Nem todos os 8 de Tarantino são odiados. O oitavo filme do diretor está longe da reputação de um Cães de Aluguel, de um Pulp Fiction, de um Jackie Brown ou do fantástico e surpreendente Bastardos Inglórios. Sem falar no perfeito capítulo de Grande Hotel, uma das melhores realizações do diretor que, assim como Sin City, não entra nessa estranha lista de 8 longas. Em compensação, é um grande progresso se compararmos com os sanguinolentos Kill Bill I e II e com o hiperbólico Django Livre, na minha opinião as suas produções infelizes. (Não que sejam filmes odiáveis, longe disso. Tarantino, como todos sabem, entende do riscado. Um diretor brilhante, de estética primorosa e de narrativas e diálogos de uma crueldade deliciosa. Mas que exagera na pirotecnia de suas cenas de violência, gratuitamente fakes). Talvez o mais próximo de um “odiado” em tudo isso seja o próprio Tarantino. E isso eu digo depois de ter assistido a algumas entrevistas do diretor onde ele à...
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