Se em grande parte o cinema é uma indústria de homens -– mais diretores que diretoras, mais histórias de homens que de mulheres -– são as atrizes que representam o lado mais mítico da Sétima Arte. Na tela prateada, elas viram musas. Algumas viram divas. E todas vivem eternamente nas imagens de 35mm eternizadas. No caso específico do cinema brasileiro, uma das grandes musas é com certeza a belíssima Irene Stefânia, falecida na última terça, dia 3 de Janeiro, aos 72 anos de idade. Irene nasceu em São Paulo SP, estudou Filosofia e estreou no cinema em 1966, já como protagonista, em "O Alegre Mundo de Helô", de Carlos Alberto de Souza Barros. Irene sempre foi uma atriz essencialmente de cinema. Teve uma participação bastante significativa em "Garota de Ipanema" (1967), de Leon Hirszman. Depois disso, fez "Fome de Amor" (1968) e 'Azyllo Muito Louco" (1970), ambos de Nelson Pereira dos Santos, ambos completamente anár...
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