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CARLA, A GOIANINHA (um catecismo de férias de Carlos Zéfiro)

Carlos Zéfiro (1921-1992) é o pseudônimo do funcionário público carioca Alcides Aguiar Caminha, que ilustrou e publicou durante as décadas de 1950 a 1970 histórias eróticas em quadrinhos que ficaram conhecidas por "catecismos", educando sexualmente pelo menos três gerações de brasileiros das mais diversas faixas etárias. M uito antes do advento das revistinhas suecas, da Ilha do Sol de Luz del Fuego, e dos filmes de Ron Jeremy.

O ANIVERSARIANTE DE HOJE COMANDOU NADA MENOS QUE 2 DAS MAIORES BANDAS DE TODOS OS TEMPOS: THE SMALL FACES E HUMBLE PIE

PARA CELEBRAR O ANIVERSÁRIO DE 70 ANOS DE NASCIMENTO DESSE SAUDOSO SOUL-ROCKER INGLÊS, RESGATAMOS UMA PERFORMANCE FULMINANTE  DELE À FRENTE DE SUA BANDA PACKET OF THREE NO LENDÁRIO NIGHTCLUB CAMDEN PALACE (LONDON, 1985) 

A POÉTICA MAGNÍFICA DE MÁRIO FAUSTINO PARA ABRIR A SEMANA COM SANGUE NAS MÃOS

SINTO QUE O MÊS PRESENTE ME ASSASSINA Sinto que o mês presente me assassina, As aves atuais nasceram mudas E o tempo na verdade tem domínio sobre homens nus ao sul das luas curvas.  Sinto que o mês presente me assassina,  Corro despido atrás de um cristo preso,  Cavalheiro gentil que me abomina E atrai-me ao despudor da luz esquerda  Ao beco de agonia onde me espreita  A morte espacial que me ilumina. Sinto que o mês presente me assassina  E o temporal ladrão rouba-me as fêmeas  De apóstolos marujos que me arrastam  Ao longo da corrente onde blasfemas  Gaivotas provam peixes de milagre.  Sinto que o mês presente me assassina,  Há luto nas rosáceas desta aurora, Há sinos de ironia em cada hora  (Na libra escorpiões pesam-me a sina)  Há panos de imprimir a dura face  À força de suor, de sangue e chaga.  Sinto que o mês presente me assassina,  Os derradeiros astros nascem tortos...

COM VOCÊS, OS FILMES INDEPENDENTES QUE BRILHARAM NO SUNDANCE FILM FESTIVAL 2017

por Carlos Cirne para Colunas e Notas O Sundance Film Festival 2017 anunciou seus vencedores na noite deste sábado, dia 28. A cerimônia, além de uma celebração ao cinema independente, foi também uma grande tomada de posição contra a política praticada pelo novo presidente, Donald Trump. Sua Ordem Executiva proibindo a entrada de cidadãos de diversos países predominantemente muçulmanos nos EUA lançou uma sombra sobre o festival, um dia após sua abertura. Para o Brasil, a grata surpresa de um dos prêmios do Sundance Institute para o diretor Fernando Coimbra, de “O Lobo Atrás da Porta” (2013). Confira abaixo os vencedores: EUA - FICÇÃO Grande Prêmio do Júri : “I Don’t Feel At Home In This World Anymore”, de Macon Blair Direção : Eliza Hittman, por “Beach Rats” Prêmio Waldo Salt (roteiro): “Ingrid Goes West”, de Matt Spicer e David Branson Smith Prêmio Especial do Júri para Diretor Revelação : Maggie Betts, por “Novitiate” Prêmio Especial do Júri par...