Estamos na metade do mês de Maio. Li poucos autores americanos. Projetava reler Katherine Mansfield (neozelandesa) ou buscar algo não lido de Steinbeck, mas por insistência da minha companheira mergulho nos contos de Raymond Carver. Carver nasceu em 1938 e morreu aos 50 anos. 1988. Na introdução da obra "68 Contos", um mapeamento da bibliografia. Mostra ser uma verdadeira bagunça a publicação de seus inumeráveis contos pelo fato de mesclar inéditos com antigos, com e sem alteração de seu editor. Sendo a minha primeira leitura de contos, já havia lido suas poesias, e me agrada o fato da edição que tenho em mãos obedecer ordem cronológica. Há uma síntese biográfica que conta as dificuldades, vida difícil e tumultuada, fracassos e falências que culminam na dissolução de seu casamento. O vazio é preenchido por uma afinada relação com a poetisa Tess Gallagher, relação que marcou positivamente seus últimos dez anos de vida. Amadureceu, ganhou asas, se libertou da influência ...
UMA REVISTA ACONCHEGANTE QUE VALE POR UM COBERTORZINHO