A vantagem de se tocar um ‘secos & molhados’ é que há certa informalidade no tratamento de pessoas & coisas. Às vezes, era para ser leve, mas acaba não sendo. Em outras, há peso, mas se procura alguma leveza. O ‘mundão-de-meu-Deus’ não está para brincadeiras: show de ódio, raiva, xingamentos, intemperâncias, intolerâncias... e mais uma dúzia de péssimos sentimentos. Em todas, uma espécie de ‘cagaço monumental’ contra as quase sempre costumeiras (e frequentes!) má-interpretações. Os conteúdos não andam sendo o mais simples dos mundos. Logo, é preciso dar um jeito na bagaceira-transgênica para que a ópera não saia do tom. Numa avalanche de informações diárias, há de se concordar que a ‘caozada’ se avizinha (fake news!). Em alguns casos, com o claro objetivo de destruir, por completo, a reputação de uma pessoa. Contra isso, andam pintando, aqui e acolá, tentativas de se dar autoria aos conteúdos. A primeira abordagem sempre recai sobre as questões de ‘copyrigh...
UMA REVISTA ACONCHEGANTE QUE VALE POR UM COBERTORZINHO