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Showing posts with the label Odorico Azeitona

UM CONTO ERÓTICO ATRIBUÍDO A TIÃO MACALÉ (PSICOGRAFADO POR ODORICO AZEITONA)

GORDINHA  GOSTOSA Dispensado cedo do trabalho, fui para a parada, que estranhamente estava lotada. Jogo do Brasil, estreia da Seleção, aquela ansiedade total para se chegar em casa. Na parada estava uma loirinha gordinha, usando um provocante vestido preto. Não parava de fazer "selfies" com seu celular. Apesar de ser cheinha, não a dispensaria. Enfim, nem saberia para onde ela iria e ficar de pau duro olhando era tudo o que eu não queria. Pensei demais em "chegar" nela, quando vejo meu ôibus chegando. Cacete, aos que sabem o que é estar dentro de um ônibus lotado, sabem da minha tristeza, ainda mais depois de um trabalho estressante. Mas minha felicidade começou a aparecer quando aquela gordinha de vestido curto também deu sinal para que o ônibus parasse e quando parou fiz de tudo para ficar pertinho dela, o que não foi difícil, pois entrou só nós dois. Bom, na verdade nem entramos no ônibus. De tão lotado, paramos na porta, ela na minha frente, um degrau acima e eu...

UM CONTO ERÓTICO ATRIBUÍDO A JACINTO FIGUEIRA JR (O HOMEM DO SAPATO BRANCO) PSICOGRAFADO POR ODORICO AZEITONA

FOLIAS NO METRÔ O metrô estava entupido de gente, na volta para casa. Eram umas dez e meia e consegui ficar atrás da loira que já havia bolinado. Casada, loira, falsa magra, usava sempre um rabo-de-cavalo. Estava de calça jeans preta com tecido fino, mostrando o desenho da calcinha. Sua blusa azul de manga comprida era bem coladinha, deixando seus seios firmes. De salto alto, sua bunda ficava empinadinha. Quando cheguei com meu pau duro atrás dela, usava uma calça social. Ela virou seu rosto para me olhar e deu um sorrisinho safado. Estávamos no canto, perto da porta, onde poderíamos fazer nossa safadeza como sempre. Seu perfume era gostoso e dei de leve um beijo no seu pescoço de pelo branca. Abaixei minha mão e passai naquela bunda maravilhosa e depois subi discretamente passando de leve no seu seio direito. Abaixei de novo minha mão e fiz uma massagem na sua buceta, por cima da sua calça, fazendo-a se contorcer. Tinha que ser rápido, pois ela desceria na próxima estação. Tirei ...

UM CONTO ERÓTICO ATRIBUÍDO A AMARAL NETO PSICOGRAFADO POR ODORICO AZEITONA

Durante muito tempo vi minha sobrinha Aline roubando seus pais. Era sempre a mesma história: antes de sair para a "baladinha" com as amigas, ela ia na bolsa da mãe ou na carteira do pai e tirava um pequeno reforço para sua noitada. a "notinha". E eu sempre gravei essas atrocidades. Gravei até a noite em que ela chegou de madrugada de carona com um carinha e para "agradecer", pagou-lhe um boquete. Pois só se via sua cabeça subindo e descendo no colo do sortudo. Kesiana nunca me respeitou e isso sempre me tirou do sério, e foi por causa disso que eu gravei suas idiotices. Mas a última foi quando ela roubou muita grana e os pais acharam que fora a empregada, que foi demitida. Ela poderia ter feito alguma coisa, mas nada fez. Mandei no seu whatsapp o vídeo que fiz do seu crime. Estava mais querendo que ela chegasse nos pais e fosse contar sobre seus erros, mas não, ela fez pior. Ela foi até a minha casa (moro sozinho), com sua roupa mais provocante, u...

UM CONTO ERÓTICO ATRIBUÍDO A XÊNIA BIER PSICOGRAFADO POR ODORICO AZEITONA

  Das inúmeras peripécias que aprontei nesta vida, boa parte delas foi em função da minha sexualidade latente. Sempre foi uma menina bonita. Desde bem jovem, já exibia curvas esplendorosas. Era uma moreninha de olhos verdes, de pele bem branquinha, macia e cheirosa, com seios fartos e cinturinha fina. Isso enlouquecia os meninos e provocava muita inveja entre as meninas da escola.   Sempre tive muitos caras interessados em mim. Filha de médico, eu estudava nas melhores escolas, e nunca saía de cima de um salto. Adorava me exibir. Adorava provocar. Minhas amigas se negavam a levar seus namorados com elas quando saíam comigo, pois eles sempre ficavam me olhando, e as cantadas vinham inevitavelmente. Por um bom tempo eu tentei parecer boazinha. Atiçava, mas, no fim, não ficava com ninguém. Tudo pura insegurança e auto-afirmação. Adorava ter todos aos meus pés, só para poder dispensá-los depois.   Aos 15 anos, eu via todas as minhas amigas saindo com namorados, mas me...

CALLING DOCTOR LOVE #60 (por Odorico Azeitona, MD)

Caro Dr. Love: Como praticamente todo garoto criado em fazenda, minha iniciação sexual foi com animais: vacas, cabritas, mulas, porcas e até galinhas. E, ao contrário do que muitos de vocês podem pensar -- por preconceito urbano e por desconhecimento do modo de vida rural -- não há nada de errado em manter relações sexuais com outras espécies. Durante muitos anos tive uma "vida normal", com mulher e filhos, mas de dois meses para cá não aguentei mais, larguei todos eles lá em Uberaba e voltei para o fazenda onde fui criado para usufruir do aconchego proporcionado principalmente pelas porquinhas, que eu amo demais. Estou feliz, Dr. Love. Me julguem, se quiserem. Só não venham estragar minha felicidade. (Moacir F, Ituiutaba MG)     Caro Moacir: Você está certo. Quem nunca se relacionou  com animais de fazenda  não sabe o que é amor. Sua opção é clara e digna de respeito. Da minha parte, nada a opinar. Seja feliz com suas porquinhas. Divirta-se e Bo...

CALLING DOCTOR LOVE #59 (por Odorico Azeitona, MD)

Caro Dr. Love: Sou engenheiro civil mas tenho alma de arquiteto, e tempos atrás decidi reformular o apartamento em que eu e minha mulher vivemos. Perguntei a ela o que ela queria que nossa nova casa tivesse e ela disse: "Uma barra de pole dance... para dançar prá você, meu amor". Criei uma cama especial integrada a um palco com uma barra de pole dance e cercada de espelhos por todos os lados. Ela amou. No início fui abençoado com as melhores preliminares de toda a minha vida. Mas, com o passar dos meses, percebi que minha mulher ficava cada vez mais envolvida numa trip narcisista e passou a viver uma espécie de ardente caso de amor com ela própria. Nem queria mais trepar comigo, o que ela via nos espelhos já a satisfazia plenamente. Estou desolado. E pensando seriamente em chegar em casa um dia desses com um machado e uma marreta e destruir tudo o que projetei -- e que agora me faz tão triste. Faço isso, Dr. Love?   (Gilsandro Gervitzz, Americana SP)     Ca...

CALLING DOCTOR LOVE #58 (por Odorico Azeitona, MD)

Caro Dr. Love: Sou técnica em TI e convidei meus amigos lá da empresa para uma festinha de ano novo na casa dos meus pais, que estão viajando. A ideia era encher todo mundo de creveja e maconha e deixar a festa virar uma suruba naturalmente. Mas não foi o que aconteceu. A maconha deixou todo mundo mole, e a cerveja deixou todos os demais com sono e sem ânimo para trepar. No final das contas, ficamos todos pelados, a meio caminho de uma fudelança, mas sem a menor disposição para tal. Que drogas e que bebidas você me recomenda para que nossa próxima festinha de Reveillon (ou de Carvaval, ou de Páscoa, ou da Inconfidência Mineira...) não acabe assim nesse lamaçal, hein Dr. Love?  (Lenira Kravitz, Bertioga SP)     Cara Lenira: Se a próxima festa for ainda no verão, recomendo whisky com muito gelo ou então vodka estupidamannte gelada (guarde a garrafa no freezer, fique tranquila que não quebra, o líquido sai bem licoroso e delicioso). Esqueça maconha, el...