Comecei o ano com a descoberta dum grande filme de temática gay mas muito além dos clichês e reducionismos desse universo, “Me chame pelo seu nome”, uma delícia delicada com lindo cenário italiano e não sei o que não é lindo vindo da Itália me entorpeceu de beleza ostensiva. Sem concessão moralista solto para o deleite o desejo desabrido e a condução existencial de quem sabe o que quer nesse amor que agora diz todos seus nomes... Armie Hammer descoberto em sua formosura diáfana em par com Timotheé Chalamet lindinho com futuro garantido no cinema internacional me levaram ler a obra de André Aciman porque um filme casado a um livro provam que se complementam e reflito que a literatura não é só feita de vanguarda, estilística, mas uma boa estória algo assim como Somerset Maugham: entretenimento ousado com bom gosto! Encerro 2018 assistindo uma fita familiar a “Me Chame”, uma produção germano-israelense parecendo saída dum conto tamanho o “timing” literário da obra: “O confeit...
UMA REVISTA ACONCHEGANTE QUE VALE POR UM COBERTORZINHO