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Friday, February 17, 2017

SAMPA-RIO WEEKEND (17 A 19 DE FEVEREIRO DE 2017)






BLANCHE
Teatro SESC Consolação (SP)
Sextas 21hs - Sábados 17hs
O novo espetáculo dirigido por Antunes Filho é falado em fonemol, uma língua imaginária, e inspirado em Tennessee Williams. Cada espectador poderá criar e imaginar sua própria dramaturgia, cena por cena. É a história de duas irmãs: Stella e Blanche Dubois. Depois de muitos anos afastadas, as irmãs se reencontram após a perda da propriedade da família. Blanche terá o desprazer de conhecer o cunhado, Stanley Kowalski, e enfrentar todas as suas desconfianças. Até 29 de Abril.




O TOPO DA MONTANHA
Teatro SESC Ginástico (Rio)
Sextas e Sábados 19hs - Domingos 18hs
“O Topo da Montanha”estreou em Londres, em 2009, e ganhou versão na Broadway, em 2011. No Brasil, a peça é protagonizada e produzida por Lázaro Ramos e Taís Araújo, com direção de Lázaro Ramos e codireção de Fernando Philbert. A história relembra que, há quase cinquenta anos, no dia 4 de abril de 1968, o mundo se despedia de Martin Luther King Jr., o pastor protestante e ativista político que se tornou ícone por sua luta pelo amor ao próximo e pelo repúdio à segregação racial norte-americana. É este o momento histórico que a jovem dramaturga Katori Hall desconstruiu em sua obra fictícia. O título do espetáculo faz alusão ao último grande discurso de Martin Luther King Jr. (“I’ve been to the mountaintop”), feito em Memphis, na Igreja de Mason, em 3 de abril de 1968. É exatamente neste cenário – um dia antes de seu assassinato na sacada do quarto 306 do Hotel Lorraine –que Luther King, interpretado por Lázaro Ramos, conhece Camae, vivida por Taís Araújo, a misteriosa e bela camareira que está em seu primeiro dia de trabalho no estabelecimento. Repleta de segredos, ela confronta o líder em clima que mistura suspense e deboche.Num perfeito jogo de provocações, Camae faz com que o reverendo se lembre de que, como todos, é humano. Até 19 de Fevereiro.


QUIZOMBA
17 de Fevereiro - Circo Voador (Rio)
O Bloco Quizomba e a Festa Gambiarra garantem a noite no Circo Voador. Com 180 ritmistas e músicos, Quizomba, que comemora 16 anos, toca sambas, marchinhas, rocks, pops e outros ritmos nacionais. O repertório tem arranjos próprios para músicas de compositores e bandas como Jorge Ben Jor, Tim Maia, Seu Jorge, O Rappa, Titãs, Alceu Valença, Skank, Nirvana e Rolling Stones.




MONOBLOCO
17 de Fevereiro - Fundição Progresso (Rio)
Monobloco faz seus grandes ensaios na Fundição Progresso, com participações de Emanuelle Araújo e BNegão. O grupo, que já tem 17 anos, foi criado por C.A. Ferrari, Celso Alvim, Pedro Luís, Mário Moura e Sidon Silva. Este ano, seu desfile faz homenagem aos blocos de rua. O repertório inclui músicas e marchinhas de blocos tradicionais.




MUNDO LIVRE S.A.
17 de Fevereiro - SESC Osasco (SP)
Desde que surgiu na cena musical pernambucana ao lado da Nação Zumbi, o grupo do intrépido Fred 04 zela pela herança musical mangue-beat e faz o que pode para levar adiante tudo o que foi experimentado musicalmente até agora por aquelas paragens de lá. Partindo desse pressuposto, nada mais adequado que usar as prévias do Carnaval para promover uma folia musical à moda de Manguetown. Vale uma escapada até Osasco para ver, com toda a certeza.




PAULA LIMA
17 e 18 de Fevereiro - SESC Santo Amaro (SP)
Paula Lima está na cena há mais de 20 anos e nunca foi devidamente abraçada pela cena mainstream -- o motivo disso é um mistério para mim -- nem valorizada pelas gravadoras onde passou. Mas agora parece que ela está amparada por um selo que realmente está disposto a apostar no taco dela, e em seu mix elegantérrimo de soul e samba. Aliás, o nome de seu novo disco é justamente "Samba Soul". Dizem que a banda que a acompanha nesse show é simplesmente sensacional, vale uma bela conferida. Sem contraindicações de espécie alguma.





HECTOR COSTITA & JOSEVAL PAES
18 de Fevereiro - Bottle's Bar (Rio)
O grande saxofonista Hector Costita andava sumido da noite, alguns diziam que ele estava aposentado, mas agora ele está de volta. E de volta onde ele começou, no Beco das Garrafas, no lendário Bottle's Bar. Acompanhado apenas pelo guitarrista Joseval Paes, ele passeia por temas instrumentais clássicos e revê suas afinidades com a bossa nova. Showzaço imperdível.




BETO GUEDES
17 e 18 de Fevereiro - SESC Pinheiros (SP)
Beto Guedes promete mais um grande revival nessa sexta-feira em um show exclusivo, bem low profile, que marca sua volta aos palcos da cidade depois de dois anos. No repertório, preparem-se para clássicos como “Sol de Primavera”, “O Sal da Terra”, “Feira Moderna” e “Vevecos Panelas e Canelas”. No fundo do show, um telão exibe vídeos antigos, da década de 80, com cenas incríveis como ele e Milton Nascimento bem jovens em ensaios e passagens de som, causando comoção na plateia. Quem gosta do cantor, e não se importa com as desafinadas que ele comete com frequência deve aprovar, com certeza.




TULIPA RUIZ
19 de Fevereiro - SESC Osasco (SP)
Talvez a melhor de todas as cantoras-compositoras da leva surgida nos últimos dez anos, num momento bem bacana de sua carreira. Tulipa está lançando seu novo disco, Dancê, com um gás impressionante. Quem for ao show vai entender do que eu estou falando. Sua banda está perfeita, seu repertório está tinindo, e ela está cantando e compondo cada vez melhor. Você vai sair do show com vontade de comprar o disco da garota. Não perca.




JOÃO ROBERTO KELLY
19 de Fevereiro - Bottle's Bar (Rio)
Considerado o rei das marchinhas de carnaval, João Roberto Kelly apresenta música nova para a folia de 2017. “Ele Não Sabia de Nada”, parceria com Pedro Ernesto, é a composição que artista lança para este carnaval e que será gravada pela banda do Cordão do Bola Preta para o desfile do bloco, no dia 25 de fevereiro. Altamente recomendável.






Friday, November 11, 2016

SAMPA WEEKEND (11 a 13 de Novembro)

UM AMOR DE VINIL
Teatro Raul Cortez
(Rua Plínio Barreto 285 – Bela Vista)
Sexta e Sábados 21h
Domingos 17h
Preço: R$80 (inteira) R$40 (meia)
Dona de uma loja de discos de vinil, que sobreviveu até ao auge do CD, Amanda (Françoise Forton), é uma animada e bem-humorada proprietária que nunca chegou a se ligar, de verdade, a homem algum. Maurício (Maurício Baduh) é um dos seus clientes mais fiéis, que se diverte com ela, da mesma forma em que é extremamente fiel à mulher. Mas os dois acabam se envolvendo a partir do interesse em comum pela música. Martinho, interpretado pelo ator e músico Marco Gérard, faz a transição das emoções e sentimentos, através das canções. “Um Amor de Vinil fala do cuidado que devemos ter com a nossa memória”, define Flávio Marinho, que completa 30 anos de carreira e já dirigiu 76 espetáculos, escreveu 23 peças originais, adaptou 19 e traduziu 23 textos. Atualmente é coautor com Miguel Falabella do seriado “Brasil a Bordo”. “A direção coreográfica é baseada nas relações dos personagens e nas musicas que contam a estória deles, trabalhando e estimulando sugestões corporais dos atores para tentar estabelecer uma ligação fluida entre a cena teatral e uma gestualidade mais elaborada”, conta Marina Salomon, coreógrafa do espetáculo. O cenário, de Carlos Alberto Nunes, se apropria da temática e utiliza os discos de vinil para a construção de objetos que compõem a ambientação da loja de Amanda. “Não criei nada além do que o texto pede, mas dei um toque vintage que é a cara da peça”, conta o cenógrafo. Completam a equipe: Ticiana Passos, no figurino e o iluminador Paulo Denizot. “Um Amor de Vinil é uma comédia romântica musical que não tem apenas uma plateia, tem cúmplices. Talvez cúmplices da nossa própria história de amor que, através da memória teremos coragem de reviver”, conclui André Paes Leme.(de 11 a 18/11/2016) (texto extraído do website CARTÃO DE VISITA)
NELSON SARGENTO E WILSON DAS NEVES
11 e 12 de Novembro
SESC Pompéia
Nelson Sargento, 92, é compositor, cantor e pesquisador musical. Wilson das Neves, 80, tocou bateria com gigantes da música brasileira –- Chico Buarque, Roberto Carlos e Wilson Simonal entre eles. Juntos, somam 172 anos de vida, boa parte deles dedicada ao samba. Pois é na esteira do centenário do ritmo, celebrado neste ano com base no registro da gravação de "Pelo Telefone" (1916), que os músicos se reúnem numa espécie de roda de samba. Será a primeira vez que os dois se apresentam juntos, cantando gravações marcantes da carreira de cada um -- com espaço também para "Fragmentos do Amor", de autoria dos dois. Recomendadíssimo. (Chico Marques)
BETO GUEDES
11 de Novembro
Teatro J Safra
Beto Guedes promete mais um grande revival em São Paulo nessa sexta-feira em um show exclusivo, bem low profile, que marca sua volta aos palcos da cidade depois de dois anos. No repertório, preparem-se para clássicos como “Sol de Primavera”, “O Sal da Terra”, “Feira Moderna” e “Vevecos Panelas e Canelas”. No fundo do show, um telão exibe vídeos antigos, da década de 80, com cenas incríveis como ele e Milton Nascimento bem jovens em ensaios e passagens de som, causando comoção na plateia. Quem gosta do cantor, e não se importa com as desafinadas que ele comete com frequência deve aprovar, com certeza. (Chico Marques)
GUILHERME ARANTES
12 de Novembro
Tom Brasil
Este é um ano muito especial na carreira de Guilherme Arantes. Depois de comemorar os 40 anos de lançamento de seu primeiro disco, ele acaba de ter sua discografia completa (21 cds). E ele está radiante, engatando um show atrás do outro pelo Brasil afora e passando a limpo seus grandes sucessos e pérolas de seu repertório que acabaram meio esquecidas pela tempo. Vale uma conferida, se você for fã desse incansável hitmaker paulistano.(Chico Marques)
CIDA MOREIRA
12 de Novembro
Casa da Francisca
Cida esta de volta com o espetáculo de lançamento do disco “Soledade”, no qual retrata o interior do Brasil com canções de autores como Chico Buarque (Construção), Milton Nascimento e Ronaldo Bastos (Um Gosto de Sol), Gilberto Gil (Bom Dia), Nico Nicolaiewski (Feito Um Picolé no Sol), além de canções de Jards Macalé, Zé Rodrix e compositores novos como Hélio Flanders, Thiago Pethit, André Frateschi e Arthur Nogueira. Promete ser um show um pouco menos humorado do que o habitual dessa grande cantora paulistana. Mesmo assim, vale a pena.(Chico Marques)






Thursday, March 31, 2016

QUE TAL SUBIR A SERRA NO FIM DE SEMANA? AQUI, 6 PROGRAMAS SEM CONTRA-INDICAÇÕES




CHET BAKER, APENAS UM SOPRO
(Centro Cultural Banco do Brasil)
Ingressos AQUI
Paulo Miklos estreia no teatro como o trompetista de cool jazz Chet Baker num texto de Sérgio Roveri que ganha sustentação na presença do roqueiro dos Titãs, que, assim como seu personagem, viveu a barra pesada da dependência química, e aqui aproveita para purgar seu passado junkie. Claro que essa estranha simbiose entre ator e personagem é humaniza o ídolo retratado de forma tão frágil e facilita o espelhamento junto à plateia. A trama faz um recorte ficcional em torno da biografia de Chet Baker (1929-1988). No fim da década de 60, o jazzista foi agredido nas ruas de São Francisco e ficou impedido de tocar. Depois de três anos, ele volta aos estúdios para gravar um disco e encontra um clima pouco amistoso entre os integrantes de sua banda (representados pelos atores-músicos Anna Toledo, Jonathas Joba, Piero Damiani e Ladislau Kardos) que vão acompanhá-lo. A direção, excelente, é do ousado José Roberto Jardim.
UM BONDE CHAMADO DESEJO
(TucArena)
Ingressos AQUI
Maria Luisa Mendonça está fantástica como Blanche Dubois: a professora enigmática, falida e em estado de permanente delírio que é obrigada a morar de favor na casa da irmã, Stella (Virginia Buckowski), onde trava uma batalha repleta de tensão sexual com o cunhado, Stanley Kowalsky (Edu Moscovis), que decide investigar o passado renegado por ela. Apesar da trilha sonora atemporal nem sempre adequada aos propósitos originais da peça, pode-se dizer que esta é uma releitura bastante criativa e eficaz da peça. Se você só viu "Um Bonde Chamado Desejo" encenada em teleteatros ou no clássico filme de Elia Kazan com Vivian Leigh e Marlon Brando, prepare-se para uma experiência no mínimo interessante. No elenco: Fabrício Licursi, Fernanda Castello Branco e Matheus Martins.

BRAZILJAZZFEST
1 e 2 de Abril
Auditório Ibirapuera
Ingressos Esgotados nas bilheterias
Aqui está uma boa oportunidade para presenciar novas vertentes do jazz. A grande atração é o encontro de dois monstros sagrados do gênero: o pianista Herbie Hancock e o saxofonista Wayne Shorter - cuja apresentação em São Paulo aconteceu ontem –, que dispensa comentários de minha parte. Vão rolar também apresentações bastante instigantes, como a do quinteto instrumental americano Kneebody junto com o produtor Daedelus e sua estranha mistura de jazz e sons eletrônicos; teremos também o som deslumbrante do tunisiano Anouar Brahem, um especialista em tirar belos sons de seu alaúde, que vem com seu quarteto, e também o excelente baterista mexicano Antonio Sanchez com o seu grupo Migration. Isto sem contar o bandolinista Hamilton de Holanda, que irá fazer um show especial com sua antiga banda, o quinteto Brasilianos. Se não conseguiu ingressos, torça para que os cambistas tomados por um espírito da páscoa tardio. Tudo é possível...
LÔ BORGES
(SESC Santo Amaro)
1 de Abril - 21hs
Ingressos AQUI
O mineiro da gema Lô Borges é responsável por uma das obras musicais mais notáveis do pop brasileiro moderno, além de ser um dos artistas mais inclassificáveis da música brasileira. Membro fundador do Clube da Esquina, Lô tem tido seus discos originais reavaliados e revalorizados nos últimos anos. Nesse show, ele passa a limpo seu repertório clássico numa roupagem bem acústica, ao lado do guitarrista Henrique Matheus. Prepare-se para emoções fortes e intensas.
BETO GUEDES
1 de Abril
(Teatro J Safra)
Ingressos
Curiosamente, enquanto Lô Borges estiver se apresentando no SESC Santo Amaro, seu ex-parceiro e velho amigo Beto Guedes estará no Teatro J Safra, não muito longe dalí. Embora Beto esteja longe de ser um dos intérpretes mais afinados da música brasileira, seu repertório é nada menos que espetacular. Daí, prepare-se para ouvir clássicos como “Feira Moderna”, “Sol de Primavera”, “O Sal da Terra” e torça para que ele esteja numa noite boa, pois seus shows são meio bipolares: podem tanto ser sensacionais quanto meio desconexos.
FELLINI
2 de Fevereiro
(SESC Belenzinho)
Ingressos AQUI
Uma das bandas mais cerebrais e divertidas do início dos anos 80, o Fellini não está exatamente de volta. Todos os seus integrantes vivem de atividades não-musicais. Mas de tempos em tempos eles se reunem para shows esporádicos, onde tocam seus álbuns na íntegra. Agora é a vez de mostrar "Amor Louco", de 1990, provavelmente o disco mais que eles já gravaram. Daí, o jeito é torcer para que tudo continue divertido como era nos Anos 80. Mas o Fellini é bacana e vale o risco.