por Chico Marques Em "Trafic", o lendário realizador francês Jacques Tati retoma vários dos temas que havia abordado de "Playtime" (1966), só que agora levando-os a situações extremas, no mesmo nível de grandeza visual de seus filmes mais festejados, como "Meu Tio" e "As Férias de Monsieur Hulot". Aqui, Monsieur Hulot projeta um carro com muitas características inteligentes, e segue pela estrada, acompanhado por seu cachorro, de Paris a Amsterdam, para apresentar seu protótipo num importante Salão do Automóvel que acontece por lá anualmente. Entre as esquisitices tecnológicas que o carro de Hulot ostenta, tem um barbeador elétrico no interior do volante, uma cama, um chuveiro e uma grelha para esquentar comida. E isso é só o começo. Como de hábito, as excentricidades de Monsieur Hulot oscilam entre o absurdo e o brilhante. Seu carro é, definitivamente, a sua cara. Rola de tudo na viagem. Hulot tem que trocar um pneu fu...
UMA REVISTA ACONCHEGANTE QUE VALE POR UM COBERTORZINHO