Ser pai de moças dá um certo trabalho. Não físico, que nisso ninguém bate os meninos. Falo de um trabalho de atenção, de ficar ligado. Quando estão muito pequenas, se um pai sai com as meninas sem a mãe, surgem sempre problemas práticos, dos quais o mais dramático é o banheiro. Três alternativas se frustram nesse momento: o pai não pode entrar no toalete feminino, não convém que elas entrem sozinhas, no dos homens não podem entrar. Já para os meninos acompanhados de mães, banheiro não é problema: elas entram com eles. Pequeninos, as outras mulheres não ligam, e eles se comportam, senão as mães torcem-lhes o pepino. O recurso dos pais é muitas vezes pedir a uma bondosa senhora que acompanhe as meninas, que supervisione tudo o que se faz num toalete, supervisão que nem sempre é agradável, seja para a senhora, seja para as meninas. Pior se forem tímidas. Quando elas estão maiorzinhas, para cima de oito anos, há que pôr um olho nos meninos, durante as festinhas. Não que vá acont...
UMA REVISTA ACONCHEGANTE QUE VALE POR UM COBERTORZINHO