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TEATRO OFICINA:SÍMBOLO TRANZMODERNO (por Flávio Viegas Amoreira)

Da passagem da matéria-forma ‘a matéria-força:   um signo carregado de significados tendo ´´O Rei da Vela´´ como estandarte , o Teatro Oficina é metalinguagem para sua própria luta de ´desencanamento´ visceral   da civilização paulistana, no mínimo paulistana.   Deleuzianamente o Oficina não pensa ´isso ou aquilo´, - vibrátil pensa ´com´   todos instrumentos do devir, do instante que passa a partir e adentrando o magma mesmo das coisas apresentadas.    Máquina radicalmente desejante,   teatro- esponja, onívoro carregando por toda epiderme da urbe-entorno as inquietudes convergentes de tradição-vanguarda.   A epopéia pelo Bexiga é ela mesmo metalinguagem, intertextualidade do carma subversivo de sua tessitura aos solavancos da História de desconstrução dos macro-micro fascismos.   O fetiche tosco do progresso sempre com suas artimanhas para novo ´apartheid social´   :   a falácia da eficiência, do pragmatismo,   a ver...