Não concorde comigo, pelo menos até eu acabar de falar (Darryl F. Zanuck) Se você teve a infelicidade de presenciar uma legítima puxada de saco, sabe do que vou falar. Note bem que simples bajulação não vale. Nada disso. Refiro-me àquela chaleirada para valer que, de tão forte, deixa até o alvo da vergonhosa subserviência totalmente passado. Em propaganda esse tipo de babão é bastante comum. Conhecidíssimo, atende pelo codinome de Malone. E suas façanhas, no afã mais xiita de agradar ao chefe, são as famosas malonadas. O Malone é imbatível no jogo escroto de se ajoelhar diante de qualquer forma de poder. Pra ele isso é natural. O lambeteiro nasceu sem um pingo de vergonha na cara. È capaz de gestos de causar asco num Dragão de Komôdo. Como na historinha que conto a seguir, provavelmente a maior malonada da história da propaganda brasileira. Prepare seu estômago. Numa grande agência de São Paulo, nos anos 80, a Criação e o Atendimento estavam reunidos há horas, discuti...
UMA REVISTA ACONCHEGANTE QUE VALE POR UM COBERTORZINHO