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ONDE SE GANHA O PÃO NAO SE COME A CARNE #1 (por Carlão Bittencourt)

“Antes à tarde do que nunca” (Zózimo Barroso do Amaral) A máxima é uma das maiores lições que um profissional, de qualquer ramo, pode aprender. Desde cedo. O curioso é que, na propaganda, o sábio conselho não pegou. Aqui se ganha o pão e se come a carne. Sempre. As razões são muitas. Desde a pressão do trabalho (que mexe com a libido da moçada), até o clima de liberalidade que as agências cultivam. A verdade é que propaganda e sexo namoram desde o tempo do reclame. Como é de se esperar, isso rendeu grandes histórias. Uma melhor do que a outra. Como as moças. Vamos a algumas das mais engraçadas, dando ênfase aos detalhes picantes e particularmente escabrosos. Mas sem declinar nomes. Óbvio. AS GAROTAS DO RÁDIO Num famoso estúdio de jingles, a turma sacou que uma dupla de secretárias costumava desaparecer na hora do almoço. Estavam sempre juntas, grudadas e, de uma hora para a outra, sumiam. No ar. Apesar de serem praticamente meninas e do jeito ingênuo...

ONDE SE GANHA O PÃO NAO SE COME A CARNE #1 (uma crônica de Carlão Bittencourt)

“Antes à tarde do que nunca” (Zózimo Barroso do Amaral) A máxima é uma das maiores lições que um profissional, de qualquer ramo, pode aprender. Desde cedo. O curioso é que, na propaganda, o sábio conselho não pegou. Aqui se ganha o pão e se come a carne. Sempre. As razões são muitas. Desde a pressão do trabalho (que mexe com a libido da moçada), até o clima de liberalidade que as agências cultivam. A verdade é que propaganda e sexo namoram desde o tempo do reclame. Como é de se esperar, isso rendeu grandes histórias. Uma melhor do que a outra. Como as moças. Vamos a algumas das mais engraçadas, dando ênfase aos detalhes picantes e particularmente escabrosos. Mas sem declinar nomes. Óbvio. AS GAROTAS DO RÁDIO Num famoso estúdio de jingles, a turma sacou que uma dupla de secretárias costumava desaparecer na hora do almoço. Estavam sempre juntas, grudadas e, de uma hora para a outra, sumiam. No ar. Apesar de serem praticamente meninas e do jeito ingênu...

ONDE SE GANHA O PÃO NAO SE COME A CARNE #1 (uma crônica de Carlão Bittencourt)

“Antes à tarde do que nunca” (Zózimo Barroso do Amaral) A máxima é uma das maiores lições que um profissional, de qualquer ramo, pode aprender. Desde cedo. O curioso é que, na propaganda, o sábio conselho não pegou. Aqui se ganha o pão e se come a carne. Sempre. As razões são muitas. Desde a pressão do trabalho (que mexe com a libido da moçada), até o clima de liberalidade que as agências cultivam. A verdade é que propaganda e sexo namoram desde o tempo do reclame. Como é de se esperar, isso rendeu grandes histórias. Uma melhor do que a outra. Como as moças. Vamos a algumas das mais engraçadas, dando ênfase aos detalhes picantes e particularmente escabrosos. Mas sem declinar nomes. Óbvio. AS GAROTAS DO RÁDIO Num famoso estúdio de jingles, a turma sacou que uma dupla de secretárias costumava desaparecer na hora do almoço. Estavam sempre juntas, grudadas e, de uma hora para a outra, sumiam. No ar. Apesar de serem praticamente meninas e do jeito ingênu...