Ultimamente, só houve um assunto nesse bendito país: o bumbum de Juliana Paes na Playboy. O bumbum era esperado como um messias redentor, aguardado como a salvação do Brasil neste momento sem graça. Políticos, bancários, eu, todos ansiávamos por esse bumbum como por um Maomé, um profeta. O que poderia nos revelar esse bumbum ? Corri para as bancas e comprei a Playboy sob o olhar debochado do jornaleiro que me reconheceu e perguntou se eu não ia levar o The Economist também. "Claro, claro...", respondi, vermelho. Chego em casa, rasgo a capa de plástico com as mãos trêmulas, abro com uma sensação de pecado e esperança, e vejo Juliana Paes em seu esplendor. Folheio a revista e caio numa perplexidade muda. Antes de continuar, devo dizer que já escrevi sobre o bumbum da Feiticeira, o bumbum da Tiazinha e continuo sem uma palavra apropriada. Não há na língua portuguesa um termo corrente para essa parte do corpo. A palavra "bunda" tem uma conotação ...
UMA REVISTA ACONCHEGANTE QUE VALE POR UM COBERTORZINHO