De
atriz mirim a feliz proprietária do par de seios mais cobiçado de Hollywood,
Sydney Sweeney já tem quase 20 anos de carreira como atriz. E ao longo deste
tempo, tratou de se preparar para todos os papeis que conseguisse agarrar. É,
hoje, uma atriz bem aparelhada. Dedicou-se muito a isso. E se conseguiu várias
indicações ao Emmys e aos Golden Globes por séries como “The White Lotus” e
principalmente “Euphoria”, com certeza não foi por conta de seu corpo
magnífico. Se as coisas funcionassem assim, Raquel Welch teria sido a atriz
mais premiada da América – e, como todos sabemos, nunca recebeu prêmio algum
por suas atuações no cinema e na TV.
Verdade
seja dita, a carreira de Sydney foi bem calculada desde o começo, e a transição
(sempre muito complicada) de atriz mirim para atriz adulta teve apoio financeiro
irrestrito de sua família, que chegou a passar necessidades para conseguir
bancar a filha em Los Angeles com aulas de canto, aulas de dança, aulas de
interpretação e tudo mais que fosse necessário para que ela emplacasse. E ela
soube fazer jus ao investimento familiar. Fundou a produtora Fifty-Fifty Films
em 2020, expandindo pouco a pouco papéis para produção, quase sempre como
protagonista. Graças a um gerenciamento exemplar, em 2025, ela já conseguia
equilibrar 11 projetos, incluindo campanhas e filmes.
Em
2018, ganhou destaque como Emaline em Everything Sucks!, série da Netflix
ambientada nos anos 1990. O papel exigiu filmagens simultâneas com Sharp
Objects, da HBO, onde interpretou Alice, uma adolescente problemática. Em 2019,
assumiu o papel de Cassie Howard em Euphoria, da HBO, em 2019. A personagem,
uma adolescente com dilemas emocionais, rendeu indicação ao Emmy de Melhor
Atriz Coadjuvante em Série Dramática. E também integrou a primeira temporada de
The White Lotus, como Olivia Mossbacher, o que gerou outra nomeação ao Emmy em
2021. Sweeney equilibrou esses projetos com filmagens intensas, demonstrando
versatilidade em dramas complexos.
Sua
transição para o cinema veio em 2019 com “Era Uma Vez em Hollywood”, de Quentin
Tarantino, como Snake, uma seguidora de Charles Manson. Depois veio a comédia
romântica “Anyone But You”, o drama de espionagem “Reality” (sobre a ativista
Reality Winner), o drama de terror “Immaculate” (sobre uma noviça num convento
italiano enfrentando eventos sobrenaturais), o drama de Ron Howard “Eden”, o
drama de pugilismo “Christy” (sobre a lutadora Christy Martin), o drama
familiar “Echo Valley” (ao lado de Julianne Moore) e o drama de suspense “A
Criada” (ao lado de Amanda Seyfried) – de todos, o mais bem sucedido nas
bilheterias.
Além
de sua produtora, Sydney Sweeney tem também marcas de lingerie, de swimsuits,
artigos esportivos e perfumes. Quase tudo o que ganha, reinveste em suas empresas.
É muito reservada. Não esconde que namora desde ano passado com o Gestor de
Talentos Scooter Brown, mas protege sua vida pessoal do olho público o máximo
possível. Seu único luxo é colecionar carros esportivos clássicos da Ford. Seu
xodó é um Ford Mustang 1965, mas adora também seu Ford Bronco 1969 e seu Ford
F-100 1956. Quem quer que tenha tido a chance de circular com ela num desses
Fords pode se considerar um Homem de Sorte (Chico Marques)
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