Skip to main content

RIO WEEKEND (26 a 28 de AGOSTO de 2016)

EFEITO FISCHER
Teatro Cândido Mendes
(Rua Joana Angélica 63 - Ipanema)
Qunta, Sexta e Sábado (21hs) Domingo (20hs)
Em 2011, em Portugal, o escritor moçambicano Mia Couto causou comoção ao proclamar o texto Murar o Medo, durante a Conferência do Estoril, evento que discute desafios da globalização. Suas palavras inspiraram sete narrativas desenvolvidas pelo coletivo teatral Em Companhia e costuradas em um drama sobre medo, segurança e diferenças. Direção de Pedro Emanuel. (VEJA Rio)
SOB O CÉU
Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas
(Rua Murtinho Nobre 169 - Santa Tereza)
Domingos 19.30hs
O texto inédito de Maria Elisa Berredo (autora da novela global Verdades Secretas) conta a história de amor entre dois moradores de rua, que se encontram em uma noite no Rio. A encenação dirigida por Gilberto Gawronski transforma a plateia em parte integrante do cenário concebido na parte externa do Parque das Ruínas. No elenco do drama estão Marta Paret e Rogerio Barros, em cartaz no mesmo espaço com Navalha na Carne, aos sábados. (VEJA Rio)
CAETANO VELOSO E GILBERTO GIL
Sábado - 27 de Agosto - 22hs
Metropolitan
Depois de rodar por mais de vinte países, além de algumas capitais brasileiras, e de concorridíssimas temporadas no Rio em 2015, dois dos maiores craques da MPB voltam a se reunir, na última escala carioca, na festejada turnê Caetano & Gil — Dois Amigos, Um Século de Música. Sentados diante de bandeirinhas dos estados brasileiros no enxuto cenário e munidos apenas de seus violões, eles dividem trinta canções representativas dos cinquenta anos de carreira de cada um. De Back in Bahia, que abre o delicioso repertório de clássicos, a dupla passeia por composições próprias e alheias, acompanhados pelo coro da plateia. Caetano responde pela primeira porção do show, visitando seus primórdios em Coração Vagabundo (1967) e Tropicália (1968), até a mais recente As Camélias do Quilombo do Leblon (2015), a primeira parceria com Gil em mais de vinte anos. Seu amigo e conterrâneo segue desfilando sucessos como as animadas Toda Menina Baiana e Andar com Fé. Quando dividem o microfone, vozes e estilos se complementam, como é de esperar de tanta intimidade. Aproveite: os ingressos costumam evaporar. (VEJA Rio)
DAÚDE
Sábado - 27 de Agosto - 21hs
Teatro Rival
Baiana radicada no Rio desde a década de 70, a cantora de voz potente andava meio sumida, mas está de volta com vigor renovado apresentando pérolas da música brasileira em versões dançantes, com arranjos eletrônicos. (VEJA Rio)
SOFIA FREIRE
Sexta e Sábado - 26 e 27 de Agosto -  21hs
Oi Futuro Ipanema (Visconde de Pirajá, 54)
Aos 19 anos, a jovem cantora, pianista e compositora pernambucana apresenta no festival Levada seu primeiro disco, Garimpo, em que musica poemas com pitadas de música eletrônica e erudita. (VEJA Rio)
ANDRÉ MEHMARI
Sexta e Sábado, 26 e 37 de Agosto, 18.30hs
Casa do Choro (Rua da Carioca 38)
Pianista talentoso e compositor requisitado, Mehmari, que transita naturalmente entre o erudito e o popular, visita com maestria a obra de Ernesto Nazareth no projeto Ouro sobre Azul. (VEJA Rio)



Comments

Popular posts from this blog

VINGANÇA (um catecismo clássico de Carlos Zéfiro)

Carlos Zéfiro (1921-1992) é o pseudônimo do funcionário público carioca Alcides Aguiar Caminha, que ilustrou e publicou durante as décadas de 1950 a 1970 histórias eróticas em quadrinhos que ficaram conhecidas por "catecismos", educando sexualmente pelo menos três gerações de brasileiros das mais diversas faixas etárias. M uito antes do advento das revistinhas suecas, da Ilha do Sol de Luz del Fuego, e dos filmes de Ron Jeremy.

A SURRA DE PICA QUE MEU IRMÃO DE DEU (um conto devasso de Emmanuelle Almada)

Meu nome é Sara e sempre fui uma menina muito caseira. Morava em um sítio no interior do Rio Grande do sul, e levava uma vidinha bem pacata. Cedo pela manhã eu tirava leite das vacas, alimentava os animais e fazia comida para meu pai e meus irmãos: um de 12 e outro de 14 anos. Sempre cuidei deles. Minha mãe morreu quando ainda eram muito pequenos, e eu assumi as responsabilidades da casa, mesmo sendo ainda uma menina. Nossa casa ficava longe da cidade mais próxima e para mim era praticamente impossível sair de lá para fazer qualquer coisa, daí vivia praticamente confinada naquele lugar. Meu pai é que saía, às vezes acompanhado por um dos meus irmãos, para levar leite para alguns mercadinhos da cidade, e passavam o dia inteiro fora. Eu ficava em casa cuidando do meu irmão menor, que era muito apegado a mim, me seguia onde quer que eu fosse. Era um menino franzino, de pele pálida e cabelos lisos, negros. Eu admirava a ingenuidade daquele anjo, sempre muito prestativo e car...

DOMADA PELO SEXO (um catecismo clássico de Carlos Zéfiro)

Carlos Zéfiro (1921-1992) é o pseudônimo do funcionário público carioca Alcides Aguiar Caminha, que ilustrou e publicou durante as décadas de 1950 a 1970 histórias eróticas em quadrinhos que ficaram conhecidas por "catecismos", educando sexualmente pelo menos três gerações de brasileiros das mais diversas faixas etárias. M uito antes do advento das revistinhas suecas, da Ilha do Sol de Luz del Fuego, e dos filmes de Ron Jeremy.