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Showing posts with the label Oscar Isaac

O FILME DA SEMANA TRAZ GEORGE CLOONEY DIRIGINDO UM ROTEIRO DOS IRMÃOS COEN.

por Manuel Mann "Suburbicon", o sexto filme de Clooney como realizador, é o nome de um idílico bairro residencial, com quintais, cercas de madeira e crianças a jogar basebol.  Na entrada de cada casa, está estacionado um Chevrolet ou um Oldsmobile. O familiar universo americano, em plena prosperidade, oculta uma história de segregação racial e de mafiosos que serve de pano de fundo para uma narrativa sangrenta. O protagonista, Gardener Lodge, interpretado por um Matt Damon mais corpulento que de é costume, vive com a sua mulher, Rose, a sua cunhada, Margaret, e o filho, Nicky.  Lodge enfrenta problemas financeiros, Rose culpa-o pelo acidente que o deixou na cadeira de rodas e Margaret inveja a vida da irmã. Mas não são as tensões familiares o foco do filme, que mostra o caos instaurado após um assalto, em que dois homens matam Rose. E e sse evento desencadeia uma série de situações inusitadas a envolver uma mistura de luxúria, avareza e burrice, vistas p...

2 OPINIÕES BEM DIVERGENTES SOBRE X-MEN APOCALYPSE, NOVO FILME DE BRYAN SINGER

"X-MEN APOCALIPSE": SINÔNIMO DE DESPERDÍCIO por Luan Damascena para Poltrona Nerd A franquia X-Men, ao lado da franquia Homem-Aranha, foram as pioneiras no ramo de trazerem os famosos super-heróis para as telas de cinema. Ambas possuem a sua marca histórica ao repaginar o cinema que conhecemos hoje: com filmes de heróis saindo a cada mês e com mais pessoas conhecendo um universo nerd extraordinário, independentemente da qualidade de cada obra. Bryan Singer foi o diretor que assinou os dois primeiros filmes dos X-Men, retornando somente em Dias de Um Futuro Esquecido e, agora, em Apocalypse. O roteiro do novo filme também é assinado pelo diretor e por mais dois nomes: Simon Kinberg e Dan Harris. Após tantos anos, os filmes da equipe mais adorada nos quadrinhos continuam com aquela sensação de altos e baixos; trazendo momentos ótimos que lhe colocam num patamar inigualável, e outros que lhe fazem querer abandonar a história e parte dos personagens apresentados (ne...

STAR WARS - O DESPERTAR DA FORÇA REINICIA A SAGA MAIS CULT DA HISTÓRIA DO CINEMA

por Chico Marques Eu tinha 17 anos de idade em 1977 quando vi o STAR WARS: UM NOVO COMEÇO no cinema. Confesso que não morri de amores por aquilo tudo logo de imediato. É compreensível, já que nunca fui fã de Flash Gordon na infância ou na adolescência -- um pré-requisito talvez necessário para se encantar com algo daquela natureza em meados dos Anos 70. Apesar de ter visto os 13 episódios do seriado para cinema "Flash Gordon" na TV, (com Buster Crabbe, produzido em 1936), não rolava fascínio algum. Conforme O IMPERIO CONTRA-ATACA e O RETORNO DE JEDI foram sendo lançados no cinema, fui pouco a pouco reavaliando o conjunto da série e me apegando ao imaginário em torno dele. Nada comparável ao meu apego por "Star Trek" e "James Bond 007", mas legítimo e, a essa altura do campeonato, já bem longevo. E depois de ver os episódios iniciais da saga STAR WARS rodados nos Anos 90 desaguando naturalmente na trinca de filmes produzidos entre 1977 e 1983...

FUGINDO DA DIETA QUE ASSOLA AS SALAS DE CINEMA NO VERÃO

Dieta cinematográfica de Férias de Verão todo ano é a mesma coisa. Quando não ficamos reféns dos  blockbusters infanto-juvenis,  que dominam a imensa maioria das salas de cinema, acabamos cercados pelos blockbusters que concorrem ao Oscar -- e que chegam às telas um a cada semana, homeopaticamente, para não ter que tomar salas dos sempre rentáveis blockbusters infanto-juvenis. Raro é o ano em que algum filme que não se encaixe em nenhuma dessas duas categorias acima consiga a proeza de se manter nas salas de exibição por 2, 3 semanas nos meses de Janeiro e Fevereiro. "As Duas Faces de Janeiro" é um desses casos raros. O nome, curiosamente, não tem a ver com essa dieta cinematográfica de que estávamos falando. É um filme de suspense climático e muito simpático, baseado num thriller psicológico menos conhecido de Patricia Highsmith Eu vi e recomendo, e   aproveito a deixa para republicar a resenha do amigo Carlos Cirne para a newsletter Colunas ...