Num período razoavelmente turbulento da vida nacional, permeado inclusive mundo afora por uma grave crise humana, há de se entender que a noção de justiça ao longo da história universal pode ser simplesmente uma ilusão. Quando um padrão se repete, é necessário muito sangue-frio para saber com certa exatidão qual a porcentagem de contribuição nossa no ‘merdelê’ todo. Já aviso que nunca é uma tarefa fácil ou suave. Auto-crítica para a transformação é um artigo cujo preço é salgado pacas. Porque não pára na ‘auto-crítica’. Precisa-se de muita coragem para cessar o funcionamento daquilo que não funciona bem. Num momento em que certo ‘macartismo’ impera com ‘listinhas’ para lá e para cá na presença de um policiamento deveras beligerante, em que a virulência de agora é proporcional ao estímulo agressivo de outrora, há de se pensar que estivemos sempre no superficial e aquilo que precisaríamos fazer não foi feito. Doze entre dez estudantes de ciências jurídicas pref...
UMA REVISTA ACONCHEGANTE QUE VALE POR UM COBERTORZINHO