Há algum tempo, postei no facebook um ótimo texto de Francisco Bosco, publicado na revista Serrote, sobre as impressões de uma viagem sua ao Tibete. Uma semana depois, me deparei com um texto incrível de sua mulher, Antonia Pellegrino, num ilustre caderno de uma folha de São Paulo. Claro que vou publicar aqui o link, até porque um texto como esse não pode circular apenas naquele pequeno reduto de leitores intelectuais (ou de meros farejadores curiosos, que é o meu caso). Um texto brilhante e polêmico como esse merece ser lido, discutido e, é claro, divulgado. Mas o que me faz escrever esse artigo não é o simples fato de elogiar o texto de Antonia e convencer o amigo leitor a apreciá-lo. Não. O tema aqui é o que eu posso chamar de “atração intelectual”. Ou, para ser mais abrangente, de “aproximação por afinidade”. Me respondam: o que fez Francisco Bosco, excelente cronista e filho do consagrado músico João Bosco, se aproximar, se declarar, con...
UMA REVISTA ACONCHEGANTE QUE VALE POR UM COBERTORZINHO