Da passagem da matéria-forma ‘a matéria-força: um signo carregado de significados tendo ´´O Rei da Vela´´ como estandarte , o Teatro Oficina é metalinguagem para sua própria luta de ´desencanamento´ visceral da civilização paulistana, no mínimo paulistana. Deleuzianamente o Oficina não pensa ´isso ou aquilo´, - vibrátil pensa ´com´ todos instrumentos do devir, do instante que passa a partir e adentrando o magma mesmo das coisas apresentadas. Máquina radicalmente desejante, teatro- esponja, onívoro carregando por toda epiderme da urbe-entorno as inquietudes convergentes de tradição-vanguarda. A epopéia pelo Bexiga é ela mesmo metalinguagem, intertextualidade do carma subversivo de sua tessitura aos solavancos da História de desconstrução dos macro-micro fascismos. O fetiche tosco do progresso sempre com suas artimanhas para novo ´apartheid social´ : a falácia da eficiência, do pragmatismo, a ver...
UMA REVISTA ACONCHEGANTE QUE VALE POR UM COBERTORZINHO