“(...) Hoje não arde o óleo das lanternas Aqui, o frescor da majestade exala doces aromas E a luz da sala imita o brilho de quem bem governa Rito encenado para o ouvinte atento ao sentido que a palavra evoca, bem mais que aos comedores de pipoca que infestam as plateias destes tempos. Que notícias apareçam, já no título Aos senhores, nenhuma novidade. Parecendo real, nada é verdade. Musa igual, do real e do ridículo. Quando puder, sem nos causar problema, que a cena espelhe a vida, e a vida, a cena (...)” O desconhecimento da cultura britânica faz com que todos reverenciem o dramaturgo William Shakespeare, que daqui a dois dias, no sábado, completa 400 anos de seu desaparecimento. ‘Loas’, palavras ornadas com vozes empostadas em algum ‘café com livro’ mais próximo de nossas casas. Shakespeare no café, no almoço e na janta. Quem sabe, na ceia. O desconhecimento da cultura britânica faz com que todos reverenciem o en...
UMA REVISTA ACONCHEGANTE QUE VALE POR UM COBERTORZINHO