por Chico Marques Em 1961, quando a ex-modelo Ursula Andress saiu do mar de Nassau com seu corpo escultural coberto apenas por aquele icônico biquini branco em "Dr. No", primeiro filme da série James Bond 007, Sean Connery quase enlouqueceu, e as platéias também. Não era para menos: era uma mulher para mais de 50 talheres, páreo duro para a sueca Anita Ekberg, que aparecera em "A Doce Vida" de Federico Fellini no ano anterior. Rolou, claro, um inevitável romance entre os dois durante as filmagens. Tanto Connery quanto ela eram atores novatos, desconhecidos. Não faziam idéia de que estavam fazendo história, estabelecendo as bases para a série de espionagem mais longeva e influente de todos os tempos. A partir do sucesso estrondoso de "Dr. No". Ursula Andress transformou-se na starlet européia mais solicitada do início dos Anos 60, marcando presença tanto por filmes de Hollywood quanto por produções inglesas, italianas e francesas. Nunca...
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