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MARY-LOUISE PARKER COMPLETA 53 ANINHOS E NÓS SOPRAMOS AS VELINHAS COM LOUVOR

por Chico Marques Mary-Louise Parker é um dos rostos mais marcantes e expressivos do cinema americano nos últimos 30 anos.  Sua leveza "south-carolinan" é absolutamente arrebatadora.  Revelou-se uma atriz intensa e com personalidade forte logo em seus primeiros trabalhos no cinema, e isso contrastava de forma curiosa com sua aparente, mas enganadora, leveza existencial. O mundo tomou conhecimento da existência de Mary-Louise Parker em "Tomates Verdes Fritos", filme independente dirigido por Jon Avnet de grande sucesso que a projetou internacionalmente em 1991. No filme, ela interpreta Ruth, uma mulher que é maltrada e agredida constantemente por seu marido, até que um dia, movida por uma amizade misturada com atração fisíca por sua amiga Igdie (Mary Stuart Masterson), decide tomar providências extremamente drásticas contra seu marido. O filme ganhou o Golden Globe de melhor Filme Cômico de 1991 e o Oscar de melhor Roteiro, além de pencas...

MARY-LOUISE PARKER COMPLETA 52 ANINHOS E NÓS SOPRAMOS AS VELINHAS "CON GUSTO"

por Chico Marques Mary-Louise Parker é um dos rostos mais lindos do cinema americano nos últimos 30 anos.  Sua leveza "south-carolinan" é absolutamente arrebatadora.  Revelou-se uma atriz intensa e com personalidade forte logo em seus primeiros trabalhos no cinema, e isso contrastava de forma curiosa com sua aparente, mas enganadora, leveza existencial. O mundo tomou conhecimento da existência de Mary-Louise Parker em "Tomates Verdes Fritos", filme independente de grande sucesso que a projetou internacionalmente em 1991.  Mas, estranhamente, a carreira de sucesso no cinema que, imaginava-se, viria a seguir, não veio.  Mary-Louise permaneceu confinada a papéis secundários por treze anos, até surgir a proposta do Canal Showtime para fazer Nancy Botwin, a jovem viúva suburbana do Sul da California, que, para sustentar seus filhos e manter o padrão de vida de quando seu marido era vivo, decide começar a plantar maconha em casa para vender, a...

AS PERDAS (por Marcelo Rayel Correggiari)

Depois dos quatro dias das folias de mômo, nada como partir para um ‘de-tox’ que vá do físico ao material. O retorno à vida cotidiana tem suas vantagens: a criação de rotinas para quebrá-las mais adiante. O carnaval tem dá esse espaço de proporcionar uma espécie de ‘férias coletivas’ a quem pode tirá-las. Muita gente junta, clubes lotados, praias cheias, um vai-e-vem de pessoas bem diferente dos demais feriados prolongados do ano. Faz-se muito estardalhaço em torno do carnaval: uma espécie de ‘bal masqué’ onde ‘tout est permis’, mas há certas permissões que já existem antes dos festejos começarem. Nada que seja muito diferente daquilo que já encontramos no resto do ano. Aquela vã esperança de que as folias carnavalescas proporcionarão descanso em congestionamentos nas rodovias, aquela pegação desenfreada de homens e mulheres na solução de longos períodos de inoperância genital, a operação desse grande milagre de reflexão sobre o que se é como se só isso fosse salvar o ...

UMA COMÉDIA DRAMÁTICA QUE RENOVA UMA INSTITUIÇÃO CLÁSSICA DO CINEMA ITALIANO

por Klaus Langanke para Observatório de Cinema MIA MADRE  conta a história de Margherita (Margherita Buy), uma diretora de cinema que, em meio a gravação de um filme, entra em uma crise existencial e tem ainda que lidar com a doença de sua mãe Ada (Giulia Lazzarini). O filme desenvolve seus personagens de maneira natural e estável durante todo o decorrer da história, e esse desenvolvimento acontece não só para os personagens que estão no filme todo em cena, mas também para os que aparecem com a história já mais encaminhada. Assim é o caso de Livia (Beatrice Mancini), filha de Margherita, e Barry Huggins (John Turturro), cujo desenvolvimento começa a acontecer através de diálogos antes mesmo deles aparecerem na história e permanece até o final, nos dando a impressão de que conhecemos eles tão bem quanto os personagens que são apresentados no início. A comédia dramática é utilizada, principalmente através de Barry, para fazer um contraponto entre a parte tr...

A ADORÁVEL MARY-LOUISE PARKER FAZ 51 ANOS. E NÓS AQUI SOPRAMOS AS VELINHAS, REVENDO 5 FILMES DE SUA FILMOGRAFIA

por Chico Marques Mary-Louise Parker é um dos rostos mais lindos do cinema americano nos últimos 26 anos.  Sua leveza "south-carolinan" é absolutamente arrebatadora.  Revelou-se uma atriz intensa e com personalidade forte logo em seus primeiros trabalhos no cinema, e isso contrastava de forma curiosa com sua aparente, mas enganadora, leveza existencial. O mundo tomou conhecimento da existência de Mary-Louise Parker em "Tomates Verdes Fritos", filme independente de grande sucesso que a projetou internacionalmente em 1991.  Mas, estranhamente, a carreira de sucesso no cinema que, imaginava-se, viria a seguir, não veio.  Mary-Louise permaneceu confinada a papéis secundários por treze anos, até surgir a proposta do Canal Showtime para fazer Nancy Botwin, a jovem viúva suburbana do Sul da California, que, para sustentar seus filhos e manter o padrão de vida de quando seu marido era vivo, decide começar a plantar maconha em casa para vender, a...

UM PASSEIO PELO PLANETA TERRA EM TRÊS DVDS QUE MERECEM SER VISTOS

As diferenças culturais sempre serviram  de mote para que o cinema pudesse investigar  os costumes de povos diferentes  a partir de contrapontos dramáticos. Desde que o advento do cinema falado,  as telas de cinema de todos os cantos do mundo vem recebendo imagens e informações  -- às vezes verídicas, outras vezes não --  com os detalhes da vida cotidiana  dos mais diversos povos do planeta. Os três filmes que escolhemos  para indicar  neste final de semana  são bem diferentes um do outro.  O primeiro é um drama de suspense.  O segundo, uma comédia dramática.  E o terceiro, quase uma fábula judaica. Em comum entre os três,  apenas as diferenças culturais  que permeiam seus personagens. E, claro, o fato dos três  estarem disponíveis para locação  nas estantes da Vídeo Paradiso .  Vamos a eles: AS DUAS FACES DE JANEIRO  (20...