(publicado originalmente em www.setimaarte.iron.com.br ) A doença de Alzheimer foi abordada diversas vezes pelo cinema. "AMOR", de Michael Haneke, traduziu de forma mais crua e dolorida o que é a doença para quem a desenvolve, assim como pa ra os familiares. O trabalho da atriz Emmanuelle Riva, caso ela fosse norte-americana, seria contemplado com o Oscar. A referência imediata a esta obra-prima de 2012 ainda está presente na memória (assim espero) na maioria daqueles que acompanham cinema. Uma das diferenças entre "AMOR" e "PARA SEMPRE ALICE", está na idade em que a doença de Alzheimer se inicia nas protagonistas. Na casa dos 80 e poucos anos no primeiro, e 50 anos no segundo. A Alice (Julianne Moore) é uma das maiores autoridades mundiais na área de linguagem. Convidada a dar palestras em diversas universidades dos EUA e do mundo, Alice consegue aliar uma vida acadêmica irretocável e uma vida familiar fel...
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