Correrei o risco... ... mas penso que vale o debate. Com a popularização das transmissões de sessões plenárias em casas legislativas e cortes país afora, veio a indagação: em especial no judiciário, cabe essa quantidade excessiva de ‘juridiquês’?! Cabe essa quantidade de expressões latinas nas leituras de votos e decisões dos magistrados(as)?! É um bom debate. Se pensarmos em um médio ou pequeno agricultor que labuta de sol-a-sol e quase não tem tempo para assistir a uma sessão plenária do Supremo, a tradução dos termos latinos seria bem-vinda. Agora, para o povo da cidade, com celular no bolso, ora, por favor! Gastam um tempo absurdo com Facebook e mensageiros instantâneos (WhatsApp, Telegram, Messenger, e afins) e são incapazes de pegar o termo latino e jogar no Google Translator. É a mesma preguiça que assola motoboys na não-utilização do Google Maps. Quem é que explica isso: dar informação sobre onde fica determinado logradouro quando o motociclista em questão te...
UMA REVISTA ACONCHEGANTE QUE VALE POR UM COBERTORZINHO