subiu a minha saia e passou lentamente a mão entre as minhas coxas, nádegas e por fim suavemente sobre a minha cona que estava já bastante molhada com a excitação acumulada.

Tomando a iniciativa começou a abrir a minha camisa, depois o fecho da minha saia e por fim tirou o meu soutien. A forma como o estava a fazer era sedutora e tranquila o que me foi deixando com muita vontade de me entregar ao prazer.

Fiquei nua, apenas com as meias de liga e os sapatos altos calçados, sentia-me sexy.

Ele agarrou-me com firmeza e fez-me ajoelhar em frente a ele, estava já duro e mesmo à minha frente, sem hesitar meti-o na minha boca para o sentir rijo pela primeira vez e comecei a chupar suavemente.

Ele empurrou-se contra a minha boca e senti-o a chegar bem fundo até à garganta… senti aquele sufoco bom e quando ele me largou respirei com vontade e ri-me… tinha apreciado e gostava de lhe dar a entender isso.

Passámos ao colchão… onde me deitei e esperei por ele, pelo seu toque e boca fresca na minha cona quente.

Hmmm que delícia! Relaxada e bem entregue encostei a minha cabeça para trás, fechei os olhos e disfrutei do puro prazer. Abri os olhos por momentos para ver o espelho do teto e lá estava o meu reflexo, eu deitada, pernas bem abertas e ele deitado com a cabeça entre as minhas coxas a saborear-me toda.

Gostei da intensidade com que me beijava a cona e me penetrava com os dedos… sabiamente fez-me vir!

Pensei…

"Miúda, o teu palpite na sexta estava certo, boa presa!"

Estava super excitada e desejosa de o sentir assim rijo dentro de mim. Ele coloca o preservativo agilmente e eu fico deitada de pernas abertas, a morder o lábio de ansiedade pela primeira penetração.

Ao sentir-me penetrada pela primeira vez suspiro alto, tão bom!


"Ahhh!"

As minhas pernas estão levantadas, ele está debruçado sobre mim com as mãos no interior das minhas coxas… abrindo-me bem, coloca os meus pés nos seus ombros e fode-me com intensidade.

A cadência da penetração tinha um ritmo muito excitante e soube naquele momento que ele era experiente e um excelente amante.

Debruçando-se sobre mim beija-me e sinto os nossos corpos já quentes de mais e o suor a começar a brotar dos nossos poros. Rapidamente ficámos encharcados.

Digo-lhe que gosto dessa sensação, sexo bom tem de ter calor e suor.

Ele surpreende-me com algo que me deixa mesmo louca – Sai de dentro de mim por momentos e esfrega a ponta do seu caralho duro na entrada da minha cona mas sem entrar!

À medida que ele faz isso a tesão e vontade de ser penetrada começa a tomar conta de mim. Quero e desejo intensamente que ele se volte a empurrar para dentro de mim mas ele faz-me esperar.

Peço-lhe:


"Fode-me! Enfia esse caralho na minha cona!"

Ele não cede logo, gosta de me ver sedenta! Até que finalmente me volta a penetrar intensamente e me provoca um grande orgasmo!

Penso, este é sabido!

Mudamos de posição, para uma das minhas preferidas e sem dúvida adequada aos espelhos que nos rodeavam, de lado e ele por trás.

Levanto a perna de cima, ficando assim bem exposta e aberta, adoro a sensação. Perdi um pouco a noção do tempo, mas sei que ficava a foder assim toda a tarde.

A cadência era lenta, mas ver-me no espelho corada e suada com um dos seus dedos na minha boca estava a dar-me uma tesão brutal.

Por momentos fechava os olhos para focar os sentidos nas sensações dos meu corpo. Deliciava-me a chupar e mordiscar os seus dedos.

Quando abria os olhos via-o a olhar para nós e a sussurrar-me ao ouvido


"És uma tesão, a tua cara de prazer… dá-me tesão!"

Eu olhava para nós e tinha de concordar tínhamos química!

Digo-lhe:


"Não pares! Vou-me vir!"

E de repente ele pára!

"Então? Porque paraste, estava-me quase a vir! Que mau…"

Ele responde-me ao ouvido:

"Quem te disse que te podias vir agora?
Agora não te vens! Só quando eu quiser."

Este estilo dominador acendeu ainda mais o meu fogo. O timing tinha sido perfeito e o efeito exatamente o esperado, continuamos a foder daquela forma envolvente até eu lhe pedir ansiosa:


"Vou-me vir, deixas? Eu mereço! Não pares!"

Hmmm o orgasmo intenso chegou… tinha valido a pena esperar.

Vejo que a endurance dele parecia ser duradoura quando me pergunta que posição quero de seguida.

Digo, sou uma básica, mas adoro de 4 por trás! É sem dúvida a número 1!

Meto-me em posição e empino o cu para ele o apertar, lamber e beijar antes de começar novamente a foder-me.

Agarrou-me bem pelas ancas e puxou-me com força contra ele. Eu gemia de prazer. Olhava nos espelhos e via-nos em todas as direções, sorria para ele enquanto fixava o olhar e mordia o lábio.

Ele dizia-me o quanto estava a gostar de me foder:


"És uma tesão puta! És uma putinha tão boa!"

E que excitação me dava ouvir isto.

Ele deu-me uma palmada suave nas nádegas e eu gemi de prazer indicando que estava no bom caminho. Voltou a dar-me uma palmada e sorri satisfeita!

Alertei entre risos:


"Só não me podes deixar marcada…"

Fazemos uma pausa pois não tínhamos vontade de terminar e o precisávamos de molhar a boca. Bebemos água na casa de banho e enquanto estávamos de pé ele agarra-me e eu inclino-mo para a frente, encostada à parede, e fode-me com vontade.

Este homem não perdia uma oportunidade e superava-se sempre!

Voltamos ao colchão e a nossa foda termina com o meu último orgasmo…

Após esta boa performance estava desejosa de retribuir e sentir aquele caralho teso na minha boca. Eu adoro chupar, olhar nos olhos e dar umas lambidelas safadas. Sei que sou boa nisso e melhor, sinto que sou boa.

Pergunto:


"Queres-te vir para a minha boca?"

Ele deita-se e eu rapidamente começo a chupá-lo com vontade. Era bem merecida toda a minha dedicação até sentir o leite quente a jorrar na minha boca.

Mamo-o bem, cuspo-lhe, enfio-o na garganta até começar a sentir o seu corpo em êxtase e a aumentar os gemidos. Olho-o com ar safado e vibro com prazer ao sentir a minha boca a encher-se de um líquido quente.

Acabo por chupar tudo delicadamente, engulo satisfeita e deita-me junto a ele.

Pergunto completamente sem noção do tempo decorrido:


"Que horas são?"

Só esta sensação é sinal que as expectativas iniciais tinham sido cumpridas.

Foi um fodão, quando vamos repetir?


Benjamina Lavadinho é uma mulher poderosa em Portugal.
Durante o dia, é uma causídica incansável,
empenhada em ajudar a eliminar os focos de corrupção
que norteiam o Governo Português.
Mas quando cai a noite, ela se transforma
em uma caçadora solitária implacável.
Esta é a décima primeira de uma série
de 20 destemidas aventuras sexuais noturnas
de Benjamina Lavadinho
pelas principais cidades portuguesas
que LEVA UM CASAQUINHO tem o prazer de publicar
com exclusividade para o público brasileiro.

Tuesday, October 11, 2016

AS DESVENTURAS DE BENJAMINA LAVADINHO, UMA DEVASSA PORTUGUESA COM CERTEZA (#10)



Finalmente estivemos juntos!

Eu escolhi um sítio acolhedor mas fun para almoçar, convenientemente, perto do trabalho. O tempo é escasso e não o queria perder em trajetos pela cidade.

Achei que o sítio te ia agradar e seria o ideal para um primeiro encontro. Íamo-nos conhecer em carne e osso, olhos nos olhos, pela primeira vez!

Durante o almoço, senti que enquanto eu tentava falava contigo num tom descontraído, tu olhavas nos meus olhos, e eu sentia de imediato a minha cara a ficar quente e provavelmente corada.

A timidez não me largava. Tinha gostado do que estava a ver e de o nosso click ter sido fácil.

Desejava que me agarrasses firmemente, me puxasses contra ti e finalmente me beijasses… mas tentava fugir a esse teu olhar intenso e manter a minha distância…

Neste momento o meu diretor entra nesse mesmo restaurante!

"Miúda! Endireita as costas, põe um ar profissional e tenta continuar o teu almoço com naturalidade. Ele não sonha que tu te estás a encontrar com um tipo que não conheces e com quem estás mortinha por ter sexo, pois não?"

Terminámos a refeição calmamente, bebemos o nosso vinho devagar e até apetite para sobremesa tive. Tu mostraste-me discretamente o ecrã o teu telemóvel onde estava escrito

"Quero-te beijar (derreti…) vamos embora?"

Dirigimo-nos para o teu carro, que estava estacionado num parque subterrâneo perto, e enquanto o fazíamos íamos lado a lado a sentir uma tensão que tínhamos de conter até estarmos só os dois.

Aproximávamo-nos do elevador para o parque e ficamos sós por instantes… quase nos beijávamos… mas entrou uma pessoa.

"Damn! Isto hoje não está a correr bem…!"

Finalmente chegamos ao teu carro que estava estacionado num canto. Relaxei, assim íamos poder ficar à vontade… O meu "crazy mode" já estava em modo "on".

Ficámos de pé junto ao carro e encostaste-me ao pilar e finalmente senti os teus lábios. A timidez estava a partir para bem longe. O gelo estava quebrado.

Perguntaste-me se queria entrar para o banco de trás contigo… Disse que sim e entrei à tua frente.

Beijámo-nos uma, outra e outra vez. Sempre adorei beijar e os beijos eram muito bons, molhados e suaves.

Sentia-te excitado e deixámo-nos guiar pelo instinto.

Naquela escuridão e calor, fomo-nos explorando: línguas, sabores e cheiros. Beijaste-me no pescoço e desceste as tuas mãos para o interior das minhas coxas, apertaste-me as pernas e sentia a tesão a acumular-se.

Perguntei-te se querias beijar as minhas maminhas…sem hesitar subiste a minha blusa, desceste o meu soutien e eu senti a tua boca e o teu respirar nos meus bicos já duros de tesão…beijaste, lambeste, chupaste, brincaste com a ponta da língua e com umas trincadelas ao de leve. Adorei.

Com o calor, aumentava também intensidade dos beijos, eu levantava o pescoço demostrando que gostava de ser beijada aí…gostava de sentir o arrepio e as tuas mãos, tu correspondeste.

Enquanto me beijavas uma mama apertavas a outra…e a vontade de me entregar para me sentires aumentava… estava tão molhada e em breve ias sentir o efeito que tinhas em mim. Não havia como disfarçar.

Começas-te por me tocar as coxas, as pernas…acariciavas-me toda enquanto me beijavas-me mais e mais, já só pensava quando ia sentir os teus dedos na minha cona… estavas tão perto! Baixaste as minhas cuequinhas e avançaste com os teus dedos até chegares a ela… eu suspirei de prazer antecipado!

Estava desejosa… e molhada, não conseguia esconder a excitação que me causavas e saber que tu ias sentir isso ainda me provocava mais desejo.

"Miúda, é agora…hmmm"

Os teus dedos deslizavam suavemente por entre os meus lábios, passaram pelo meu clitóris, até começar os começar a sentir na entrada da minha cona.

Com um beijo longo penetraste-me com um dedo que depois tiraste e partilhaste comigo. Sabias que eu gostava do meu sabor…

Voltaste a penetrar-me mais intensamente e depois provaste finalmente o meu sabor…vi a tua satisfação na forma como brilhavam os teus olhos… no escuro daquele banco de trás.

Passavam carros de vez em quando, uns para cima, outros para baixo. Estávamos a meio de um dia normal de trabalho no centro de uma cidade movimentada a viver mais uma aventura. A dose de excitação era redobrada pela situação.

Abri mais as pernas… ficando completamente aberta para ti… aumentaste a intensidade das penetrações, agora com 2 dedos, sentias-me bem, sentias-me toda.

Disse-te entre gemidos:

"Ahhh seu safado tesudo!"

Olhava para ti com tesão e sabia o que mais desejavas… dar-me prazer e sentir na tua boca o meu sabor! Eu sabia!

Disse-te:

"Queres me chupar a coninha é?"

Respondeste:

“Sim quero. Quero muito isso…”

Tentei encontrar uma posição ainda melhor para que tu te pudesses baixar e finalmente explorar com a boca a minha cona… e tão sedenta de sentir a tua língua que ela estava.

Quando sinto a tua língua a chegar, fresca e molhada, suspiro… penetraste-me primeiro com a tua língua e de seguida beijaste-me os lábios da cona e no interior das coxas. Enquanto te deliciavas olhavas nos meus olhos, vias e sentias a minha tesão.

Voltaste a efiar a tua língua bem fundo na minha cona e depois levantaste-te para me beijar.

Adoro partilhar um beijo intenso de sabor e cheiro a mim. E que beijo quente e molhado esse que só me fazia ficar ainda mais desejosa de voltar a sentir a tua boca a chupar suavemente o meu clitóris.

Voltaste a descer e correspondeste ao meu desejo. Começaste a chupar, primeiro suavemente e quando eu coloquei as minhas mãos no teu cabelo e te puxava, aumentaste a intensidade.

Paraste… e perguntaste:

"Estás a gostar?"

Disse eu, entre suspiros:

"Ahh sim…estou a adorar…”

E disse isso desejando que continuasses!

Voltaste a chupar-me mas agora mais forte…mais intensamente. Eu sabia que tinhas o desejo de sentir o meu orgasmo, andavas louco por sentir o meu sabor a nascer e sentir o meu corpo a contorcer-se de prazer na tua boca.

Por momentos esqueci completamente onde estava e fechei os olhos enquanto te apertava e massajava o cabelo, puxava a tua cabeça contra mim, não te queria deixar fugir.

Afastaste a tua boca e com os teus dedos começaste a massajar intensamente a minha cona, especialmente o meu clitóris… eu adoro isso! Gemia mais intensamente e tu como sentias que eu me estava quase a vir e dizes-me:

"Ahh putinha, quero te fazer vir… vais-te vir para mim?"

Aumentaste a intensidade do teu toque e eu estava a chegar lá, quando disse…

"Estou-me quase a vir!"

Continuaste sem parar de esfregar a minha cona até me fazeres vir…

"Sim!! Tão bom! Isso!"

Contorci-me de prazer e tu não hesitaste em voltar a chupá-la muito suavemente.

Tinha vontade de dar um longo e audível grito de prazer! Os teus olhos cintilavam… estavas cheio do meu sabor… o meu néctar, como lhe chamas, estava por todo o lado.

Puxei-te e beijámo-nos durante um bom momento… Relaxámos.

Estava na hora de regressar ao trabalho… Despedimo-nos sem vontade, mas satisfeitos. Eu por ter tido um almoço orgásmico e tu por me teres dado esse prazer ao ponto de ficares marcado com o meu cheiro para o resto da tarde.

Regressei ao escritório mas a cabeça ficou no estacionamento.

Passado um par de horas recebo uma sms…

"Estou aqui por perto outra vez… Vens lanchar?"

Hmmm como resistir…

Dose dupla!

Benjamina Lavadinho é uma mulher poderosa em Portugal.
Durante o dia, é uma causídica incansável,
empenhada em ajudar a eliminar os focos de corrupção
que norteiam o Governo Português.
Mas quando cai a noite, ela se transforma
em uma caçadora solitária implacável.
Esta é a décima de uma série
de 20 destemidas aventuras sexuais noturnas
de Benjamina Lavadinho
pelas principais cidades portuguesas
que LEVA UM CASAQUINHO tem o prazer de publicar
com exclusividade para o público brasileiro.

Tuesday, October 4, 2016

AS DESVENTURAS DE BENJAMINA LAVADINHO, UMA DEVASSA PORTUGUESA COM CERTEZA (#9)



Era novata na app de encontros sensação do momento e tinha por isso muita curiosidade em perceber como funcionava e que tipo de pessoas o meu perfil ia atrair.

Decidi não colocar uma foto e na minha descrição apenas um teaser e a referência ao blog.

Em poucos minutos fiz o meu primeiro match. Sendo que um dos requisitos essenciais era a proximidade geográfica.

A conversa fluiu facilmente e ele demostrou interesse e gosto pelas minhas histórias. Começamos a partilhar histórias de loucuras passadas e surgiu uma proposta picante e irresistível – um encontro para sexo num provador de roupas de uma superfície comercial de renome da cidade dentro de 30 min.

Pensei: "Miúda… como resistir? Impossível!"

Trocámos mais algumas mensagens para nos descrevermos fisicamente e escolher o ponto de encontro exato. A zona de roupa masculina desportiva.

Estava tudo combinado, apanhei o táxi até ao shopping e dirigi-me até à secção de roupa e pelo caminho vi onde ficavam os provadores.

"És uma louca!"

Batia o meu coração à medida que a adrenalina disparava.

Era início de noite por isso havia pouco movimento, o que me sossegou um pouco.

Ao me aproximar vejo-o, reconheci-o pela descrição da roupa e estava dentro das minhas expectativas. Avancei envergonhada na sua direção.

Notei que ele estava bastante nervoso quando finalmente nos cumprimentamos com 2 beijos na cara. Fiquei com a clara sensação que ele não esperava que eu aparecesse ou que eu tivesse outro aspeto.

Fizemos alguma conversa de circunstância e ele começa a escolher peças para levar ao provador.

Boa!

"Temos um ótimo disfarce! Estamos a fazer compras como um casal insuspeito!"

Eu acompanhava-o divertida e entrando no papel na perfeição até perdi alguns segundos a ver uns pares calças para ele enquanto me ria por dentro.

Já cheios de álibis dirigimo-nos aos desejados provadores, pelo canto do olho vi onde estavam os funcionários que me pareciam distraídos à espera da hora de fecho.

Estávamos relativamente à vontade.

Entramos na cabine mais à direita e ao fechar a porta reparamos que não tinha tranca!

"Mau! Que azar, é melhor mudarmos para outra que assim é perigoso!"

Para nossa surpresa nenhuma das cabines tinha tranca e as marcas de já terem existido fechaduras comprovavam que tinham sido retiradas intencionalmente.

Dou uma gargalhada baixinho! Quer dizer que virem foder para aqui deve ser mato! Hmmm local de libertinagem. Fiquei entusiasmada claro!

Pensei:

"Sou uma putinha devassa!"

Sussurrei-lhe para ele se manter encostado à porta e que assim não seríamos surpreendidos.

Sabiamente tinha levado um vestido airoso, fácil de levantar e de baixar.

Ele meteu as mãos entre as minhas pernas e sentiu-me molhada. Beijamo-nos e eu passo a mão pelas calças dele para sentir o caralho dele, estava a ganhar forma. Abro-lhe as calças e toco-lhe enquanto o encaro com cara de safada. Ele estava a tentar relaxar eu sentia isso e queria ajudar.

Baixo-me e fico de cócoras em frente a ele. Olhei-o gulosa e suavemente meti o caralho na minha boca.

Como não tínhamos muito tempo assim que o senti bem rijo entre os meus lábios levanto-me e digo-lhe:

"Mete o preservativo e fode-me!"

Ele tira o preservativo e começa a colocá-lo quando percebo que a coisa não estava a correr bem…

Já no passado tinha assistido a situações destas! O meu arqui-inimigo “preservativo” estava numa de me estragar o momento.

Empino o meu rabiosque e encosto as mãos no espelho para ele me penetrar embora já temesse o que se ia passar, não estava suficientemente rijo para entrar.Evito desanimar.

Meto mãos à obra, de cócoras novamente, e sobre o preservativo chupo-o para que ele volte a ficar como eu gosto.

As minhas tentativas não tiveram sucesso.

"Não podes ganhar sempre!"

Pensei, acontece! Mas a intenção tinha sido ótima.

Desistimos e eu digo-lhe que já agora precisava de fazer umas compras. Ele acompanha-me e é uma agradável companhia. Faço questão de manter o ambienhte ligeiro e confortável enquanto ando às compras de abacates maduros. Ele oferece-se para me levar de carro a casa.

Vamos conversando e eu conscientemente mostro que não estou constrangida, acontece e ele diz que não gosta mesmo de usar preservativos, eu digo que compreendo, mas comigo não há exceção nunca, never!

No caminho de carro até casa abro as minhas pernas de forma provocadora e ele sem hesitar passa os seus dedos pela minha cona molhada e enfia um dedo lá dentro. Queria dar-me prazer e agradar e eu divertida abri ainda mais as pernas.

Ele exclama:

"A tua cona é tão boa! Tás tão molhada!"

O trânsito da cidade fluía à nossa volta e a sensação de poder ser vista por outros assim aberta e a ser tocada excitou-me ainda mais.

O tempo de viagem não era longo mas deu para nos divertimos. Enquanto parados num semáforo mais demorado, ele debruça-se sobre mim para eu sentir a sua lingua quente na minha cona molhada! Era uma ótima redenção.

Já perto de casa digo-lhe para parar num local com privacidade e ficamos nos beijos enquanto lhe passo as mãos pelas calças e piscando o olho pergunto-lhe se ele se quer vir na minha boca?

Para quê estar com merdas, eu adoro fazer broches e embora não tivesse sido brilhante, tinha potencial futuro.

Com a pressa nas cabines ele ainda tinha o preservativo colocado!! What?? O ambiente era divertido.

Ele retira o plástico e eu dediquei-me a mamá-lo com gosto e não foi preciso muito tempo de exibição das minhas capacidades de garganta funda para ele se vir!

Hmmm tenho prazer em dar prazer. É um facto!

Despedimo-nos pouco depois e vou para casa satisfeita com a minha audacidade para aceitar o desafio e claro por ter sentido um merecido orgasmo na boca.

Nos dias seguintes trocámos algumas mensagens e entre a promessa de um novo encontro surge uma revelação!

Ele tinha contado a nossa história aos 3 melhores amigos que estavam super entusiasmados com a aventura e um pouco invejosos!

Confesso que já não sei bem como surgiu a conversa mas ele confessa que uma das fantasias que eles todos tinham era foder uma mulher em grupo.

Vi potencial naquela revelação! Sim claro, respondo quase sem hesitar! Ao mesmo tempo que na minha mente se forma uma imagem de luxúria.

"Podemos combinar! Quando os posso conhecer?"

E assim se abriu um novo capítulo desta aventura!


Benjamina Lavadinho é uma mulher poderosa em Portugal.
Durante o dia, é uma causídica incansável,
empenhada em ajudar a eliminar os focos de corrupção
que norteiam o Governo Português.
Mas quando cai a noite, ela se transforma
em uma caçadora solitária implacável.
Esta é a nona de uma série
de 20 destemidas aventuras sexuais noturnas
de Benjamina Lavadinho
pelas principais cidades portuguesas
que LEVA UM CASAQUINHO tem o prazer de publicar
com exclusividade para o público brasileiro.