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UM LONGO VERÃO BABADO FORTÍSSIMO - PARTE FINAL (por Jurema Cartwright)

Nesses nossos últimos três dias em que passamos no Costa Pacífica, achei por bem me dedicar mais a Lu e Vesúvia, até porque não via o menor sentido em ficar caçando barangas pelo navio estando acompanhada por duas leitoas tão apetitosas. Lu estava particularmente gostosíssima naquela manhã usando um maiozão vermelho tipo Baywatch que ela comprou numa boutique do navio. Circular com ela pelo convés com aquela indumentária iria atrair o olhar guloso tanto dos homens quanto das mulheres. Até porque era muita carne saltando para fora daquele escudo de lycra, não dava para ficar indiferente a tamanho banquete carnal. E como se tudo isso não bastasse, Ju ostentava um belo capô de fusca no meio das pernas. Nas palavras de meu amigo portuga Manuel Mann, algo en torno de "cinco quilos e meio de buceta desossada no meio das pernas" Já Vesúvia era um assunto ainda mais sério. Sabe Angela Bellucci no filme "Malena"? Meio por aí, só que com as axilas  devidamente...

UM LONGO VERÃO BABADO FORTÍSSIMO - PARTE 6 (por Jurema Cartwright)

Quando minhas queridas "companheiras em armas" Vesúvia e Luzinete subiram a bordo do Costa Pacífica para viver "Emoções" com Roberto Carlos, o inevitável aconteceu: elas entraram automaticamente em êxtase. Quanto a mim, achei que iria entrar em estado de choque. Como já era de se esperar, o status da peruagem e da cafonice reinantes no navio era de assustar, com um exército de interioranas maquiadíssimas usando camurça em pleno verão e se comportando como adolescentes tardias. Eu fiz o que sempre faço: ao invés de deprimir, tentei ver o lado divertido da coisa -- e a creditem: não tive a menor dificuldade nisso. Na verdade, difícil era não dar bandeira do quanto estava me divertindo em meio àquela jecaria triunfante. Vimos Roberto Carlos fazendo seu jogo de cena habitual na hora do embarque. As pessoas deliravam. Claro que Roberto não permanece no navio junto com sua legião de fãs cafonérrimos. Ele entra, posa para as foto...

UM LONGO VERÃO BABADO FORTÍSSIMO - PARTE 5 (por Jurema Cartwright)

Depois de uma semana ao lado das implacáveis gêmeas loiras lambisgóias Mariluce e Marilice comendo tudo o que se movia e que passava por nós no convés e nos corredores do Splendour Of The Ass, voltamos para a Baixada Santista. Eu imaginei -- em vão --que iria conseguir descansar uns dias de tamanha libertinagem, até porque minha buceta estava tão calejada que -- juro! -- vez ou outra eu até sentia cã inbras no meio das pernas, a ponto delas bambearem. Nunca havia sentido algo assim antes, apesar de ter participado de muitas outras fodelanças como essa ao longo da minha vida. Acho que é a idade chegando. Convenhamos: ninguém completa 69 anos de idade impunemente. Logo após desembarcar e pegar um taxi até meu aparelho no topo da Ilha Porchat, pensei comigo mesma: preciso dormir uns dois dias seguidos, estou exausta. Mas não: dormi, se muito, quatro horas. Fui acorada pela tagarelice de Vesúvia e Luzinete, que chegaram da rua e fizeram um carnaval d...

O BLOG AMIGO DA SEMANA É O "REVISTAS DE TELENOVELA", COM VELHAS REVISTAS EM PDF

No início, haviam as radionovelas, que reinaram absolutas em todos os cantos do mundo do início do Século 20 até a Segunda Guerra Mundial. Foi por volta dos Anos 40, na Itália, que surgiram as primeiras revistas de fotonovela, com muitas daquelas mesmas histórias  encenadas no rádio adaptadas e reencenadas, só que agora com imagens em preto e branco. No Brasil, as fotonovelas surgiram nos Anos 50, um pouco antes do surgimento das novelas de TV.  E então, já nos nos 60, as fotonovelas italianas perderam a canastrice, se sofisticaram e ganharam popularidade aqui no Brasil através das revistas ENCANTO, CAPRICHO e GRANDE HOTEL. GRANDE HOTEL foi a primeira revista de fotonovelas a apostar em produção nacional, com os ídolos pop da época: Roberto e Erasmo Carlos, Wanderléa, Martinha, Eduardo Araújo e Silvinha.  Como não era necessário ser ator para fazer fotonovelas -- bastava ser bem apessoado --, qualquer celebridade estaria, em princípio, apta a ...