Nunca
faço compras para casa sempre no mesmo mercado, pois se você quer ter uma vida
sexual ativa, tem que rodar e muito para conhecer mulheres que estão com os
mesmos "propósitos". Peguei o carro e fui para um mercado bem
afastado da minha casa, quase lá na periferia. Fui também por causa dos preços,
um pouco mais baixos.
Andando
pelo mercado, é claro que você vê de tudo, mais mulheres do que homens, mas a
grande maioria estava acompanhada. Uma loirinha que passou por mim e trocamos
olhares, também estava acompanhada do seu homem, um garoto que tinha lá uns
três ou cinco anos. Ela não era loira de verdade, mas chamava atenção mesmo era
sua vestido preto que mostrava seus peitinhos médios e bem redondinhos. Era
magra, seus cabelos passavam um pouco dos ombros e estava de havaianas. Bem
simples e bem gostosa também.
Quando
passamos um pelo outro, virei minha cabeça para vê-la de costas e para a minha
surpresa ela também virou e sorriu, mostrando seus dentes brancos. Meu pau
endureceu na hora. Fiquei lá, a observando, enquanto ela fazia suas compras e
me olhava de volta. Depois que ela foi para um outro corredor, e me olhando
para que eu a seguisse, não tive dúvidas que aquela loirinha estava nas minhas
mãos.
Eu
praticamente já tinha comprado tudo o que eu precisava, mas com o meu carrinho,
fui atrás daquela loirinha por quase todo o mercado de novo. Ela me olhava e
sorria e eu imaginava o que iria acontecer. A loirinha foi para uma fila, que
estava grande, fiquei atrás dela e não parava de encará-la. Ela também não
desviava seu olhar. Depois que ela passou suas compras, ela ficou enrolando
olhando algumas revistas numa banca. Ensacava minhas compras rapidamente, para
não perdê-la de vista, peguei minhas compras e fui para perto dela.
Cheguei
bem perto dela, com muita vontade de experimentá-la. Perguntei seu nome e me
apresentei. Ela disse que morava ali perto e não precisava de carona, pois sua
mãe não iria gostar. Disse que a deixaria mais perto da sua casa e ela aceitou.
Seu filho ficou no banco de trás, pois ele estava quase dormindo mesmo. Quando
liguei o carro ela havia colocar sua mão nas minhas coxas e eu fiz o mesmo, só
que não parei, passei minha mão nas suas coxas até chegar bem pertinho da sua
calcinha.
Ela
disse que havia um terreno baldio perto da sua casa, que daria para entrar com
o carro e não sermos incomodados. Mas que putinha! E claro que fui para lá, com
ela me ensinando o caminho. Seu filho dormindo, entrei de carro no tal lote
vazio, que realmente ela já conhecia bastante. O mato estava alto, saímos do
carro e nos agarramos literalmente. Ô loirinha safada!
Eu
passava minha mão por todo o seu corpo, enquanto ela tirava meu pau para fora.
Perguntou da camisinha e eu tirei de dentro da carteira, do qual ela se
ajoelhou e o colocou com sua boca, chupando meu cacete. Eu queria era mais
comê-la de quatro, então a levantei, a joguei no capô do meu carro, levantei
seu vestido, abaixei sua calcinha e soquei meu pau dentro daquela buceta
apertadinha. Socava fundo e forte dentro dela tanto que meu carro começava a se
mexer e ela nem se preocupava com o filho. Agarrei com uma das minhas mãos,
seus seios médios e durinhos.
No
calor do momento, ela começou a dizer bem baixinho: "-Come meu cú, come
meu cuzinho, vai!" Eu não podia acreditar e continuei a enfiar meu pau na
sua buceta, quando ela olhou para mim e pediu mais uma vez para que eu a
fodesse no cú dela.
Não
é fácil uma mulher, já na primeira vez, querer dar o cuzinho, mas eu não estava
nem aí e comecei a cuspir na sua bunda, abrindo suas nádegas e enfiando meu
dedo.
Ela
gemia e ficava muito louquinha, abrindo sua bunda para eu meter. Ela empinou
sua bunda e não parava de falar bem baixinho todas as putarias que haveria a
palavra "cú". Me aproveitei e enfiei meu pau dentro do seu apertado
cuzinho bem devagar e ela só falando "vai, mete com força" e fui
metendo com força. Agarrei seus ombros e comecei a ficar mais violento, puxando
seus cabelos, metendo com força dentro dela e a chamando de "puta" e
"vagabunda". A mulher ficou insandecida e falava suas putaria para
mim.
Estava
suando debaixo daquele sol e mato, olhando aquele rabinho rebolando com as
minhas socadas forte no cú. Até que ela disse que estava quase gozando e que
era para bater na sua bunda, mas bater forte. Dei um tapa tão forte que me
surpreendi não ter aparecido ninguém naquele terreno. Fui metendo, batendo na
sua bunda com tapas bem fortes que comecei a gozar, mas não queria parar e fui
continuando até onde meu pau conseguiria ficar duro. Tirei meu pau do seu
cuzinho, joguei a camisinha longe e me arrumei. Ela estava ainda em cima do
capô do meu carro. Esperei ela se arrumar, trocamos telefone, pegou suas
compras e partiu para sua casa.
Vou
procurar com certeza essa loirinha puta que gosta de dar e já imaginei ela na
minha cama, com seus braços amarrados e eu comendo seu cuzinho...





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